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Q3987894 Psicologia
Sobre o Rorschach, sistema de avaliação por performance (R-PAS), analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. O R-PAS surgiu em substituição ao Sistema Compreensivo e com uma perspectiva centrada em evidência.
II. O R-PAS apresenta propriedades psicométricas robustas que aumentam sua acurácia e fidedignidade como prova técnica no âmbito forense.
III. O termo técnica projetiva indica que o teste envolve tanto classificação de estímulos e resolução de problemas quanto o mecanismo de projeção.
IV. O R-PAS apresenta-se como uma alternativa aos métodos de autorrelato dos testes de personalidade, como BFP. 
Alternativas
Q3987893 Psicologia
O processo de avaliação psicológica apresenta alguns passos essenciais para que seja possível alcançar os resultados esperados. Referente ao exposto, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Levantamento dos objetivos.
2. Coleta de informações.
3. Integração das informações.
4. Indicação das respostas.

(  ) Comunicação cuidadosa com atenção aos procedimentos éticos implícitos e considerando as eventuais limitações da avaliação.
(  ) Nesse passo, o psicólogo pode constatar a necessidade de utilizar outros instrumentos/estratégias de modo a refinar ou elaborar novas hipóteses.
(  ) A incorporação dessas informações deve ser suficientemente ampla para dar conta dos objetivos pretendidos pelo processo de avaliação.
(  ) Permite a escolha dos instrumentos/estratégias mais adequados para a realização da avaliação psicológica.
Alternativas
Q3987892 Psicologia
João é um homem de 32 anos em liberdade condicional. Ele foi detido duas vezes enquanto estava na escola e abandonou os estudos no segundo ano do ensino médio, após uma sequência de suspensões por comportamentos como xingar os professores, cabular aulas e brigar. Atualmente desempregado, seu histórico de trabalho é instável, marcado por subempregos. Seus antecedentes incluem detenções por arrombamento, roubo, assalto, venda de drogas e violência doméstica. Cumpriu seis anos de detenção por agressão com agravante depois de esfaquear um homem durante uma venda de drogas. Seu delito mais recente envolveu ameaças a vários membros da família de sua ex-namorada depois de uma discussão. Conforme as informações apresentadas, considerando o possível diagnóstico, qual seria o teste mais provável de ser usado para averiguar periculosidade? 
Alternativas
Q3987891 Psicologia
Sobre o contrato terapêutico, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. É no ato do contrato que podem ser dirimidas as dúvidas quanto à linha teórica do profissional, às condições do tratamento e ao tempo da sessão.
II. Aspectos optativos de inclusão no contrato são procedimentos, honorários, condições de pagamento e envolvimento de membros da família.
III. A Resolução CFP nº 13, de 2022, indica as principais informações que devem constar no contrato.
IV. Estabelecer o contrato em psicoterapia é importante tanto para o profissional quanto para os usuários do serviço, a fim de que estejam cientes e acordados. 
Alternativas
Q3987890 Psicologia
Ângela é psicóloga clínica. Em seu consultório, recebeu Flávia, que acabara de denunciar seu ex-parceiro de violência física e psicológica. Como prova da violência física, havia fotografias e exames. Como Ângela acompanhou o momento após a denúncia e eventos posteriores, Flávia solicitou à psicóloga um documento psicológico para agregar à denúncia que contenha a violência psicológica sofrida e as implicações dela em sua vida. Considerando as informações mencionadas, nesse caso, como Ângela deve proceder? 
Alternativas
Q3987889 Psicologia
Uma tradicional área de atuação do(a) psicólogo(a) são as organizações. Na atualidade, há a subárea de psicologia organizacional e do trabalho (POT). Sobre a POT, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3987888 Psicologia
Clara fala sozinha, demonstra falta de interação com outras pessoas e apresenta outros comportamentos que sugerem paranoia. Durante a consulta com um médico, ela contou que ouvia vozes há muitos anos e estava convencida de que havia gente planejando lhe fazer mal e, por isso, tinha sido encaminhada aos serviços de saúde mental. Aos 14 anos, confidenciou à mãe que ouvia a voz de sua irmã mais velha, já falecida, a quem nunca conhecera. A mãe disse que isso significava que ela tinha “o dom” e que levaria tempo para desenvolver esse poder especial. De tempos em tempos, nos últimos 15 anos, ela voluntariamente se tornava moradora de rua, saindo do albergue quando se convencia de que os outros moradores estavam falando dela. Acredita no fato de sua irmã estar viva e a vigiando e que a voz que ela ouve é sua irmã comunicando-se por telepatia. Clara não tem outros amigos e nunca teve um emprego, vivendo de auxílios sociais. Ela não bebe nem usa substâncias ilícitas, pois acredita que isso poderia interferir em sua “comunicação” com a irmã. Considerando as informações mencionadas, qual dos seguintes transtornos de personalidade melhor se assemelha ao caso de Clara?
Alternativas
Q3987887 Psicologia
A respeito da personalidade na abordagem psicanalítica freudiana, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3987886 Redação Oficial
A respeito do atributo da formalidade nas redações oficiais, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3987885 Português

O Texto 2 refere-se à questão.


