Questões de Concurso Comentadas para assistente administrativo

Foram encontradas 30.510 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3505006 Direito Administrativo
De acordo com a Lei n.º 14.133/2021, analise os instrumentos de aquisição dados.

I. Inexigibilidade
II. Concurso
III. Dispensa de licitação
IV. Leilão
V. Registro cadastral

São formas de contratação direta:
Alternativas
Q3505005 Administração Financeira e Orçamentária
Na classificação econômica da despesa pública, quais são as categorias econômicas e seus respectivos grupos de natureza da despesa? 
Alternativas
Q3505004 Direito Administrativo
Sobre o consórcio público, analise as afirmativas.

I. Para a fiscalização do consórcio, a assembleia geral é soberana e o único órgão fiscalizador.
II. O consórcio público não se sujeita à fiscalização contábil, operacional e patrimonial pelo Tribunal de Contas.
III. O Chefe do Poder Executivo, representante legal do consórcio público, poderá propor a ratificação da extinção para a assembleia geral e, com esta aprovação, extinguem-se quaisquer contratos entre os consorciados.
IV. Para o cumprimento de seus objetivos, o consórcio público poderá ser contratado pela administração direta ou indireta dos entes da Federação consorciados, dispensada a licitação.
V. O consórcio público será constituído por contrato cuja celebração dependerá da prévia subscrição de protocolo de intenções.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3505003 Direito Administrativo
Qual é a forma utilizada para a entrega de recursos, pelos entes consorciados, para o consórcio público? 
Alternativas
Q3505002 Direito Administrativo
O consórcio público com personalidade jurídica de direito público integra
Alternativas
Q3505001 Direito Administrativo
Sobre as cláusulas necessárias do protocolo de intenções, previsto na Lei n.º 11.107/2005, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Previsão de que o consórcio público é associação pública ou pessoa jurídica de direito privado sem fins econômicos.
( ) Vedação para que o consórcio público celebre contrato de gestão ou termo de parceria.
( ) O número, as formas de provimento e a remuneração dos empregados públicos, bem como os casos de contratação por tempo determinado para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público.
( ) A indicação explícita da participação da União como ente federado indispensável para o consórcio público.
( ) Os critérios para, em assuntos de interesse comum, autorizar o consórcio público a representar os entes da Federação consorciados perante outras esferas de governo.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3504999 Administração Pública
O Plano de Saneamento Básico é uma das atividades previstas na Lei n.º 11.445/2007 e alterações, e deve ser elaborado
Alternativas
Q3504998 Administração Pública
Qual o órgão responsável por definir diretrizes e editar normas relativas às dimensões técnica, econômica e social de prestação dos serviços de saneamento para as entidades reguladoras?
Alternativas
Q3504997 Direito Sanitário

A Lei n.º 11.445/2007 atualizada define saneamento básico como um conjunto de serviços públicos, infraestruturas e instalações operacionais envolvendo os seguintes eixos:

Alternativas
Q3504996 Engenharia Ambiental e Sanitária
O tratamento dos resíduos sólidos pode ser realizado de várias formas. Uma das alternativas é o destino em aterros sanitários, que é constituído pelas seguintes unidades: 
Alternativas
Q3504994 Matemática

Q19.png (728×322)


A tabela acima apresenta todos os aumentos percentuais nas tarifas das contas de água da Concessionária. Assim sendo, assinale a alternativa que apresenta o valor mais próximo do aumento percentual nas tarifas praticadas em dezembro de 2024 em relação a dezembro de 2021.

Alternativas
Q3504986 Segurança da Informação
A coluna da esquerda apresenta nomes de códigos maliciosos (malware) numerados de 1 a 3, e a da direita, a descrição de cada um deles. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.

1. Scareware
2. Stalkerware
3. Ransomware

( ) Projetado para espionar o dono do dispositivo, que não autorizou e não sabe que tal código está instalado. As informações coletadas são enviadas para quem o instalou ou induziu sua instalação.
( ) Torna inacessíveis os dados armazenados no dispositivo, geralmente usando criptografia, e exige pagamento de resgate para restabelecer o acesso ao usuário e não vazar os dados.
( ) Usa engenharia social para assustar e enganar o usuário, fazendo-o acreditar na existência de um problema de segurança em seu dispositivo e oferecendo uma solução para corrigi-lo, mas que, na verdade, poderá prejudicá-lo.

