Questões de Concurso
Para fundep (gestão de concursos)
Foram encontradas 33.098 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Leia o texto I a seguir para responder à questão.
TEXTO I

Na era digital, as redes sociais tornaram‑se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.
Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.
A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on‑line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.
A sociedade contemporânea — marcada pela constante exposição nas redes sociais — propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem‑sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.
A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar‑se da tirania da validação virtual e reconectar‑se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.
Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.
Para se libertar é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento é possível reconectar‑se consigo mesmo.
Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo‑nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando‑nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).
Releia o trecho do texto I a seguir:
“A sociedade contemporânea — marcada pela constante exposição nas redes sociais — propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que, muitas vezes, é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem‑sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.”
Acerca dos sinais de pontuação nesse trecho, analise as afirmativas a seguir:
I. Os travessões, se substituídos por vírgulas, prejudicam o sentido pretendido.
II. As aspas em “parecer feliz, parecer bem‑sucedido” sugerem breve hesitação.
III. As vírgulas em “muitas vezes”, caso retiradas, mantêm a continuidade da frase.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Leia o texto I a seguir para responder à questão.
TEXTO I

Na era digital, as redes sociais tornaram‑se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.
Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.
A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on‑line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.
A sociedade contemporânea — marcada pela constante exposição nas redes sociais — propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem‑sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.
A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar‑se da tirania da validação virtual e reconectar‑se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.
Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.
Para se libertar é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento é possível reconectar‑se consigo mesmo.
Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo‑nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando‑nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).
Leia o texto I a seguir para responder à questão.
TEXTO I

