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Q3410206 Libras
As representações da surdez influenciam diretamente as práticas educacionais, sociais e políticas voltadas à pessoa surda.
Sobre as principais perspectivas teóricas da surdez, analise as afirmativas:

I. A visão clínico-patológica compreende a surdez como uma deficiência sensorial que deve ser corrigida ou compensada, priorizando a reabilitação auditiva e a oralização do sujeito.
II. A visão sócio-antropológica entende a surdez como uma diferença cultural e linguística, valorizando a Libras e a identidade surda como expressões legítimas de uma comunidade.
III. Na perspectiva sócio-antropológica, o sujeito surdo é considerado um paciente que precisa de tratamento contínuo para se adaptar à sociedade ouvinte.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3410205 Linguística
Considerando as abordagens teóricas sobre aquisição e aprendizagem de línguas, analise as afirmativas a seguir:

I. A aquisição da L1 ocorre de maneira espontânea, no contexto de interações sociais, sem necessidade de instrução explícita, como defendido por teóricos como Chomsky e Vygotsky.
II. A aprendizagem da L2, em contextos formais, geralmente envolve processos conscientes, instrução gramatical explícita e pode ser influenciada por fatores como motivação e idade.
III. Tanto na aquisição da L1 quanto da L2, não há interferência entre os sistemas linguísticos, já que o cérebro processa cada língua de forma isolada.

Com base nas afirmativas acima, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3410204 Pedagogia
A presença do Tradutor e Intérprete de Libras-Língua Portuguesa nas instituições de ensino é um direito dos estudantes surdos e uma condição essencial para garantir o acesso à educação bilíngue. No entanto, o exercício dessa função exige o cumprimento de parâmetros éticos, técnicos e legais.

Considerando as atribuições e os limites da atuação desse profissional no contexto educacional, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3410203 Libras
A concepção dos surdos como minoria social desloca a compreensão da surdez do campo exclusivamente biomédico para o campo sociocultural. Essa perspectiva reconhece que os sujeitos surdos compartilham uma identidade linguística, cultural e histórica própria, distinta da maioria ouvinte.

Com base nessa abordagem, analise as afirmativas abaixo:

I. A definição dos surdos como minoria social implica o reconhecimento da Libras como língua natural, essencial para a construção da identidade surda e para o exercício pleno da cidadania.
II. A surdez é tratada exclusivamente como deficiência dentro da abordagem da minoria social, reforçando o papel da medicina na centralidade da inclusão.
III. Os surdos, enquanto minoria linguística e cultural, reivindicam direitos coletivos, como acesso à educação bilíngue, ao uso da Libras e à representatividade cultural.
IV. O enquadramento dos surdos como minoria social desconsidera as barreiras comunicacionais, priorizando apenas o combate ao preconceito social.
V. A categoria de minoria social reconhece as especificidades da comunidade surda, compreendendo que a exclusão vivida por esses sujeitos está relacionada à falta de acessibilidade e reconhecimento cultural.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3410202 Pedagogia
De acordo com a legislação brasileira e as diretrizes educacionais, a formação do tradutor e intérprete de Libras – Língua Portuguesa deve atender a critérios específicos.

Sobre essa formação, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3410201 Sociologia
“Em linhas gerais, ao se fazer referência à identidades surdas, faz-se referência aos modos de pessoas surdas compreenderem a surdez e a si próprias nesse contexto, concepções que impactam sua postura e comportamento. A identidade surda é heterogênea, havendo desde os surdos que se posicionam politicamente em favor dos direitos dos surdos e que vivem e valorizam a cultura surda até os que se comportam de modo a tentar se apropriar da cultura ouvinte e vivenciá-la no seu modo de participar do meio. “

https://www.ifpb.edu.br/assuntos/fique-pordentro/diferentes-identidades-entre-os-sujeitos-surdos

A construção da identidade da pessoa surda é um processo influenciado por múltiplos fatores, como o contexto familiar, a convivência com outros surdos e a exposição à Libras e à cultura surda.

