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Q3869517 Serviço Social
Roberto está participando da Comissão de Instrução do CRESS de sua região. Em uma oitiva, uma testemunha não aceita ter seu depoimento gravado.
Nesse cenário, a Resolução CFESS nº 923/2019 propugna que Roberto:
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Q3869516 Serviço Social
A partir da década de 1990, a hegemonia neoliberal impactou o serviço social ao:
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Q3869515 Serviço Social
Para Iamamoto (2007), o trabalho do assistente social “é requerido para exercer funções de controle social e de reprodução da ideologia dominante junto aos segmentos subalternos, sendo seu campo de trabalho atravessado por tensões e interesses de classe”.
Essa característica coloca esse trabalho predominantemente no campo:
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Q3869514 Serviço Social
Ao analisar as transformações societárias e o serviço social, Netto (1996) identifica que uma das questões ainda presentes na profissão diz respeito à sua legitimidade social.
Na compreensão do autor, essa questão, que remete ao espaço profissional, só pode ser apreendida na perspectiva de(a):
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Q3869513 Serviço Social
Segundo a análise de Montaño e Guerra (2024), na interpretação endogenista, a origem do serviço social na sua evolução, organização e profissionalização encontra, em José Lucena Dantas, os modelos:
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Q3869512 Serviço Social
No processo de renovação do serviço social latino-americano, o Movimento de Reconceituação se destaca por:
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Q3869511 Serviço Social
Ao discutir os elementos da questão social na contemporaneidade, Guerra et al. (2007) remetem à concepção marxista como seu fundamento.
Nesse sentido, corroboram a análise de Marx de que o pauperismo possui três categorias, que são:
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Q3869459 Medicina
Paciente de 58 anos procura atendimento médico com queixa de tontura rotatória há 3 dias. Refere que os sintomas iniciaram ao virar-se na cama pela manhã, com sensação de que o ambiente girava ao seu redor. Os episódios duram cerca de 15 a 30 segundos, são desencadeados por mudanças de posição da cabeça (deitar, levantar, virar-se na cama) e melhoram quando ele permanece imóvel. Nega cefaleia, perda auditiva, zumbido, plenitude auricular ou sintomas neurológicos focais. Relata náusea durante os episódios, sem vômitos. Nega trauma craniano recente. Ao exame físico: marcha sem alterações, ausência de nistagmo espontâneo em posição neutra, ausência de sinais neurológicos focais, otoscopia normal bilateralmente. Foi realizada manobra de Dix-Hallpike à direita, que reproduziu a vertigem com nistagmo rotatório batendo para cima e para a direita, com latência de 3 segundos e duração de 20 segundos, fatigando com repetições.
O diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica inicial adequada para esse caso são:  
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Q3869458 Medicina
Homem de 41 anos procura atendimento por referir menor disposição nos últimos meses. Nega uso de medicações ou doenças prévias. Exame físico sem alterações relevantes. Resultados laboratoriais: TSH 4,5 mUI/L, T4 livre normal, anticorpos antitireoperoxidase (anti-TPO) positivos e colesterol LDL 165 mg/dL.
Com base nas recomendações atuais, a conduta mais apropriada é:  
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Q3869457 Medicina
Homem de 42 anos, hígido, procura consulta pré-viagem para avaliação vacinal. Planeja viajar para a região amazônica do Peru em 45 dias, onde permanecerá por 3 semanas realizando ecoturismo em áreas de floresta. Nega comorbidades e uso de medicações contínuas. Relata esquema vacinal completo na infância, porém sem reforços recentes. Na caderneta: última dose de dT há 12 anos, esquema completo de hepatite B há 15 anos, ausência de registro de febre amarela e de reforço recente da Covid-19. Exame físico normal.