Na era digital, as redes sociais tornaram‑se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.
Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.
A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on‑line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.
A sociedade contemporânea — marcada pela constante exposição nas redes sociais — propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem‑sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.
A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar‑se da tirania da validação virtual e reconectar‑se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.
Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.
Para se libertar é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento é possível reconectar‑se consigo mesmo.
Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo‑nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando‑nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).
SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social 18. ed. São Paulo: Contexto, 2020. p. 10.
Sobre fracasso escolar, analise as afirmativas a seguir.
I. Parte significativa do fracasso escolar pode ser atribuído à linguagem elitizada, que é privilegiada pela escola, enquanto censura e estigmatiza a linguagem das camadas populares.
Il. As desigualdades sociais, que são vivenciadas também dentro da escola, têm suas origens em questões econômicas, mas também podem ser explicadas pela desigualdade de aptidão e de inteligência dos estudantes.
III. É considerado fracasso escolar: reprovação e evasão, fluxo irregular, baixo nível de proficiência em Língua Portuguesa e em Matemática e baixa taxa de conclusão na idade prevista.
Estão corretas as afirmativas
O PNE apresenta 20 metas, não sendo uma delas:
Além disso, é preciso garantir que a passagem da Pré-Escola para o Ensino Fundamental não leve a ignorar os conhecimentos que a criança já adquiriu. Igualmente, o processo de alfabetização e letramento, com o qual ela passa a estar mais sistematicamente envolvida, não pode sofrer interrupção ao final do primeiro ano dessa nova etapa da escolaridade.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013, p. 121. Disponível em: http://portal. mec.gov.br/index.php?option=com_ docman&view=download&alias=13448-diretrizes-curicularesnacionais-2013-pdf<emid=30192. Acesso em: 15 mar. 2024.
Sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica, no que se refere à Educação Infantil e à transição para os anos iniciais do Ensino Fundamental, bem como ao Atendimento Educacional Especializado (AEE), assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) As crianças têm tempos diferentes de alfabetização; assim como há crianças que depois de alguns meses estão alfabetizadas, outras requerem de dois a três anos para consolidar suas aprendizagens básicas. Tais diferenças, além de serem inerentes ao ser humano, têm a ver, frequentemente, com o envolvimento da criança com os usos sociais da leitura e escrita na família e em outros locais fora da escola.
( ) Em casos excepcionais, o atendimento educacional especializado (AEE) pode substituir a escolarização em classe comum, sendo ofertado em salas de recursos multifuncionais da própria escola, de outra escola pública ou em centros de AEE da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos conveniadas.
( ) Na organização dos espaços e dos tempos da Educação Infantil nas escolas indígenas, as práticas culturais comunitárias devem ser reconhecidas como parte fundamental da educação escolar das crianças e vivenciadas por elas nos seus espaços e tempos apropriados.
( ) O atendimento educacional especializado (AEE) é parte do processo educacional, sendo que os sistemas de ensino devem matricular os estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades / superdotação nas classes comuns do ensino regular e no atendimento educacional especializado (AEE).
Assinale a sequência correta.
GOMES, Suzana dos Santos. Infância e tecnologias. In: COSCARELLI, Carla Viana (org.). Tecnologias para aprender. São Paulo: Parabola Editorial, 2016. p. 146.
Analise as afirmativas a seguir, relativas às infâncias e às tecnologias.
I. A infância é um tempo oportuno para a criação, descobertas, imaginação e representação. É por meio do brincar que a criança explora o mundo e interage com a cultura. É também pelo brincar que a criança internaliza regras e papéis sociais para a vida em sociedade.
Il. Três eixos estruturadores das culturas das infâncias estavam presentes nas brincadeiras de antigamente e estão nas brincadeiras atuais: interatividade, ludicidade e fantasia.
III. Atualmente, tamanha dinamicidade da evolução tecnológica nos remete a um novo estágio da modernidade, no qual presencia-se a virtualização do lúdico. Apesar das mudanças em relação a mídia e as TICs, os brinquedos e brincadeiras antigos não perderam o seu lugar no dia a dia das crianças, em face das transformações econômicas, sociais e culturais.
Estão corretas as afirmativas
Ao longo da Educação Básica — na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e no Ensino Médio —, os alunos devem desenvolver as dez competências gerais da Educação Básica, que pretendem assegurar, como resultado do seu processo de aprendizagem e desenvolvimento, uma formação humana integral que vise à construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir, relativas à estrutura da BNCC.
I. Considerando os direitos de aprendizagem e desenvolvimento, na Educação Infantil a BNCC estabelece cinco campos de experiências, nos quais as crianças podem aprender e se desenvolver: conviver, brincar, participar, explorar e expressar.
Il. Na BNCC, o Ensino Fundamental está organizado em cinco áreas do conhecimento: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Ensino Religioso.
Ill. Na BNCC, o Ensino Médio está organizado em quatro áreas do conhecimento, conforme determina a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: Linguagens e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias, Ciências da Natureza e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.
Estão corretas as afirmativas
( ) Os sintomas considerados típicos da DRGE são a pirose e a regurgitação, que, em razão de sua alta especificidade, apresentam valor preditivo para o diagnóstico da DRGE.
( ) Dor torácica não cardíaca, tosse crônica, laringite e asma estão entre os sintomas atípicos da DRGE, cuja manifestação está associada aos sintomas típicos da doença.
( ) Os sintomas de alerta da DRGE, como hemorragia digestiva, disfagia e odinofagia, são frequentemente associados a complicações, razão pela qual os pacientes devem receber abordagem diagnóstica mais agressiva.
( ) O teste terapêutico com inibidor da bomba protônica em dose padrão habitual por um período variável, em geral, de quatro semanas permite, em alguns casos, inferir o diagnóstico de DRGE.
Assinale a sequência correta.
Nesse caso, a melhor hipótese diagnostica é
A causa mais provável da hipocalemia persistente, nesse caso, é
O possível transtorno alimentar que acomete o paciente desse caso é
Antecedentes epidemiológicos: presença de cães, ratos e insetos no domicílio. Mora em área de risco para leishmaniose tegumentar. Familiares: filho já teve leishmaniose cutânea. Exame físico: bom estado geral, descorado (+/4+), lesões hipopigmentadas e outras hipercrômicas — disseminadas, gânglio inguinal direito 2 cm doloroso à palpação, não aderido a planos. Lesão ulcerada no terço inferior da perna direita, bordas elevadas e infiltradas, coberta por secreção amarela.
Foi confirmado o diagnóstico de leishmaniose cutânea.
Em relação ao tratamento nesse caso, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) Por ser úlcera única, o tratamento tópico é considerado menos tóxico e aceitável.
( ) O uso de anfotericina B lipossomal é recomendado nesse caso pela presença de gânglios no exame físico.
( ) O paciente deve receber antimoniato de N-metil-glucamina na dose de 10mg/Sb a 20mg/Sb+5/kg/dia como primeira eleição.
( ) Segundo a OMS, as opções de tratamento recomendado para leishmaniose cutânea localizada do Novo Mundo, a depender da espécie, incluem paramomicina, pomada de cloridrato de metilbencetênio, antimoniais intralesionais, crioterapia e termoterapia.
Assinale a sequência correta.
Acorticoterapia é ajustada para doses maiores. Na trigésima semana de gestação, a paciente passa a apresentar hipertensão e edema periférico. A avaliação laboratorial evidencia proteinúria nefrótica (4,4 g em 24 horas) e perda de função renal (creatinina de 2 mg/dL).
Considerando as informações descritas nesse caso, analise as afirmativas a seguir.
I. A presença de nefrite como critério diagnóstico de LES é contraindicação absoluta para gestação em lúpicas.
II. A hidroxicloroquina deveria ter sido suspensa, já que atravessa a barreira placentária, podendo trazer riscos para o feto.
Il. A azatioprina configura-se como fármaco seguro durante a gestação.
Diante desse caso, está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
I. Estar presente e disponível para ouvir a adolescente, por meio de uma escuta qualificada e ajudá-la a se sentir mais confortável a partir da construção da relação de confiança.
Il. Ouvir a adolescente e logo buscar o contato com a família e a escola, para relatar a situação em função de sua vulnerabilidade e fragilidade e por se tratar de menor de idade.
III. Ao ouvir a adolescente, demonstrar empatia, compreender e ser receptiva às emoções e sentimentos experiências, facilitando a expressão dos medos e receios.
IV. Conversar com a adolescente, conscientizando-a sobre a gravidade da situação e os desdobramentos, informando-a sobre a necessidade de uma consulta médica.
Estão corretas as afirmativas