Com base nos estudos sobre identidades surdas, analise as alternativas a seguir e assinale a CORRETA:
Alternativas
Q3410200 Pedagogia
“Em vários países há tradutores e intérpretes de língua de sinais. A história da constituição deste profissional se deu a partir de atividades voluntárias que foram sendo valorizadas enquanto atividade laborai na medida em que os surdos foram conquistando o seu exercício de cidadania. A participação de surdos nas discussões sociais representou e representa a chave para a profissionalização dos tradutores e intérpretes de língua de sinais. Outro elemento fundamental neste processo é o reconhecimento da língua de sinais em cada país. À medida em que a língua de sinais do país passou a ser reconhecida enquanto língua de fato, os surdos passaram a ter garantias de acesso a ela enquanto direito lingüístico. Assim, conseqüentemente, as instituições se viram obrigadas a garantir acessibilidade através do profissional intérprete de língua de sinais.”

O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa – Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos.


De acordo com a história da língua brasileira de sinais, assinale CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3410199 Libras
“O código de ética é um instrumento que orienta o profissional intérprete na sua atuação. A sua existência justifica-se a partir do tipo de relação que o intérprete estabelece com as partes envolvidas na interação. 0 intérprete está para intermediar um processo interativo que envolve determinadas intenções conversacionais e discursivas. Nestas interações, o intérprete tem a responsabilidade pela veracidade e fidelidade das informações. Assim, ética deve estar na essência desse profissional.”

-Código de ética

Sobre os princípios fundamentais do profissional intérprete, assinale CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3410198 Direito do Trabalho
A Federação Brasileira das Associações de Profissionais Tradutores, Intérpretes e Guia-Intérpretes de Língua de Sinais (FEBRAPILS) é uma entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, que tem como finalidade representar e fortalecer a atuação dos profissionais de TILS no Brasil.

Com base nas informações acima e nos princípios que regem entidades representativas de classe, assinale a alternativa CORRETA:

( ) A FEBRAPILS é uma entidade sindical autorizada a negociar acordos coletivos e definir o piso salarial da categoria.
( ) A FEBRAPILS é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que atua para promover, fortalecer e defender a categoria de tradutores, intérpretes e guia-intérpretes de Libras no Brasil.
( ) A principal função da FEBRAPILS é fiscalizar e aplicar penalidades aos tradutores e intérpretes de Libras que descumprirem o código de ética.
( ) A FEBRAPILS é uma entidade pública federal vinculada ao Ministério da Educação, responsável por regulamentar a profissão de intérprete de Libras.

Assinale a alternativa que represente a sequência CORRETA: 
Alternativas
Q3410197 Libras
A Lei nº 12.319, de 1º de setembro de 2010, regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Essa legislação estabelece as diretrizes para o exercício profissional desses especialistas, definindo as atribuições e competências necessárias para atuar na tradução e interpretação da Libras. Além disso, a lei determina a exigência de formação específica e adequada para garantir a qualidade dos serviços prestados, reconhecendo a importância desses profissionais na promoção da acessibilidade e inclusão das pessoas surdas na sociedade.

Considerando a regulamentação da profissão de Tradutor e Intérprete de Libras prevista na Lei nº 12.319/2010 assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3410196 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Com base no Capítulo IV da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, sobre acessibilidade em edifícios públicos ou de uso coletivo, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3410195 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando garantir-lhes o acesso igualitário aos espaços físicos, meios de transporte, comunicação, informação e outros serviços. Sobre as definições estabelecidas na Lei nº 10.0983 em seu art. 2°, assinale CORRETAMENTE:

I. Consideram-se barreiras urbanísticas os obstáculos presentes nas vias públicas e nos espaços de uso público ou coletivo, sejam eles públicos ou privados, que dificultem a mobilidade das pessoas.
II. Acessibilidade é a condição que assegura às pessoas com deficiência o direito de alcançar e utilizar ambientes urbanos, priorizando a adaptação estrutural dos espaços, ainda que sem garantir necessariamente a autonomia ou segurança na sua utilização.
III. Barreiras na comunicação e na informação são caracterizadas por limitações no acesso a mensagens ou dados, sobretudo quando resultam de obstáculos físicos nos ambientes em que as pessoas com deficiência circulam.
IV. São consideradas barreiras arquitetônicas aquelas existentes no interior de edificações públicas ou privadas, que dificultam ou impedem o acesso, a circulação ou o uso de suas estruturas por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. V. A comunicação compreende todas as formas de interação entre pessoas, incluindo línguas faladas e escritas, a Língua Brasileira de Sinais (Libras), o sistema Braille, os caracteres ampliados, recursos táteis, dispositivos multimídia, linguagem simples, sistemas auditivos, voz sintetizada e tecnologias assistivas.

