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Q3833236 Medicina
Qual (ais) dos sinais e sintomas cognitivos abaixo pode(m) fazer parte do diagnóstico depressão pós-parto?
Alternativas
Q3833235 Medicina
Paciente 30 anos, primípara, com acompanhamento pré-natal de baixo risco bem realizado e sem intercorrências. Vem para acompanhamento pré-natal na 35ª semana de gravidez, quando é percebida uma AFU de 30 cm. Foi submetida a uma ultrassonografia que evidenciou uma circunferência abdominal entre o percentil 3 e 10, o índice de pulsatilidade da artéria cerebral média fetal no percentil 3 e da artéria umbilical no percentil 80.
Qual a conduta a ser adotada?
Alternativas
Q3833234 Medicina
Paciente 21 anos, primigesta, na 30ª semana de gravidez e assintomática. Veio à emergência trazendo uma ultrassonografia obstétrica, complementada pela via endovaginal apresentando sludge, sem outras alterações. Ela foi encaminhada pelo ultrassonografista, pois deveria procurar uma emergência.
Baseado nas recomendações atuais, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3833233 Medicina
Qual dos testes abaixo NÃO pode ser utilizado no diagnóstico diferencial da rotura prematura das membranas? 
Alternativas
Q3833232 Medicina
Segundo a fetal medicine foundation, recentemente um novo parâmetro para predizer risco de pré-eclâmpsia foi adicionado no cálculo de risco do primeiro trimestre.
Assinale a alternativa que representa esse parâmetro.
Alternativas
Q3833231 Medicina
Paciente 22 anos, tercigesta, secundípara, 30ª semana de gravidez. Chegou à emergência obstétrica referindo perda de líquido amniótico, náusea e vômitos. No cartão de pré-natal, observa-se: tipagem sanguínea A negativo; Coombs indireto positivo e glicemia jejum de 200 mg% (todos realizados no 1º trimestre de gravidez). Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 29cm; pressão arterial de 100 x 60 mmHg; toque vaginal, com colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel, bolsa das águas rotas com saída de líquido claro e discreto sangramento. A ultrassonografia realizada no momento do atendimento revelou: percentil de peso para idade gestacional 89; pico sistólico da artéria cerebral média fetal menor de 1,5 MoM para a idade gestacional; e maior bolsão de 9,8cm. Durante aproximadamente 4 semanas, a paciente foi mantida internada, fazendo psicoterapia, controle glicêmico diário com dieta e insulinoterapia (NPH e Regular). O perfil glicêmico evoluiu satisfatoriamente a partir da 3ª semana de internamento. A interrupção da gravidez foi indicada com 33 semana e 5 dias, por sangramento genital há 2 horas, rotura prematura das membranas há mais de 24 horas e apresentação pélvica. A paciente foi submetida à cesariana. Na retirada do recém-nascido, o obstetra teve dificuldade porque ele estava em apresentação pélvica. O recém-nascido (RN) apresentou bom tônus e choro forte. Realizado o clampeamento do cordão umbilical com 60 segundos.
Assinale a alternativa que melhor representa a hipótese diagnóstica que o médico assistente indicou a interrupção da gestação por cesariana, mas que, após o nascimento, não foi confirmada. 
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Q3833230 Medicina
Paciente 22 anos, tercigesta, secundípara, 31ª semana de gravidez. Chegou à emergência obstétrica referindo dor em baixo ventre e perda de líquido amniótico. No cartão de pré-natal, observa-se: tipagem sanguínea A negativo; Coombs indireto positivo e glicemia jejum de 200 mg% (todos realizados no 1º trimestre de gravidez). Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 30cm; pressão arterial de 100 x 60 mmHg; toque vaginal, com colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel, bolsa das águas rotas com saída de líquido claro. A ultrassonografia realizada no momento do atendimento revelou: percentil de peso para idade gestacional 89; dopplervelocimetria com índice de pulsatilidade na artéria umbilical de 1,20 e na artéria cerebral média fetal de 2,10; pico sistólico da artéria cerebral média (ACM) fetal menor de 1,5 MoM para a idade gestacional; e maior bolsão (MB) de 9,8cm.
