Questões de Concurso Público Prefeitura de Condado - PB 2026 para Fisioterapeuta
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Fonte: WIKIPÉDIA. Árvore geneológica. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81rvore_geneal%C3%B3gica .Acesso em:1 nov. 2025
A Figura 1 representa parte da árvore genealógica da família de Luísa, usada em um estudo sobre longevidade familiar.
Sabe-se que:
• João tem 72 anos e Maria tem 68 anos.
• Os três filhos (Ana, Bruno e Carla) nasceram com diferença de 2 anos entre cada um, sendo Ana a mais velha e Carla a mais nova.
• Quando Luísa nasceu, João tinha 60 anos.
• Pedro nasceu 3 anos depois de Luísa, e Cecília e Laura são gêmeas nascidas 4 anos após Pedro.
• Quando Cecília nasceu, seu tio Bruno tinha 29 anos.
Com base nessas informações, e considerando o ano 2025 como referência atual, é CORRETO afirmar que:
Fonte: INEP. MEC e Inep contextualizam resultados do Censo Escolar 2024. Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/censo-escolar/mec-e-inep-contextualizam-resultados-do-censo-escolar-2024 .Acesso em: 2 nov. 2025.
Com base nessas informações e considerando 2024 como ano-base, analise as proposições:
I- A soma das matrículas da Educação Infantil e do Ensino Médio representa menos de 40% do total de matrículas.
II- O número aproximado de alunos da Educação Infantil na rede pública é de 6,9 milhões.
III- A diferença entre o número de matrículas do Ensino Fundamental e do Ensino Médio é inferior a 18 milhões.
IV- Mantendo o crescimento de +1,5 % ao ano, o Ensino Médio atingirá 8,0 milhões de alunos em 2026.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: CEMADEN. Previsão de riscos geo-hidrológicos – 02/11/2025. Disponível em:https://www.gov.br/cemaden/pt-br/assuntos/riscos-geo-hidrologicos/02-11-2025-previsao-de-riscosgeo-hidrologicos-1 .Acesso em: 2 nov. 2025.
Inspirando-se no conceito clássico de RISCO = PERIGO x VULNERABILIDADE x EXPOSIÇÃO (Guzzetti , 1999; Sidle; et al. Bogaard, 2016) e na metodologia de monitoramento utilizada pelo CEMADEN (2021) e pela CPRM (2022), um pesquisador propôs o seguinte índice composto de risco (ICR):
Fontes: CEMADEN. Mapeamento e monitoramento de riscos de desastres naturais no Brasil. Brasília: MCTI, 2021. CPRM – Serviço Geológico do Brasil. Atlas Brasileiro de Desastres Naturais: 1991–2022. Brasília: CPRM, 2022. GUZZETTI, F.; CARRARA, A.; CARDINALI, M.; REICHENBACH, P. Landslide hazard evaluation: a review of current techniques and their application in a multi-scale study, Central Italy. Geomorphology, v. 31, n. 1–4, p. 181–216, 1999. SIDLE, R. C.; BOGAARD, T. A. Dynamic earth system and ecological controls of rainfallinitiated landslides. Water Resources Research, v. 52, n. 7, p. 5053–5081, 2016.
ICR = P x (1 + 0,2n + a)
Onde:
• P = população em área de risco (em milhares de habitantes);
• n = número de intervalos de 10 mm acima de 40 mm de chuva acumulada;
• a = 0,1 para riscos geológicos e a = 0 para riscos hidrológicos. a
A Tabela 1 resume as condições observadas nas regiões citadas:
Com base na proposta do pesquisador (fórmula ICR) e nos dados da Tabela 1, qual região apresenta o maior Índice Composto de Risco (ICR)?
