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Lactente do sexo masculino, com 5 meses e 15 dias de idade, foi levado ao pronto-socorro por quadro de dificuldade para respirar hoje. Há 3 dias ele apresenta tosse, coriza e febre não aferida. Foi um bebê a termo, sem intercorrências na maternidade, e está em aleitamento materno exclusivo. Ao exame físico, encontra-se afebril, ativo e reativo, com frequência respiratória de 60 irpm, frequência cardíaca de 138 bpm, tempo de enchimento capilar de 2 segundos, mucosas relativamente secas, com fontanela plana e normotensa, ausculta pulmonar com roncos e sibilos difusos. Há presença de tiragem subcostal e intercostal. Apresenta saturação de oxigênio em ar ambiente: 89%, ausculta cardíaca normal e fígado palpável a 2 cm do rebordo costal direito.
Qual é a conduta mais adequada a ser seguida nesse momento?
Lactente, 35 dias de vida, com síndrome de Down, estenose infundibular pulmonar, comunicação interventricular, hipertrofia concêntrica do ventrículo direito e dextroposição da aorta, ainda está internado, desde o nascimento, para melhora do seu peso. Apresentou, imediatamente após a punção de acesso venoso, um quadro de choro inconsolável e piora nítida da cianose.
Para o atendimento dessa criança, além de oxigênio, o que deve ser prescrito?
Pré-escolar do sexo masculino, com 4 anos de idade, com síndrome nefrótica em tratamento com corticosteroide, apresenta piora do edema e febre há 48 horas com dor abdominal. O paciente apresenta-se em regular estado geral, corado, anictérico, febril e em anasarca. A frequência cardíaca é de 128 batimentos/minuto, e a frequência respiratória é 30 movimentos/minuto. O abdome está globoso, difusamente doloroso à palpação, com fígado a 2,5 cm do rebordo costal. Sinal de descompressão brusca: positivo. Ruídos hidroaéreos difusamente diminuídos. Há edema 3+/4+ em membros e na face.
A hipótese diagnóstica mais provável para o quadro infeccioso atual é
Uma mãe procura a unidade básica de saúde para atualizar as vacinas de seu filho, de 11 meses de idade. Várias vacinas estão atrasadas, e, especificamente em relação à vacina contra o rotavírus, verifica-se que a primeira dose foi administrada quando o bebê tinha 2 meses e 10 dias de vida.
De acordo com as informações sobre o esquema vacinal do rotavírus no PNI, qual é a conduta correta a ser adotada em relação à administração da segunda dose para essa criança?
Adolescente do sexo masculino, com 13 anos de idade, comparece em uma Unidade Básica de Saúde após o diagnóstico de tuberculose em seu pai, que está em tratamento medicamentoso há cerca de 3 semanas. O adolescente não apresenta qualquer sintoma e recebeu a vacina BCG quando nasceu.
Qual é a conduta mais adequada a ser seguida para esse adolescente?
Lactente do sexo feminino, com 14 meses de idade, é atendida em uma Unidade Básica de Saúde com suspeita de pneumonia.
Sendo a taquipneia o sinal isolado mais sensível para a identificação da pneumonia em menores de cinco anos, na idade dessa lactente, segundo o Ministério da Saúde (programa para identificação das infecções respiratórias agudas), o valor de referência da frequência respiratória para se considerar taquipneia é
Uma Unidade Básica de Saúde (UBS) atende muitas crianças de 12 a 15 anos de idade com pequenas queimaduras nas mãos. Todas elas relatam que se ferem ao trabalhar com solda de bijuterias em um pequeno galpão montado por uma das vizinhas que fornece peças para empresas.
Assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da frase a seguir:
A equipe médica deve prestar socorro imediato ________________ paciente ________________ corrente sanguínea se detectou um vírus de alta transmissão, ________________ pode configurar uma ameaça ________________ saúde pública.
Leia o texto a seguir para responder a questão
Bula do egoísmo gripal (1991)
Como se não bastassem as aflições que povoam a nossa rotina, anda aí agora, insidioso, o tal vibrião colérico. Cólera sugere datas do século 19. Já vai para quase dois anos que soou o alarme lá em cima na fronteira. Foi um corre-corre danado. Tudo fogo de palha. Agora recomeça o susto. Desembarcou no Rio um soldado colérico. Em São Paulo, uma freira pode estar com cólera.
O pior é que continuamos sitiados por toda sorte de mazelas. O Brasil é recordista mundial de chagásicos: cinco milhões. Leprosos? 500 mil, depois que a lepra foi praticamente extinta em todo o mundo. Doenças tropicais, como leishmaniose, se alastram por aí como chuchu.
Aqui no Rio nos ameaçam com a dengue hemorrágica. Só falta voltar a febre amarela, que era chamada de patriótica. Matava de preferência estrangeiros. Houve um surto que durou 50 anos. Chegou até o nosso século 20, mas Oswaldo Cruz liquidou com o flagelo. Isto num Brasil com muito menos recursos e quase sem comunicação. Quando eu nasci, Miguel Pereira já tinha morrido. Vivíssima, porém, estava a sua frase: “O Brasil é um vasto hospital”. Apenas seis palavras. Mas que força, que gênio – e que originalidade!