Texto 2


Doar sangue com frequência pode deixar suas

células sanguíneas mais saudáveis


Em estudo, as células de doadores frequentes

apresentaram uma mutação que pode ajudar a

suprimir células cancerígenas.


Por Eduardo Lima


    Doar sangue frequentemente não é só uma questão de altruísmo e preocupação com o coletivo. De acordo com um novo estudo, doar sangue também pode aumentar as habilidades do doador de produzir células sanguíneas saudáveis, possivelmente reduzindo o risco de desenvolvimento de leucemia – tipo de câncer que afeta a formação das células do sangue, especialmente dos glóbulos brancos.


    Cientistas do Instituto Francis Crick, um centro de pesquisa biomédica em Londres, analisaram os dados genéticos de 217 homens da Alemanha, a partir de células sanguíneas doadas por eles. Todos os participantes do estudo tinham entre 60 e 72 anos de idade, e já haviam doado sangue mais de 100 vezes ao longo da vida


    Além dos super-doadores, os cientistas também investigaram amostras de sangue de 212 homens de idade parecida, mas que doaram sangue menos de 10 vezes durante a vida. Depois da comparação, eles perceberam que os homens que doavam sangue frequentemente tinham maior probabilidade de ter mutações no gene DNMT3A.


    O estudo dos pesquisadores do Instituto Francis Crick, publicado no periódico Blood, sugere que a mutação é benéfica e ajuda a suprimir células cancerosas na corrente sanguínea.



Mais rápido que células cancerosas 


    Para entender por que as mutações se espalharam entre os doadores frequentes, os cientistas criaram, em laboratório, algumas células-tronco geneticamente editadas para carregar essas modificações. Elas foram comparadas a células que não passaram por nenhum processo de edição. Para simular os efeitos da doação de sangue, eles adicionaram o hormônio eritropoietina (EPO), que é produzido pelo corpo depois da perda de sangue.


    Um mês depois, as células com mutações haviam crescido 50% mais rápido do que aquelas sem edição genética, mas só nos casos em que houve adição de EPO. Isso mostra que o hormônio favorece o crescimento de células com a mutação no gene DNMT3A. Quanto maior a exposição à eritropoietina, mais as células sanguíneas com a modificação se multiplicam.


    Para descobrir se ter mais células com mutações era algo benéfico, a equipe de cientistas misturou elas a outras células, com edições genéticas que aumentam o risco de leucemia. De novo, quando em contato com o hormônio EPO, as células com a mutação cresceram mais rápido, suprimindo o crescimento das cancerosas.


    Mais estudos são necessários para confirmar se é realmente isso que acontece com os doadores de sangue frequentes. O resultado pode ser diferente dentro de um laboratório, que tem variáveis controladas, em comparação a uma análise de pessoas de diferentes etnias e faixas etárias. É importante lembrar, também, que esse estudo só analisou casos de homens. [...] 


Adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/doar-sangue-comfrequencia-pode-deixar-suas-celulas-sanguineas-mais-saudaveis/. Acesso em 30 jun. 2025. 

Assinale a alternativa que analisa corretamente o excerto “Um mês depois, as células com mutações haviam crescido 50% mais rápido do que aquelas sem edição genética, mas só nos casos em que houve adição de EPO.”
Alternativas
Q3987884 Português

O Texto 2 refere-se à questão.


Texto 2


Doar sangue com frequência pode deixar suas

células sanguíneas mais saudáveis


Em estudo, as células de doadores frequentes

apresentaram uma mutação que pode ajudar a

suprimir células cancerígenas.


Por Eduardo Lima


    Doar sangue frequentemente não é só uma questão de altruísmo e preocupação com o coletivo. De acordo com um novo estudo, doar sangue também pode aumentar as habilidades do doador de produzir células sanguíneas saudáveis, possivelmente reduzindo o risco de desenvolvimento de leucemia – tipo de câncer que afeta a formação das células do sangue, especialmente dos glóbulos brancos.


    Cientistas do Instituto Francis Crick, um centro de pesquisa biomédica em Londres, analisaram os dados genéticos de 217 homens da Alemanha, a partir de células sanguíneas doadas por eles. Todos os participantes do estudo tinham entre 60 e 72 anos de idade, e já haviam doado sangue mais de 100 vezes ao longo da vida


    Além dos super-doadores, os cientistas também investigaram amostras de sangue de 212 homens de idade parecida, mas que doaram sangue menos de 10 vezes durante a vida. Depois da comparação, eles perceberam que os homens que doavam sangue frequentemente tinham maior probabilidade de ter mutações no gene DNMT3A.