Fontes: GLOBO ESPORTE — Campeonato Paraibano 2025: confira as estatísticas do estadual. João Pessoa: GE/PB, 16 jan. 2025. Disponível em: https://ge.globo.com/pb/futebol/campeonato-paraibano/noticia/2025/01/16/campeonato-paraibano-2025-confira-as-estatisticas-do-estadual.ghtml . Acesso em: 2 nov. 2025. WIKIPÉDIA. Campeonato Paraibano de Futebol de 2025. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Paraibano_de_Futebol_de_2025 . Acesso em: 2 nov. 2025.
Com base nesses dados, é CORRETO afirmar que a média aritmética da moda, mediana e média aritmética dos gols marcados pelas equipes vale aproximadamente:
I- Controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde e participar da produção de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos, hemoderivados e outros insumos. É uma competência do SUS que pode se beneficiar com menor investimento na Vigilância Sanitária, ampliação de investimentos nas empresas privadas e redução de investimentos nas empresas públicas, como a Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás).
II- Incrementar, em sua área de atuação, o desenvolvimento científico e tecnológico. A inovação é uma competência do SUS que pode se beneficiar com a geração e acesso a Dados em Grande Escala (Big Data em Saúde) que favorece aplicações práticas em Big Data pesquisa epidemiológica e Inteligência Artificial (IA), com objetivos de treinar algoritmos de IA no diagnóstico por imagem (radiografias, tomografias), prever epidemias de dengue ou gripe e otimizar a alocação de recursos. Ademais, destaca-se grande inovação ao cruzar dados clínicos com genômicos (quando disponíveis) para entender como diferentes populações respondem a tratamentos, desenvolvendo terapias mais eficazes para a realidade brasileira.
III- Colaborar na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho, é uma competência do SUS que pode se beneficiar ao sair do campo teórico para a ação concreta e baseada em evidências; antecipar riscos à saúde, tornando a vigilância proativa e não apenas reativa; criar ferramentas precisas para identificar nexo causal entre ambiente / trabalho e doenças; democratizar o acesso a expertise em saúde do trabalhador e ambiental em todo o território nacional.
IV- Supervisionar a fiscalização do exercício profissional em todo o território nacional é uma competência do SUS que poderá se beneficiar quando agilizar processos, reduzir burocracia e melhorar o acesso dos profissionais aos serviços do SUS.
V- Examinar e aprovar os Regimentos dos Conselhos Profissionais, modificando o que se fizer necessário para assegurar unidade de orientação e uniformidade de ação, é uma competência do SUS que poderá se beneficiar quando realizar a padronização do sistema conselhal, deixando de ser uma mera tarefa burocrática e administrativa quando potencializada pela tecnologia. Isto torna os processos mais ágeis, seguros e fundamentados, evitando contradições e baseando-se em decisões tomadas a partir de dados concretos. Além disso, tais atribuições são mais transparentes, com o fortalecimento e a credibilidade do conselho perante a categoria e a sociedade.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Com base na RESOLUÇÃO COFFITO nº 424/2013, Art. 10, é CORRETO afirmar que:
Com base na RESOLUÇÃO COFFITO Nº 619/2025, tendo como fonte o Art. 6º, é CORRETO afirmar que:
I- A Restauração da amplitude de movimento (ADM) dentro dos limites funcionais é um critério subjetivo mensurável.
II- Redução significativa da dor, medida por escalas, é um critério objetivo.
III- O paciente relata sentir-se melhor, mais confiante e seguro para realizar suas atividades, tornando-se uma autopercepção de melhora subjetiva.
IV- Retorno às atividades desejadas, quando o paciente relata sucesso no retorno às suas atividades esportivas, laborais, de lazer e sociais sem restrições significativas, é um critério objetivo.
V- Retorno às atividades da vida diária (AVDs) e laborais sem auxílio ou com auxílio mínimo, utilizando escalas apropriadas à análise da capacidade funcional, é um critério objetivo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- A dor intensa e persistente do paciente Sicrano, desproporcional aos achados clínicos, é um sinal clássico de sensibilização central. Seu cérebro aprendeu a interpretar qualquer carga sobre o joelho como uma ameaça grave, gerando uma resposta de dor exagerada como mecanismo de proteção.
