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Questões de Concurso Sobre serviço social na educação em serviço social

Foram encontradas 1.266 questões

Q3839560 Serviço Social
Direito à educação: o que significa, na prática, garantir vaga para todos?


      Quando se fala em direito à educação, é comum imaginar uma sala de aula com carteiras alinhadas, um quadro na frente e um professor disposto a ensinar. Em muitos discursos oficiais, “garantir o direito” aparece resumido a uma frase: “há vaga para todas as crianças em idade escolar”. Mas basta olhar com um pouco mais de cuidado para perceber que, entre ter vaga na escola e, de fato, aprender, existe um longo caminho.

        Garantir vaga é o ponto de partida, não a linha de chegada. No papel, o município pode afirmar que todas as crianças estão matriculadas. Na prática, porém, é preciso perguntar: todas conseguem chegar à escola todos os dias? Em áreas rurais, o transporte escolar pode significar caminhões adaptados, estradas de terra e trajetos longos. Nas periferias urbanas, o problema pode ser a distância a pé, a insegurança no caminho, o custo do ônibus. A vaga existe, mas o acesso até ela nem sempre é simples.

        Outra dimensão é a permanência. Uma criança que chega à escola, mas sente fome, pode até ocupar uma carteira, mas dificilmente conseguirá se concentrar. A merenda escolar, muitas vezes vista apenas como um detalhe administrativo, é, na vida real, o que mantém alguns estudantes de pé. Há também quem precise trabalhar para ajudar em casa; nesse caso, conciliar estudos e jornada de trabalho transforma o direito à educação em um malabarismo diário.

      Quando se fala em “vaga para todos”, é preciso incluir aqueles que historicamente foram deixados de fora: estudantes com deficiência, pessoas que moram em áreas de difícil acesso, jovens e adultos que não concluíram o ensino básico na idade “esperada”. Não basta abrir uma sala e colocar todos juntos. É necessário pensar em acessibilidade, adaptações curriculares, materiais diferenciados, profissionais de apoio, horários flexíveis. A igualdade de direito não significa tratar todos da mesma forma, e sim garantir que cada um tenha condições reais de aprender.

       A qualidade do ensino é outra peça indispensável. Um prédio com infiltrações, banheiros quebrados, biblioteca trancada e aulas constantemente interrompidas não cumpre o que o direito à educação promete. Professores sem formação adequada, turmas superlotadas e falta de materiais didáticos também transformam a vaga em uma promessa pela metade. A presença física na escola é importante, mas não adianta sentar-se na carteira e sair de lá sem compreender o que foi ensinado.

         Por fim, garantir vaga significa ouvir quem ocupa essas vagas. Estudantes que não se sentem respeitados, que sofrem preconceito, que não se reconhecem nos conteúdos trabalhados podem até estar oficialmente “dentro” da escola, mas, subjetivamente, continuam do lado de fora. Uma escola que não escuta suas vozes corre o risco de ser apenas um prédio com gente dentro, e não um espaço de formação.

       Direito à educação, portanto, não se esgota na matrícula ou na lista de chamada preenchida. Significa assegurar acesso, permanência e aprendizagem em condições dignas, para pessoas diferentes, em realidades variadas. Entre o discurso bonito dos documentos e o cotidiano nem sempre bonito das salas de aula, há um trabalho silencioso e contínuo que define se a vaga é um número em uma planilha ou uma oportunidade real de transformar vidas.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
No trecho “Estudantes que não se sentem respeitados, que sofrem preconceito, que não se reconhecem nos conteúdos trabalhados podem até estar oficialmente ‘dentro’ da escola, mas, subjetivamente, continuam do lado de fora”, o autor enfatiza que o(a)
Alternativas
Q3839559 Serviço Social
Direito à educação: o que significa, na prática, garantir vaga para todos?


      Quando se fala em direito à educação, é comum imaginar uma sala de aula com carteiras alinhadas, um quadro na frente e um professor disposto a ensinar. Em muitos discursos oficiais, “garantir o direito” aparece resumido a uma frase: “há vaga para todas as crianças em idade escolar”. Mas basta olhar com um pouco mais de cuidado para perceber que, entre ter vaga na escola e, de fato, aprender, existe um longo caminho.