    O estudo dos pesquisadores do Instituto Francis Crick, publicado no periódico Blood, sugere que a mutação é benéfica e ajuda a suprimir células cancerosas na corrente sanguínea.



Mais rápido que células cancerosas 


    Para entender por que as mutações se espalharam entre os doadores frequentes, os cientistas criaram, em laboratório, algumas células-tronco geneticamente editadas para carregar essas modificações. Elas foram comparadas a células que não passaram por nenhum processo de edição. Para simular os efeitos da doação de sangue, eles adicionaram o hormônio eritropoietina (EPO), que é produzido pelo corpo depois da perda de sangue.


    Um mês depois, as células com mutações haviam crescido 50% mais rápido do que aquelas sem edição genética, mas só nos casos em que houve adição de EPO. Isso mostra que o hormônio favorece o crescimento de células com a mutação no gene DNMT3A. Quanto maior a exposição à eritropoietina, mais as células sanguíneas com a modificação se multiplicam.


    Para descobrir se ter mais células com mutações era algo benéfico, a equipe de cientistas misturou elas a outras células, com edições genéticas que aumentam o risco de leucemia. De novo, quando em contato com o hormônio EPO, as células com a mutação cresceram mais rápido, suprimindo o crescimento das cancerosas.


    Mais estudos são necessários para confirmar se é realmente isso que acontece com os doadores de sangue frequentes. O resultado pode ser diferente dentro de um laboratório, que tem variáveis controladas, em comparação a uma análise de pessoas de diferentes etnias e faixas etárias. É importante lembrar, também, que esse estudo só analisou casos de homens. [...] 


Adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/doar-sangue-comfrequencia-pode-deixar-suas-celulas-sanguineas-mais-saudaveis/. Acesso em 30 jun. 2025. 

Assinale a alternativa que analisa corretamente o excerto “Para descobrir se ter mais células com mutações era algo benéfico, a equipe de cientistas misturou elas a outras células [...]”. 
Alternativas
Q3987883 Português

O Texto 2 refere-se à questão.


Texto 2


Doar sangue com frequência pode deixar suas

células sanguíneas mais saudáveis


Em estudo, as células de doadores frequentes

apresentaram uma mutação que pode ajudar a

suprimir células cancerígenas.


Por Eduardo Lima


    Doar sangue frequentemente não é só uma questão de altruísmo e preocupação com o coletivo. De acordo com um novo estudo, doar sangue também pode aumentar as habilidades do doador de produzir células sanguíneas saudáveis, possivelmente reduzindo o risco de desenvolvimento de leucemia – tipo de câncer que afeta a formação das células do sangue, especialmente dos glóbulos brancos.


    Cientistas do Instituto Francis Crick, um centro de pesquisa biomédica em Londres, analisaram os dados genéticos de 217 homens da Alemanha, a partir de células sanguíneas doadas por eles. Todos os participantes do estudo tinham entre 60 e 72 anos de idade, e já haviam doado sangue mais de 100 vezes ao longo da vida


    Além dos super-doadores, os cientistas também investigaram amostras de sangue de 212 homens de idade parecida, mas que doaram sangue menos de 10 vezes durante a vida. Depois da comparação, eles perceberam que os homens que doavam sangue frequentemente tinham maior probabilidade de ter mutações no gene DNMT3A.


    O estudo dos pesquisadores do Instituto Francis Crick, publicado no periódico Blood, sugere que a mutação é benéfica e ajuda a suprimir células cancerosas na corrente sanguínea.



Mais rápido que células cancerosas 


    Para entender por que as mutações se espalharam entre os doadores frequentes, os cientistas criaram, em laboratório, algumas células-tronco geneticamente editadas para carregar essas modificações. Elas foram comparadas a células que não passaram por nenhum processo de edição. Para simular os efeitos da doação de sangue, eles adicionaram o hormônio eritropoietina (EPO), que é produzido pelo corpo depois da perda de sangue.


    Um mês depois, as células com mutações haviam crescido 50% mais rápido do que aquelas sem edição genética, mas só nos casos em que houve adição de EPO. Isso mostra que o hormônio favorece o crescimento de células com a mutação no gene DNMT3A. Quanto maior a exposição à eritropoietina, mais as células sanguíneas com a modificação se multiplicam.


    Para descobrir se ter mais células com mutações era algo benéfico, a equipe de cientistas misturou elas a outras células, com edições genéticas que aumentam o risco de leucemia. De novo, quando em contato com o hormônio EPO, as células com a mutação cresceram mais rápido, suprimindo o crescimento das cancerosas.