Assinale CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q3410194 Legislação Federal
Com base na Lei nº 10.436/2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras), assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3410191 Espanhol
Lea atentamente los siguientes fragmentos extraídos de materiales didácticos y académicos sobre el uso de las formas de tratamiento en español. Luego, responda a las afirmaciones que se presentan.

Fragmento 1:
"Los pronombres personales de segunda persona y tercera persona tú, vos, usted, vosotras/os y ustedes pueden indicar el grado de proximidad e intimidad (confianza) que el hablante tiene con su destinatario. [...] Hay dos tratamientos informales en singular en lengua española: tuteo —tratar al sujeto por el pronombre tú— y el voseo —tratar por el pronombre vos. Ambos estos pronombres son de uso amplio en los países hispanohablantes, pero el voseo es común en países como Argentina, Uruguay, Paraguay, Chile, Venezuela y Colombia."

Fragmento 2:
"El uso de vos, motivado por la pragmática y la cortesía, provocó importantes alteraciones de los paradigmas pronominal y verbal. El póster pretende mostrar la extensión geográfica del voseo, exponer las diferentes formas de voseo por países e indicar un análisis contrastivo con las formas pronominales de la norma brasileña. Estas formas innovadoras, tradicionalmente consideradas vulgares, no aparecían en los manuales tradicionales que reflejaban la norma clásica peninsular."

I. Ambos fragmentos reconocen la existencia de variaciones regionales en el uso de los pronombres de tratamiento, destacando el voseo como una característica del español hispanoamericano.
II. El uso del pronombre vos implica alteraciones en las terminaciones verbales correspondientes, siendo una forma de tratamiento informal singular.
III. Tradicionalmente, el voseo era considerado vulgar y, por ello, no aparecía en los manuales clásicos que reflejaban la norma peninsular.
IV. El pronombre vos se utiliza exclusivamente en contextos formales en los países donde está presente.

Señala: 
Alternativas
Q3410190 Espanhol
Considerando que alguns substantivos podem apresentar gêneros diferentes conforme o significado, qual das alternativas abaixo está incorreta?
Alternativas
Q3410189 Espanhol
En el trecho “El Aleph es un punto en el espacio que contiene todos los demás puntos”, reemplace “todos los demás puntos” por un pronombre que mantenga correctamente el sentido de la oración.
Alternativas
Q3410188 Espanhol
El Texto 2 que se ofrece a continuación servirá para contestar a las cuestiones de 33 a 35.

La mejor gimnasia para el cerebro es el bilingüismo

El cerebro de una persona bilingüe funciona como un semáforo. Cuando tiene que elegir una palabra, da luz verde al idioma que está usando y frena con una luz roja el término del que no necesita. Este proceso natural de selección, que hace centenares de veces al día, es como una gimnasia involuntaria que mejora su materia gris.

Los efectos del bilingüismo en el cerebro se han analizado profusamente en los últimos años desde distintos puntos de vista. Hay investigaciones que apuntan a que hablar dos idiomas permite combatir mejor el Alzheimer o la demencia. Dos equipos de investigación estadounidenses estudian en la actualidad las ventajas que una segunda lengua supone para el día a día. “Los cerebros bilingües están mejor equipados para procesar información”, señala la profesora Viorica Marian, psicóloga y autora principal de un estudio de la Universidad de Northwestern (Evanston, Estados Unidos).

En la misma línea trabaja otra institución norteamericana, el Instituto de Aprendizaje y Ciencias del Cerebro de la Universidad de Washington (Seattle, EE. UU.), que recientemente ha entrado en contacto con las autoridades españolas y planea trasladar parte de su investigación aquí. Sus codirectores, Patricia K. Kuhl y Andrew N. Meltzoff, analizan el proceso informal que desarrollan los niños para aprender varios idiomas a un tiempo. Desde mediados de 2014, están en contacto con la Comunidad de Madrid y el Ministerio de Educación para ampliar su investigación a centros escolares en la primera etapa infantil (de cero a tres años).