        Garantir vaga é o ponto de partida, não a linha de chegada. No papel, o município pode afirmar que todas as crianças estão matriculadas. Na prática, porém, é preciso perguntar: todas conseguem chegar à escola todos os dias? Em áreas rurais, o transporte escolar pode significar caminhões adaptados, estradas de terra e trajetos longos. Nas periferias urbanas, o problema pode ser a distância a pé, a insegurança no caminho, o custo do ônibus. A vaga existe, mas o acesso até ela nem sempre é simples.

        Outra dimensão é a permanência. Uma criança que chega à escola, mas sente fome, pode até ocupar uma carteira, mas dificilmente conseguirá se concentrar. A merenda escolar, muitas vezes vista apenas como um detalhe administrativo, é, na vida real, o que mantém alguns estudantes de pé. Há também quem precise trabalhar para ajudar em casa; nesse caso, conciliar estudos e jornada de trabalho transforma o direito à educação em um malabarismo diário.

      Quando se fala em “vaga para todos”, é preciso incluir aqueles que historicamente foram deixados de fora: estudantes com deficiência, pessoas que moram em áreas de difícil acesso, jovens e adultos que não concluíram o ensino básico na idade “esperada”. Não basta abrir uma sala e colocar todos juntos. É necessário pensar em acessibilidade, adaptações curriculares, materiais diferenciados, profissionais de apoio, horários flexíveis. A igualdade de direito não significa tratar todos da mesma forma, e sim garantir que cada um tenha condições reais de aprender.

       A qualidade do ensino é outra peça indispensável. Um prédio com infiltrações, banheiros quebrados, biblioteca trancada e aulas constantemente interrompidas não cumpre o que o direito à educação promete. Professores sem formação adequada, turmas superlotadas e falta de materiais didáticos também transformam a vaga em uma promessa pela metade. A presença física na escola é importante, mas não adianta sentar-se na carteira e sair de lá sem compreender o que foi ensinado.

         Por fim, garantir vaga significa ouvir quem ocupa essas vagas. Estudantes que não se sentem respeitados, que sofrem preconceito, que não se reconhecem nos conteúdos trabalhados podem até estar oficialmente “dentro” da escola, mas, subjetivamente, continuam do lado de fora. Uma escola que não escuta suas vozes corre o risco de ser apenas um prédio com gente dentro, e não um espaço de formação.

       Direito à educação, portanto, não se esgota na matrícula ou na lista de chamada preenchida. Significa assegurar acesso, permanência e aprendizagem em condições dignas, para pessoas diferentes, em realidades variadas. Entre o discurso bonito dos documentos e o cotidiano nem sempre bonito das salas de aula, há um trabalho silencioso e contínuo que define se a vaga é um número em uma planilha ou uma oportunidade real de transformar vidas.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
No parágrafo que trata da qualidade do ensino, a expressão “promessa pela metade” refere-se à 
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Q3839558 Serviço Social
Direito à educação: o que significa, na prática, garantir vaga para todos?


      Quando se fala em direito à educação, é comum imaginar uma sala de aula com carteiras alinhadas, um quadro na frente e um professor disposto a ensinar. Em muitos discursos oficiais, “garantir o direito” aparece resumido a uma frase: “há vaga para todas as crianças em idade escolar”. Mas basta olhar com um pouco mais de cuidado para perceber que, entre ter vaga na escola e, de fato, aprender, existe um longo caminho.

        Garantir vaga é o ponto de partida, não a linha de chegada. No papel, o município pode afirmar que todas as crianças estão matriculadas. Na prática, porém, é preciso perguntar: todas conseguem chegar à escola todos os dias? Em áreas rurais, o transporte escolar pode significar caminhões adaptados, estradas de terra e trajetos longos. Nas periferias urbanas, o problema pode ser a distância a pé, a insegurança no caminho, o custo do ônibus. A vaga existe, mas o acesso até ela nem sempre é simples.

        Outra dimensão é a permanência. Uma criança que chega à escola, mas sente fome, pode até ocupar uma carteira, mas dificilmente conseguirá se concentrar. A merenda escolar, muitas vezes vista apenas como um detalhe administrativo, é, na vida real, o que mantém alguns estudantes de pé. Há também quem precise trabalhar para ajudar em casa; nesse caso, conciliar estudos e jornada de trabalho transforma o direito à educação em um malabarismo diário.