Nesta paciente, o que MELHOR pode representar a causa ou consequência do valor do MB do líquido amniótico?
Alternativas
Q3833229 Medicina
Paciente 33 anos, tercigesta, secundípara (partos prematuros), 33ª semana de gravidez. Chegou à emergência obstétrica referindo dor em baixo ventre. Referiu sobre os partos anteriores: o 1º prematuro, não sabe o motivo, mas informa que chegou ao hospital com 5 cm de dilatação, por via vaginal, e o recém-nascido apresentou desconforto respiratório; e o 2º parto foi de uma gestação gemelar, os bebês de mesma placenta entraram em sofrimento, sendo preciso realizar uma cesariana e ambos também apresentaram desconforto respiratório, um chegou a ficar no tubo por três dias, e o outro apenas com uma “máscara”. Peso ao nascer: 2.020g (1ª gestação) e 1.750g/2.530g (2ª gestação). Ao exame geral, nada digno de nota. Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 25cm; pressão arterial de 160 x 110 mmHg; toque vaginal, com colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel. Avaliando apenas os antecedentes obstétricos descritos, assinale a alternativa que melhor representa uma medida preventiva precoce que poderia ter sido realizada. 
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Q3833227 Medicina
Gestante 30 anos, primigesta e nulípara, 40ª semana de gestação, deu entrada na emergência obstétrica com dor em baixo ventre. Ao toque vaginal, o colo uterino apresentava-se com 10 cm de dilatação, bolsa rota, líquido claro com grumos, plano II de De Lee, cefálico e occipito direita transversa (ODT). Dinâmica uterina de 4 contrações/ 10 minuto/ 50 segundos. Batimentos cardiofetais (BCF) de 140 bpm. Após 6 horas, o toque vaginal era inalterado, porém com a presença de bossa serossanguínea. BCF: 136 bpm. Nesse momento, foi indicada uma cesariana. Ao exame físico do recém-nascido (RN) em sala de parto, encontrava-se bem com escore de Apgar 9/10, apresentando uma tumoração em região occipito parietal, predominante no parietal direito do RN de consistência endurecida e forma cacifo. Analise o exame físico do recém-nascido realizado em sala de parto, os dados do parto e assinale a alternativa CORRETA que representa uma possibilidade que ocorreu durante a descida e insinuação fetal no período expulsivo. 
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Q3833226 Medicina
Homem de 45 anos é atendido no pronto-socorro por queixa de dor (EVA 3) em região anal e tumoração local que surgiu há 4 dias. Relata apresentar dificuldade para defecar e classifica suas fezes como Bristol 1. Nega febre ou secreção. Ao exame proctológico, evidenciado nódulo doloroso, firme, de coloração azulada em região anal.
Diante do quadro, qual a conduta mais apropriada? 
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Q3833225 Medicina
Homem de 35 anos, fisiculturista em uso de esteroides anabolizantes, realizou ultrassonografia de abdome que evidenciou lesão hepática única de 4,0cm no segmento 6. Realizado complemento de investigação com tomografia computadorizada com contraste trifásico que demonstra lesão hepática única de 4,3cm no segmento 6, hipervascular arterial, sem sinais de sangramento, sugestiva de adenoma hepático. Apresenta função hepática normal.
Diante dos achados, qual a conduta mais apropriada? 
Alternativas
Q3833224 Medicina
Mulher de 60 anos realizou ultrassonografia de abdome por queixas ginecológicas que identificou cisto de pâncreas. Complementou investigação com ressonância magnética de abdome que identificou cisto pancreático de 2,6cm em corpo do pâncreas, sem comunicação com ductos pancreáticos, sem nódulo mural ou realce sólido. Ducto pancreático de 3mm. Ca 19-9 dentro da normalidade.
Diante do quadro, qual seria a conduta mais apropriada?
Alternativas
Q3833222 Medicina

