Questões de Concurso Comentadas para médico clínico

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Q4041084 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Considerando a norma-padrão e os aspectos sintáticos de trechos do texto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4041083 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
A respeito de aspectos gramaticais presentes em trechos do texto, analise as assertivas a seguir.

I. Em Fui uma aluna apenas razoável, a forma verbal fui atua como verbo de ligação.
II. Em O resto, levava na base da decoreba, a expressão na base da decoreba exerce valor adverbial, indicando modo.
III. Em A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, os termos enumerados exercem função de objeto direto da forma verbal discutiria.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q4041082 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
No trecho os alunos aprenderiam a viver, a locução verbal expressa uma ação situada em plano hipotético, vinculada a uma condição anteriormente sugerida no enunciado. Nesse contexto, a forma verbal aprenderiam está no __________ do modo __________.

Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima? 
Alternativas
Q4041081 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
No desenvolvimento do texto, a enumeração de atividades como sarau, teatro, dança, canto, culinária, filosofia, política, educação sexual e educação financeira produz um efeito de sentido que ultrapassa a simples exemplificação.

Tal procedimento contribui principalmente para:
Alternativas
Q4041080 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Ao propor que, se fosse a dona da escola, alteraria profundamente o currículo, a autora não pretende apresentar um projeto pedagógico formal e minucioso, mas construir uma crítica por contraste.

Nesse sentido, a organização argumentativa do texto permite concluir que a cronista defende, sobretudo:
Alternativas
Q4039182 Medicina
Paciente masculino, 55 anos, com antecedente apenas de diabetes melito, iniciou há 10 dias com coriza, mialgias e febre autolimitada de até 38,1 o C. Obteve melhora discreta dos sintomas iniciais, mas, há 2 dias, iniciou com dispneia aos moderados esforços, que evoluiu para os pequenos esforços, motivo pelo qual buscou atendimento de emergência. Há 2 dias, realizou também teste molecular rápido em swab nasal para vírus influenza em laboratório externo, com resultado positivo para influenza A. Ao exame, se apresenta lúcido, comunicativo e colaborativo, negando dispneia em repouso, com pressão arterial de 124/78 mmHg; frequência cardíaca de 88bpm; temperatura axilar de 36,7 oC; frequência respiratória de 28 irpm; e saturação de oxigênio de 79% em ar ambiente, sem tiragens e sem uso de musculatura respiratória acessória. A ausculta cardíaca não tem alterações significativas, e a ausculta pulmonar apresenta estertores finos bilaterais.
Após oferta de oxigênio sob máscara com reservatório a 10 L/min, o paciente passou a apresentar saturação de oxigênio de 94% e frequência respiratória de 24 irpm, mantendo sem tiragens e sem uso de musculatura respiratória acessória. A gasometria arterial inicial após a instalação da máscara de O2 mostra os seguintes parâmetros: pH = 7,44; PaCO2 = 34 mmHg; PaO2 = 74 mmHg; Saturação de O2 = 95%; e Bicarbonato = 22 mMol/L.
O paciente foi internado, iniciando tratamento com oseltamivir, cobertura antibiótica empírica para pneumonia adquirida na comunidade e coriticoterapia com hidrocortisona, permanecendo monitorado com oferta de oxigênio sob máscara de reservatório.
No dia seguinte, pela manhã, o paciente persistia com bom estado neurológico, negando dispneia em repouso, com frequência respiratória de 28 irpm, saturação de oxigênio 93% com máscara com reservatório de O2 a 15 L/min, sem tiragens ou uso de musculatura respiratória acessória. A nova gasometria arterial mostrava os seguintes parâmetros: pH = 7,38; PaCO2 = 37 mmHg; PaO2 = 70 mmHg; Saturação de O2 = 92%; e Bicarbonato = 23 mMol/L.
Considerando os métodos disponíveis para oferta de oxigênio suplementar e de suporte ventilatório, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4039181 Medicina
Paciente de 61 anos com antecedente de disfunção miocárdica devido a miocardiopatia alcoólica é internado por quadro de sepse e hipotensão refratária à reposição volêmica. Já se encontra com a volemia corrigida, conforme os métodos de monitorização da Unidade de Terapia Intensiva. Após iniciado noradrenalina em infusão endovenosa, a pressão arterial média se encontra em 75 mmHg, a frequência cardíaca é de 101 bpm e a saturação periférica na oximetria é de 96%. Os exames de laboratório, após 12 horas da internação, mostram: Hemoglobina 10,1 g/dL, Creatinina 1,2 mg/dL, Glicemia 145 mg/dL, Lactato 7 mmol/mL (na admissão era 5mmol/mL). Na gasometria arterial, apresenta pH 7,29, PaO2 98 mmHg, SatO2 96%, bicarbonato 18 mmol/L, PaCO2 38 mmHg. Uma amostra de sangue da veia cava superior foi colhida, e sua gasometria evidenciou saturação de 49%. Considerando medidas que possam melhorar o consumo tecidual de oxigênio no caso descrito, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4039180 Medicina
O descalonamento antibiótico guiado por teste de sensibilidade é uma recomendação frequente para manejo de infecções bacterianas. Assinale a alternativa correta sobre essa conduta.
Alternativas
Q4039179 Medicina
O uso de exames complementares é comum na prática médica hospitalar, porém o uso indiscriminado desses recursos pode acarretar erros cognitivos ou até iatrogenias aos pacientes. Com relação à interpretação de testes diagnósticos complementares, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4039177 Saúde Pública
O rastreio diagnóstico em populações de risco elevado para um agravo específico pode propiciar diferentes benefícios, incluindo a prevenção do próprio agravo e o diagnóstico do agravo em estágio ainda passível de tratamento efetivo, com melhoras na morbimortalidade relacionada ao agravo. No entanto, a adoção de políticas de rastreio de agravos apresenta algumas particularidades quanto à evidência científica para justificá-las. Assinale a alternativa correta sobre o tema. 
Alternativas
Q4039174 Medicina
A regulamentação da emissão de documentos médicos aos pacientes foi recentemente atualizada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) por meio da Resolução CFM 2.381/2024. Com relação à emissão desses documentos, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4039173 Medicina
Uma mulher de 50 anos foi barrada em doação de sangue por sorologia positiva para hepatite viral. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4039172 Medicina
Uma mulher de 50 anos com histórico de nefrolitíase recorrente se apresenta à emergência com dor abdominal aguda, náusea e vômito, semelhante aos seus episódios anteriores de cálculos renais nos últimos anos. Refere histórico familiar de cálculos. Ao exame físico, apresenta sensibilidade no flanco direito e sobrepeso. Sobre o caso, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4039171 Medicina
Sobre os distúrbios hidroeletrolíticos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4039170 Medicina
Sobre a tuberculose (TB) no Brasil, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4039169 Patologia
Sobre gota, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4039168 Medicina
Um homem de 50 anos procura a emergência com fortes dores em andar superior do abdome irradiadas para o dorso, em cinta. Sobre a pancreatite crônica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4039167 Medicina
Um paciente de 65 anos está internado no hospital em tratamento de infecção respiratória nosocomial com antibiótico carbapenêmico, quando abre quadro de diarreia líquida, sete episódios ao dia. A diarreia nosocomial é geralmente diagnosticada como aumento da frequência e diminuição da consistência das fezes, que se desenvolvem após 72 horas de hospitalização. Sobre o caso, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q4039166 Medicina
Um homem de 45 anos foi admitido com quadro de hematêmese e melena. Referia ter feito uso de anti-inflamatórios para tratamento de lesão muscular, a qual ocorreu durante um jogo de futebol. Na endoscopia digestiva alta realizada nas primeiras 24 horas da admissão, observou-se que a causa do sangramento era uma úlcera gástrica (Sakita A1: Base com fibrina espessa, com hematina. Bordas elevadas e enantematosas.). Foi tratado com inibidor de bomba de prótons durante a internação e após a alta hospitalar. Sobre o caso, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4039165 Medicina
Sobre as alterações eletrocardiográficas relacionadas aos distúrbios hidroeletrolíticos, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
521: D
522: A
523: B
524: C
525: D
526: E
527: C
528: D
529: B
530: C
531: B
532: D
533: C
534: E
535: B
536: A
537: C
538: D
539: A
540: E