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Q3865281 Português
Analise cada enunciado abaixo em relação à concordância estabelecida pelo verbo, assinalando C ou E conforme esteja respectivamente certo ou errado. A seguir, assinale a sequência correta obtida.

(___) Coube na minha gaveta todos os meus apetrechos.
(___) Chegou para a firma todos os formulários solicitados.
(___) Houveram muitas queixas na pesquisa de opinião aplicada ontem.
(___) Existem vários aspectos que precisam ser discutidos.
Alternativas
Q3865280 Português
“__________ a este documento as portarias de nomeação que foram solicitadas através de e-mail por esse departamento.”

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do enunciado acima.
Alternativas
Q3865279 Português
Imagem associada para resolução da questão BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tirasde-armandinho>.

A palavra “só”, empregada no último quadro da tirinha acima, possui o sentido de:
Alternativas
Q3865278 Redação Oficial
Entre os documentos da redação técnica oficial abaixo, assinale o que fornece uma visão geral com relação à formação e à experiência profissional de alguém que se candidate a um cargo, curso ou outro.
Alternativas
Q3865277 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado remete ao conteúdo de toda a sentença, e não apenas a uma parte dela.
Alternativas
Q3865276 Português
Assinale a alternativa cujo espaço em branco pode ser preenchido corretamente tanto com “a” quanto com “à”, de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3865275 Português
Assinale a alternativa cuja expressão destacada está sendo empregada em seu sentido próprio, não se relacionando a uma frase-feita ou clichê em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3865274 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Saint-Exupéry e o mundo deserto

    Nos confins da Líbia, no centro do deserto, um avião ainda bastante primitivo toca o chão a uma velocidade de 270 quilômetros por hora. Dentro dele, o navegador André Prévot e o piloto Antoine de Saint-Exupéry, que ainda não havia escrito O Pequeno Príncipe. Milagrosamente, sobrevivem à queda, mas agora precisam enfrentar a sede e caminhar muito em busca da salvação. Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte. Mas os gritos que vão dar as pessoas que esperam por eles são motivos para que não cruzem os braços: é preciso continuar.

    São quatro dias caminhando, fazendo rastros com os pés para não perder o caminho de volta até o avião, estendendo um pano para tentar conseguir alguma gota de orvalho para beber, delirando com miragens e temendo que os olhos se enchessem de luz (último estágio antes do fim), até finalmente encontrar um beduíno que os livrará de uma morte certa.

    Esta é uma das histórias que Saint-Exupéry conta ao longo do comovente Terra dos Homens, livro que, mais do que contar algumas das suas experiências como aviador, fala da sua relação com a humanidade. Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto. Ali, ele está em contato com o vento, as estrelas, a noite, a areia e o mar, lutando com as forças naturais e tendo preocupações de ser humano. Bem mais amargo ele julgava o sofrimento das pessoas dos trens do subúrbio, pessoas que pensam que são pessoas, mas estão reduzidas ao uso que delas se faz. Sem a consciência do nosso papel no mundo, mesmo o mais obscuro, não somos felizes, não vivemos e tampouco morremos em paz – assim reflete o aviador, feliz na sua profissão de camponês do ar, porque sentia que ela estava ligada ao restante da humanidade.

    Afinal, foi o mundo que se fez deserto e nos deu a sede de encontrar companheiros. Um homem a dois passos de nós é como se habitasse nas solidões do Tibete, longe, tão longe que nenhum avião os levaria até lá, nunca. E a alma de uma simples mocinha é melhor protegida pelo silêncio do que os oásis do Saara pela extensão das areias. Saint-Exupéry parece fazer um apelo para que tomemos consciência e procuremos um fim que nos ligue a todos, ao que é essencial ao ser humano e que está além de ideologias, além do raciocínio que nos divide: a verdade é o que simplifica o mundo, e não o que gera o caos. (...)


FENDRICH, Henrique. Saint-Exupéry e o mundo deserto. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/saint-exupery-e-o-mundo-deserto/>
“Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3865273 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Saint-Exupéry e o mundo deserto

    Nos confins da Líbia, no centro do deserto, um avião ainda bastante primitivo toca o chão a uma velocidade de 270 quilômetros por hora. Dentro dele, o navegador André Prévot e o piloto Antoine de Saint-Exupéry, que ainda não havia escrito O Pequeno Príncipe. Milagrosamente, sobrevivem à queda, mas agora precisam enfrentar a sede e caminhar muito em busca da salvação. Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte. Mas os gritos que vão dar as pessoas que esperam por eles são motivos para que não cruzem os braços: é preciso continuar.

