Questões de Concurso Comentadas para auxiliar de consultório dentário

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Q4067591 Atualidades
Em fevereiro de 2026, ataques realizados contra o Irã envolveram diretamente os Estados Unidos e:
Alternativas
Q4067590 Geografia
As águas das bacias hidrográficas relacionadas ao território de Campo Alegre/SC contribuem para a Bacia do:
Alternativas
Q4067589 Geografia
Os rios que drenam o território de Campo Alegre/SC pertencem à vertente do interior e integram as bacias hidrográficas dos rios: 
Alternativas
Q4067588 História e Geografia de Estados e Municípios
A ocupação do solo em Campo Alegre/SC caracteriza-se pela predominância de:
Alternativas
Q4067582 Português
Os dentinhos da espiral comiam as notas 


    O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.

     Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.

    O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado, desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.

     Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício. Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o desleixo. 

    Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma evolução natural das siglas.

    Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet, computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.

    Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral, custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano. Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não tenho como, pede hoje para fulano”.

    No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.

    Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias coloridas para várias matérias.

    O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo, maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos cadernos ele tinha conseguido adquirir.

    Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.

    Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma corajosa renúncia.

     Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu amor.


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No texto, aparecem palavras grafadas com x, como “expectativas”, “exibir” e “extremo”. A alternativa em que uma palavra também está corretamente grafada com x é:
Alternativas
Q4067581 Português
Os dentinhos da espiral comiam as notas 


    O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.

     Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.

    O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado, desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.

     Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício. Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o desleixo. 

    Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma evolução natural das siglas.

    Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet, computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.

    Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral, custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano. Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não tenho como, pede hoje para fulano”.

    No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.

    Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias coloridas para várias matérias.

    O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo, maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos cadernos ele tinha conseguido adquirir.

    Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.

    Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma corajosa renúncia.

     Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu amor.


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No contexto da relação entre letras e fonemas, a palavra retirada do texto em que há mais letras do que fonemas é:
Alternativas
Q4067580 Português
Os dentinhos da espiral comiam as notas 


    O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.

     Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.

    O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado, desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.

     Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício. Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o desleixo. 

    Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma evolução natural das siglas.

    Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet, computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.

    Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral, custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano. Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não tenho como, pede hoje para fulano”.

    No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.

    Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias coloridas para várias matérias.

    O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo, maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos cadernos ele tinha conseguido adquirir.

    Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.

    Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma corajosa renúncia.

     Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu amor.


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Algumas palavras do texto podem ser substituídas por outras sem prejuízo relevante ao sentido construído no período em que aparecem. Analise as assertivas:

I. Em “destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua”, a palavra minuciosamente pode ser substituída por cuidadosamente, mantendo a ideia de atenção ao detalhe.
II. Em “os perdulários da turma”, a palavra perdulários pode ser substituída por econômicos, mantendo a ideia de colegas que evitavam gastar folhas.
III. Em “Fui criado na escassez”, a palavra escassez pode ser substituída por limitação, preservando a noção de poucos recursos disponíveis.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4067579 Português
Os dentinhos da espiral comiam as notas 


    O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.

     Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.

    O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado, desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.

     Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício. Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o desleixo. 

    Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma evolução natural das siglas.

    Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet, computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.

    Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral, custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano. Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não tenho como, pede hoje para fulano”.

    No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.

    Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias coloridas para várias matérias.

    O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo, maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos cadernos ele tinha conseguido adquirir.

    Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.

    Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma corajosa renúncia.

     Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu amor.


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No trecho final, “Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu amor”, o narrador constrói um efeito expressivo ao relacionar:
Alternativas
Q4067578 Português
Os dentinhos da espiral comiam as notas 


    O capricho na escola não só se mostrava na caligrafia.

     Havia dois tipos de alunos na hora de entregar o trabalho para o professor: os que ofereciam o papel com a borda picotada da espiral, arrancado do caderno com violência, e os que destacavam os dentinhos minuciosamente com uma régua.