Com base nas recomendações atuais da OMS, CDC e Ministério da Saúde (2024-2025), a conduta mais adequada é:  
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Q3869456 Medicina
Mulher de 75 anos, previamente independente, procura o ambulatório referindo fraqueza progressiva há um ano. Relata que até o ano passado conseguia fazer caminhadas no bairro e realizar atividades domésticas sem dificuldade, mas progressivamente vem apresentando dificuldade para subir escadas, levantar-se da cadeira sem apoio e carregar sacolas de compras. Alimenta-se com dieta pobre em proteínas (ingesta estimada de 0,6 g/kg/dia) e evita exposição solar por medo de câncer de pele. Nega perda ponderal recente, doenças crônicas ou uso contínuo de medicamentos. Ao exame físico: lúcida, orientada, eupneica, sem edemas ou sinais de desnutrição. Força de preensão palmar (dinamometria) = 14 kg (ponto de corte para mulheres < 16 kg), velocidade de marcha = 0,6 m/s (ponto de corte < 0,8 m/s), teste de sentar e levantar 5 vezes =18 segundos (valor de referência < 15 s). IMC = 22 kg/m², circunferência da panturrilha = 31 cm. Hemograma, função renal, hepática e tireoidiana normais. Dosagem sérica de 25-hidroxivitamina D = 18 ng/mL.
Com base nos critérios diagnósticos do Grupo Europeu de Trabalho sobre Sarcopenia em Pessoas Idosas (European Working Group on Sarcopenia in Older People – 2019) e nas recomendações clínicas mais atuais, o diagnóstico e a conduta mais adequados são:  
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Q3869455 Medicina
Homem de 32 anos, previamente hígido, apresenta quadro de tosse seca, sibilos e sensação de opressão torácica há 6 meses. Os sintomas são predominantemente noturnos e desencadeados por exposição a poeira doméstica, ocorrendo mais de duas vezes por semana, porém não diariamente. Espirometria mostra relação VEF₁/CVF = 0,72 e aumento do VEF₁ de 15% e 250 mL após broncodilatador.
Com base na estratégia preferencial recomendada pelo GINA 2024–2025, o tratamento inicial mais adequado para esse paciente é:  
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Q3869454 Medicina
Homem de 49 anos, com sobrepeso (IMC 29 kg/m²), relata pirose e regurgitação há oito meses, piorando após as refeições e ao deitar-se. Nega hematêmese, mas refere desconforto retroesternal diário. Endoscopia digestiva alta demonstra esofagite erosiva grau C pela classificação de Los Angeles, sem sinais de metaplasia intestinal.
De acordo com as diretrizes mais atuais para o manejo da doença do refluxo gastroesofágico, a conduta mais adequada nesse caso é:   
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Q3869453 Medicina
Mulher de 43 anos, sem comorbidades, realizou ultrassonografia de tireoide solicitada por sua ginecologista após palpação cervical. O exame revelou nódulo sólido hipoecoico de 1,4 cm no terço médio do lobo direito, com margens irregulares e microcalcificações, sem linfonodomegalias cervicais. TSH: 1,9 mUI/L. A paciente nega sintomas compressivos ou exposição prévia a radiação.
Considerando as recomendações clínicas mais atuais para o manejo de nódulos tireoidianos em adultos, a próxima conduta mais adequada é:  
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Q3869452 Medicina
Homem de 47 anos apresenta congestão nasal, rinorreia purulenta, dor facial em região maxilar bilateral e febre de 38,5 °C há 12 dias. Refere piora dos sintomas nas últimas 48 horas, após breve melhora no sétimo dia. Ao exame, observa-se sensibilidade à palpação dos seios maxilares, secreção purulenta em meato médio bilateral e ausência de sinais orbitários ou neurológicos. O paciente é imunocompetente e não apresenta comorbidades conhecidas.
De acordo com as recomendações atuais das diretrizes internacionais para rinossinusite aguda, a conduta terapêutica inicial mais adequada é:  
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Q3869451 Medicina
Mulher de 28 anos, sem comorbidades, apresenta episódios recorrentes de cefaleia pulsátil hemicraniana, acompanhada de fenômenos visuais cintilantes e parestesia em membro superior direito, com duração média de 40 minutos. No episódio atual, há 5 dias, desenvolveu turvação visual bilateral e dificuldade para nomear objetos, seguidas de cefaleia intensa e náuseas. Refere que os sintomas visuais e da fala persistem parcialmente até o momento. O exame neurológico mostra discreta anomia e lentificação da leitura.
