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Q3541364 Medicina

Pré-escolar do sexo masculino, com 4 anos de idade, com síndrome nefrótica em tratamento com corticosteroide, apresenta piora do edema e febre há 48 horas com dor abdominal. O paciente apresenta-se em regular estado geral, corado, anictérico, febril e em anasarca. A frequência cardíaca é de 128 batimentos/minuto, e a frequência respiratória é 30 movimentos/minuto. O abdome está globoso, difusamente doloroso à palpação, com fígado a 2,5 cm do rebordo costal. Sinal de descompressão brusca: positivo. Ruídos hidroaéreos difusamente diminuídos. Há edema 3+/4+ em membros e na face.



A hipótese diagnóstica mais provável para o quadro infeccioso atual é

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Q3541363 Medicina

Uma mãe procura a unidade básica de saúde para atualizar as vacinas de seu filho, de 11 meses de idade. Várias vacinas estão atrasadas, e, especificamente em relação à vacina contra o rotavírus, verifica-se que a primeira dose foi administrada quando o bebê tinha 2 meses e 10 dias de vida.



De acordo com as informações sobre o esquema vacinal do rotavírus no PNI, qual é a conduta correta a ser adotada em relação à administração da segunda dose para essa criança?

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Q3541362 Medicina

Adolescente do sexo masculino, com 13 anos de idade, comparece em uma Unidade Básica de Saúde após o diagnóstico de tuberculose em seu pai, que está em tratamento medicamentoso há cerca de 3 semanas. O adolescente não apresenta qualquer sintoma e recebeu a vacina BCG quando nasceu.



Qual é a conduta mais adequada a ser seguida para esse adolescente?

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Q3541361 Medicina

Lactente do sexo feminino, com 14 meses de idade, é atendida em uma Unidade Básica de Saúde com suspeita de pneumonia.



Sendo a taquipneia o sinal isolado mais sensível para a identificação da pneumonia em menores de cinco anos, na idade dessa lactente, segundo o Ministério da Saúde (programa para identificação das infecções respiratórias agudas), o valor de referência da frequência respiratória para se considerar taquipneia é

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Q3541360 Medicina

Lactente do sexo masculino, com 2 meses e 15 dias de idade, em aleitamento materno exclusivo, apresenta história de sangramento intestinal, com fezes mais amolecidas e presença de raias de sangue em algumas fraldas. O bebê tem ganhado cerca de 24 g/dia de peso, e seu estado geral é bom. De modo intermitente, ele também apresenta cólica e choro excessivo.



Em vista desse quadro, qual é a principal hipótese diagnóstica?

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Q3541359 Direito Sanitário
Assinale a alternativa correta sobre o direito a acompanhante da mulher nos serviços de saúde, segundo a Lei no 8.080/90.
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Q3541358 Direito Sanitário
Assinale a alternativa correta sobre a formação dos recursos humanos do SUS e as Comissões Permanentes de Integração entre os serviços de saúde e as instituições de ensino profissional e superior, segundo a Lei no 8.080. 
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Q3541357 Legislação Municipal
Assinale a alternativa correta sobre a Lei Orgânica de Jundiaí. 
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Q3541356 Saúde Pública
É diretriz da Política Nacional de Humanização do SUS 
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Q3541355 Saúde Pública
Assinale a alternativa correta sobre a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME). 
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Q3541354 Medicina
Assinale a alternativa correta referente ao Calendário Nacional de Vacinação das crianças. 
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Q3541353 Medicina

Uma Unidade Básica de Saúde (UBS) atende muitas crianças de 12 a 15 anos de idade com pequenas queimaduras nas mãos. Todas elas relatam que se ferem ao trabalhar com solda de bijuterias em um pequeno galpão montado por uma das vizinhas que fornece peças para empresas.



Assinale a alternativa correta.

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Q3541352 Medicina
Assinale a alternativa correta sobre a mortalidade proporcional por idade de menores de um ano de idade. 
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Q3541351 Saúde Pública
Sobre a Reforma Sanitária e o SUS, assinale a alternativa correta. 
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Q3541350 Direito Sanitário
Assinale a alternativa que apresenta os trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS), cujos vencimentos provêm de recursos consignados no orçamento geral da União com dotação própria e exclusiva, conforme definido no artigo 198, § 5º, da Constituição Federal. 
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Q3540689 Português

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da frase a seguir:



A equipe médica deve prestar socorro imediato ________________ paciente ________________ corrente sanguínea se detectou um vírus de alta transmissão, ________________ pode configurar uma ameaça ________________ saúde pública. 

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Q3540688 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão



Bula do egoísmo gripal (1991)



    Como se não bastassem as aflições que povoam a nossa rotina, anda aí agora, insidioso, o tal vibrião colérico. Cólera sugere datas do século 19. Já vai para quase dois anos que soou o alarme lá em cima na fronteira. Foi um corre-corre danado. Tudo fogo de palha. Agora recomeça o susto. Desembarcou no Rio um soldado colérico. Em São Paulo, uma freira pode estar com cólera.


    O pior é que continuamos sitiados por toda sorte de mazelas. O Brasil é recordista mundial de chagásicos: cinco milhões. Leprosos? 500 mil, depois que a lepra foi praticamente extinta em todo o mundo. Doenças tropicais, como leishmaniose, se alastram por aí como chuchu.


    Aqui no Rio nos ameaçam com a dengue hemorrágica. Só falta voltar a febre amarela, que era chamada de patriótica. Matava de preferência estrangeiros. Houve um surto que durou 50 anos. Chegou até o nosso século 20, mas Oswaldo Cruz liquidou com o flagelo. Isto num Brasil com muito menos recursos e quase sem comunicação. Quando eu nasci, Miguel Pereira já tinha morrido. Vivíssima, porém, estava a sua frase: “O Brasil é um vasto hospital”. Apenas seis palavras. Mas que força, que gênio – e que originalidade!


    Uma vez caí na besteira de ler um trabalho sobre o bócio. Perdi o sono só de pensar. Se dormia, era um pesadelo na certa. Por mais que o brasileiro seja um coração compassivo e solidário, é difícil abrir espaço para tantas epidemias e tantos doentes. Hoje, por exemplo, só há lugar em mim para a gripe que obtura a minha sensibilidade. Doem-me todas as esquinas do meu ser. Enquanto não me livrar desta peste, não dou bola para o vasto hospital. Gripe é uma doencinha muito egoísta. Ainda mais no calor!


(Otto Lara Resende. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/6157/bula-do-egoismo-gripal. Acesso em 28.05.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal.
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Q3540687 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão



Bula do egoísmo gripal (1991)



    Como se não bastassem as aflições que povoam a nossa rotina, anda aí agora, insidioso, o tal vibrião colérico. Cólera sugere datas do século 19. Já vai para quase dois anos que soou o alarme lá em cima na fronteira. Foi um corre-corre danado. Tudo fogo de palha. Agora recomeça o susto. Desembarcou no Rio um soldado colérico. Em São Paulo, uma freira pode estar com cólera.


    O pior é que continuamos sitiados por toda sorte de mazelas. O Brasil é recordista mundial de chagásicos: cinco milhões. Leprosos? 500 mil, depois que a lepra foi praticamente extinta em todo o mundo. Doenças tropicais, como leishmaniose, se alastram por aí como chuchu.


    Aqui no Rio nos ameaçam com a dengue hemorrágica. Só falta voltar a febre amarela, que era chamada de patriótica. Matava de preferência estrangeiros. Houve um surto que durou 50 anos. Chegou até o nosso século 20, mas Oswaldo Cruz liquidou com o flagelo. Isto num Brasil com muito menos recursos e quase sem comunicação. Quando eu nasci, Miguel Pereira já tinha morrido. Vivíssima, porém, estava a sua frase: “O Brasil é um vasto hospital”. Apenas seis palavras. Mas que força, que gênio – e que originalidade!


    Uma vez caí na besteira de ler um trabalho sobre o bócio. Perdi o sono só de pensar. Se dormia, era um pesadelo na certa. Por mais que o brasileiro seja um coração compassivo e solidário, é difícil abrir espaço para tantas epidemias e tantos doentes. Hoje, por exemplo, só há lugar em mim para a gripe que obtura a minha sensibilidade. Doem-me todas as esquinas do meu ser. Enquanto não me livrar desta peste, não dou bola para o vasto hospital. Gripe é uma doencinha muito egoísta. Ainda mais no calor!


(Otto Lara Resende. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/6157/bula-do-egoismo-gripal. Acesso em 28.05.2025. Adaptado)

Foi empregada em sentido figurado a palavra ou expressão destacada em: 
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Q3540686 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão



Bula do egoísmo gripal (1991)



    Como se não bastassem as aflições que povoam a nossa rotina, anda aí agora, insidioso, o tal vibrião colérico. Cólera sugere datas do século 19. Já vai para quase dois anos que soou o alarme lá em cima na fronteira. Foi um corre-corre danado. Tudo fogo de palha. Agora recomeça o susto. Desembarcou no Rio um soldado colérico. Em São Paulo, uma freira pode estar com cólera.


    O pior é que continuamos sitiados por toda sorte de mazelas. O Brasil é recordista mundial de chagásicos: cinco milhões. Leprosos? 500 mil, depois que a lepra foi praticamente extinta em todo o mundo. Doenças tropicais, como leishmaniose, se alastram por aí como chuchu.


    Aqui no Rio nos ameaçam com a dengue hemorrágica. Só falta voltar a febre amarela, que era chamada de patriótica. Matava de preferência estrangeiros. Houve um surto que durou 50 anos. Chegou até o nosso século 20, mas Oswaldo Cruz liquidou com o flagelo. Isto num Brasil com muito menos recursos e quase sem comunicação. Quando eu nasci, Miguel Pereira já tinha morrido. Vivíssima, porém, estava a sua frase: “O Brasil é um vasto hospital”. Apenas seis palavras. Mas que força, que gênio – e que originalidade!


    Uma vez caí na besteira de ler um trabalho sobre o bócio. Perdi o sono só de pensar. Se dormia, era um pesadelo na certa. Por mais que o brasileiro seja um coração compassivo e solidário, é difícil abrir espaço para tantas epidemias e tantos doentes. Hoje, por exemplo, só há lugar em mim para a gripe que obtura a minha sensibilidade. Doem-me todas as esquinas do meu ser. Enquanto não me livrar desta peste, não dou bola para o vasto hospital. Gripe é uma doencinha muito egoísta. Ainda mais no calor!


(Otto Lara Resende. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/6157/bula-do-egoismo-gripal. Acesso em 28.05.2025. Adaptado)

Com base na leitura, é possível inferir que, no Brasil da época em que a crônica foi publicada,
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Q3540685 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão




O fenômeno do narcogarimpo



    A rede de garimpos legalizados e clandestinos da Amazônia Legal tornou-se central para a expansão do narcotráfico na região. A área abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além de parte do Maranhão.


    Pesquisa publicada no começo de 2024 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) mostra que facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), passaram a utilizar a estrutura logística estabelecida para a extração de ouro em Roraima e no Pará para desenvolver atividades como a venda de drogas.


    O estudo envolveu a realização de pesquisas de campo nos municípios de Itaituba, Jacareacanga e Santarém, no Pará, na cidade de Boa Vista e na Terra Indígena Raposa Serra do Sol (Tirss), ambas em Roraima. Durante o trabalho, foram entrevistados dezenas de profissionais de segurança pública e agentes de fiscalização ambiental. Também ocorreram observações etnográficas e conversas informais com garimpeiros e moradores das localidades.


    A pesquisa identificou que membros de organizações criminosas vendem drogas para consumo da população local e atuam como segurança armada de garimpeiros. “Aeronaves, pilotos e pistas ilegais de pouso criadas para atender às atividades de garimpo estão sendo aproveitados para o narcotráfico.


    Essa conexão deu origem a um fenômeno recente, conhecido como “narcogarimpo”, relata o sociólogo Rodrigo Pereira Chagas, da Universidade Federal de Roraima (UFRR). “O garimpo se intensificou nos últimos cinco anos na região. E a articulação entre essa atividade e o narcotráfico tem causado o acirramento de situações de violência e ameaças ambientais”, prossegue Chagas, que é um dos autores do estudo. Segundo o pesquisador, em 2022, a taxa de mortes violentas intencionais (MVI) por 100 mil habitantes no Brasil foi de 23,3 vítimas, enquanto na Amazônia Legal esse número chegou a 33,8.


(Christina Queiroz. Revista Fapesp, setembro de 2024)

Foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de concordância o trecho:
Alternativas
Respostas
1601: E
1602: A
1603: C
1604: C
1605: A
1606: B
1607: A
1608: C
1609: D
1610: C
1611: D
1612: B
1613: E
1614: A
1615: C
1616: D
1617: A
1618: E
1619: D
1620: E