      Quando se fala em “vaga para todos”, é preciso incluir aqueles que historicamente foram deixados de fora: estudantes com deficiência, pessoas que moram em áreas de difícil acesso, jovens e adultos que não concluíram o ensino básico na idade “esperada”. Não basta abrir uma sala e colocar todos juntos. É necessário pensar em acessibilidade, adaptações curriculares, materiais diferenciados, profissionais de apoio, horários flexíveis. A igualdade de direito não significa tratar todos da mesma forma, e sim garantir que cada um tenha condições reais de aprender.

       A qualidade do ensino é outra peça indispensável. Um prédio com infiltrações, banheiros quebrados, biblioteca trancada e aulas constantemente interrompidas não cumpre o que o direito à educação promete. Professores sem formação adequada, turmas superlotadas e falta de materiais didáticos também transformam a vaga em uma promessa pela metade. A presença física na escola é importante, mas não adianta sentar-se na carteira e sair de lá sem compreender o que foi ensinado.

         Por fim, garantir vaga significa ouvir quem ocupa essas vagas. Estudantes que não se sentem respeitados, que sofrem preconceito, que não se reconhecem nos conteúdos trabalhados podem até estar oficialmente “dentro” da escola, mas, subjetivamente, continuam do lado de fora. Uma escola que não escuta suas vozes corre o risco de ser apenas um prédio com gente dentro, e não um espaço de formação.

       Direito à educação, portanto, não se esgota na matrícula ou na lista de chamada preenchida. Significa assegurar acesso, permanência e aprendizagem em condições dignas, para pessoas diferentes, em realidades variadas. Entre o discurso bonito dos documentos e o cotidiano nem sempre bonito das salas de aula, há um trabalho silencioso e contínuo que define se a vaga é um número em uma planilha ou uma oportunidade real de transformar vidas.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
Quando o autor afirma que “é preciso incluir aqueles que historicamente foram deixados de fora”, ele se refere, entre outros, a
Alternativas
Q3829266 Serviço Social
O Art. 5° da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996), sem considerar jurisprudência, doutrina ou outras fontes, dispõe que o acesso à educação básica obrigatória constitui direito público subjetivo, podendo ser exigido do Poder Público por qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associações comunitárias, organizações sindicais, entidades de classe ou outras entidades legalmente constituídas, bem como pelo Ministério Público.


Lei n° 9.394/1996.
Segundo consta no § 8º, os dados e microdados, agregados e desagregados, coletados na execução de políticas educacionais de caráter censitário, avaliativo ou regulatório, serão tratados, divulgados e compartilhados, sempre que possível, de forma (X) , observados os parâmetros para tal abordagem previstos em regulamento. Assinale a alternativa que substitui corretamente o (X) do texto.
Alternativas
Q3829262 Serviço Social
No contexto da atuação do assistente social na educação, o atendimento individualizado se diferencia da prática psicoterapêutica por focar nas expressões da questão social que permeiam a vida do aluno e de sua família, exigindo um manejo técnico específico. Considerando as competências profissionais e a dimensão técnico-operativa, assinale a alternativa correta sobre a natureza da "escuta qualificada" neste espaço sócio-ocupacional e sua distinção de práticas clínicas.
Alternativas
Q3829255 Serviço Social
O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) oferta o Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos (PAEFI) para situações de violação de direitos, incluindo o trabalho infantil. Sobre a articulação deste serviço com a escola, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) O acompanhamento de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil pelo CREAS deve articular-se com a escola para garantir a permanência ou o retorno escolar, combatendo a evasão frequentemente associada ao trabalho precoce.

(__) O CREAS deve exigir que a escola expulse o aluno identificado em situação de trabalho infantil, pois sua presença em sala de aula contamina os demais alunos com valores distorcidos sobre o trabalho.

(__) As ações do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) são articuladas no âmbito do CREAS (ou CRAS, dependendo da gestão), exigindo a oferta de atividades socioeducativas no contraturno escolar para retirar a criança da situação de trabalho.