II- Após meses sentindo dor, Sicrano desenvolveu um medo profundo de apoiar o pé no chão e ficar em pé. Seu cérebro associa essa posição a perigo. A abordagem moderna prioriza educá-lo sobre a neurociência da dor, explicando que a dor não significa necessariamente novo dano tecidual. Isso reduz o pânico e o ajuda a se reconectar com seu corpo de forma mais segura.
III- No caso de Sicrano, em vez de um comando simples, o tratamento se concentra em exercícios graduais e seguros (como apoio parcial de peso), sempre respeitando seu limite de conforto para reduzir o medo. O objetivo final é transformar Sicrano no protagonista ativo da sua própria recuperação.
IV- O fisioterapeuta vai focar no que realmente importa para Sicrano: recuperar as atividades da vida dele. Em vez de só medir a dor, a avaliação será prática e personalizada. O que será feito: Identificar tarefas específicas que o Sicrano não consegue fazer por causa da dor.
V- O fisioterapeuta vai focar exclusivamente no joelho como uma estrutura danificada e tratar a dor como um simples sinal de lesão tecidual.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Manterá a Imobilização do braço com uma tipoia por cerca de 30 dias para reduzir a dor e proteger a reparação, e iniciará as sessões somente após o período de imobilização de cerca de 30 dias.
II- Controlará a dor, fortalecerá os músculos e recuperará a mobilidade, durante o processo de reabilitação, que pode levar vários meses, com a frequência das sessões diminuindo gradualmente.
III- Informa que a recuperação completa pode levar, geralmente, mais de 4 meses, dependendo da gravidade da lesão e do nível de atividade do paciente.
IV- "Recomenda que não mexa o seu braço" (Restrição passiva): O paciente não deve tentar usar a musculatura do ombro direito para levantar, empurrar, puxar ou realizar qualquer movimento.
V- "Informa que não vai mover o braço do paciente além do permitido" (Restrição ativa): O fisioterapeuta, ou qualquer outra pessoa (enfermeiro, familiar), não deve movimentar o braço do paciente além dos limites muito específicos e seguros estabelecidos pelo protocolo pós-operatório e pela prescrição médica.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Garantir troca gasosa adequada, com base na oxigenação, devendo manter níveis adequados de O2 no sangue pelas vias FiO2 e PEEP (Pressão Expiatória Final Positiva), e com base na ventilação, devendo remover CO2 eficientemente pelas vias do volume corrente ou da pressão e da frequência respiratória.
II- Minimizar lesão pulmonar pelo ventilador, realizando ajustes, evitando traumas com volumes correntes que sejam ideais a idade, sexo e condições do diafragma; evitando traumas com pressões com uso de pressão mecânica protetora; evitando traumas ao abrir e fechar alvéolos com PEEP adequada.
III- Adequar o modo ventilatório ao esforço do paciente, escolhendo entre modos controlados, assistidos ou suporte, garantindo sincronia paciente–ventilador, ajustando a sensibilidade (trigger) para evitar disparos inapropriados ou falta de disparo.
IV- Manter parâmetros dentro de limites protetores, utilizando uma estratégia protetora com volume corrente baixo, pressão de platô em valores seguros. Drive Pressórico (ΔP) idealmente em valores seguros.
V- Ajustar PEEP, conforme necessidade para manter alvéolos abertos e melhorar a oxigenação, evitando, assim, o colapso pulmonar, mas sem causar superdistensão. Ajustar também a FiO2 em valores baixos que mantenham a oxigenação adequada; contudo evite a toxicidade por oxigênio.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Explorar e estimular a plasticidade neural – a capacidade do cérebro de se reorganizar e formar novas conexões para compensar a área lesionada.
II- Utilizar a Terapia de Movimento Induzido por Restrição (TMIR), levando a restrição da mão e do braço paréticos (direito) que são restringidos com uma luva ou tipoia, forçando o uso intensivo dos membros saudáveis (esquerdo) por várias horas seguidas.