Ambos equipos se centran en la observación de las partes del cerebro que se activan en las personas que solo dominan un idioma frente a aquellas que funcionan en el caso de los que se comunican al menos en dos lenguas con fluidez. La profesora Marian, de la Universidad de Northwestern, realizó su estudio con participantes de 18 a 27 años de edad seleccionados por la Universidad de Houston. 17 de ellos eran bilingües en español e inglés mientras que otros 18 solo hablaban inglés. "Elegimos estos idiomas porque es el bilingüismo más habitual en Texas, aunque suponemos que los resultados serían similares con otras lenguas", señala la investigadora.

El trabajo, desarrollado a lo largo de tres años, partía de un experimento bastante simple. Después de escuchar una palabra en inglés, leída por una voz  masculina con acento neutro, les enseñaban a los integrantes de ambos grupos un dibujo con cuatro objetos: dos cuya pronunciación es similar en inglés y otros dos que suenan totalmente diferentes. Por ejemplo, clown (payaso) y cloud (nube); candy (caramelo) y candle (vela) o pig (cerdo) y picture (dibujo). Mientras los participantes elegían el término correcto, el equipo de investigación revisaba el comportamiento de su cerebro a través imágenes por resonancia magnética.

Cuanto más oxígeno o sangre fluye a una región, más esfuerzo realiza esa parte del cerebro. Los que solo hablan un idioma tenían más activadas las regiones de control de inhibiciones del cerebro que los bilingües, es decir, “trabajan más duro para encontrar las respuestas”, añade Viorica Marian, autora principal del estudio publicado en la revista Brain and Language.

¿Qué efectos tiene que el cerebro funcione de uno u otro modo? Según las conclusiones del equipo de la profesora Marian, los niños bilingües, por ejemplo, desechan “con más facilidad” el ruido en la clase para concentrarse en la lección. “Si estás conduciendo u operando en un quirófano es importante enfocarte en lo que realmente importa e ignorar lo que no”, añade.

El equipo de trabajo de Seattle, incluye investigadores postgraduados que analizan el aprendizaje y el comportamiento del cerebro de sus propios hijos, que son bilingües de inglés combinado con diferentes idiomas.“El cerebro de una persona que habla dos lenguas es mucho más flexible, enfrenta situaciones más complejas por lo que busca mejor las soluciones y acaba resultando mucho más ágil”, explicaba Patricia K. Kuhl, que estuvo en España con Meltzoff a finales de septiembre y visitó la red de colegios bilingües de la Comunidad de Madrid.

Meltzoff y Kuhl han presentado ya sus investigaciones en el Congreso de los Estados Unidos. Sus conclusiones “sirvieron para tranquilizar a la sociedad frente al temor bastante extendido que un alumno que crece entre dos idiomas perjudica la lengua materna y el aprendizaje de otras materias”, según Andrew N. Meltzoff.

En España, la mayoría de las comunidades autónomas tienen oferta de enseñanza bilingüe en inglés pública. Los investigadores de Seattle visitaron centros de Madrid y contactaron también con las autoridades educativas de Barcelona. Meses antes, una delegación española estuvo en Seatle. El ministro de Educación, José Ignacio Wert, la secretaria de Estado de Educación, Montserrat Gomendio, y la consejera del ramo de la Comunidad de Madrid, Lucía Figar, acudieron a las instalaciones. Tras ambos encuentros, el equipo estadounidense quiere colaborar ahora con Madrid. Los investigadores han pedido trabajar en centros de la primera etapa de educación infantil (de cero a tres años), según explica un portavoz de la consejería. Esperan cerrar un acuerdo en diciembre.

ÁLVAREZ, Pilar. “La mejor gimnasia para el cerebro es el bilingüismo”. El País, 21 nov. 2014. Disponível em: https://elpais.com/elpais/2014/11/14/ciencia/1415985974_376968.htm l.
Según el texto, ¿cuál de los siguientes efectos se atribuye al bilingüismo en el proceso de envejecimiento cerebral?
Alternativas
Q3410187 Espanhol
El Texto 2 que se ofrece a continuación servirá para contestar a las cuestiones de 33 a 35.