    Mais estudos são necessários para confirmar se é realmente isso que acontece com os doadores de sangue frequentes. O resultado pode ser diferente dentro de um laboratório, que tem variáveis controladas, em comparação a uma análise de pessoas de diferentes etnias e faixas etárias. É importante lembrar, também, que esse estudo só analisou casos de homens. [...] 


Adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/doar-sangue-comfrequencia-pode-deixar-suas-celulas-sanguineas-mais-saudaveis/. Acesso em 30 jun. 2025. 

A respeito dos elementos de coesão empregados no Texto 2, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3987882 Português

O Texto 2 refere-se à questão.


Texto 2


Doar sangue com frequência pode deixar suas

células sanguíneas mais saudáveis


Em estudo, as células de doadores frequentes

apresentaram uma mutação que pode ajudar a

suprimir células cancerígenas.


Por Eduardo Lima


    Doar sangue frequentemente não é só uma questão de altruísmo e preocupação com o coletivo. De acordo com um novo estudo, doar sangue também pode aumentar as habilidades do doador de produzir células sanguíneas saudáveis, possivelmente reduzindo o risco de desenvolvimento de leucemia – tipo de câncer que afeta a formação das células do sangue, especialmente dos glóbulos brancos.


    Cientistas do Instituto Francis Crick, um centro de pesquisa biomédica em Londres, analisaram os dados genéticos de 217 homens da Alemanha, a partir de células sanguíneas doadas por eles. Todos os participantes do estudo tinham entre 60 e 72 anos de idade, e já haviam doado sangue mais de 100 vezes ao longo da vida


    Além dos super-doadores, os cientistas também investigaram amostras de sangue de 212 homens de idade parecida, mas que doaram sangue menos de 10 vezes durante a vida. Depois da comparação, eles perceberam que os homens que doavam sangue frequentemente tinham maior probabilidade de ter mutações no gene DNMT3A.


    O estudo dos pesquisadores do Instituto Francis Crick, publicado no periódico Blood, sugere que a mutação é benéfica e ajuda a suprimir células cancerosas na corrente sanguínea.



Mais rápido que células cancerosas 


    Para entender por que as mutações se espalharam entre os doadores frequentes, os cientistas criaram, em laboratório, algumas células-tronco geneticamente editadas para carregar essas modificações. Elas foram comparadas a células que não passaram por nenhum processo de edição. Para simular os efeitos da doação de sangue, eles adicionaram o hormônio eritropoietina (EPO), que é produzido pelo corpo depois da perda de sangue.


    Um mês depois, as células com mutações haviam crescido 50% mais rápido do que aquelas sem edição genética, mas só nos casos em que houve adição de EPO. Isso mostra que o hormônio favorece o crescimento de células com a mutação no gene DNMT3A. Quanto maior a exposição à eritropoietina, mais as células sanguíneas com a modificação se multiplicam.


    Para descobrir se ter mais células com mutações era algo benéfico, a equipe de cientistas misturou elas a outras células, com edições genéticas que aumentam o risco de leucemia. De novo, quando em contato com o hormônio EPO, as células com a mutação cresceram mais rápido, suprimindo o crescimento das cancerosas.


    Mais estudos são necessários para confirmar se é realmente isso que acontece com os doadores de sangue frequentes. O resultado pode ser diferente dentro de um laboratório, que tem variáveis controladas, em comparação a uma análise de pessoas de diferentes etnias e faixas etárias. É importante lembrar, também, que esse estudo só analisou casos de homens. [...] 


Adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/doar-sangue-comfrequencia-pode-deixar-suas-celulas-sanguineas-mais-saudaveis/. Acesso em 30 jun. 2025. 

Assinale a alternativa que analisa corretamente o excerto “Para entender por que as mutações se espalharam entre os doadores frequentes, os cientistas criaram, em laboratório, algumas células-tronco [...]”. 
Alternativas
Q3987881 Português

O Texto 2 refere-se à questão.


Texto 2


Doar sangue com frequência pode deixar suas

células sanguíneas mais saudáveis


Em estudo, as células de doadores frequentes

apresentaram uma mutação que pode ajudar a

suprimir células cancerígenas.


Por Eduardo Lima


    Doar sangue frequentemente não é só uma questão de altruísmo e preocupação com o coletivo. De acordo com um novo estudo, doar sangue também pode aumentar as habilidades do doador de produzir células sanguíneas saudáveis, possivelmente reduzindo o risco de desenvolvimento de leucemia – tipo de câncer que afeta a formação das células do sangue, especialmente dos glóbulos brancos.


