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I -Nutrir o paciente cirúrgico representa um grande desafio, que inclui lidar com inúmeras afecções cirúrgicas.
II -O uso adequado e combinado de terapia nutricional (TN) oral, enteral, parenteral e imunonutrição pré-operatória podem contribuir para modificar o estado nutricional, modular a resposta imunológica e inflamatória, minimizar complicações pós-operatórias e diminuir o tempo de internação.
III -A avaliação do estado nutricional (AN) de pacientes cirúrgicos é fundamental para identificar o risco relacionado à morbidade e à mortalidade após a cirurgia, sendo realizada estritamente por métodos objetivos, como por exemplo: antropometria.
IV -Albumina sérica: menos de 5mg/dL (sem evidência de disfunção hepática e renal) é uma das situações de risco nutricional em cirurgia.
V -Para pacientes em risco nutricional grave, é recomendado de 14 a 21dias de terapia nutricional pré-operatória para melhora da condição nutricional.
I –Os dissacarídeos importantes na nutrição são glicose, frutose e galactose. A glicose é a fonte de energia primária das células do organismo.
II -A maioria dos carboidratos é convertida, pelo fígado, em glicose.
III -A amilase, a amilopectina e o glicogênio são polissacarídeos que atuam como formas armazenadas de glicose.
IV -O glicogênio é a forma de glicose armazenada de forma estrita nas células hepáticas.
V -As fibras não fermentáveis (insolúveis) são compostas, principalmente, de pectinas, gomas e mucilagens.
No entanto, há um erro conceitual em uma asserção, assinale-a:
[ ] Uma dieta pobre em frutas, legumes e verduras pode desencadear perturbações no trânsito intestinal, no equilíbrio da flora microbiana e na baixa disponibilidade de nutrientes que podem potencialmente proteger o trato gastrintestinal contra agentes agressores.
[ ] A fibra alimentar são as partes comestíveis de plantas que são resistentes à digestão e, consequentemente, sendo fermentadas de modo completo ou parcial no intestino delgado.
[ ] As fibras solúveis são responsáveis pelo aumento do tempo de trânsito intestinal e estão relacionadas à diminuição do esvaziamento gástrico.
[ ] No cólon, as fibras solúveis são fermentadas pelas bactérias da microbiota intestinal, produzindo ácidos graxos de cadeia curta (acético, butírico e propiônico).
[ ] As ácidos graxos são responsáveis por regular algumas funções específicas no intestino, entre elas é possível citar por exemplo: a diminuição na produção de muco.
I -A dietoterapia na esofagite objetiva especificamente o controle da doença e a redução de seus sintomas.
II -A dietoterapia na esofagite requer mudanças no estilo de vida, sendo um tratamento compendioso.
III-A conduta dietoterápica deve ser traçada a partir de avaliação e estabelecimento de um diagnóstico específico e individualizado, que considere aspectos funcionais, como os dados clínicos, bioquímicos, antropométricos e alimentares.
IV -A dieta para tratamento da esofagite consiste numa oferta calórica voltada para a perda de peso.
V -Dietas hipolipídicas, com menos de 20% do valor calórico total (VCT), são inadequadas para pacientes com o processo inflamatório ativo.
I. O consumo de magnésio é inversamente proporcional ao IMC e à medida da circunferência da cintura, mostrando que o consumo inadequado de magnésio por indivíduos obesos constitui um problema nutricional de grande relevância.
II. O magnésio, quando deficiente, parece exercer influência sobre a manifestação de distúrbios metabólicos presentes na obesidade, como a resistência à insulina, o estresse oxidativo e a inflamação crônica de baixo grau.
Está CORRETO o que se afirma:
(1)Marasmo.
(2)Kwashiorkor.
(3)Kwashiorkor marasmático.
( ) A característica predominante é o edema mole, o cacifo, indolor, geralmente nos pés e nas pernas, mas estendendo-se ao períneo, extremidades superiores e face, nos casos graves.
( ) As principais características são edema, com ou sem lesões cutâneas, e definhamento muscular e gordura subcutânea diminuída.
( ) Frequentemente, os pacientes têm 60% ou menos do peso esperado para a sua altura, e as crianças têm acentuado retardamento do crescimento longitudinal.