Questões de Concurso Para fadenor

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Q3954902 Matemática
Em uma turma, foram registradas as seguintes notas: 6 alunos tiraram nota 4; 10 alunos tiraram nota 6; 8 alunos tiraram nota 8; 6 alunos tiraram nota 10; 1 aluno tirou nota 5 e 2 alunos tiraram nota 7. Qual a nota média dessa turma?
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Q3954901 Matemática
Um ciclista percorreu 23 quilômetros, em 45 minutos. Qual foi a velocidade média aproximada do ciclista, em quilômetros por hora? 
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Q3954900 Matemática
Um triângulo retângulo tem perímetro igual a 60 e os catetos na razão 3:4. Logo, qual o valor da hipotenusa desse triângulo? 
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Q3954899 Matemática
Qual o valor de x que satisfaz a equação Imagem associada para resolução da questão?
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Q3954898 Matemática
O triplo de um número somado com o dobro de um segundo número é igual a 1, enquanto o dobro do primeiro número somado com a metade do segundo número é igual a -1. Nesse caso, a soma dos dois números é 
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Q3954897 Matemática
Uma obra está sendo executada em 15 dias, com 12 trabalhadores. Porém, no fim do sexto dia, 3 trabalhadores saíram do grupo. Considerando satisfeitos os critérios de proporcionalidade, quantos dias, no total, serão necessários para concluir a obra? 
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Q3954896 Matemática
Uma mistura de 2 ingredientes (Ingrediente I1 e Ingrediente I2) segue a seguinte razão: I1:I2 = 3:5. Adicionando 14 unidades de I1, a razão se torna 5:6. Logo, qual a quantidade de I2? 
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Q3954895 Matemática
O máximo divisor comum entre os inteiros 360 e 2268 é
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Q3954894 Matemática
O resultado da operação com fração  Imagem associada para resolução da questão  é igual a
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Q3954893 Matemática
Maria decide fazer uma festa de aniversário e convidar 50 pessoas, todas adultas, por 4 horas de festa. Ao pesquisar sobre a quantidade média de consumo por pessoa, ela organizou as informações conforme tabela a seguir:
Imagem associada para resolução da questão  Fonte: O elaborador, 2026.

Considerando apenas as quantidades indicadas na tabela, Maria vai precisar de 
Alternativas
Q3954892 Português

Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda a questão, que a ele se referem.  


  


Disponível em: https://www.facebook.com/photo/?. Acesso em: 23 jan. 2026. 

As vírgulas presentes, no primeiro e no terceiro quadro do texto 02, foram usadas, de acordo com a norma, para separar um 
Alternativas
Q3954891 Português

Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda a questão, que a ele se referem.  


  


Disponível em: https://www.facebook.com/photo/?. Acesso em: 23 jan. 2026. 

A palavra “mal-humorada”, presente nas falas do texto, foi formada pelo processo de  
Alternativas
Q3954890 Português
Sobre o uso do verbo “andar” no texto, é CORRETO afirmar que, 
Alternativas
Q3954889 Português
O vício da aprovação


         Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.

         Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.

         Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.

        Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.

         Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.

       Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma. [...] 


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.

Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado. 
Assinale a alternativa em que todas as palavras do texto foram acentuadas graficamente seguindo a mesma regra. 
Alternativas
Q3954888 Português
O vício da aprovação


         Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.

         Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.

         Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.

        Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.

         Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.

       Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma. [...] 


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.

Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado. 
Na passagem “Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas.”, a vírgula separa o trecho “Por muito tempo”, de acordo com a norma, por se tratar de uma  
Alternativas
Q3954887 Português
O vício da aprovação


         Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.

         Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.

         Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.

        Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.

         Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.

       Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma. [...] 


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.

Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado. 
Na passagem “Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.”, a conjunção “entretanto” insere uma ideia de  
Alternativas
Q3954886 Português
O vício da aprovação


         Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.

         Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.

         Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.

        Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.

         Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.

       Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma. [...] 


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.

Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado. 
Analise os trechos a seguir, tendo em vista o uso da linguagem conotativa como recurso de expressão.

I- “O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida [...]”.

II- “Sem perceber com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros [...]”.
III- “Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo [...]”.
IV- “E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.”
V- “Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar.”

Estão CORRETOS os trechos 
Alternativas
Q3954885 Português
O vício da aprovação


         Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.

         Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.

         Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.

        Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.

         Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.

       Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma. [...] 


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.

Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado. 
De acordo com a autora, na sua criação, seus pais

I- ensinaram-na a enxergar a si mesma com os olhos dos outros.
II- fizeram comparações para lhe mostrar como ela deveria ser.
III- permitiram que ela fosse sempre espontânea, autêntica e livre.
IV- compreenderam que ela esperava deles, principalmente, afeto.
V- mostraram-lhe a importância do respeito à própria essência.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
Alternativas
Q3954884 Português
O vício da aprovação


         Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.

         Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.

         Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.

        Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.

         Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.

       Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma. [...] 


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.

Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado. 
Segundo a autora, para vencer o vício em aprovação, é necessário

I- deixar de temer a desaprovação.
II- evitar o julgamento alheio.
III- ser exigente consigo mesma.
IV- viver com liberdade.
V- ser fiel a si mesma.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
Alternativas
Q3954883 Português
O vício da aprovação


         Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás. Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um olhar julgador sobre mim.

         Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor jeito que encontraram para me criar.

         Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.

        Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.

         Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.

       Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma. [...] 


Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.

Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado. 
De acordo com o texto, uma criação muito rígida gera, nos filhos.

I- baixa autoestima.
II- insegurança.
III- negação do eu.
IV- disciplina.
V- maturidade precoce.

Estão CORRETOS apenas os itens
Alternativas
Respostas
201: E
202: A
203: C
204: D
205: A
206: B
207: E
208: B
209: D
210: C
211: C
212: D
213: E
214: C
215: D
216: E
217: B
218: A
219: B
220: A