Foram encontradas 105.266 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Monlevade (Funcionário de escolas: educadores, profissionais e gestores, 2012) destaca quatro dos princípios de ensino estipulados pela Constituição Federal de 1988 que o autor considera “particularmente importantes para os funcionários de escolas públicas”.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente um desses princípios destacados por Monlevade.
Gadotti (“Gestão democrática com participação popular no planejamento e na organização educacional”, 2014) afirma: “O Brasil tem uma composição social extremamente diversa, e a democracia representativa não dá conta de toda essa diversidade”.
Por isso, o autor defende que
Gadotti (“Gestão democrática com participação popular no planejamento e na organização educacional”, 2014) cita o conceito de ideologia da competência, conforme discutido por Marilena Chauí.
De acordo com o autor, é correto afirmar que a ideologia da competência
Pedro com frequência envia mensagens instantâneas pelo celular, para o grupo de sua turma, com gozações voltadas a Matheus. Quando os alunos se encontram na escola, Matheus confronta Pedro, pedindo para que ele pare com as mensagens ofensivas. Em resposta, Pedro afirma que só está brincando e que Matheus não deveria levar esse tipo de troca de mensagens como ofensa. No dia seguinte, Pedro retoma o envio das mensagens.
Com base no contexto hipotético, assinale a alternativa correta, de acordo com a perspectiva apresentada por Camargo (“O que é bullying?”, Bully: no bullying, 2009).
Abramovay et al. (Conversando sobre violência e convivência nas escolas, 2012) apontam que, com relação aos estudantes negros, frequentemente, “há uma nítida associação entre os apelidos e a referência à inscrição racial”.
Os autores entendem que essa prática
Sobre a relação entre família e escola, Abramovay et al. (Conversando sobre violência e convivência nas escolas, 2012) observam que ela é frequentemente “definida como uma convivência complexa e, por vezes, assimétrica”.
Visando a aprimorar o ambiente escolar e atravessá-lo por valores democráticos, os autores entendem que é necessário
Um agente de organização escolar, utilizando um canal no Microsoft Teams, em sua configuração padrão, precisa enviar uma notificação a todos os membros desse canal.
Assinale a alternativa que indica, corretamente, a ação adequada para atingir esse objetivo.
Um estudo realizado sobre os funcionários de uma empresa revelou que, do número total de funcionários, 10% têm mais de 60 anos de idade, e 15% têm entre 50 e 60 anos. Além disso, verificou-se que, entre os funcionários com menos de 50 anos, metade são homens. Sabe-se também que o número de mulheres com menos de 50 anos é igual a 90.
Com base nessas informações, é correto concluir que a quantidade de funcionários que têm mais de 60 anos de idade é igual a
Janaína foi à padaria e comprou certa quantidade de presunto a R$ 32,00 o quilograma e pagou pela compra R$ 9,60.
Expressando, em gramas, a quantidade de presunto que Janaína comprou, obtém-se
Leia o texto para responder à questão:
Por muito tempo se opôs linguagem oral e linguagem escrita, embora a voz e o livro sejam companheiros, e a biblioteca, em particular, seja um ambiente “natural” para a oralidade: é o lugar de milhares de vozes escondidas nos livros que foram escritos a partir da voz interior de um autor. Quando lê, cada leitor faz reviver essa voz, que provém às vezes de muitos séculos atrás. Mas para as pessoas que cresceram longe dos suportes impressos, alguém tem que emprestar sua voz para que entendam aquela que o livro carrega.
Nos últimos anos, em muitos países, a oralidade foi redescoberta, e o oral e o escrito foram combinados nos espaços dedicados a facilitar a apropriação da cultura escrita. Na Argentina, oficinas foram montadas para ajudar as mulheres a encontrarem, ou reencontrarem, uma boa relação com a narração oral, a fim de que pudessem, em seguida, contar ou ler histórias para as crianças. Algumas eram analfabetas, mas disseram logo de saída que, se não sabiam ler, podiam contar. A pesquisadora Silvia Seoane ouviu-as e observou-as durante as oficinas. Ela se espantou com o trabalho de apropriação, de reinterpretação e de elaboração estética que operavam a partir das histórias trazidas pelas contadoras profissionais. Surpreendeu-se com essa segunda oralidade, que diferia da oralidade espontânea do cotidiano e cuja lógica interna era próxima à da narração escrita; com o surgimento progressivo do desejo de elas mesmas lerem os contos e, então, também de aprenderem a ler.
(Michèle Petit. A arte de ler, 2021. Adaptado)