    O primeiro grupo se revelava mais rebelde, contrariado, desaforado, nem aí para as expectativas. O segundo se caracterizava como organizado e metódico, querendo agradar.

     Eu fazia parte do time do esmero e do cuidado. Sem tesoura, eu umedecia a lateral com a saliva, guilhotinava com calma e transformava a página cortada na inteireza de um ofício. Não suportava devolver as provas com as serrilhas. Acreditava que aqueles furinhos me tirariam nota. Não sei se influenciavam o conceito, mas ajudavam na apresentação. Sequer para traficar bilhetes secretamente, por baixo das classes, eu me permitia o desleixo. 

    Todo CDF na infância vai exibir TOC na vida adulta. É uma evolução natural das siglas.

    Durante quinze anos, convivi com cadernos. Constituíam a minha fonte de conhecimento. Não havia celular, tablet, computador. Anotava-se tudo com lápis e caneta.

    Fui criado na escassez. Lembro que economizávamos o número de folhas. Porque o caderno de capa dura, espiral, custava caro. Cada página equivalia a dinheiro vivo. Chegávamos a contar as que faltavam e checar se resistiriam até o fim do ano. Estudávamos no limite. Nem sempre podíamos emprestar uma folhinha para os colegas. Seguíamos um planejamento, um racionamento extremo. Um dia sim, outro não. Evitávamos que a bíblia de uma disciplina emagrecesse velozmente, a ponto de beirar a inanição. Então, passávamos a demanda adiante: “não tenho como, pede hoje para fulano”.

    No cumprimento da lista do material escolar, lutávamos para escolhê-los, tanto pela ilustração da capa quanto pelo seu volume. Persuadíamos os pais em longa negociação.

    Existia o de 48 folhas, para cargas horárias menores, como a de Religião; o de 96 folhas, o clássico absoluto, o mais comprado; o de 120 folhas, destinado aos mais abastados; e o inacessível de 200 folhas, de caráter universitário, um trambolho, um luxo, que vinha com adesivos e divisórias coloridas para várias matérias.

    O peso da mochila representava status. Quanto mais tijolo, maior o poder aquisitivo do estudante. Quanto mais leve, menos cadernos ele tinha conseguido adquirir.

    Não me arriscava a montar aviõezinhos ou barquinhos e gastar o meu futuro. Bem que eu desejava acompanhar os perdulários da turma e me dedicar à arte das dobraduras.

    Ficava sem jeito quando a garota de quem eu gostava inventava de deixar um rabisco no miolo de uma página: meu coração acelerava, com a culpa de que ela consumiria o espaço de muitas lições a ser copiadas do quadro. Como explicar o desperdício em casa? Tratava-se de uma jura precoce, de uma corajosa renúncia.

     Restava-me diminuir a letra para que coubesse o meu amor.


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No texto, o narrador associa o cuidado com as folhas do caderno a uma experiência escolar marcada pela escassez. Essa relação fica mais evidente quando ele apresenta o caderno como um objeto que:
Alternativas
Q4038166 Direito Sanitário

A Lei Federal n'8.080/1990 dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o Íuncionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Em relação ao Sistema Unico de Saúde (SUS), analise as assertivas a seguir, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:


( ) No SUS há direito à informação, às pessoas assistidas, sobre sua saúde.

( ) No SUS fica assegurada a desigualdade da assistência à saúde, com preconceitos ou privilegios de qualquer especie.

( ) No SUS há ênfase na descentralizaçáo dos serviços para os municípios.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima? 

Alternativas
Q4038165 Direito Sanitário
O Decreto Federal n" 7.508/2011 regulamenta a Lei 8080/1990 para dispor sobre a organização do Sistema Unico de Saúde (SUS), o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa. Sobre esse decreto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4038164 Direito Sanitário
O Sistema Unico de Saúde (SUS) é um dosmaiores sistemas de saúde pública do mundo. Ao SUScompete, EXCETO:
Alternativas
Q4038163 Direito Constitucional

De acordo com a Constituição Federal de 1988, analise as assertivas abaixo sobre a participação da iniciativa privada na gestão do Sistema Unico de Saúde (sUS):


I. A lei disporá sobre as condições e os requisitos que facilitem a remoção de orgãos, tecidos e substâncias humanas para f ins de transplante, pesquisa e tratamento, bem como a coleta, processamento e transfusão de sangue e seus derivados, sendo vedado todo tipo de comercialização.