    São quatro dias caminhando, fazendo rastros com os pés para não perder o caminho de volta até o avião, estendendo um pano para tentar conseguir alguma gota de orvalho para beber, delirando com miragens e temendo que os olhos se enchessem de luz (último estágio antes do fim), até finalmente encontrar um beduíno que os livrará de uma morte certa.

    Esta é uma das histórias que Saint-Exupéry conta ao longo do comovente Terra dos Homens, livro que, mais do que contar algumas das suas experiências como aviador, fala da sua relação com a humanidade. Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto. Ali, ele está em contato com o vento, as estrelas, a noite, a areia e o mar, lutando com as forças naturais e tendo preocupações de ser humano. Bem mais amargo ele julgava o sofrimento das pessoas dos trens do subúrbio, pessoas que pensam que são pessoas, mas estão reduzidas ao uso que delas se faz. Sem a consciência do nosso papel no mundo, mesmo o mais obscuro, não somos felizes, não vivemos e tampouco morremos em paz – assim reflete o aviador, feliz na sua profissão de camponês do ar, porque sentia que ela estava ligada ao restante da humanidade.

    Afinal, foi o mundo que se fez deserto e nos deu a sede de encontrar companheiros. Um homem a dois passos de nós é como se habitasse nas solidões do Tibete, longe, tão longe que nenhum avião os levaria até lá, nunca. E a alma de uma simples mocinha é melhor protegida pelo silêncio do que os oásis do Saara pela extensão das areias. Saint-Exupéry parece fazer um apelo para que tomemos consciência e procuremos um fim que nos ligue a todos, ao que é essencial ao ser humano e que está além de ideologias, além do raciocínio que nos divide: a verdade é o que simplifica o mundo, e não o que gera o caos. (...)


FENDRICH, Henrique. Saint-Exupéry e o mundo deserto. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/saint-exupery-e-o-mundo-deserto/>
“Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte.”

A estrutura verbal apresentada pelas formas destacadas no trecho acima indica a ocorrência de: 
Alternativas
Q3865272 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Saint-Exupéry e o mundo deserto

    Nos confins da Líbia, no centro do deserto, um avião ainda bastante primitivo toca o chão a uma velocidade de 270 quilômetros por hora. Dentro dele, o navegador André Prévot e o piloto Antoine de Saint-Exupéry, que ainda não havia escrito O Pequeno Príncipe. Milagrosamente, sobrevivem à queda, mas agora precisam enfrentar a sede e caminhar muito em busca da salvação. Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte. Mas os gritos que vão dar as pessoas que esperam por eles são motivos para que não cruzem os braços: é preciso continuar.

    São quatro dias caminhando, fazendo rastros com os pés para não perder o caminho de volta até o avião, estendendo um pano para tentar conseguir alguma gota de orvalho para beber, delirando com miragens e temendo que os olhos se enchessem de luz (último estágio antes do fim), até finalmente encontrar um beduíno que os livrará de uma morte certa.

    Esta é uma das histórias que Saint-Exupéry conta ao longo do comovente Terra dos Homens, livro que, mais do que contar algumas das suas experiências como aviador, fala da sua relação com a humanidade. Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto. Ali, ele está em contato com o vento, as estrelas, a noite, a areia e o mar, lutando com as forças naturais e tendo preocupações de ser humano. Bem mais amargo ele julgava o sofrimento das pessoas dos trens do subúrbio, pessoas que pensam que são pessoas, mas estão reduzidas ao uso que delas se faz. Sem a consciência do nosso papel no mundo, mesmo o mais obscuro, não somos felizes, não vivemos e tampouco morremos em paz – assim reflete o aviador, feliz na sua profissão de camponês do ar, porque sentia que ela estava ligada ao restante da humanidade.

    Afinal, foi o mundo que se fez deserto e nos deu a sede de encontrar companheiros. Um homem a dois passos de nós é como se habitasse nas solidões do Tibete, longe, tão longe que nenhum avião os levaria até lá, nunca. E a alma de uma simples mocinha é melhor protegida pelo silêncio do que os oásis do Saara pela extensão das areias. Saint-Exupéry parece fazer um apelo para que tomemos consciência e procuremos um fim que nos ligue a todos, ao que é essencial ao ser humano e que está além de ideologias, além do raciocínio que nos divide: a verdade é o que simplifica o mundo, e não o que gera o caos. (...)