La mejor gimnasia para el cerebro es el bilingüismo

El cerebro de una persona bilingüe funciona como un semáforo. Cuando tiene que elegir una palabra, da luz verde al idioma que está usando y frena con una luz roja el término del que no necesita. Este proceso natural de selección, que hace centenares de veces al día, es como una gimnasia involuntaria que mejora su materia gris.

Los efectos del bilingüismo en el cerebro se han analizado profusamente en los últimos años desde distintos puntos de vista. Hay investigaciones que apuntan a que hablar dos idiomas permite combatir mejor el Alzheimer o la demencia. Dos equipos de investigación estadounidenses estudian en la actualidad las ventajas que una segunda lengua supone para el día a día. “Los cerebros bilingües están mejor equipados para procesar información”, señala la profesora Viorica Marian, psicóloga y autora principal de un estudio de la Universidad de Northwestern (Evanston, Estados Unidos).

En la misma línea trabaja otra institución norteamericana, el Instituto de Aprendizaje y Ciencias del Cerebro de la Universidad de Washington (Seattle, EE. UU.), que recientemente ha entrado en contacto con las autoridades españolas y planea trasladar parte de su investigación aquí. Sus codirectores, Patricia K. Kuhl y Andrew N. Meltzoff, analizan el proceso informal que desarrollan los niños para aprender varios idiomas a un tiempo. Desde mediados de 2014, están en contacto con la Comunidad de Madrid y el Ministerio de Educación para ampliar su investigación a centros escolares en la primera etapa infantil (de cero a tres años).

Ambos equipos se centran en la observación de las partes del cerebro que se activan en las personas que solo dominan un idioma frente a aquellas que funcionan en el caso de los que se comunican al menos en dos lenguas con fluidez. La profesora Marian, de la Universidad de Northwestern, realizó su estudio con participantes de 18 a 27 años de edad seleccionados por la Universidad de Houston. 17 de ellos eran bilingües en español e inglés mientras que otros 18 solo hablaban inglés. "Elegimos estos idiomas porque es el bilingüismo más habitual en Texas, aunque suponemos que los resultados serían similares con otras lenguas", señala la investigadora.

El trabajo, desarrollado a lo largo de tres años, partía de un experimento bastante simple. Después de escuchar una palabra en inglés, leída por una voz  masculina con acento neutro, les enseñaban a los integrantes de ambos grupos un dibujo con cuatro objetos: dos cuya pronunciación es similar en inglés y otros dos que suenan totalmente diferentes. Por ejemplo, clown (payaso) y cloud (nube); candy (caramelo) y candle (vela) o pig (cerdo) y picture (dibujo). Mientras los participantes elegían el término correcto, el equipo de investigación revisaba el comportamiento de su cerebro a través imágenes por resonancia magnética.

Cuanto más oxígeno o sangre fluye a una región, más esfuerzo realiza esa parte del cerebro. Los que solo hablan un idioma tenían más activadas las regiones de control de inhibiciones del cerebro que los bilingües, es decir, “trabajan más duro para encontrar las respuestas”, añade Viorica Marian, autora principal del estudio publicado en la revista Brain and Language.

¿Qué efectos tiene que el cerebro funcione de uno u otro modo? Según las conclusiones del equipo de la profesora Marian, los niños bilingües, por ejemplo, desechan “con más facilidad” el ruido en la clase para concentrarse en la lección. “Si estás conduciendo u operando en un quirófano es importante enfocarte en lo que realmente importa e ignorar lo que no”, añade.

El equipo de trabajo de Seattle, incluye investigadores postgraduados que analizan el aprendizaje y el comportamiento del cerebro de sus propios hijos, que son bilingües de inglés combinado con diferentes idiomas.“El cerebro de una persona que habla dos lenguas es mucho más flexible, enfrenta situaciones más complejas por lo que busca mejor las soluciones y acaba resultando mucho más ágil”, explicaba Patricia K. Kuhl, que estuvo en España con Meltzoff a finales de septiembre y visitó la red de colegios bilingües de la Comunidad de Madrid.