Assinale a sequência correta. 
Alternativas
Q3504985 Português
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.


Expressões desaparecem. Para onde foram?


    Cartear marra é uma delas. Usadíssima nos anos 60, não vejo ninguém mais carteando marra. Quantas vezes nós, adolescentes, nos bailinhos, ao vermos alguém de outra cidade querendo dançar com as nossas meninas, chegávamos perto: não vem cartear marra aqui, não. Cartear marra era querer ser metido a gostoso.

    Hoje, décadas depois, vou ao dicionário. Cartear significa também chutar. E marra, coragem. Portanto a expressão estava correta: fingir coragem. E, cá entre nós, naquele tempo todo mundo carteava marra.

    Outra genial: par de besta. Tipo assim: o cara veio com par de besta pra cima de mim e eu saí na porrada. E eu nunca entendia porque o sujeito com um par de besta (o animal, claro), significava que era todo valentão. O que é que a besta tinha a ver com valentia?

    Mas hoje, descobri. O primeiro significado da palavra besta é uma arma, uma espécie de arco para atirar setas. Portanto, o cara que vinha com par de besta, vinha armado, vinha para agredir, para ofender.

    Por outro lado, e ainda mais bestial, o interessante é que o sujeito metido a besta era o metido a gostoso, a bonitão, a conquistador. Aqui, no caso, nunca entendi o porquê da besta. Se você for metido a besta, me explique.

[...] 

    Naquela época não tinha pêr-répis, a não ser se você fosse gilete. A gente saía para encher o picuá dos outros e, qualquer problema, noves fora zero. 

    Mas o que mais me irritava, na adolescência, era a minha irmã mais velha achar que eu era inocente. Já tinha uns doze anos e ela dizia que eu era inocente. E olha que eu já era culpadíssimo!

    Me desculpe cartear tanta marra…


(PRATA, Mário. Estadão, 11/02/2004. Disponível em: www.mensagenscomamor.com. Acesso em 10/10/2024.)
A coesão tem importância significativa na ligação entre as partes de um texto, contribuindo para o entendimento dele. Em relação a mecanismos de coesão no texto, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3504984 Português
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.


Expressões desaparecem. Para onde foram?


    Cartear marra é uma delas. Usadíssima nos anos 60, não vejo ninguém mais carteando marra. Quantas vezes nós, adolescentes, nos bailinhos, ao vermos alguém de outra cidade querendo dançar com as nossas meninas, chegávamos perto: não vem cartear marra aqui, não. Cartear marra era querer ser metido a gostoso.

    Hoje, décadas depois, vou ao dicionário. Cartear significa também chutar. E marra, coragem. Portanto a expressão estava correta: fingir coragem. E, cá entre nós, naquele tempo todo mundo carteava marra.

    Outra genial: par de besta. Tipo assim: o cara veio com par de besta pra cima de mim e eu saí na porrada. E eu nunca entendia porque o sujeito com um par de besta (o animal, claro), significava que era todo valentão. O que é que a besta tinha a ver com valentia?

    Mas hoje, descobri. O primeiro significado da palavra besta é uma arma, uma espécie de arco para atirar setas. Portanto, o cara que vinha com par de besta, vinha armado, vinha para agredir, para ofender.

    Por outro lado, e ainda mais bestial, o interessante é que o sujeito metido a besta era o metido a gostoso, a bonitão, a conquistador. Aqui, no caso, nunca entendi o porquê da besta. Se você for metido a besta, me explique.

[...] 

    Naquela época não tinha pêr-répis, a não ser se você fosse gilete. A gente saía para encher o picuá dos outros e, qualquer problema, noves fora zero. 

    Mas o que mais me irritava, na adolescência, era a minha irmã mais velha achar que eu era inocente. Já tinha uns doze anos e ela dizia que eu era inocente. E olha que eu já era culpadíssimo!

