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Q3412670 Português
Leia o texto para responder à questão.

MITO INDÍGENA DO SOL

    Antigamente, muito antigamente, no tempo em que vivia entre os Tucuna, o Sol era um moço forte e muito bonito. Por ocasião da festa de Moça-Nova, o rapaz ajudava sua velha tia no preparo da tinta de urucu. Ia à mata e trazia uma madeira muito vermelha, chamada muirapiranga. Cortava a lenha para o fogo onde a velha fervia o urucu para pintar os Tucuna.
     A tia do moço era muito mal humorada, estava sempre a reclamar e a pedir mais lenha. Um dia o Sol trouxe muita muirapiranga e a velha tia ainda resmungava insatisfeita. O rapaz resolveu então que acabaria com toda aquela trabalheira. Olhou para o fogo que ardia, soltando longe suas faíscas.
     Olhou para o urucu borbulhante, vermelho, quente. Desejou beber aquele líquido e pediu permissão à tia que consentiu: - Bebe, bebe tudo e logo, disse zangada.
     Ela julgava e desejava que o moço morresse. Mas, à medida que ia bebendo a tintura quente, o rapaz ia ficando cada vez mais vermelho, tal qual o urucu e a muirapiranga.
     Depois, subindo para o céu, intrometeu-se entre as nuvens. E passou desde então a esquentar e a iluminar o mundo.


Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/site/e livros/Lendas%20e%20Mitos%20do%20Brasil.pdf. 
Em “Ela julgava e desejava que o moço morresse”, os verbos destacados RESPECTIVAMENTE, nos modos 
Alternativas
Q3412669 Português
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MITO INDÍGENA DO SOL

    Antigamente, muito antigamente, no tempo em que vivia entre os Tucuna, o Sol era um moço forte e muito bonito. Por ocasião da festa de Moça-Nova, o rapaz ajudava sua velha tia no preparo da tinta de urucu. Ia à mata e trazia uma madeira muito vermelha, chamada muirapiranga. Cortava a lenha para o fogo onde a velha fervia o urucu para pintar os Tucuna.
     A tia do moço era muito mal humorada, estava sempre a reclamar e a pedir mais lenha. Um dia o Sol trouxe muita muirapiranga e a velha tia ainda resmungava insatisfeita. O rapaz resolveu então que acabaria com toda aquela trabalheira. Olhou para o fogo que ardia, soltando longe suas faíscas.
     Olhou para o urucu borbulhante, vermelho, quente. Desejou beber aquele líquido e pediu permissão à tia que consentiu: - Bebe, bebe tudo e logo, disse zangada.
     Ela julgava e desejava que o moço morresse. Mas, à medida que ia bebendo a tintura quente, o rapaz ia ficando cada vez mais vermelho, tal qual o urucu e a muirapiranga.
     Depois, subindo para o céu, intrometeu-se entre as nuvens. E passou desde então a esquentar e a iluminar o mundo.


Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/site/e livros/Lendas%20e%20Mitos%20do%20Brasil.pdf. 
“A tia do moço era muito mal humorada, estava sempre a reclamar e a pedir mais lenha.”

Sobre o trecho, analise os itens a seguir e assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3412668 Português
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MITO INDÍGENA DO SOL

    Antigamente, muito antigamente, no tempo em que vivia entre os Tucuna, o Sol era um moço forte e muito bonito. Por ocasião da festa de Moça-Nova, o rapaz ajudava sua velha tia no preparo da tinta de urucu. Ia à mata e trazia uma madeira muito vermelha, chamada muirapiranga. Cortava a lenha para o fogo onde a velha fervia o urucu para pintar os Tucuna.
     A tia do moço era muito mal humorada, estava sempre a reclamar e a pedir mais lenha. Um dia o Sol trouxe muita muirapiranga e a velha tia ainda resmungava insatisfeita. O rapaz resolveu então que acabaria com toda aquela trabalheira. Olhou para o fogo que ardia, soltando longe suas faíscas.
     Olhou para o urucu borbulhante, vermelho, quente. Desejou beber aquele líquido e pediu permissão à tia que consentiu: - Bebe, bebe tudo e logo, disse zangada.
     Ela julgava e desejava que o moço morresse. Mas, à medida que ia bebendo a tintura quente, o rapaz ia ficando cada vez mais vermelho, tal qual o urucu e a muirapiranga.
     Depois, subindo para o céu, intrometeu-se entre as nuvens. E passou desde então a esquentar e a iluminar o mundo.


Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/site/e livros/Lendas%20e%20Mitos%20do%20Brasil.pdf. 
Em “Olhou para o urucu borbulhante, vermelho, quente.”, as palavras RESPECTIVAMENTE: 
Alternativas
Q3412667 Português
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MITO INDÍGENA DO SOL

    Antigamente, muito antigamente, no tempo em que vivia entre os Tucuna, o Sol era um moço forte e muito bonito. Por ocasião da festa de Moça-Nova, o rapaz ajudava sua velha tia no preparo da tinta de urucu. Ia à mata e trazia uma madeira muito vermelha, chamada muirapiranga. Cortava a lenha para o fogo onde a velha fervia o urucu para pintar os Tucuna.
     A tia do moço era muito mal humorada, estava sempre a reclamar e a pedir mais lenha. Um dia o Sol trouxe muita muirapiranga e a velha tia ainda resmungava insatisfeita. O rapaz resolveu então que acabaria com toda aquela trabalheira. Olhou para o fogo que ardia, soltando longe suas faíscas.
     Olhou para o urucu borbulhante, vermelho, quente. Desejou beber aquele líquido e pediu permissão à tia que consentiu: - Bebe, bebe tudo e logo, disse zangada.
     Ela julgava e desejava que o moço morresse. Mas, à medida que ia bebendo a tintura quente, o rapaz ia ficando cada vez mais vermelho, tal qual o urucu e a muirapiranga.
     Depois, subindo para o céu, intrometeu-se entre as nuvens. E passou desde então a esquentar e a iluminar o mundo.


Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/site/e livros/Lendas%20e%20Mitos%20do%20Brasil.pdf. 
Analise os itens:

I. “... o rapaz ajudava sua velha tia no preparo da tinta de urucu.”
II. “Desejou beber aquele líquido...”
III. “Ela julgava e desejava que o moço morresse.”

As palavras destacadas são, RESPECTIVAMENTE, pronomes 
Alternativas
Q3412666 Português
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MITO INDÍGENA DO SOL

    Antigamente, muito antigamente, no tempo em que vivia entre os Tucuna, o Sol era um moço forte e muito bonito. Por ocasião da festa de Moça-Nova, o rapaz ajudava sua velha tia no preparo da tinta de urucu. Ia à mata e trazia uma madeira muito vermelha, chamada muirapiranga. Cortava a lenha para o fogo onde a velha fervia o urucu para pintar os Tucuna.
     A tia do moço era muito mal humorada, estava sempre a reclamar e a pedir mais lenha. Um dia o Sol trouxe muita muirapiranga e a velha tia ainda resmungava insatisfeita. O rapaz resolveu então que acabaria com toda aquela trabalheira. Olhou para o fogo que ardia, soltando longe suas faíscas.
     Olhou para o urucu borbulhante, vermelho, quente. Desejou beber aquele líquido e pediu permissão à tia que consentiu: - Bebe, bebe tudo e logo, disse zangada.
     Ela julgava e desejava que o moço morresse. Mas, à medida que ia bebendo a tintura quente, o rapaz ia ficando cada vez mais vermelho, tal qual o urucu e a muirapiranga.
     Depois, subindo para o céu, intrometeu-se entre as nuvens. E passou desde então a esquentar e a iluminar o mundo.


Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/site/e livros/Lendas%20e%20Mitos%20do%20Brasil.pdf. 
Em “Desejou beber aquele líquido e pediu permissão à tia que consentiu: - Bebe, bebe tudo e logo, disse zangada”, os dois-pontos foram usados para anunciar uma 
Alternativas
Q3412665 Português
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MITO INDÍGENA DO SOL

    Antigamente, muito antigamente, no tempo em que vivia entre os Tucuna, o Sol era um moço forte e muito bonito. Por ocasião da festa de Moça-Nova, o rapaz ajudava sua velha tia no preparo da tinta de urucu. Ia à mata e trazia uma madeira muito vermelha, chamada muirapiranga. Cortava a lenha para o fogo onde a velha fervia o urucu para pintar os Tucuna.
     A tia do moço era muito mal humorada, estava sempre a reclamar e a pedir mais lenha. Um dia o Sol trouxe muita muirapiranga e a velha tia ainda resmungava insatisfeita. O rapaz resolveu então que acabaria com toda aquela trabalheira. Olhou para o fogo que ardia, soltando longe suas faíscas.
     Olhou para o urucu borbulhante, vermelho, quente. Desejou beber aquele líquido e pediu permissão à tia que consentiu: - Bebe, bebe tudo e logo, disse zangada.
     Ela julgava e desejava que o moço morresse. Mas, à medida que ia bebendo a tintura quente, o rapaz ia ficando cada vez mais vermelho, tal qual o urucu e a muirapiranga.
     Depois, subindo para o céu, intrometeu-se entre as nuvens. E passou desde então a esquentar e a iluminar o mundo.


Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/site/e livros/Lendas%20e%20Mitos%20do%20Brasil.pdf. 
“O rapaz resolveu então que acabaria com toda aquela trabalheira. Olhou para o fogo que ardia, soltando longe suas faíscas.”

No trecho, “suas” faz referência à palavra:
Alternativas
Q3412664 Português
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MITO INDÍGENA DO SOL

    Antigamente, muito antigamente, no tempo em que vivia entre os Tucuna, o Sol era um moço forte e muito bonito. Por ocasião da festa de Moça-Nova, o rapaz ajudava sua velha tia no preparo da tinta de urucu. Ia à mata e trazia uma madeira muito vermelha, chamada muirapiranga. Cortava a lenha para o fogo onde a velha fervia o urucu para pintar os Tucuna.
     A tia do moço era muito mal humorada, estava sempre a reclamar e a pedir mais lenha. Um dia o Sol trouxe muita muirapiranga e a velha tia ainda resmungava insatisfeita. O rapaz resolveu então que acabaria com toda aquela trabalheira. Olhou para o fogo que ardia, soltando longe suas faíscas.
     Olhou para o urucu borbulhante, vermelho, quente. Desejou beber aquele líquido e pediu permissão à tia que consentiu: - Bebe, bebe tudo e logo, disse zangada.
     Ela julgava e desejava que o moço morresse. Mas, à medida que ia bebendo a tintura quente, o rapaz ia ficando cada vez mais vermelho, tal qual o urucu e a muirapiranga.
     Depois, subindo para o céu, intrometeu-se entre as nuvens. E passou desde então a esquentar e a iluminar o mundo.


Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/site/e livros/Lendas%20e%20Mitos%20do%20Brasil.pdf. 
O trecho “- Bebe, bebe tudo e logo” representa:  
Alternativas
Q3412663 Português
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MITO INDÍGENA DO SOL

    Antigamente, muito antigamente, no tempo em que vivia entre os Tucuna, o Sol era um moço forte e muito bonito. Por ocasião da festa de Moça-Nova, o rapaz ajudava sua velha tia no preparo da tinta de urucu. Ia à mata e trazia uma madeira muito vermelha, chamada muirapiranga. Cortava a lenha para o fogo onde a velha fervia o urucu para pintar os Tucuna.
     A tia do moço era muito mal humorada, estava sempre a reclamar e a pedir mais lenha. Um dia o Sol trouxe muita muirapiranga e a velha tia ainda resmungava insatisfeita. O rapaz resolveu então que acabaria com toda aquela trabalheira. Olhou para o fogo que ardia, soltando longe suas faíscas.
     Olhou para o urucu borbulhante, vermelho, quente. Desejou beber aquele líquido e pediu permissão à tia que consentiu: - Bebe, bebe tudo e logo, disse zangada.
     Ela julgava e desejava que o moço morresse. Mas, à medida que ia bebendo a tintura quente, o rapaz ia ficando cada vez mais vermelho, tal qual o urucu e a muirapiranga.
     Depois, subindo para o céu, intrometeu-se entre as nuvens. E passou desde então a esquentar e a iluminar o mundo.


Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/site/e livros/Lendas%20e%20Mitos%20do%20Brasil.pdf. 
Sobre o texto é falso afirmar que:
Alternativas
Q3412662 Odontologia
Com relação às práticas de limpeza e desinfecção de materiais e ambientes clínicos, analise as assertivas a seguir:

I. A limpeza é a etapa inicial do processamento de materiais, consistindo na remoção mecânica e/ou química de sujidades, sendo essencial antes da desinfecção e esterilização.
II. A desinfecção de artigos semicríticos é sempre suficiente para garantir a segurança microbiológica em determinados procedimentos clínicos, especialmente quando a esterilização não é possível.
III. A varredura seca é proibida nas dependências clínicas, pois levanta poeira e microrganismos, aumentando o risco de contaminação.
IV. Materiais que não podem ser esterilizados devem ser protegidos com barreiras físicas, como filmes plásticos, antes do uso em pacientes.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3412661 Odontologia
O controle da placa bacteriana é essencial para a manutenção da saúde bucal e prevenção de doenças como cárie e gengivite. Além da higienização mecânica tradicional, diversos agentes químicos vêm sendo utilizados como medida complementar, com destaque para os enxaguantes bucais. Esses produtos variam quanto à composição, mecanismo de ação e eficácia na redução da placa e inflamação gengival.