Meltzoff y Kuhl han presentado ya sus investigaciones en el Congreso de los Estados Unidos. Sus conclusiones “sirvieron para tranquilizar a la sociedad frente al temor bastante extendido que un alumno que crece entre dos idiomas perjudica la lengua materna y el aprendizaje de otras materias”, según Andrew N. Meltzoff.

En España, la mayoría de las comunidades autónomas tienen oferta de enseñanza bilingüe en inglés pública. Los investigadores de Seattle visitaron centros de Madrid y contactaron también con las autoridades educativas de Barcelona. Meses antes, una delegación española estuvo en Seatle. El ministro de Educación, José Ignacio Wert, la secretaria de Estado de Educación, Montserrat Gomendio, y la consejera del ramo de la Comunidad de Madrid, Lucía Figar, acudieron a las instalaciones. Tras ambos encuentros, el equipo estadounidense quiere colaborar ahora con Madrid. Los investigadores han pedido trabajar en centros de la primera etapa de educación infantil (de cero a tres años), según explica un portavoz de la consejería. Esperan cerrar un acuerdo en diciembre.

ÁLVAREZ, Pilar. “La mejor gimnasia para el cerebro es el bilingüismo”. El País, 21 nov. 2014. Disponível em: https://elpais.com/elpais/2014/11/14/ciencia/1415985974_376968.htm l.
¿Cuál es la idea central del texto respecto al bilingüismo?
Alternativas
Q3410186 Espanhol
El Texto 2 que se ofrece a continuación servirá para contestar a las cuestiones de 33 a 35.

La mejor gimnasia para el cerebro es el bilingüismo

El cerebro de una persona bilingüe funciona como un semáforo. Cuando tiene que elegir una palabra, da luz verde al idioma que está usando y frena con una luz roja el término del que no necesita. Este proceso natural de selección, que hace centenares de veces al día, es como una gimnasia involuntaria que mejora su materia gris.

Los efectos del bilingüismo en el cerebro se han analizado profusamente en los últimos años desde distintos puntos de vista. Hay investigaciones que apuntan a que hablar dos idiomas permite combatir mejor el Alzheimer o la demencia. Dos equipos de investigación estadounidenses estudian en la actualidad las ventajas que una segunda lengua supone para el día a día. “Los cerebros bilingües están mejor equipados para procesar información”, señala la profesora Viorica Marian, psicóloga y autora principal de un estudio de la Universidad de Northwestern (Evanston, Estados Unidos).

En la misma línea trabaja otra institución norteamericana, el Instituto de Aprendizaje y Ciencias del Cerebro de la Universidad de Washington (Seattle, EE. UU.), que recientemente ha entrado en contacto con las autoridades españolas y planea trasladar parte de su investigación aquí. Sus codirectores, Patricia K. Kuhl y Andrew N. Meltzoff, analizan el proceso informal que desarrollan los niños para aprender varios idiomas a un tiempo. Desde mediados de 2014, están en contacto con la Comunidad de Madrid y el Ministerio de Educación para ampliar su investigación a centros escolares en la primera etapa infantil (de cero a tres años).

Ambos equipos se centran en la observación de las partes del cerebro que se activan en las personas que solo dominan un idioma frente a aquellas que funcionan en el caso de los que se comunican al menos en dos lenguas con fluidez. La profesora Marian, de la Universidad de Northwestern, realizó su estudio con participantes de 18 a 27 años de edad seleccionados por la Universidad de Houston. 17 de ellos eran bilingües en español e inglés mientras que otros 18 solo hablaban inglés. "Elegimos estos idiomas porque es el bilingüismo más habitual en Texas, aunque suponemos que los resultados serían similares con otras lenguas", señala la investigadora.

El trabajo, desarrollado a lo largo de tres años, partía de un experimento bastante simple. Después de escuchar una palabra en inglés, leída por una voz  masculina con acento neutro, les enseñaban a los integrantes de ambos grupos un dibujo con cuatro objetos: dos cuya pronunciación es similar en inglés y otros dos que suenan totalmente diferentes. Por ejemplo, clown (payaso) y cloud (nube); candy (caramelo) y candle (vela) o pig (cerdo) y picture (dibujo). Mientras los participantes elegían el término correcto, el equipo de investigación revisaba el comportamiento de su cerebro a través imágenes por resonancia magnética.