    Me desculpe cartear tanta marra…


(PRATA, Mário. Estadão, 11/02/2004. Disponível em: www.mensagenscomamor.com. Acesso em 10/10/2024.)
A palavra por que pode ser usada em várias situações comunicativas e sua grafia se altera conforme a situação, a exemplo de E eu nunca entendia porque o sujeito com um par de besta (o animal, claro), significava que era todo valentão e Aqui, no caso, nunca entendi o porquê da besta. Sobre usos dessa palavra no exemplo dado em cada parênteses, marque V para os verdadeiros e F para os falsos.

( ) Os candidatos não foram eleitos porque não tinham boas propostas de governo. → Expressa sentido de causa, podendo ser substituído por pois e visto que.
( ) O candidato afirmou que já percebeu o motivo por que não conseguiu se reeleger.→ Constitui elemento de ligação entre duas orações, estabelecendo relação com um termo antecedente.
( ) Aquele candidato não se elegeu por quê? → Tem caráter interrogativo, indicando ênfase em uma pergunta que é fruto de indignação, não se diferenciando a grafia se no início ou final da frase.
( ) Esses candidatos não sabem o porquê de não terem sido eleitos. → Indica sentido de explicação, podendo ser substituído por já que e pelo que.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3504982 Português
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.


Expressões desaparecem. Para onde foram?


    Cartear marra é uma delas. Usadíssima nos anos 60, não vejo ninguém mais carteando marra. Quantas vezes nós, adolescentes, nos bailinhos, ao vermos alguém de outra cidade querendo dançar com as nossas meninas, chegávamos perto: não vem cartear marra aqui, não. Cartear marra era querer ser metido a gostoso.

    Hoje, décadas depois, vou ao dicionário. Cartear significa também chutar. E marra, coragem. Portanto a expressão estava correta: fingir coragem. E, cá entre nós, naquele tempo todo mundo carteava marra.

    Outra genial: par de besta. Tipo assim: o cara veio com par de besta pra cima de mim e eu saí na porrada. E eu nunca entendia porque o sujeito com um par de besta (o animal, claro), significava que era todo valentão. O que é que a besta tinha a ver com valentia?

    Mas hoje, descobri. O primeiro significado da palavra besta é uma arma, uma espécie de arco para atirar setas. Portanto, o cara que vinha com par de besta, vinha armado, vinha para agredir, para ofender.

    Por outro lado, e ainda mais bestial, o interessante é que o sujeito metido a besta era o metido a gostoso, a bonitão, a conquistador. Aqui, no caso, nunca entendi o porquê da besta. Se você for metido a besta, me explique.

[...] 

    Naquela época não tinha pêr-répis, a não ser se você fosse gilete. A gente saía para encher o picuá dos outros e, qualquer problema, noves fora zero. 

    Mas o que mais me irritava, na adolescência, era a minha irmã mais velha achar que eu era inocente. Já tinha uns doze anos e ela dizia que eu era inocente. E olha que eu já era culpadíssimo!

    Me desculpe cartear tanta marra…


(PRATA, Mário. Estadão, 11/02/2004. Disponível em: www.mensagenscomamor.com. Acesso em 10/10/2024.)
Ao longo do texto, o autor estabelece interação com o leitor, tomando-o diretamente como interlocutor. Qual trecho NÃO apresenta essa característica?
Alternativas
Q3504981 Português
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.


Expressões desaparecem. Para onde foram?


    Cartear marra é uma delas. Usadíssima nos anos 60, não vejo ninguém mais carteando marra. Quantas vezes nós, adolescentes, nos bailinhos, ao vermos alguém de outra cidade querendo dançar com as nossas meninas, chegávamos perto: não vem cartear marra aqui, não. Cartear marra era querer ser metido a gostoso.

    Hoje, décadas depois, vou ao dicionário. Cartear significa também chutar. E marra, coragem. Portanto a expressão estava correta: fingir coragem. E, cá entre nós, naquele tempo todo mundo carteava marra.

    Outra genial: par de besta. Tipo assim: o cara veio com par de besta pra cima de mim e eu saí na porrada. E eu nunca entendia porque o sujeito com um par de besta (o animal, claro), significava que era todo valentão. O que é que a besta tinha a ver com valentia?

    Mas hoje, descobri. O primeiro significado da palavra besta é uma arma, uma espécie de arco para atirar setas. Portanto, o cara que vinha com par de besta, vinha armado, vinha para agredir, para ofender.