    Cientistas do Instituto Francis Crick, um centro de pesquisa biomédica em Londres, analisaram os dados genéticos de 217 homens da Alemanha, a partir de células sanguíneas doadas por eles. Todos os participantes do estudo tinham entre 60 e 72 anos de idade, e já haviam doado sangue mais de 100 vezes ao longo da vida


    Além dos super-doadores, os cientistas também investigaram amostras de sangue de 212 homens de idade parecida, mas que doaram sangue menos de 10 vezes durante a vida. Depois da comparação, eles perceberam que os homens que doavam sangue frequentemente tinham maior probabilidade de ter mutações no gene DNMT3A.


    O estudo dos pesquisadores do Instituto Francis Crick, publicado no periódico Blood, sugere que a mutação é benéfica e ajuda a suprimir células cancerosas na corrente sanguínea.



Mais rápido que células cancerosas 


    Para entender por que as mutações se espalharam entre os doadores frequentes, os cientistas criaram, em laboratório, algumas células-tronco geneticamente editadas para carregar essas modificações. Elas foram comparadas a células que não passaram por nenhum processo de edição. Para simular os efeitos da doação de sangue, eles adicionaram o hormônio eritropoietina (EPO), que é produzido pelo corpo depois da perda de sangue.


    Um mês depois, as células com mutações haviam crescido 50% mais rápido do que aquelas sem edição genética, mas só nos casos em que houve adição de EPO. Isso mostra que o hormônio favorece o crescimento de células com a mutação no gene DNMT3A. Quanto maior a exposição à eritropoietina, mais as células sanguíneas com a modificação se multiplicam.


    Para descobrir se ter mais células com mutações era algo benéfico, a equipe de cientistas misturou elas a outras células, com edições genéticas que aumentam o risco de leucemia. De novo, quando em contato com o hormônio EPO, as células com a mutação cresceram mais rápido, suprimindo o crescimento das cancerosas.


    Mais estudos são necessários para confirmar se é realmente isso que acontece com os doadores de sangue frequentes. O resultado pode ser diferente dentro de um laboratório, que tem variáveis controladas, em comparação a uma análise de pessoas de diferentes etnias e faixas etárias. É importante lembrar, também, que esse estudo só analisou casos de homens. [...] 


Adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/doar-sangue-comfrequencia-pode-deixar-suas-celulas-sanguineas-mais-saudaveis/. Acesso em 30 jun. 2025. 

Quanto ao emprego de “se” no Texto 2, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3987880 Português

O Texto 2 refere-se à questão.


Texto 2


Doar sangue com frequência pode deixar suas

células sanguíneas mais saudáveis


Em estudo, as células de doadores frequentes

apresentaram uma mutação que pode ajudar a

suprimir células cancerígenas.


Por Eduardo Lima


    Doar sangue frequentemente não é só uma questão de altruísmo e preocupação com o coletivo. De acordo com um novo estudo, doar sangue também pode aumentar as habilidades do doador de produzir células sanguíneas saudáveis, possivelmente reduzindo o risco de desenvolvimento de leucemia – tipo de câncer que afeta a formação das células do sangue, especialmente dos glóbulos brancos.


    Cientistas do Instituto Francis Crick, um centro de pesquisa biomédica em Londres, analisaram os dados genéticos de 217 homens da Alemanha, a partir de células sanguíneas doadas por eles. Todos os participantes do estudo tinham entre 60 e 72 anos de idade, e já haviam doado sangue mais de 100 vezes ao longo da vida


    Além dos super-doadores, os cientistas também investigaram amostras de sangue de 212 homens de idade parecida, mas que doaram sangue menos de 10 vezes durante a vida. Depois da comparação, eles perceberam que os homens que doavam sangue frequentemente tinham maior probabilidade de ter mutações no gene DNMT3A.


    O estudo dos pesquisadores do Instituto Francis Crick, publicado no periódico Blood, sugere que a mutação é benéfica e ajuda a suprimir células cancerosas na corrente sanguínea.



Mais rápido que células cancerosas 


    Para entender por que as mutações se espalharam entre os doadores frequentes, os cientistas criaram, em laboratório, algumas células-tronco geneticamente editadas para carregar essas modificações. Elas foram comparadas a células que não passaram por nenhum processo de edição. Para simular os efeitos da doação de sangue, eles adicionaram o hormônio eritropoietina (EPO), que é produzido pelo corpo depois da perda de sangue.


    Um mês depois, as células com mutações haviam crescido 50% mais rápido do que aquelas sem edição genética, mas só nos casos em que houve adição de EPO. Isso mostra que o hormônio favorece o crescimento de células com a mutação no gene DNMT3A. Quanto maior a exposição à eritropoietina, mais as células sanguíneas com a modificação se multiplicam.


    Para descobrir se ter mais células com mutações era algo benéfico, a equipe de cientistas misturou elas a outras células, com edições genéticas que aumentam o risco de leucemia. De novo, quando em contato com o hormônio EPO, as células com a mutação cresceram mais rápido, suprimindo o crescimento das cancerosas.