(__) A escola não deve notificar o CREAS sobre suspeitas de trabalho infantil, pois essa é uma questão econômica familiar privada na qual o Estado não deve intervir, salvo se houver crime.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3829254 Serviço Social
O acompanhamento de adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa de Liberdade Assistida (LA) exige a articulação com a rede de ensino. Assinale a alternativa correta sobre o papel do Orientador de Medida em relação à escolarização do socioeducando. 
Alternativas
Q3829250 Serviço Social
Os indicadores sociais são instrumentos essenciais para o diagnóstico da realidade escolar e o planejamento de políticas públicas de enfrentamento às desigualdades educacionais. Assinale a alternativa correta que define o Coeficiente de Gini, um indicador frequentemente utilizado para analisar a desigualdade de renda que impacta a permanência escolar. 
Alternativas
Q3799663 Serviço Social
A inclusão do Serviço Social nas redes públicas de educação básica, formalizada pela Lei nº 13.935/2019, abriu um campo de atuação relevante para o assistente social. Este profissional integra a equipe multiprofissional para atender às necessidades dos estudantes e fortalecer o processo de ensino-aprendizagem. Considerando este contexto, assinale a alternativa correta sobre a atuação do assistente social na política de educação.
Alternativas
Q4113124 Serviço Social
É um desafio enfrentado pelos assistentes sociais na educação, descrito na publicação “Subsídios para a Atuação de Assistentes Sociais na Política de Educação”:
Alternativas
Q4113123 Serviço Social
Considerando a publicação “Subsídios para a Atuação de Assistentes Sociais na Política de Educação do conjunto CFESS/CRESS”, pode‑se afirmar que é uma das funções dos assistentes sociais no âmbito escolar:
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Q4111199 Serviço Social
O trabalho em rede e a interdisciplinaridade são estratégias centrais para o enfrentamento das complexas expressões da questão social que se manifestam na escola. A articulação entre a escola e o Sistema de Garantia de Direitos (SGD) é vital para a proteção integral. Nesse cenário, assinale a alternativa correta sobre a dinâmica do trabalho em rede e a atuação do Assistente Social.
Alternativas
Q4111197 Serviço Social
A 'Questão Social' é a base de fundação e o objeto de intervenção do Serviço Social. Na contemporaneidade, suas expressões se manifestam intensamente no chão da escola, refletindo as contradições entre capital e trabalho. Assim, analise as afirmativas a seguir sobre a compreensão da Questão Social na educação.

I. A Questão Social na escola deve ser compreendida não como problemas individuais ou morais dos alunos, mas como reflexo das desigualdades estruturais da sociedade capitalista, que geram pobreza, violência e exclusão.
II. As expressões da questão social, como o trabalho infantil e a violência doméstica, são externas à escola e não devem interferir no currículo ou no planejamento escolar, que deve focar exclusivamente no conteúdo acadêmico.
III. O enfrentamento da Questão Social na educação exige a articulação da política educacional com as demais políticas de seguridade social, reconhecendo que a educação sozinha não resolve as desigualdades estruturais.

Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS: 
Alternativas
Q4111196 Serviço Social
A compreensão da família no âmbito da política educacional exige do Assistente Social uma análise crítica que supere visões idealizadas e culpabilizantes. A família contemporânea apresenta diversas configurações e é atravessada pelas desigualdades sociais. Acerca da abordagem do Serviço Social junto às famílias na escola, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