Com base nas informações acima, julgue as afirmativas a seguir como V (VERDADEIRAS) ou F (FALSAS):

( )O controle químico da placa é suficiente por si só para prevenir doenças periodontais, dispensando métodos mecânicos.
( )Enxaguantes bucais de segunda geração, como a clorexidina, apresentam maior retenção na cavidade oral e eficácia superior na redução da placa em comparação aos de primeira geração.
( )A placa dental é composta majoritariamente por água, sendo cerca de 80% de sua constituição, e os 20% restantes incluem proteínas salivares, carboidratos e lipídios.
( )O principal objetivo do controle da placa é a prevenção da cárie dentária e da gengivite marginal.
( )O uso de agentes químicos antiplaque é recomendado como complemento aos métodos mecânicos de higiene bucal.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3412660 Direito Sanitário
O Sistema Único de Saúde (SUS) está fundamentado em princípios e diretrizes organizativas que garantem o acesso universal e igualitário à saúde, bem como em instrumentos legais que asseguram a participação popular na formulação e fiscalização das políticas públicas.

Com base nesses fundamentos, relacione as definições apresentadas abaixo aos respectivos termos numerados a seguir:

( ) Princípio doutrinário que assegura o atendimento conforme as necessidades específicas de cada indivíduo, reduzindo desigualdades em saúde.
( ) Mecanismo que assegura a participação popular nas decisões do SUS, por meio de conferências e conselhos de saúde.
( ) Instrumento legal que regulamenta a participação da comunidade na gestão do SUS e estabelece critérios para transferência de recursos.
( ) Diretriz que assegura atenção contínua e articulada nos diferentes níveis de complexidade do sistema de saúde.

1. Controle Social
2. Equidade
3. Lei nº 8.142/1990
4. Integralidade

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3412659 Odontologia
O uso de fluoretos constitui uma das principais estratégias em saúde pública para a prevenção da cárie dentária, sendo amplamente respaldado por evidências científicas. No entanto, o manejo adequado dessas substâncias requer conhecimento técnico quanto às formas de uso, segurança, eficácia preventiva e riscos associados à exposição excessiva, sobretudo em crianças.

Com base no “Guia de Recomendações para o Uso de Fluoretos no Brasil” (Ministério da Saúde, 2024), assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3412658 Odontologia
Durante uma ação educativa em uma escola pública, o Técnico em Saúde Bucal realiza atividade de escovação supervisionada com crianças de 7 anos, utilizando uma técnica que envolve o posicionamento da escova em um ângulo de 45° em relação à margem gengival, com movimentos vibratórios suaves, de curta amplitude, seguidos de varredura da gengiva para o dente.

Essa técnica tem como principal objetivo a remoção eficiente da placa bacteriana na região cervical dos dentes, sendo especialmente indicada em programas preventivos e no controle da gengivite.

Assinale a alternativa que condiz CORRETAMENTE com a técnica descrita:
Alternativas
Q3412657 Odontologia
Durante auditoria sanitária em uma Unidade Básica de Saúde, foi observada a presença de instrumentais com embalagens úmidas logo após o ciclo de esterilização, além da ausência de registros regulares dos testes biológicos e uso inconsistente de indicadores químicos. A equipe justificou que a autoclave estava sempre cheia para otimizar tempo e que a temperatura no painel digital era suficiente para garantir a eficácia do processo.

Considerando as boas práticas de esterilização e os critérios para avaliação da eficácia do processo em autoclaves, analise as assertivas abaixo:

I. A umidade presente nas embalagens após o ciclo indica falha no processo e pode comprometer a esterilidade dos materiais.
II. A sobrecarga da câmara da autoclave pode interferir na circulação do vapor e comprometer a eficácia da esterilização.
III. Os indicadores biológicos devem ser utilizados semanalmente como parâmetro de validação do ciclo de esterilização.
IV. A verificação da temperatura registrada no painel da autoclave é suficiente para comprovar a eficácia do processo, dispensando o uso de indicadores.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3412656 Odontologia
O conhecimento adequado dos fórceps cirúrgicos utilizados na exodontia é essencial para que o técnico em saúde bucal possa organizar corretamente a mesa operatória, identificar os instrumentos de acordo com o dente e arcada a que se destinam, além de auxiliar de forma segura durante os procedimentos. Cada modelo possui numeração, curvatura e design adaptados às particularidades anatômicas das regiões bucal e dentária.