FENDRICH, Henrique. Saint-Exupéry e o mundo deserto. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/saint-exupery-e-o-mundo-deserto/>
Em relação ao texto “Saint-Exupéry e o mundo deserto”, é correto afirmar que o autor: 
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Q3860248 Artes Visuais

No transcurso de um projeto interdisciplinar no ensino médio, um professor de Artes propõe a análise de imagens históricas e contemporâneas do espaço urbano. A sequência didática articula:



1. gravuras satíricas do século XIX, que circulavam em jornais e folhetins como crítica social;


2. cartazes modernistas que exploram tipografia, choque visual e circulação pública de ideias;


3. intervenções atuais de arte de rua (grafite, stencil e lambe-lambe), produzidas em muros e mobiliário urbano, com textos curtos, repetição seriada e disputas de visibilidade no território.



No debate em sala, um estudante afirma: “Arte de rua não tem história; é só vandalismo contemporâneo, sem relação com a tradição artística.”


O professor decide responder não apenas conceitualmente, mas por meio de uma mediação pedagógica ancorada na História da Arte. Diante do caso apresentado e a articulação entre História da Arte e Arte de Rua, infere-se que a mediação docente mais consistente é: 

Alternativas
Q3860247 Artes Visuais

Observe a imagem:


Imagem associada para resolução da questão


A obra A Boba (1915–1916), de Anita Malfatti, insere-se no contexto das experiências inaugurais do modernismo brasileiro, marcadas por tensões formais, estéticas e críticas em relação ao academicismo vigente. Com base na análise formal da pintura e em seu contexto histórico-cultural, examine as proposições a seguir:


I. A deformação expressiva da figura, o uso não naturalista da cor e a instabilidade psicológica sugerida pelo olhar indicam diálogo com vertentes expressionistas, assimiladas de forma crítica pela artista.


II. A obra evidencia uma ruptura com o academicismo vigente no contexto artístico brasileiro das primeiras décadas do século XX, o que contribuiu para reações críticas intensas à produção de Anita Malfatti no período.


III. A composição revela uma tendência à contenção da expressividade em favor do equilíbrio anatômico e da harmonia clássica, aproximando-se de princípios neoclássicos predominantes nas academias europeias.


IV. A pintura pode ser compreendida como marco de um processo de modernização da arte brasileira, no qual referências internacionais são incorporadas de forma tensionada, seletiva e não mimética.



Conforme a leitura formal e historiográfica da obra apresentada, está correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3860246 Artes Visuais
A respeito das diferenças conceituais entre o Minimalismo e o Pós-minimalismo, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3860245 Educação Artística

No debate sobre o modernismo brasileiro e seu diálogo crítico com as vanguardas internacionais, analise as premissas a seguir:


Premissa I: A noção de antropofagia cultural formula um procedimento crítico de apropriação, pelo qual influências externas são assimiladas e reconfiguradas, afastando-se da simples reprodução de modelos europeus.


Premissa II: No processo de consolidação do modernismo no Brasil, verifica-se a rejeição das experimentações formais, com predomínio da continuidade direta dos pressupostos acadêmicos oitocentistas.


Premissa III: A Semana de Arte Moderna de 1922 insere-se em um contexto de tensão com os cânones vigentes, articulando disputa estética, atuação da imprensa, escândalo público e redefinição dos circuitos culturais.


A partir das premissas apresentadas, infere-se que:

Alternativas
Q3860244 Artes Visuais

Em um projeto pedagógico, uma escola desenvolve duas ações distintas no campo das artes visuais:


Ação 1: estudantes reúnem artefatos do cotidiano vinculados ao consumo e organizam painéis seriados, explorando repetição, variação mínima e circulação de imagens, problematizando os modos de produção de desejo e de reconhecimento visual na sociedade contemporânea.


Ação 2: estudantes apresentam, diretamente na parede do espaço escolar, a frase “A obra é o enunciado e suas implicações”, partindo do pressuposto de que a materialidade empregada não é determinante, desde que a proposição formulada permaneça conceitualmente operante.


Com base nos princípios dominantes que estruturam cada ação, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q3860243 Educação Artística

Considere o trecho:


“O trabalho pedagógico em Arte articula o fazer artístico, a leitura/apreciação e a contextualização histórica e cultural, integrando produção, fruição e reflexão crítica.”