II. É permitida a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos.

III. As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entldades filantrópicas e as sem fins lucrativos.


Está(ão) CORRETA(S)

Alternativas
Q4037291 Legislação Municipal

Analise o texto a seguir, conforme o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município:

Suspendem o quinquênio para o prêmio por assiduidade, por exemplo, as licenças para tratamento de saúde e os auxílios doença, salvo se decorrentes de acidente em serviço ou moléstia profissional, excedentes de noventa dias, consecutivos ou não, dentro do período aquisitivo do prêmio por assiduidade, em período igual ao número de dias excedentes.


Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:

Alternativas
Q4037290 Legislação Municipal

 Analise as assertivas que seguem acerca dos adicionais de insalubridade e periculosidade, de acordo com o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município:


I. O adicional de periculosidade será de trinta por cento, incidente sobre o valor do vencimento básico. II. Os adicionais de insalubridade e periculosidade são acumuláveis.

III. As atividades insalubres ou perigosas são aquelas que o servidor afirma serem, através de declaração escrita em proprio punho.


Está(ão) CORRETA(S)

Alternativas
Q4037289 Legislação Municipal

O adicional por tempo de serviço é devido à razão de ___ a cada __ anos de serviço público ininterrupto prestado ao Município, incidente sobre o valor do padrão de vencimento do servidor ocupante de cargo efetivo, sendo que computar-se-á para a vantagem, o tempo de serviço anteriormente prestado ao Município, sob qualquer forma de ingresso em cargo, emprego ou função, desde que sem solução de continuidade com o atual.


Conforme Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:

Alternativas
Q4037288 Direito Administrativo
O Regime Jurídico dos Servidores Públicos do lr/unicípio determina que a prestação de serviços extraordinários so poderá ocorrer por expressa determinação da autoridade competente, mediante solicitação fundamentada do chefe da repartição, ou de ofício. Considere que foi levantada a hipótese de o trabalho extraordinário exceder a duas horas diárias. O que pode ser aÍirmado acerca dessa hipotese?
Alternativas
Q4037287 Legislação Municipal
Atendendo à conveniência ou à necessidade do serviço e mediante acordo escrito individual, poderá ser instituído sistema de compensação de horário, hipotese em que a jornada poderá ser superior a oito horas e a carga horária semanal superior a quarenta horas, sendo o excesso de horas compensado pela correspondente diminuição em outro dia. Ainda, o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município determina que essa compensação citada deve ocorrer em qual prazo máximo?
Alternativas
Q4037286 Legislação Municipal
De acordo com a Lei Orgânica, extingue-se o mandato do Prefeito e do Vice-Prefeito, e assim deverá ser declarado pelo Presidente da Câmara Municipal de Vereadores nas situações previstas em quantos dos seguintes itens? I. Quando usar seu período de férias para habitar residência fora do Município; II. Por renúncia oral; III. Por sentença judicial específica transitada em julgado; IV. Por falecimento.
Alternativas
Q4037285 Legislação Municipal

Analise o texto a seguir, de acordo com a Lei Orgânica:


O Prefeito Municipal poderá fazer doação de bens públicos, que dependerá, para sua concretização, de previa autorização legislativa e a escritura respectiva deverá conter cláusula de reversão, no caso de descumprimento das condições e finalidades.


Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está

Alternativas
Respostas
61: C
62: A
63: C
64: C
65: B
66: D
67: C
68: B
69: C
70: A
71: E
72: C
73: D
74: A
75: A
76: C
77: E
78: B
79: C
80: A