Com base nessas informações, analise as afirmativas a seguir:

I. O fórceps nº 151 é indicado para exodontias de dentes inferiores, especialmente os pré-molares e anteriores da mandíbula.
II. O fórceps nº 150 é utilizado na remoção de dentes superiores, como incisivos e pré-molares da maxila.
III. O fórceps nº 23, também conhecido como fórceps “cowhorn” (chifre de boi), é indicado para remoção de molares inferiores com raízes divergentes.
IV. O fórceps nº 222 é recomendado para extrações de terceiros molares superiores.
V. O fórceps nº 16 é utilizado em molares inferiores com raízes muito convergentes e coroa íntegra.

Estão corretas todas as assertivas, EXCETO: 
Alternativas
Q3412655 Odontologia
Em uma Unidade Básica de Saúde situada em zona rural, uma servidora técnica em saúde bucal apresentou dores musculoesqueléticas recorrentes, principalmente em membros superiores e coluna cervical, com agravamento após semanas de trabalho intenso sem pausas adequadas. A análise do ambiente revelou mobiliário inadequado, iluminação deficiente e posicionamento incorreto durante os atendimentos.

Considerando os princípios da ergonomia no ambiente odontológico, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3412654 Odontologia
Os indicadores epidemiológicos são ferramentas essenciais para o planejamento, monitoramento e avaliação das condições de saúde da população. Entre os principais índices utilizados na odontologia coletiva, o CPO-D e o ceo-d destacam-se por refletirem a experiência de cárie em diferentes grupos etários. Além desses, outros indicadores epidemiológicos também subsidiam decisões em políticas públicas de saúde bucal.

Com base no exposto e nos conhecimentos sobre o método epidemiológico em odontologia, analise as assertivas abaixo:

I. O índice CPO-D é utilizado para avaliar a experiência de cárie em dentes permanentes, somando dentes cariados, perdidos e obturados.
II. O índice ceo-d aplica-se à dentição decídua, sendo um marcador útil na vigilância da saúde bucal infantil.
III. A prevalência de cárie em uma população está diretamente associada à cobertura de ações preventivas realizadas na Atenção Primária à Saúde.
IV. O método epidemiológico, por si só, é insuficiente para subsidiar políticas públicas, devendo ser utilizado apenas como suporte estatístico de pesquisas acadêmicas.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3412653 Odontologia
Em uma UBS situada em área de vulnerabilidade social, a equipe de saúde identificou altos índices de doenças crônicas, baixo acesso a informações de prevenção e baixa adesão a práticas saudáveis por parte da população. Diante desse cenário, o técnico em saúde bucal, enquanto membro integrante das ações intersetoriais e multiprofissionais, deve reconhecer os fundamentos da Promoção da Saúde.

Com base nos princípios estabelecidos pela Carta de Ottawa (1986), qual das estratégias abaixo reflete CORRETAMENTE esse conceito:
Alternativas
Q3412649 Direito Sanitário
De acordo com o Art. 18., inciso IV da Lei nº 8.080/90, à direção municipal do SUS compete, entre outros, coordenar e, em caráter complementar, executar ações e serviços de, EXCETO:
Alternativas
Q3412602 Inglês
TEXT 2

THE SOCIO-ECONOMIC GAP IN FOREIGNLANGUAGE LEARNING

Teaching foreign languages has become a major goal for many education systems around the world. In today’s increasingly interconnected world, speaking multiple languages improves employability, fosters respect for people from other cultures, and gives young people direct access to content that would otherwise be inaccessible, including literature, music, theatre and cinema (OECD, 2020a).

For the first time in 2018, PISA asked students whether they studied foreign languages at school and how much class time they had on foreign languages per week. Results show that learning foreign languages is widely available to 15-year-olds in today’s education systems. However, these opportunities are not evenly distributed among students of different socio-economic status: students in advantaged schools have more opportunities to learn foreign languages than students in disadvantaged schools. These socioeconomic disparities in foreign-language instruction time are telling as they correlate to inequity in student achievement in other areas – in reading, for example. These results suggest the existence of a social divide not previously measured that leaves some students unprepared for effective communication with others from different cultural and language backgrounds.

Excerpt extracted and adapted from: https://www.oecd.org/content/dam/oecd/en/publications/reports/2021/ 11/the-socio-economic-gap-in-foreign-languagelearning_c357eab2/953199e1-en.pdf
In the excerpt “These socio-economic disparities in foreign-language instruction time are telling as they correlate to inequity in student achievement in other areas” (from paragraph 2), the underlined word (“telling”) has the suffix “-ing” for the same reason as in:
Alternativas
Respostas
121: C
122: B
123: A
124: B
125: D
126: C
127: D
128: B
129: C
130: B
131: C
132: A
133: A
134: A
135: C
136: B
137: A
138: B
139: E
140: B