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Com relação ao direito civil, julgue o item.
Considere‐se que o devedor integre determinado grupo
econômico. Nesse caso, a personalidade jurídica do
devedor pode ser desconsiderada para atingir o
patrimônio do grupo, mesmo que não haja abuso da
personalidade jurídica, com desvio de finalidade ou
confusão patrimonial.
A respeito da eficácia da lei no tempo e do conflito de normas, julgue o item.
Uma lei ordinária incompatível com a ordem
constitucional superveniente é considerada como não
recepcionada, não havendo que se falar em
inconstitucionalidade superveniente.
A respeito da eficácia da lei no tempo e do conflito de normas, julgue o item.
No direito brasileiro, a repristinação não é automática,
devendo constar expressamente da lei revogadora a
restauração da vigência da lei revogada.
Acerca das súmulas vinculantes, julgue o item.
As súmulas vinculantes podem ser aprovadas, revistas
ou canceladas, de ofício, pelo Supremo Tribunal Federal
ou por provocação de qualquer das partes nos recursos
ou nas ações originárias em tramitação no Supremo
Tribunal Federal.
Acerca das súmulas vinculantes, julgue o item.
Após reiteradas decisões sobre a matéria constitucional,
a súmula vinculante deve ser aprovada pela maioria
absoluta dos membros do Supremo Tribunal Federal.
Acerca das súmulas vinculantes, julgue o item.
Uma vez descumprida uma súmula vinculante, seja pela
autoridade administrativa seja pela autoridade judicial,
caberá reclamação, a qual deverá ser julgada pela turma
do Supremo Tribunal Federal, e não pelo seu plenário.
Julgue o item, relativo à impenhorabilidade dos bens públicos, aos agentes públicos e à improbidade administrativa.
Pela natureza de seu vínculo de trabalho, o empregado
de empresa pública que for condenado pela prática de
ato de improbidade administrativa não estará sujeito à
perda de sua função pública.
Julgue o item, relativo à impenhorabilidade dos bens públicos, aos agentes públicos e à improbidade administrativa.
O servidor público vinculado a uma autarquia federal
que exercer mandato eletivo de deputado na Câmara
Legislativa do Distrito Federal ficará afastado de seu
cargo, sendo‐lhe facultado optar por sua remuneração
de origem.
Julgue o item, relativo à impenhorabilidade dos bens públicos, aos agentes públicos e à improbidade administrativa.
Por aplicação direta do princípio da continuidade dos
serviços públicos e do regime da impenhorabilidade dos
bens públicos, os Conselhos de Fiscalização Profissional,
uma vez condenados de forma definitiva pelo Poder Judiciário, estarão submetidos ao regime de precatórios.
Quanto às agências reguladoras, aos poderes da Administração, à responsabilidade civil do Estado e ao controle jurisdicional dos atos administrativos, julgue o item.
O controle exercido pelo Poder Judiciário em relação
aos atos administrativos limita‐se ao exame de sua
legalidade ou abusividade, por excesso ou desvio de
poder.
Quanto às agências reguladoras, aos poderes da Administração, à responsabilidade civil do Estado e ao controle jurisdicional dos atos administrativos, julgue o item.
Uma vez violado o dever específico de proteção à integridade física do detento sob sua custódia, o Estado será responsabilizado civilmente por sua morte.
Quanto às agências reguladoras, aos poderes da Administração, à responsabilidade civil do Estado e ao controle jurisdicional dos atos administrativos, julgue o item.
Ainda que discricionário, o ato de delegação, quando
prevista a sua duração, não pode ser revogado a
qualquer tempo pela autoridade delegante.
Quanto às agências reguladoras, aos poderes da Administração, à responsabilidade civil do Estado e ao controle jurisdicional dos atos administrativos, julgue o item.
Às agências reguladoras se aplica um regime jurídico
especial, que é caracterizado, em linhas gerais, pela
ausência de subordinação hierárquica com a
administração direta e por sua autonomia funcional, decisória, administrativa e financeira.
Acerca dos princípios da Administração Pública e dos atos administrativos, julgue o item.
Por não se aplicar aos atos administrativos
discricionários a teoria dos motivos determinantes, não
se revela viciado o indeferimento do pedido de férias
formulado por servidor público quando demonstrado
que a motivação utilizada pelo chefe da repartição é
incompatível com a realidade fática.
Acerca dos princípios da Administração Pública e dos atos administrativos, julgue o item.
A aposentadoria do servidor público configura‐se como
ato administrativo complexo.
Acerca dos princípios da Administração Pública e dos atos administrativos, julgue o item.
Pelo princípio da autotutela, uma vez revogado o ato administrativo discricionário, como a autorização conferida ao particular para o uso privativo de bem público, por motivos de conveniência ou oportunidade,
devem ser respeitados os direitos adquiridos.
Quanto às regiões metropolitanas, à Federação e à Advocacia‐Geral da União, julgue o item.
O advogado‐geral da União, por exercer a função de
curador da presunção de constitucionalidade da lei,
quando expressamente autorizado pelo presidente da
República, mediante decreto, será parte legítima para a propositura de ação direta de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos federais ou estaduais, contestados em face da Constituição Federal de 1988.
Quanto às regiões metropolitanas, à Federação e à Advocacia‐Geral da União, julgue o item.
A participação compulsória de município em região
metropolitana criada por estado, mediante lei
complementar estadual, para integrar a organização, o
planejamento e a execução de funções públicas de
interesse comum, não viola o princípio da autonomia
municipal.
Em relação ao processo legislativo, às medidas provisórias, aos órgãos do Poder Judiciário e à execução contra a Fazenda Pública, julgue o item.
Os Conselhos de Fiscalização Profissional, em razão de
dívidas reconhecidas judicialmente, não se submetem
ao rito processual de execução contra a Fazenda Pública.
Em relação ao processo legislativo, às medidas provisórias, aos órgãos do Poder Judiciário e à execução contra a Fazenda Pública, julgue o item.
Por ser presidido pelo presidente do Supremo Tribunal
Federal e diante da competência constitucional de controle da atuação administrativa e financeira do Poder
Judiciário, é permitido ao Conselho Nacional de Justiça, quando se deparar com casos graves de violação ao devido processo legal, exercer a fiscalização da atividade
jurisdicional dos magistrados.