A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é uma ferramenta neurológi...
I- Escala de Coma de Glasgow tem como grande inovação a integração da reatividade pupilar. O resultado desta avaliação é chamado de Pontuação de Reatividade Pupilar (P), que é subtraído da pontuação total (ECG).
II- Escala de Coma Glasgow de tem como grande inovação a integração da reatividade pupilar. O resultado desta avaliação é chamado de Pontuação de Reatividade Pupilar (P), que é somado à pontuação total (ECG).
III- Escala de Coma de Glasgow pode ser adaptada para a idade.
IV- Uma mulher de 50 anos, vítima de queda em casa, abre os olhos quando a equipe a chama em voz alta, (E=3), e quando perguntada qual o seu nome, responde de forma confusa: “o café está quente!” (V=4); por fim, não obedece a comandos, mas afasta a mão quando recebe um estímulo no dedo (M=2). Neste caso, indica um comprometimento moderado da consciência.
V- Um homem de 40 anos, vítima de acidente de carro grave. Não abre os olhos, nem ao chamado nem ao estímulo doloroso (E=1). Emite apenas gemidos baixos (V=2). Motor: Apresenta flexão anormal dos braços (decorticação) quando submetido a um estímulo doloroso (M=3). Neste caso, indica um comprometimento moderado da consciência.
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: Na ECG tradicional, a soma dos componentes ocular, verbal e motor varia de 3 a 15; na forma estendida com reatividade pupilar (GCS-P), a pontuação pupilar é subtraída do total. Além disso, a escala pode ser adaptada para a idade e a gravidade é classificada em 13-15 leve, 9-12 moderada e 3-8 grave. Com isso, apenas I, III e IV permanecem verdadeiras.
- Na forma tradicional da ECG, some ocular, verbal e motora; na forma com pupilas, a pontuação pupilar é subtraída do total.
- Guarde os cortes de gravidade: 13-15 leve, 9-12 moderado, 3-8 grave.
- Se a questão já fornecer os valores E, V e M, a classificação deve ser feita com essa pontuação explícita.
- Considere que a escala pode ser adaptada por idade, especialmente no componente verbal pediátrico.
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A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é um instrumento clínico utilizado para avaliar o nível de consciência de pacientes com comprometimento neurológico, especialmente em casos como o trauma cranioencefálico. Criada por Graham Teasdale e Bryan Jennett, ela se baseia na análise de três parâmetros:
- Abertura ocular (E): varia de 1 a 4
- Resposta verbal (V): varia de 1 a 5
- Resposta motora (M): varia de 1 a 6
A soma desses itens gera um escore total de 3 a 15, que classifica o nível de consciência:
- 13–15: leve
- 9–12: moderado
- ≤ 8: grave
Uma atualização recente introduziu a avaliação da reatividade pupilar, originando a chamada GCS-P. Nessa versão, a Pontuação de Reatividade Pupilar (P) (0 a 2) é subtraída do valor total da ECG, aumentando a precisão prognóstica.
Além disso, a escala pode ser adaptada para crianças, considerando diferenças no desenvolvimento, principalmente na resposta verbal.
Um ponto essencial é a correta interpretação das respostas motoras:
- M4 (retirada à dor) indica melhor resposta do que
- M3 (flexão anormal – decorticação) e
- M2 (extensão – descerebração)
Erros na identificação dessas respostas podem levar a classificações incorretas da gravidade.
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