    Por outro lado, e ainda mais bestial, o interessante é que o sujeito metido a besta era o metido a gostoso, a bonitão, a conquistador. Aqui, no caso, nunca entendi o porquê da besta. Se você for metido a besta, me explique.

[...] 

    Naquela época não tinha pêr-répis, a não ser se você fosse gilete. A gente saía para encher o picuá dos outros e, qualquer problema, noves fora zero. 

    Mas o que mais me irritava, na adolescência, era a minha irmã mais velha achar que eu era inocente. Já tinha uns doze anos e ela dizia que eu era inocente. E olha que eu já era culpadíssimo!

    Me desculpe cartear tanta marra…


(PRATA, Mário. Estadão, 11/02/2004. Disponível em: www.mensagenscomamor.com. Acesso em 10/10/2024.)
A respeito do texto, analise as afirmativas.

I. O autor dá ênfase à origem e ao desaparecimento de expressões da língua e desconsidera o significado delas.
II. Há no texto referência a expressões que deixaram de ser utilizadas pelo usuário da língua, o que caracteriza a variedade linguística denominada histórica.
III. A linguagem usada no texto apresenta-se informal, com marcas de oralidade, a exemplo de pra, porrada, cara, tipo assim.
IV. A primeira frase apresenta-se deslocada, sem qualquer relação de sentido com o título do texto.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3504978 Português
Instrução: Leia o texto e responda à questão.


Muito além das regras de etiqueta, a forma como você interage com os outros demonstra se você é, de fato, uma pessoa elegante


Quando nos comunicamos, nosso comportamento causa um impacto imediato em quem está ao redor. A forma como escolhemos nos expressar pode criar uma impressão duradoura, positiva ou negativa. Por isso, é fundamental estar atento a como nossas palavras e ações afetam aqueles com quem interagimos. Ser elegante ao se comunicar vai contribuir para causar uma boa impressão nas relações sociais e profissionais. E isso não depende somente de seguir regras de etiqueta. Muitas vezes confundimos elegância com formalidade excessiva ou apenas com a utilização de palavras de cortesia. Ser elegante na comunicação é muito mais que isso. Confira abaixo algumas orientações:


Palavras mágicas


Na infância, somos ensinados (ou deveríamos ser!) que existem “palavras mágicas” que nunca podemos esquecer e que são essenciais para termos boas maneiras. São as expressões básicas como “por favor”, “bom dia”, “boa tarde”, “desculpe” e “com licença”, sem as quais não podemos falar em comunicação elegante. Estas simples expressões de cortesia demonstram respeito pelos outros e são o primeiro passo para estabelecer uma comunicação harmoniosa.


[...]


Saber escutar


A elegância na comunicação também se reflete na habilidade de ouvir. Não interromper o outro e prestar atenção ao que está sendo dito são sinais claros de respeito. Escutar ativamente, sem a intenção de monopolizar a conversa, demonstra interesse pelo ponto de vista alheio e ajuda a criar um diálogo mais equilibrado e cordial.


Discordar com classe


Saber discordar com classe é uma habilidade crucial. Ao enfrentamos opiniões divergentes, é importante expressar nossas próprias perspectivas de maneira construtiva e respeitosa. Isso envolve reconhecer o ponto de vista do outro, mesmo não concordando com ele, e evitar ataques pessoais ou comentários depreciativos. E já parou para pensar na chatice que seria conversar somente com quem pensa igual a você em tudo?


Sem intimidade com quem não é íntimo


Tratar alguém com a mesma intimidade que você reserva para sua família e seus amigos mais próximos pode ser inadequado, especialmente quando não há uma relação de proximidade estabelecida. Já trouxemos aqui na coluna uma lista do que devemos evitar para não deixar uma má impressão. Vale relembrar: nada de chamar alguém de ‘amor’, ‘linda/o’, ‘fofa/o’, ‘flor’ ou por apelidos, se você não tem intimidade.


Linguagem corporal e vocabulário adequado


A postura e o olhar fazem parte da linguagem corporal e desempenham um papel relevante na elegância da nossa interação. Manter contato visual, ou seja, olhar nos olhos da pessoa com quem estamos conversando, demonstra atenção e respeito. Além disso, usar um vocabulário que o outro entenda facilita a clareza e a compreensão mútua. Usar palavras difíceis para ‘impressionar’ pode ter o efeito contrário: afastar e não prender a atenção.


