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Toque vaginal:
•Dilatação: completa (10 cm)
•Apresentação: cefálica
•Variedade de posição: occipito-púbica (OP - occipício anterior)
•Plano de De Lee: +3 (cabeça no assoalho pélvico)
•Bolsa rota (líquido claro)
•Não há circular de cordão palpável
•Bossa serossanguínea pequena (edema fisiológico do couro cabeludo)
•Pelve: sem estreitamentos evidentes, diâmetros adequados
•Dinâmica uterina: Contrações irregulares, 2-3/10 minutos, intensidade variável. Paciente com puxos fracos e descoordenados, refere exaustão.
Cardiotocografia: BCF basal: 155-160 bpm (taquicardia leve). Variabilidade: mínima (< 5 bpm). Desacelerações tardias em 3 das últimas 5 contrações (nadir 110-120 bpm, recuperação lenta). Padrão categoria II tendendo a III (não tranquilizador).
Considerando o quadro clínico de período expulsivo prolongado com padrão de frequência cardíaca fetal não tranquilizador, qual a melhor conduta?
Exames laboratoriais: β-hCG quantitativo: 2.850 mUI/mL Hemograma: Hb 12,8 g/dL, Ht 38%, leucócitos 8.200/mm³, plaquetas 268.000/mm³ Tipagem sanguínea: A negativo Progesterona sérica: 8,2 ng/mL
Ultrassonografia transvaginal: Útero: volume normal (60 cm³), endométrio espessado (12 mm, trilaminar), cavidade uterina vazia, sem saco gestacional intrauterino visível Anexo direito: ovário direito normal (8 cm³), sem massas. Anexo esquerdo: imagem anecoica arredondada para-anexial esquerda medindo 2,8 x 2,2 cm, com halo hiperêmico ao Doppler colorido, sem embrião visível no interior (compatível com saco gestacional extra-uterino). Líquido livre na cavidade pélvica: ausente Fundo de saco de Douglas: livre.
Considerando o diagnóstico de gravidez ectópica íntegra e as opções terapêuticas disponíveis, qual a melhor conduta?