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Releia o seguinte trecho retirado do texto e, depois, analise as afirmativas.
[...] Dessa experiência, tirei duas lições valiosas. A primeira é a de que, para ter “relevância” e conquistar seguidores nas redes sociais, devemos nos submeter ao tacão do algoritmo, muitas vezes navegando numa direção determinada por gente que nem sabemos quem é e, não raro, abrindo mão de nossos objetivos e até valores.
E a segunda é que os oligarcas digitais nunca se importaram com a pluralidade de ideias, com a nossa saúde mental ou até mesmo com a democracia. Eles só querem continuar lucrando em cima da guerra de todos contra todos. E quando confrontados com essa verdade inconveniente, se escondem atrás do cobertor da liberdade de expressão. [...]
I- No termo “Dessa experiência”, temos a contração da preposição “de” com o pronome demonstrativo “essa”, formando “dessa”, assim como o substantivo “experiência” construindo uma retomada anafórica que contribui para progressão temática do texto;
II- Os numerais ordinais “primeira” e “segunda” contribuem para coesão sequencial do texto;
III- Os oligarcas digitais são as chamadas big techs, ou seja, as maiores empresas de tecnologia da informação;
IV- “Eles” é um pronome pessoal do caso oblíquo que contribui para coesão por conexão;
V- “quando confrontados com essa verdade inconveniente” exerce função sintática de adjunto adverbial em relação à ação de “esconder-se”.
Após análise das afirmativas, conclui-se que:
I. O principal desafio da adolescência é resolver o conflito entre identidade e confusão de papéis, influenciando diretamente a construção do self.
II. A resolução positiva desse estágio contribui para o desenvolvimento da virtude da fidelidade, relacionada à capacidade de manter compromissos com valores e pessoas.
III. A adolescência é caracterizada pelo conflito entre iniciativa e culpa.
IV. A busca por intimidade é o foco central da adolescência, segundo Erikson.
V. A formação da personalidade está relacionada à exploração de papéis sociais e valores pessoais.
Após análise das alternativas é correto o que se afirma em:
Um homem de 66 anos, ex-tabagista (45 maços/ano), com diagnóstico de DPOC GOLD 3, grupo B, procura o ambulatório por piora progressiva da dispneia aos esforços nos últimos meses. Nega exacerbações no último ano. Está em uso regular de tiotrópio. Oximetria em repouso mostra SpO₂ = 94%, e o exame físico revela tórax hiperinsuflado e murmúrio vesicular globalmente diminuído, sem sibilos importantes. Realiza espirometria recente: VEF₁ = 42% do previsto, sem melhora significativa pós-broncodilatador.
LAMA (Long-Acting Muscarinic Antagonist) - Antagonista Muscarínico de Longa Ação.
LABA (Long-Acting Beta-2 Agonist) - Agonista Beta-2 de Longa Ação.
Diante da persistência de sintomas apesar de broncodilatador de longa ação em monoterapia, a melhor conduta farmacológica a ser adotada neste momento é:
Chega ao seu consultório um homem de 58 anos, portador de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FEVE 30%), em seguimento irregular. Ele relata piora progressiva da dispneia aos esforços, ortopneia e edema de membros inferiores. Está em uso de carvedilol, enalapril e espironolactona. Nos últimos dias, refere náuseas e sensação de fraqueza. O exame físico mostra estertores bibasais, turgência jugular e edema +2/4. Os exames laboratoriais revelam: K⁺ = 5,8 mEq/L, Ur = 89 mg/dL, Cr = 2,1 mg/dL (valor prévio 1,3), BNP elevado e eletrólitos sem outras alterações. O ECG mostra ritmo sinusal sem alterações isquêmicas.
Diante do quadro clínico e laboratorial, a melhor adequação terapêutica imediata para otimizar o tratamento da insuficiência cardíaca desse paciente é:
Numa consulta de rotina, um homem de 41 anos, previamente normotenso, apresenta pressão arterial de 176/112 mmHg em duas medidas, sem uso de medicações. Refere cefaleia pulsátil, sudorese intensa e palpitações episódicas, geralmente de início súbito e duração variável. Nega uso de drogas ilícitas, mas relata perda ponderal nas últimas semanas. O exame físico é normal entre as crises. Os exames laboratoriais iniciais mostram glicemia normal, potássio normal e creatinina sem alterações. O médico suspeita de hipertensão secundária e decide investigar doenças endócrinas.
Com base no quadro clínico descrito, a causa de hipertensão secundária mais provável é:
Durante uma visita domiciliar em área endêmica, a equipe de saúde avalia um paciente de 32 anos que apresenta quadro de diarreia intermitente há três semanas, dor abdominal em cólica e perda ponderal não intencional. Ele relata que consome água de poço sem tratamento e que sua família já apresentou quadros semelhantes. O exame físico revela desidratação leve e distensão abdominal discreta. A análise preliminar do laboratório local mostra presença de cistos ovais e elípticos, com paredes espessas e quatro núcleos no interior.
Assinale, com base no quadro clínico e epidemiológico, qual é o parasita mais provavelmente associado a esse achado.