[...]


(COLLARES, L. Disponível em: www.primeirapágina.com.br. Acesso em: 20/08/24. Adaptado.)
Sobre palavras encontradas no tópico Discordar com classe, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3504977 Português
Instrução: Leia o texto e responda à questão.


Muito além das regras de etiqueta, a forma como você interage com os outros demonstra se você é, de fato, uma pessoa elegante


Quando nos comunicamos, nosso comportamento causa um impacto imediato em quem está ao redor. A forma como escolhemos nos expressar pode criar uma impressão duradoura, positiva ou negativa. Por isso, é fundamental estar atento a como nossas palavras e ações afetam aqueles com quem interagimos. Ser elegante ao se comunicar vai contribuir para causar uma boa impressão nas relações sociais e profissionais. E isso não depende somente de seguir regras de etiqueta. Muitas vezes confundimos elegância com formalidade excessiva ou apenas com a utilização de palavras de cortesia. Ser elegante na comunicação é muito mais que isso. Confira abaixo algumas orientações:


Palavras mágicas


Na infância, somos ensinados (ou deveríamos ser!) que existem “palavras mágicas” que nunca podemos esquecer e que são essenciais para termos boas maneiras. São as expressões básicas como “por favor”, “bom dia”, “boa tarde”, “desculpe” e “com licença”, sem as quais não podemos falar em comunicação elegante. Estas simples expressões de cortesia demonstram respeito pelos outros e são o primeiro passo para estabelecer uma comunicação harmoniosa.


[...]


Saber escutar


A elegância na comunicação também se reflete na habilidade de ouvir. Não interromper o outro e prestar atenção ao que está sendo dito são sinais claros de respeito. Escutar ativamente, sem a intenção de monopolizar a conversa, demonstra interesse pelo ponto de vista alheio e ajuda a criar um diálogo mais equilibrado e cordial.


Discordar com classe


Saber discordar com classe é uma habilidade crucial. Ao enfrentamos opiniões divergentes, é importante expressar nossas próprias perspectivas de maneira construtiva e respeitosa. Isso envolve reconhecer o ponto de vista do outro, mesmo não concordando com ele, e evitar ataques pessoais ou comentários depreciativos. E já parou para pensar na chatice que seria conversar somente com quem pensa igual a você em tudo?


Sem intimidade com quem não é íntimo


Tratar alguém com a mesma intimidade que você reserva para sua família e seus amigos mais próximos pode ser inadequado, especialmente quando não há uma relação de proximidade estabelecida. Já trouxemos aqui na coluna uma lista do que devemos evitar para não deixar uma má impressão. Vale relembrar: nada de chamar alguém de ‘amor’, ‘linda/o’, ‘fofa/o’, ‘flor’ ou por apelidos, se você não tem intimidade.


Linguagem corporal e vocabulário adequado


A postura e o olhar fazem parte da linguagem corporal e desempenham um papel relevante na elegância da nossa interação. Manter contato visual, ou seja, olhar nos olhos da pessoa com quem estamos conversando, demonstra atenção e respeito. Além disso, usar um vocabulário que o outro entenda facilita a clareza e a compreensão mútua. Usar palavras difíceis para ‘impressionar’ pode ter o efeito contrário: afastar e não prender a atenção.


[...]


(COLLARES, L. Disponível em: www.primeirapágina.com.br. Acesso em: 20/08/24. Adaptado.)
A coluna da esquerda apresenta efeitos de sentido próprios das orações subordinadas e a da direita, trechos do texto em que se encontram esses sentidos. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.

1. Condição
2. Tempo
3. Concessão

( ) Quando nos comunicamos, nosso comportamento causa um impacto imediato em quem está ao redor.
( ) Vale relembrar: nada de chamar alguém de ‘amor’, ‘linda/o’, ‘fofa/o’, ‘flor’ ou por apelidos, se você não tem intimidade.
( ) Ao enfrentamos opiniões divergentes, é importante expressar nossas próprias perspectivas de maneira construtiva e respeitosa.
( ) Isso envolve reconhecer o ponto de vista do outro, mesmo não concordando com ele, e evitar ataques pessoais ou comentários depreciativos.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3504976 Português
Instrução: Leia o texto e responda à questão.