(__) O trabalho social deve reconhecer a diversidade de arranjos familiares (monoparentais, homoafetivos, extensos), evitando impor o modelo nuclear burguês como o único padrão de normalidade e saúde.
(__) A intervenção deve pautar-se no familismo, transferindo para a família a responsabilidade integral pelo sucesso escolar e pela proteção social, desonerando o Estado de suas obrigações.
(__) As famílias devem ser compreendidas como espaços de proteção, mas também de possíveis violações de direitos e conflitos, necessitando de suporte da rede de proteção social e não apenas de cobranças.
(__) O fracasso escolar deve ser tratado primariamente como negligência familiar, cabendo ao assistente social a função de advertir os pais sobre suas falhas morais na educação dos filhos.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4111195 Serviço Social
O sigilo profissional é um direito e um dever do assistente social, fundamental para a construção do vínculo de confiança com os usuários. No ambiente escolar, a pressão institucional por informações sobre a vida privada dos alunos e suas famílias é frequente. Acerca do sigilo profissional na atuação escolar, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__) O assistente social deve socializar com a equipe pedagógica apenas as informações estritamente necessárias para a tomada de decisões que visem o benefício do aluno, resguardando os detalhes íntimos que não impactam no processo educativo.
(__) O sigilo profissional é absoluto e inviolável em qualquer circunstância, não podendo o assistente social revelar informações nem mesmo quando houver grave ameaça à vida ou à integridade física da criança ou adolescente.
(__) Em trabalhos multiprofissionais, o assistente social pode compartilhar informações sigilosas com outros profissionais da equipe, desde que estes também estejam sujeitos ao sigilo ético e que a quebra seja necessária para a intervenção conjunta.
(__) O prontuário técnico do aluno, contendo anotações do assistente social, deve ficar disponível na secretaria da escola para consulta livre de todos os professores e funcionários, visando facilitar o entendimento do caso.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4111194 Serviço Social
O Projeto Ético-Político do Serviço Social, consolidado a partir da década de 1990, fundamenta-se na defesa intransigente dos direitos humanos, na democracia e na cidadania. Ao transpor esses fundamentos para a prática profissional no âmbito da política de educação, o assistente social depara-se com desafios que exigem posicionamento crítico frente às demandas institucionais. Acerca da materialização desse projeto ético-político no cotidiano escolar, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__) A atuação deve romper com práticas conservadoras e assistencialistas, buscando a viabilização de direitos sociais e a democratização das informações, fortalecendo os conselhos escolares e a gestão democrática.
(__) O assistente social deve manter uma postura de neutralidade absoluta diante dos conflitos escolares, abstendo-se de emitir pareceres técnicos que possam confrontar a direção da escola, garantindo a harmonia institucional.
(__) A intervenção profissional deve privilegiar a dimensão socioeducativa, contribuindo para a análise da realidade social dos estudantes e combatendo preconceitos e discriminações no ambiente escolar.
(__) O foco da ação profissional deve ser o ajustamento comportamental do aluno às normas da escola, utilizando a visita domiciliar como instrumento de fiscalização e controle moral das famílias.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
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Q4111193 Serviço Social
A instrumentalidade do Serviço Social é uma categoria teórica fundamental que confere ao profissional a capacidade de transformar suas intencionalidades em respostas profissionais. Na área da educação, isso não se resume ao uso de formulários ou técnicas burocráticas, mas envolve a articulação entre as dimensões teórico-metodológica, ético-política e técnico-operativa. Nesse contexto, assinale a afirmativa correta sobre a instrumentalidade do Assistente Social na educação. 
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Q4091228 Serviço Social
Com base nas publicações do conjunto CFESS/CRESS, sobre o Serviço Social e a Política de Educação, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) As demandas apresentadas aos assistentes sociais em relação à educação vinculam-se a uma inserção restrita aos estabelecimentos educacionais tradicionais.
(  ) A vinculação do Serviço Social com a Política de Educação foi sendo forjada desde os primórdios da profissão como parte de um processo de requisições postas pelas classes dominantes quanto à formação técnica, intelectual e moral da classe trabalhadora, a partir de um padrão de escolarização necessário às condições de reprodução do capital em diferentes ciclos de expansão e de crise.
(  ) A atuação do assistente social voltada para a garantia do acesso à educação escolarizada tem sido a marca principal da inserção dos assistentes sociais na Política de Educação.
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Q4091226 Serviço Social
A Política Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), instituída pela Lei nº 14.914/2024, consolida a trajetória das ações de assistência estudantil. Um dos programas estabelecidos na PNAES é o Programa Milton Santos de Acesso ao Ensino Superior (Promisaes), que tem como um dos seus objetivos 
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Q4091225 Serviço Social
As ações de assistência estudantil no ensino superior no Brasil possuem uma trajetória marcada por ações pontuais e fragmentadas, voltadas à moradia e à alimentação. Nesse contexto, atribuem-se funções e requisições aos assistentes sociais para que os discentes tenham condições de concluírem seus estudos.
Ainda que não seja a única ação dos assistentes sociais na permanência estudantil, sem dúvida, a ação mais conhecida e a que ocupa a maior parte do tempo é a 
Alternativas
Respostas
141: B
142: C
143: A
144: D
145: C
146: B
147: A
148: C
149: A
150: B
151: B
152: D
153: D
154: A
155: B
156: B
157: B
158: B
159: C
160: A