Tomando essa orientação como referência estruturante da prática pedagógica e não apenas como enunciado declaratório, a evidência avaliativa mais coerente com a lógica formativa da área, para uma unidade didática dedicada à pintura modernista, deve:

Alternativas
Q3860242 Artes Visuais

No campo da arte moderna e contemporânea, diferentes movimentos redefiniram o estatuto da obra, da forma e da experiência estética. Segundo as especificidades conceituais do Concretismo brasileiro, do Neoconcretismo brasileiro, do Minimalismo norte-americano e da Arte Conceitual, relacione os movimentos (1–4) às descrições (A–D) a seguir.


Movimentos

1. Concretismo (Brasil)

2.Neoconcretismo (Brasil)

3.Minimalismo (Estados Unidos)

4.Arte Conceitual 


Descrições

A. Centralidade da proposição intelectual, em que a ideia, a linguagem e os enunciados operam como núcleo crítico da obra.


B. Ênfase no racionalismo construtivo, com organização geométrica rigorosa e busca de objetividade, em diálogo com programas e manifestos de matriz construtiva.


C. Crítica à rigidez racionalista, com valorização da experiência sensível, da participação do observador e da dimensão fenomenológica do corpo.


D. Emprego de objetos industriais e seriados, redução formal e recusa da composição expressiva tradicional, privilegiando a literalidade do objeto no espaço.



Assinale a alternativa que apresenta a correta correspondência entre movimentos e descrições.

Alternativas
Q3860241 Artes Visuais

Um professor propõe à turma a análise comparada de artefatos gráficos e arquitetônicos produzidos na transição do século XIX para o XX, incluindo cartazes impressos, grades ornamentais, mobiliário urbano e fachadas. A descrição desses objetos evidencia:


— predominância de linhas curvas contínuas, com encadeamento rítmico entre forma e superfície; — fusão entre elementos gráficos, decorativos e construtivos, sem hierarquização rígida entre eles; — valorização do projeto como unidade formal, em que tipografia, ornamento e função participam de um mesmo sistema; — recusa explícita da separação entre práticas artísticas eruditas e utilitárias.


Com base nessas características, e tendo em vista os debates estéticos e projetuais do período, infere-se que o princípio organizador subjacente a esse conjunto de produções é:

Alternativas
Q3860240 Artes Visuais

No âmbito de um projeto interdisciplinar, uma turma do ensino médio organiza uma exposição-relâmpago em um corredor da escola. Nela, observam-se as seguintes proposições:


(i) um urinol adquirido em loja de materiais de construção é apresentado como obra artística, acompanhado de título e ficha técnica;


(ii) colagens produzidas a partir de recortes de jornais ironizam discursos políticos contemporâneos;


(iii) o texto curatorial sustenta que o ato de deslocar o objeto de seu contexto funcional e nomeá-lo como obra reconfigura o campo do sentido, mais do que a destreza técnica manual.


Tendo em vista a história das vanguardas artísticas e dos critérios conceituais que orientam a identificação dos movimentos de ruptura do início do século XX, a classificação mais consistente do núcleo poético do projeto é:

Alternativas
Q3860239 Artes Plásticas

No debate historiográfico sobre as vanguardas do final do século XIX, a relação entre Impressionismo e Neoimpressionismo não se reduz a uma mera continuidade estilística, mas envolve mudanças estruturais no estatuto do fazer pictórico, especialmente quanto ao papel da ciência, do método e da organização compositiva. De acordo com essas diferenças, analise as afirmativas a seguir:



I. O Neoimpressionismo, ao incorporar teorias científicas da cor e da percepção visual, propõe uma racionalização do processo pictórico, em contraste com o Impressionismo, cuja estrutura compositiva se apoia majoritariamente na experiência sensível imediata e na variação empírica da luz.


II. A técnica divisionista, ao decompor a cor em unidades cromáticas puras que se recombinam na retina do observador, implica uma concepção de obra menos intuitiva e mais sistematizada, o que altera o papel do artista de “observador sensível” para “organizador óptico” da experiência visual.


III. Ao privilegiar o instante e a impressão fugaz como princípio compositivo, o Neoimpressionismo radicaliza a recusa de esquemas prévios, aprofundando a espontaneidade já presente no Impressionismo.


IV. A adoção de procedimentos rigorosos de construção cromática no Neoimpressionismo não elimina a expressividade da obra, mas desloca sua fonte da gestualidade da pincelada para a articulação estrutural entre cor, ritmo visual e superfície pictórica.



Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
1461: D
1462: C
1463: A
1464: D
1465: C
1466: E
1467: B
1468: B
1469: A
1470: E
1471: B
1472: A
1473: D
1474: A
1475: B
1476: A
1477: A
1478: B
1479: B
1480: C