    Mais estudos são necessários para confirmar se é realmente isso que acontece com os doadores de sangue frequentes. O resultado pode ser diferente dentro de um laboratório, que tem variáveis controladas, em comparação a uma análise de pessoas de diferentes etnias e faixas etárias. É importante lembrar, também, que esse estudo só analisou casos de homens. [...] 


Adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/doar-sangue-comfrequencia-pode-deixar-suas-celulas-sanguineas-mais-saudaveis/. Acesso em 30 jun. 2025. 

Assinale a alternativa que apresenta corretamente a relação sintático-semântica mantida entre as orações.
Alternativas
Q3987879 Português

O Texto 2 refere-se à questão.


Texto 2


Doar sangue com frequência pode deixar suas

células sanguíneas mais saudáveis


Em estudo, as células de doadores frequentes

apresentaram uma mutação que pode ajudar a

suprimir células cancerígenas.


Por Eduardo Lima


    Doar sangue frequentemente não é só uma questão de altruísmo e preocupação com o coletivo. De acordo com um novo estudo, doar sangue também pode aumentar as habilidades do doador de produzir células sanguíneas saudáveis, possivelmente reduzindo o risco de desenvolvimento de leucemia – tipo de câncer que afeta a formação das células do sangue, especialmente dos glóbulos brancos.


    Cientistas do Instituto Francis Crick, um centro de pesquisa biomédica em Londres, analisaram os dados genéticos de 217 homens da Alemanha, a partir de células sanguíneas doadas por eles. Todos os participantes do estudo tinham entre 60 e 72 anos de idade, e já haviam doado sangue mais de 100 vezes ao longo da vida


    Além dos super-doadores, os cientistas também investigaram amostras de sangue de 212 homens de idade parecida, mas que doaram sangue menos de 10 vezes durante a vida. Depois da comparação, eles perceberam que os homens que doavam sangue frequentemente tinham maior probabilidade de ter mutações no gene DNMT3A.


    O estudo dos pesquisadores do Instituto Francis Crick, publicado no periódico Blood, sugere que a mutação é benéfica e ajuda a suprimir células cancerosas na corrente sanguínea.



Mais rápido que células cancerosas 


    Para entender por que as mutações se espalharam entre os doadores frequentes, os cientistas criaram, em laboratório, algumas células-tronco geneticamente editadas para carregar essas modificações. Elas foram comparadas a células que não passaram por nenhum processo de edição. Para simular os efeitos da doação de sangue, eles adicionaram o hormônio eritropoietina (EPO), que é produzido pelo corpo depois da perda de sangue.


    Um mês depois, as células com mutações haviam crescido 50% mais rápido do que aquelas sem edição genética, mas só nos casos em que houve adição de EPO. Isso mostra que o hormônio favorece o crescimento de células com a mutação no gene DNMT3A. Quanto maior a exposição à eritropoietina, mais as células sanguíneas com a modificação se multiplicam.


    Para descobrir se ter mais células com mutações era algo benéfico, a equipe de cientistas misturou elas a outras células, com edições genéticas que aumentam o risco de leucemia. De novo, quando em contato com o hormônio EPO, as células com a mutação cresceram mais rápido, suprimindo o crescimento das cancerosas.


    Mais estudos são necessários para confirmar se é realmente isso que acontece com os doadores de sangue frequentes. O resultado pode ser diferente dentro de um laboratório, que tem variáveis controladas, em comparação a uma análise de pessoas de diferentes etnias e faixas etárias. É importante lembrar, também, que esse estudo só analisou casos de homens. [...] 


Adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/doar-sangue-comfrequencia-pode-deixar-suas-celulas-sanguineas-mais-saudaveis/. Acesso em 30 jun. 2025. 

Assinale a alternativa em que os elementos destacados NÃO formam uma locução verbal. 
Alternativas
Q3987878 Português

O Texto 2 refere-se à questão.


Texto 2


Doar sangue com frequência pode deixar suas

células sanguíneas mais saudáveis


Em estudo, as células de doadores frequentes

apresentaram uma mutação que pode ajudar a

suprimir células cancerígenas.


Por Eduardo Lima


    Doar sangue frequentemente não é só uma questão de altruísmo e preocupação com o coletivo. De acordo com um novo estudo, doar sangue também pode aumentar as habilidades do doador de produzir células sanguíneas saudáveis, possivelmente reduzindo o risco de desenvolvimento de leucemia – tipo de câncer que afeta a formação das células do sangue, especialmente dos glóbulos brancos.