Uma vez caí na besteira de ler um trabalho sobre o bócio. Perdi o sono só de pensar. Se dormia, era um pesadelo na certa. Por mais que o brasileiro seja um coração compassivo e solidário, é difícil abrir espaço para tantas epidemias e tantos doentes. Hoje, por exemplo, só há lugar em mim para a gripe que obtura a minha sensibilidade. Doem-me todas as esquinas do meu ser. Enquanto não me livrar desta peste, não dou bola para o vasto hospital. Gripe é uma doencinha muito egoísta. Ainda mais no calor!
(Otto Lara Resende. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/6157/bula-do-egoismo-gripal. Acesso em 28.05.2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder a questão
Bula do egoísmo gripal (1991)
Como se não bastassem as aflições que povoam a nossa rotina, anda aí agora, insidioso, o tal vibrião colérico. Cólera sugere datas do século 19. Já vai para quase dois anos que soou o alarme lá em cima na fronteira. Foi um corre-corre danado. Tudo fogo de palha. Agora recomeça o susto. Desembarcou no Rio um soldado colérico. Em São Paulo, uma freira pode estar com cólera.
O pior é que continuamos sitiados por toda sorte de mazelas. O Brasil é recordista mundial de chagásicos: cinco milhões. Leprosos? 500 mil, depois que a lepra foi praticamente extinta em todo o mundo. Doenças tropicais, como leishmaniose, se alastram por aí como chuchu.
Aqui no Rio nos ameaçam com a dengue hemorrágica. Só falta voltar a febre amarela, que era chamada de patriótica. Matava de preferência estrangeiros. Houve um surto que durou 50 anos. Chegou até o nosso século 20, mas Oswaldo Cruz liquidou com o flagelo. Isto num Brasil com muito menos recursos e quase sem comunicação. Quando eu nasci, Miguel Pereira já tinha morrido. Vivíssima, porém, estava a sua frase: “O Brasil é um vasto hospital”. Apenas seis palavras. Mas que força, que gênio – e que originalidade!
Uma vez caí na besteira de ler um trabalho sobre o bócio. Perdi o sono só de pensar. Se dormia, era um pesadelo na certa. Por mais que o brasileiro seja um coração compassivo e solidário, é difícil abrir espaço para tantas epidemias e tantos doentes. Hoje, por exemplo, só há lugar em mim para a gripe que obtura a minha sensibilidade. Doem-me todas as esquinas do meu ser. Enquanto não me livrar desta peste, não dou bola para o vasto hospital. Gripe é uma doencinha muito egoísta. Ainda mais no calor!
(Otto Lara Resende. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/6157/bula-do-egoismo-gripal. Acesso em 28.05.2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder a questão
Bula do egoísmo gripal (1991)
Como se não bastassem as aflições que povoam a nossa rotina, anda aí agora, insidioso, o tal vibrião colérico. Cólera sugere datas do século 19. Já vai para quase dois anos que soou o alarme lá em cima na fronteira. Foi um corre-corre danado. Tudo fogo de palha. Agora recomeça o susto. Desembarcou no Rio um soldado colérico. Em São Paulo, uma freira pode estar com cólera.
O pior é que continuamos sitiados por toda sorte de mazelas. O Brasil é recordista mundial de chagásicos: cinco milhões. Leprosos? 500 mil, depois que a lepra foi praticamente extinta em todo o mundo. Doenças tropicais, como leishmaniose, se alastram por aí como chuchu.
Aqui no Rio nos ameaçam com a dengue hemorrágica. Só falta voltar a febre amarela, que era chamada de patriótica. Matava de preferência estrangeiros. Houve um surto que durou 50 anos. Chegou até o nosso século 20, mas Oswaldo Cruz liquidou com o flagelo. Isto num Brasil com muito menos recursos e quase sem comunicação. Quando eu nasci, Miguel Pereira já tinha morrido. Vivíssima, porém, estava a sua frase: “O Brasil é um vasto hospital”. Apenas seis palavras. Mas que força, que gênio – e que originalidade!
Uma vez caí na besteira de ler um trabalho sobre o bócio. Perdi o sono só de pensar. Se dormia, era um pesadelo na certa. Por mais que o brasileiro seja um coração compassivo e solidário, é difícil abrir espaço para tantas epidemias e tantos doentes. Hoje, por exemplo, só há lugar em mim para a gripe que obtura a minha sensibilidade. Doem-me todas as esquinas do meu ser. Enquanto não me livrar desta peste, não dou bola para o vasto hospital. Gripe é uma doencinha muito egoísta. Ainda mais no calor!
(Otto Lara Resende. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/6157/bula-do-egoismo-gripal. Acesso em 28.05.2025. Adaptado)