Considerando o quadro clínico e os mecanismos fisiopatológicos envolvidos, a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta imediata indicada são:  
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Q3869450 Medicina
Homem de 49 anos, IMC 36 kg/m², hipertenso e dislipidêmico, faz uso regular de semaglutida há oito meses com perda ponderal estável. Durante revisão terapêutica, cogita-se troca para tirzepatida, análogo duplo GIP/GLP-1. O paciente refere náuseas leves nas primeiras semanas de tratamento anterior, sem outros eventos.
Considerando os mecanismos farmacológicos e o perfil de segurança dos agonistas de GLP-1 e dos agonistas duplos de GIP/GLP-1, a opção que representa a conduta e a orientação mais adequadas é: 
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Q3869449 Medicina
Homem de 34 anos procura atendimento por dor abdominal em cólica, predominante em fossa ilíaca direita, e evacuações diarreicas com muco e raias de sangue há 10 dias. Refere que os sintomas iniciaram de forma súbita após refeição em restaurante. Apresenta períodos de melhora espontânea seguidos de piora, com intensificação noturna dos sintomas. Ao exame físico: sensibilidade à palpação profunda em quadrante inferior direito, sem defesa ou sinais de irritação peritoneal; ausência de visceromegalias. Nega imunodeficiências, comorbidades ou uso prévio de antibióticos. Exame parasitológico de fezes (método direto a fresco) evidencia presença de trofozoítos com inclusões citoplasmáticas compatíveis com hemácias fagocitadas. Leucograma: 11.200/mm³ (neutrófilos 72%, linfócitos 20%, eosinófilos 3%). Proteína C reativa: 42 mg/L. O paciente questiona a necessidade de “tomar dois remédios diferentes” e solicita “o mínimo de medicação necessário para ficar bom”.
Com base nas recomendações atuais, o tratamento mais adequado para esse caso é:   
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Q3869448 Medicina
Mulher de 38 anos, personal trainer, procura atendimento ambulatorial por fadiga progressiva e dispneia aos esforços leves há oito meses. Mantém dieta balanceada, com consumo adequado de carnes vermelhas e vegetais. Menstruações regulares (ciclos de 28 dias, fluxo moderado por 6 dias). Refere episódios ocasionais de distensão abdominal pós-prandial e fezes amolecidas 2-3 vezes por semana, que atribui a “intestino sensível”. Nega sangramentos digestivos evidentes ou perda ponderal significativa. Já realizou três ciclos de sulfato ferroso oral (40 mg de ferro elementar, 3x/dia) nos últimos 6 meses, com melhora discreta e transitória da hemoglobina (máximo: 10,2 g/dL). Ao exame físico: palidez cutaneomucosa ++/4+ e glossite atrófica.
Exames laboratoriais:
• hemoglobina 9,6 g/dL,
• VCM 72 fL,
• HCM 24 pg,
• RDW 18% (aumentado),
• ferro sérico 32 mcg/dL (VR: 50-170),
• ferritina 8 ng/mL (VR: 15-150),
• saturação de transferrina 12% (VR: 20-50%)
• sangue oculto nas fezes negativo (três amostras).
Com base nos achados clínicos e laboratoriais, o diagnóstico e a conduta inicial mais adequados, conforme as diretrizes atuais, são:  
Alternativas
Q3869447 Medicina
Mulher de 63 anos foi investigada por osteopenia e níveis séricos de cálcio no limite superior da normalidade. Apresentava deficiência de vitamina D, tratada com suplementação adequada e ajuste dietético. Após normalização da vitamina D e manutenção da ingestão adequada de cálcio, observou-se persistência da elevação do paratormônio (PTH).
Com base no quadro descrito, o(s) exame(s) fundamental(is) para esclarecer o diagnóstico e a conduta mais apropriada são:   
Alternativas
Respostas
441: B
442: E
443: C
444: D
445: D
446: A
447: E
448: B
449: A
450: C
451: B
452: C
453: B
454: C
455: A
456: E
457: B
458: B
459: C
460: A