    Cientistas do Instituto Francis Crick, um centro de pesquisa biomédica em Londres, analisaram os dados genéticos de 217 homens da Alemanha, a partir de células sanguíneas doadas por eles. Todos os participantes do estudo tinham entre 60 e 72 anos de idade, e já haviam doado sangue mais de 100 vezes ao longo da vida


    Além dos super-doadores, os cientistas também investigaram amostras de sangue de 212 homens de idade parecida, mas que doaram sangue menos de 10 vezes durante a vida. Depois da comparação, eles perceberam que os homens que doavam sangue frequentemente tinham maior probabilidade de ter mutações no gene DNMT3A.


    O estudo dos pesquisadores do Instituto Francis Crick, publicado no periódico Blood, sugere que a mutação é benéfica e ajuda a suprimir células cancerosas na corrente sanguínea.



Mais rápido que células cancerosas 


    Para entender por que as mutações se espalharam entre os doadores frequentes, os cientistas criaram, em laboratório, algumas células-tronco geneticamente editadas para carregar essas modificações. Elas foram comparadas a células que não passaram por nenhum processo de edição. Para simular os efeitos da doação de sangue, eles adicionaram o hormônio eritropoietina (EPO), que é produzido pelo corpo depois da perda de sangue.


    Um mês depois, as células com mutações haviam crescido 50% mais rápido do que aquelas sem edição genética, mas só nos casos em que houve adição de EPO. Isso mostra que o hormônio favorece o crescimento de células com a mutação no gene DNMT3A. Quanto maior a exposição à eritropoietina, mais as células sanguíneas com a modificação se multiplicam.


    Para descobrir se ter mais células com mutações era algo benéfico, a equipe de cientistas misturou elas a outras células, com edições genéticas que aumentam o risco de leucemia. De novo, quando em contato com o hormônio EPO, as células com a mutação cresceram mais rápido, suprimindo o crescimento das cancerosas.


    Mais estudos são necessários para confirmar se é realmente isso que acontece com os doadores de sangue frequentes. O resultado pode ser diferente dentro de um laboratório, que tem variáveis controladas, em comparação a uma análise de pessoas de diferentes etnias e faixas etárias. É importante lembrar, também, que esse estudo só analisou casos de homens. [...] 


Adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/doar-sangue-comfrequencia-pode-deixar-suas-celulas-sanguineas-mais-saudaveis/. Acesso em 30 jun. 2025. 

Assinale a alternativa correta sobre o vocábulo “super-doadores”, presente no terceiro parágrafo do Texto 2.
Alternativas
Q3987877 Português

O Texto 2 refere-se à questão.


Texto 2


Doar sangue com frequência pode deixar suas

células sanguíneas mais saudáveis


Em estudo, as células de doadores frequentes

apresentaram uma mutação que pode ajudar a

suprimir células cancerígenas.


Por Eduardo Lima


    Doar sangue frequentemente não é só uma questão de altruísmo e preocupação com o coletivo. De acordo com um novo estudo, doar sangue também pode aumentar as habilidades do doador de produzir células sanguíneas saudáveis, possivelmente reduzindo o risco de desenvolvimento de leucemia – tipo de câncer que afeta a formação das células do sangue, especialmente dos glóbulos brancos.


    Cientistas do Instituto Francis Crick, um centro de pesquisa biomédica em Londres, analisaram os dados genéticos de 217 homens da Alemanha, a partir de células sanguíneas doadas por eles. Todos os participantes do estudo tinham entre 60 e 72 anos de idade, e já haviam doado sangue mais de 100 vezes ao longo da vida


    Além dos super-doadores, os cientistas também investigaram amostras de sangue de 212 homens de idade parecida, mas que doaram sangue menos de 10 vezes durante a vida. Depois da comparação, eles perceberam que os homens que doavam sangue frequentemente tinham maior probabilidade de ter mutações no gene DNMT3A.


    O estudo dos pesquisadores do Instituto Francis Crick, publicado no periódico Blood, sugere que a mutação é benéfica e ajuda a suprimir células cancerosas na corrente sanguínea.



Mais rápido que células cancerosas 


    Para entender por que as mutações se espalharam entre os doadores frequentes, os cientistas criaram, em laboratório, algumas células-tronco geneticamente editadas para carregar essas modificações. Elas foram comparadas a células que não passaram por nenhum processo de edição. Para simular os efeitos da doação de sangue, eles adicionaram o hormônio eritropoietina (EPO), que é produzido pelo corpo depois da perda de sangue.


    Um mês depois, as células com mutações haviam crescido 50% mais rápido do que aquelas sem edição genética, mas só nos casos em que houve adição de EPO. Isso mostra que o hormônio favorece o crescimento de células com a mutação no gene DNMT3A. Quanto maior a exposição à eritropoietina, mais as células sanguíneas com a modificação se multiplicam.


    Para descobrir se ter mais células com mutações era algo benéfico, a equipe de cientistas misturou elas a outras células, com edições genéticas que aumentam o risco de leucemia. De novo, quando em contato com o hormônio EPO, as células com a mutação cresceram mais rápido, suprimindo o crescimento das cancerosas.