III- Utilizar Tecnologias de Suporte como Neurofeedback e Realidade Virtual, que fornecem um feedback imediato e gratificante, o que aumenta a liberação de dopamina, um neurotransmissor crucial para a plasticidade sináptica e o aprendizado.
IV- Utilizar o Treinamento Orientado à Tarefa, que não é apenas benéfico ao Sr. Sicrano, é essencial. Ele traduz os ganhos de força e amplitude de movimento em uma recuperação funcional real, restaurando a sua capacidade de interagir com o mundo e viver de forma independente, explorando ao máximo o potencial de plasticidade de seu cérebro.
V- Utilizar padrões e técnicas de irradiação e somação. Os conceitos de irradiação e somação são pilares da Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva. A irradiação se refere ao aumento da força de contração muscular que ocorre quando um estímulo (ou vários estímulos) é aplicado de forma repetitiva e rápida, e a somação é um princípio que descreve a propagação de uma resposta neuromuscular de músculos fortes para músculos mais fracos, quando é aplicado um estímulo de resistência máxima.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Escala de Coma de Glasgow tem como grande inovação a integração da reatividade pupilar. O resultado desta avaliação é chamado de Pontuação de Reatividade Pupilar (P), que é subtraído da pontuação total (ECG).
II- Escala de Coma Glasgow de tem como grande inovação a integração da reatividade pupilar. O resultado desta avaliação é chamado de Pontuação de Reatividade Pupilar (P), que é somado à pontuação total (ECG).
III- Escala de Coma de Glasgow pode ser adaptada para a idade.
IV- Uma mulher de 50 anos, vítima de queda em casa, abre os olhos quando a equipe a chama em voz alta, (E=3), e quando perguntada qual o seu nome, responde de forma confusa: “o café está quente!” (V=4); por fim, não obedece a comandos, mas afasta a mão quando recebe um estímulo no dedo (M=2). Neste caso, indica um comprometimento moderado da consciência.
V- Um homem de 40 anos, vítima de acidente de carro grave. Não abre os olhos, nem ao chamado nem ao estímulo doloroso (E=1). Emite apenas gemidos baixos (V=2). Motor: Apresenta flexão anormal dos braços (decorticação) quando submetido a um estímulo doloroso (M=3). Neste caso, indica um comprometimento moderado da consciência.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Dr. Fulano sofreu um Acidente com Material Biológico (AMB), necessitando de avaliação e, provavelmente, do início imediato da Profilaxia Pós-Exposição (PEP) para prevenir a transmissão do HIV e/ou outras (Vírus da Imunodeficiência Humana) infecções.
II- Princípio da Utilização de Barreiras de Proteção Adequadas ao Risco. Esta é a falha central. O profissional não utilizou o Equipamento de Proteção Individual (EPI) completo e adequado para o procedimento de alto risco que realizaria.
III- Princípio da Avaliação de Risco e da Precaução Específica: O profissional e/ou a instituição falharam em avaliar corretamente o risco agregado do paciente (SIDA + pneumonia por PJP + procedimento gerador de aerossóis) e, portanto, não implementaram o conjunto de precauções necessárias.
IV- Princípio da Responsabilidade Institucional na Disponibilidade de EPI. A falha institucional na gestão de estoque de EPIs é um princípio de biossegurança fundamental que foi violado. A instituição é obrigada a fornecer, de forma contínua e acessível, todos os EPIs necessários para a proteção da equipe e dos pacientes.
V- Princípio da Precaução Padrão (Universal). Este princípio fundamental afirma que todo paciente deve ser tratado como potencialmente infeccioso, independentemente de diagnóstico conhecido. No entanto, no caso descrito, mesmo com um diagnóstico de infecção transmitida por aerossóis (pneumonia) e sangue (SIDA), as precauções foram relaxadas com relação à falta de EPI.
É CORRETO o que se afirma em: