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A síndrome do crupe caracteriza um grupo de doenças que varia em envolvimento anatômico e etiologia e se manifesta clinicamente com rouquidão, tosse ladrante, estridor predominantemente inspiratório e graus variados de desconforto.
A causa mais comum de obstrução de vias aéreas é a:
As curvas de crescimento reproduzem, para cada idade e sexo, os valores considerados normais para as diversas medidas corpóreas. Os valores de peso, estatura e perímetro cefálico são ordenados de forma crescente.
Assim, as anotações nas curvas de crescimento representam que:
O atendimento ambulatorial em pediatria começa com o estímulo ao aleitamento materno exclusivo até o 6o mês de vida, seguido da alimentação complementar até os 2 anos de idade.
A recomendação vigente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) orienta a suplementação profilática de Vitamina D com:
Em relação à prevenção de acidentes na infância, as queimaduras constituem-se, junto com os acidentes automobilísticos, uma causa importante de trauma na infância e potencialmente prevenível.
A causa e o tipo mais comum de queimaduras em crianças pequenas, menores de 6 anos, é:
A pré-eclâmpsia pode ter diversas formas clínicas.
Assinale a alternativa que indica corretamente um critério de gravidade da doença.
Uma gestante primigesta, idade gestacional de 32 semanas, sem patologias prévias, comparece ao pronto-atendimento com queixa de contrações.
Ao exame físico geral não há alterações. Exame obstétrico feto pélvico, duas contrações em 10 minutos, de 30 segundos cada, vitalidade fetal preservada. Exame especular sem anormalidades e toque vaginal com colo totalmente esvaecido, pérvio para três centímetros, bolsa íntegra e apresentação pélvica confirmada.
Indique a conduta imediata mais apropriada.
Na avaliação obstétrica de uma parturiente, foi descrito que a variedade de posição do feto é OP (Occípito Púbica).
Portanto, o feto está:
Uma gestante de 20 anos, primigesta, compareceu ao pré-natal com exames de 1ª consulta com 10 semanas para avaliação de exames. Apresentava teste rápido para sífilis positivo e VDRL com titulação 1:64. Depois desse resultado, foi tratada adequadamente com Penicilina Benzatina 7.200.000 UI (dose total). Seu parceiro também foi adequadamente tratado.
Como deve ser feito o acompanhamento no pré-natal (baseado no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) do Ministério da Saúde, Brasil 2022)?
Gestante primigesta de 14 semanas vem ao centro de saúde para avaliar resultados de exames solicitados no início do pré-natal. Os exames foram coletados há 10 dias. Apresentam resultado de glicemia de jejum de 95 mg/dl.
Qual a recomendação mais adequada segundo o manual “Rastreamento e diagnóstico de diabetes mellitus gestacional no Brasil” de 2016 (de autoria da Organização Pan-Americana da Saúde, Ministério da Saúde, Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia e Sociedade Brasileira de Diabetes)?
Na hemorragia pós-parto, o Índice de Choque (IC) pode ser utilizado para diagnóstico e condutas.
Sobre esse índice, é correto afirmar:
A cirurgia cesariana prévia é um importante fator de risco para a ocorrência de placenta prévia, sendo que, quanto mais cirurgias anteriores, maior o risco dessa complicação.
São considerados como outros fatores de risco para placenta prévia:
1. Obesidade
2. Feto feminino
3. Gestação Gemelar
4. Gestação atual na adolescência
5. Placenta prévia em gestação anterior
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Gestante de 30 semanas, previamente hígida, comparece à emergência relatando ardência e dor em vulva há 2 dias. Refere que nunca teve quadro semelhante.
Ao exame apresenta pequena lesão com vesículas de conteúdo citrino agrupadas em cachos em vulva.
Segundo o Protocolo Brasileiro para Infecções Sexualmente transmissíveis de 2020, qual o tratamento mais adequado neste momento?
Considere uma primigesta, 39 semanas, assintomática. No início do pré-natal fez tratamento para bacteriúria assintomática por Streptococcus agalactie. Não precisou repetir o tratamento, não tem nenhum fator de risco clínico ou obstétrico detectado. Não fez cultura para Streptococcus vaginal e perianal durante o pré-natal.
Vem para a maternidade em trabalho de parto, com bolsa rota há uma hora e boa vitalidade fetal.
Qual a conduta adequada a seguir?