Cuanto más oxígeno o sangre fluye a una región, más esfuerzo realiza esa parte del cerebro. Los que solo hablan un idioma tenían más activadas las regiones de control de inhibiciones del cerebro que los bilingües, es decir, “trabajan más duro para encontrar las respuestas”, añade Viorica Marian, autora principal del estudio publicado en la revista Brain and Language.

¿Qué efectos tiene que el cerebro funcione de uno u otro modo? Según las conclusiones del equipo de la profesora Marian, los niños bilingües, por ejemplo, desechan “con más facilidad” el ruido en la clase para concentrarse en la lección. “Si estás conduciendo u operando en un quirófano es importante enfocarte en lo que realmente importa e ignorar lo que no”, añade.

El equipo de trabajo de Seattle, incluye investigadores postgraduados que analizan el aprendizaje y el comportamiento del cerebro de sus propios hijos, que son bilingües de inglés combinado con diferentes idiomas.“El cerebro de una persona que habla dos lenguas es mucho más flexible, enfrenta situaciones más complejas por lo que busca mejor las soluciones y acaba resultando mucho más ágil”, explicaba Patricia K. Kuhl, que estuvo en España con Meltzoff a finales de septiembre y visitó la red de colegios bilingües de la Comunidad de Madrid.

Meltzoff y Kuhl han presentado ya sus investigaciones en el Congreso de los Estados Unidos. Sus conclusiones “sirvieron para tranquilizar a la sociedad frente al temor bastante extendido que un alumno que crece entre dos idiomas perjudica la lengua materna y el aprendizaje de otras materias”, según Andrew N. Meltzoff.

En España, la mayoría de las comunidades autónomas tienen oferta de enseñanza bilingüe en inglés pública. Los investigadores de Seattle visitaron centros de Madrid y contactaron también con las autoridades educativas de Barcelona. Meses antes, una delegación española estuvo en Seatle. El ministro de Educación, José Ignacio Wert, la secretaria de Estado de Educación, Montserrat Gomendio, y la consejera del ramo de la Comunidad de Madrid, Lucía Figar, acudieron a las instalaciones. Tras ambos encuentros, el equipo estadounidense quiere colaborar ahora con Madrid. Los investigadores han pedido trabajar en centros de la primera etapa de educación infantil (de cero a tres años), según explica un portavoz de la consejería. Esperan cerrar un acuerdo en diciembre.

ÁLVAREZ, Pilar. “La mejor gimnasia para el cerebro es el bilingüismo”. El País, 21 nov. 2014. Disponível em: https://elpais.com/elpais/2014/11/14/ciencia/1415985974_376968.htm l.
¿Cuál de las siguientes afirmaciones refleja mejor el funcionamiento del cerebro bilingüe descrito en el texto?
Alternativas
Q3410185 Literatura
El Texto 1 que se ofrece a continuación servirá para contestar a la cuestion.

Cantar de Mio Cid

De los sos ojos tan fuertemientre llorando,
tornava la cabeça e estávalos catando.
Vio puertas abiertas e uços sin cañados,
alcándaras vazías, sin pielles e sin mantos,
e sin falcones e sin adtores mudados.
Sospiró mio Cid, ca mucho avié grandes cuidados.

fabló mio Cid bien e tan mesurado:

“¡Grado a ti, Señor Padre, que estás en alto!
¡Esto me an buelto mios enemigos malos!”

Allá va el Cid, dejando su casa y a su mujer,
exiliado injustamente por el rey Alfonso.
El pueblo le mira con pena, y algunos comentan:

“¡Dios, qué buen vasallo, si oviesse buen señor!”

Cantar de Mio Cid (Anónimo), siglo XII. Ed. crítica de Alberto
Montaner Frutos (1993).
En cuanto a su forma literaria, el texto se caracteriza por:
Alternativas
Respostas
2241: A
2242: D
2243: C
2244: A
2245: D
2246: C
2247: B
2248: C
2249: A
2250: C
2251: B
2252: D
2253: E
2254: C
2255: E
2256: B
2257: B
2258: E
2259: C
2260: D