Muito além das regras de etiqueta, a forma como você interage com os outros demonstra se você é, de fato, uma pessoa elegante


Quando nos comunicamos, nosso comportamento causa um impacto imediato em quem está ao redor. A forma como escolhemos nos expressar pode criar uma impressão duradoura, positiva ou negativa. Por isso, é fundamental estar atento a como nossas palavras e ações afetam aqueles com quem interagimos. Ser elegante ao se comunicar vai contribuir para causar uma boa impressão nas relações sociais e profissionais. E isso não depende somente de seguir regras de etiqueta. Muitas vezes confundimos elegância com formalidade excessiva ou apenas com a utilização de palavras de cortesia. Ser elegante na comunicação é muito mais que isso. Confira abaixo algumas orientações:


Palavras mágicas


Na infância, somos ensinados (ou deveríamos ser!) que existem “palavras mágicas” que nunca podemos esquecer e que são essenciais para termos boas maneiras. São as expressões básicas como “por favor”, “bom dia”, “boa tarde”, “desculpe” e “com licença”, sem as quais não podemos falar em comunicação elegante. Estas simples expressões de cortesia demonstram respeito pelos outros e são o primeiro passo para estabelecer uma comunicação harmoniosa.


[...]


Saber escutar


A elegância na comunicação também se reflete na habilidade de ouvir. Não interromper o outro e prestar atenção ao que está sendo dito são sinais claros de respeito. Escutar ativamente, sem a intenção de monopolizar a conversa, demonstra interesse pelo ponto de vista alheio e ajuda a criar um diálogo mais equilibrado e cordial.


Discordar com classe


Saber discordar com classe é uma habilidade crucial. Ao enfrentamos opiniões divergentes, é importante expressar nossas próprias perspectivas de maneira construtiva e respeitosa. Isso envolve reconhecer o ponto de vista do outro, mesmo não concordando com ele, e evitar ataques pessoais ou comentários depreciativos. E já parou para pensar na chatice que seria conversar somente com quem pensa igual a você em tudo?


Sem intimidade com quem não é íntimo


Tratar alguém com a mesma intimidade que você reserva para sua família e seus amigos mais próximos pode ser inadequado, especialmente quando não há uma relação de proximidade estabelecida. Já trouxemos aqui na coluna uma lista do que devemos evitar para não deixar uma má impressão. Vale relembrar: nada de chamar alguém de ‘amor’, ‘linda/o’, ‘fofa/o’, ‘flor’ ou por apelidos, se você não tem intimidade.


Linguagem corporal e vocabulário adequado


A postura e o olhar fazem parte da linguagem corporal e desempenham um papel relevante na elegância da nossa interação. Manter contato visual, ou seja, olhar nos olhos da pessoa com quem estamos conversando, demonstra atenção e respeito. Além disso, usar um vocabulário que o outro entenda facilita a clareza e a compreensão mútua. Usar palavras difíceis para ‘impressionar’ pode ter o efeito contrário: afastar e não prender a atenção.


[...]


(COLLARES, L. Disponível em: www.primeirapágina.com.br. Acesso em: 20/08/24. Adaptado.)
Sobre esse texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Exige o cumprimento das regras expressas pela autora.
( ) Intenciona dar orientações para o leitor ou incitá-lo a realizar uma determinada ação.
( ) A linguagem é clara, objetiva e denotativa.
( ) É instrucional, organizado em tópicos para melhor transmitir as informações.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3503027 Arquivologia

No que se refere a preservação digital, acesso à informação e proteção de dados pessoais, julgue o próximo item. 

Os documentos de arquivo devem permanecer acessíveis e utilizáveis ao longo do tempo, sendo necessário garantir sua longevidade, funcionalidade e acesso contínuo. 

Alternativas
Respostas
2421: D
2422: D
2423: B
2424: C
2425: D
2426: A
2427: B
2428: C
2429: A
2430: B
2431: A
2432: A
2433: B
2434: D
2435: C
2436: B
2437: A
2438: D
2439: D
2440: C