Mulher de 51 anos, portadora de obesidade grau 1 e diabetes mellitus, procura atendimento por queixa de dor intermitente em hipocôndrio direito há 4 dias, associada à colúria e acolia fecal nas últimas 24 horas. Nega febre. Ao exame físico, apresenta-se ictérica (2+/4+), com dor à palpação em hipocôndrio direito e Murphy negativo. Exames laboratoriais: BT 5,2mg/dL (BD 4,3mg/dL), FA 420 U/L, GGT 610 U/L, TGO 86 U/L, TGP 104 U/L, amilase 30 U/L, lipase 55 U/L, leucometria 8.900/mm3. Realizou ultrassonografia de abdome que evidenciou vesícula biliar com múltiplos cálculos e dilatação de vias biliares com diâmetro máximo de 9mm, sem identificar fator obstrutivo. É, então, realizada a colangioressonância abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


Diante do achado da imagem, qual a conduta mais adequada?

Alternativas
Q3833221 Medicina
Homem de 28 anos, vítima de colisão moto-carro, é admitido no pronto-socorro cerca de 40 minutos após o trauma. Encontra-se agitado, pálido, sudoreico e com dificuldades para falar frases completas. Ao exame inicial, observa-se sangramento ativo pulsátil em ferimento extenso de coxa esquerda, fratura exposta visível e extremidades frias. Sinais vitais aferidos: FC 146bpm, PA 80x42mmHg, FR 28irpm, SpO2 90% em uso de máscara de oxigênio. Diante do quadro exposto, qual seria a conduta imediata mais adequada?
Alternativas
Q3833220 Medicina
Homem de 57 anos, sem comorbidades, chega ao setor de emergência com quadro de melena e hipotensão. Após adequada estabilização clínica, realizou endoscopia digestiva alta que demonstrou massa subepitelial com umbilicação central em pequena curvatura gástrica com sangramento ativo. Biópsia realizada identificou apenas processo inflamatório inespecífico. Tomografia computadorizada com contraste oral e venoso demonstra lesão de aproximadamente 5,0cm com realce heterogêneo conforme imagem abaixo:



Qual seria a conduta mais apropriada para esse paciente?
Alternativas
Q3833219 Medicina
Homem de 51 anos, sem comorbidades, foi diagnosticado com lesão vegetante em cólon ascendente de 3,0cm após realização de colonoscopia de rastreio para câncer colorretal. Biópsia evidenciou adenocarcinoma moderadamente diferenciado. Tomografias de estadiamento evidenciam múltiplos nódulos hipocaptantes bilobares em fígado, sugestivos de metástases, conforme imagem abaixo: 
Imagem associada para resolução da questão
O paciente encontra-se assintomático, com performance ECOG 0 e sem icterícia. Qual é a conduta inicial mais apropriada?
Alternativas
Q3833218 Medicina
Mulher de 42 anos, sem comorbidades, sem passado de etilismo ou tabagismo, realizou ultrassonografia de abdome durante avaliação pré-operatória de cirurgia plástica que identificou nódulo hepático de 3,0cm no segmento 7 hepático. Complementou investigação com tomografia de abdome com contraste trifásica que evidenciou lesão de 3,5 cm no segmento 7 hepático com hipercaptação arterial e “wash-out” portal. Solicitada alfa-fetoproteína que resultou em 30ng/mL.
Qual é a conduta mais apropriada nesse momento?
Alternativas
Q3833217 Medicina
Homem de 52 anos, etilista, tratado por pancreatite aguda há 8 semanas, retorna ao ambulatório de seguimento sem apresentar queixas. Relata boa aceitação de dieta, nega dor, náuseas, vômitos ou febre. Apresentava durante o internamento uma tomografia de abdome com moderada quantidade de líquido livre peripancreático sem presença de gás ou necrose.
Exame de acompanhamento ambulatorial abaixo para acompanhamento:
Imagem associada para resolução da questão

Diante do quadro apresentado pelo paciente e do exame de acompanhamento, qual é a conduta mais apropriada? 
Alternativas
Q3833216 Medicina
Um paciente de 68 anos, com histórico de fibrilação atrial permanente e escore CHA₂DS₂-VASc de 4, faz uso crônico de varfarina (Marevan) para prevenção de AVC isquêmico, mantendo INR alvo entre 2,0 e 3,0. Ele está agendado para uma hernioplastia inguinal eletiva. O médico responsável pelo pré-operatório planeja a suspensão da varfarina e a introdução de uma terapia ponte. Qual é a conduta perioperatória mais adequada e baseada em evidências para o manejo do anticoagulante neste caso, visando equilibrar os riscos de trombose e sangramento cirúrgico? 
Alternativas
Q3833215 Medicina
Um paciente de 70 anos, diabético tipo 2 e obeso, é admitido no pronto-socorro com dor abdominal intensa em hipocôndrio direito, febre (39°C), calafrios, leucocitose acentuada e sinal de Murphy positivo. A ultrassonografia de urgência revela vesícula biliar distendida, parede espessada e a presença de conteúdo ecogênico. O paciente é levado imediatamente ao centro cirúrgico para uma colecistectomia de urgência. Durante o procedimento, é confirmado o empiema, com drenagem de grande quantidade de pus do interior da vesícula biliar, mas sem perfuração ou contaminação grosseira do peritônio além do local da inflamação. A ferida operatória principal é fechada primariamente.
De acordo com a classificação de feridas cirúrgicas do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) e os critérios estabelecidos para a vigilância de infecções hospitalares no Brasil (Portaria GM/MS nº 2.616/98), em qual categoria a ferida cirúrgica deve ser classificada?
Alternativas
Respostas
16861: A
16862: C
16863: E
16864: E
16865: A
16866: D
16867: D
16868: A
16869: B
16870: D
16871: B
16872: B
16873: D
16874: B
16875: C
16876: C
16877: B
16878: C
16879: C
16880: D