    Mais estudos são necessários para confirmar se é realmente isso que acontece com os doadores de sangue frequentes. O resultado pode ser diferente dentro de um laboratório, que tem variáveis controladas, em comparação a uma análise de pessoas de diferentes etnias e faixas etárias. É importante lembrar, também, que esse estudo só analisou casos de homens. [...] 


Adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/doar-sangue-comfrequencia-pode-deixar-suas-celulas-sanguineas-mais-saudaveis/. Acesso em 30 jun. 2025. 

Assinale a alternativa que fornece uma reescrita gramatical e semanticamente adequada para o excerto “Mais estudos são necessários para confirmar se é realmente isso que acontece [...]”. 
Alternativas
Q3987876 Português

O Texto 1 refere-se à questão.


Texto 1


Doação de sangue cresce na américa latina,

segundo a OMS 


Quase 80% dos países relataram aumentos

significativos, mas a região ainda enfrenta desafios


Por Redação Galileu 


    Um novo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), entidade regional da Organização Mundial de Saúde (OMS), traz boas notícias a respeito da doação de sangue. A prática vem aumentando na América Latina e no Caribe.

    O levantamento indica que 23 países — 17 na América Latina e seis no Caribe não latino — coletaram mais de 9,2 milhões de unidades de sangue em 2023. Isso representa um aumento de 15,5% em comparação a 2020, que registrou 7,7 milhões em um ano. Quase 80% dos países relataram aumentos significativos, que a OPAS atribui à transição pós-pandemia e a novas estratégias de sensibilização.

    Em 2023, 56,8% das unidades coletadas vieram de doadores voluntários, um aumento de 6,7% em relação a 2019, retornando aos índices de crescimento pré-pandemia. As demais doações vieram de familiares e amigos próximos de pacientes específicos. Nenhum país reportou doações remuneradas. América Latina e Caribe têm uma média de 16 doações de sangue por cada mil habitantes. Nesse cenário, 13 países estão abaixo dessa média e dez a superam. Brasil, México, Colômbia e Argentina somam 75% do total de doações.

    “O acesso equitativo ao sangue seguro é um direito de todas as pessoas e só pode ser garantido por meio de sistemas de doação de sangue organizados e eficientes, baseados na doação voluntária, regular e não remunerada”, diz Jarbas Barbosa, diretor da OPAS, em um comunicado da instituição. “Somos gratos àqueles que generosamente doam e incentivamos mais pessoas a se juntarem a este ato de solidariedade que salva vidas”, acrescenta. 

    O relatório também aponta avanços na segurança e na qualidade das transfusões. Os países reportam que 100% das unidades de sangue doadas foram rastreadas e 90% foram fracionadas em componentes como glóbulos vermelhos, plasma e plaquetas, otimizando seu uso clínico.

    Apesar das boas notícias, a região ainda enfrenta desafios. A OPAS diz que mais de 1,9 mil centros de coleta e 1,4 mil centros de processamento operam de forma dispersa, o que limita a eficiência. Apenas quatro países processaram uma média de mais de 10 mil unidades de sangue por ano, com o Paraguai liderando (20,7 mil unidades).


Disponível em:

https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/06/doacao-de-

sangue-cresce-na-america-latina-segundo-a-oms.ghtml. Acesso em

30 jun. 2025. 

A partir da leitura do Texto 1, é correto afirmar que  
Alternativas
Q3987875 Português

O Texto 1 refere-se à questão.


Texto 1


Doação de sangue cresce na américa latina,

segundo a OMS 


Quase 80% dos países relataram aumentos

significativos, mas a região ainda enfrenta desafios


Por Redação Galileu 


    Um novo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), entidade regional da Organização Mundial de Saúde (OMS), traz boas notícias a respeito da doação de sangue. A prática vem aumentando na América Latina e no Caribe.

    O levantamento indica que 23 países — 17 na América Latina e seis no Caribe não latino — coletaram mais de 9,2 milhões de unidades de sangue em 2023. Isso representa um aumento de 15,5% em comparação a 2020, que registrou 7,7 milhões em um ano. Quase 80% dos países relataram aumentos significativos, que a OPAS atribui à transição pós-pandemia e a novas estratégias de sensibilização.

    Em 2023, 56,8% das unidades coletadas vieram de doadores voluntários, um aumento de 6,7% em relação a 2019, retornando aos índices de crescimento pré-pandemia. As demais doações vieram de familiares e amigos próximos de pacientes específicos. Nenhum país reportou doações remuneradas. América Latina e Caribe têm uma média de 16 doações de sangue por cada mil habitantes. Nesse cenário, 13 países estão abaixo dessa média e dez a superam. Brasil, México, Colômbia e Argentina somam 75% do total de doações.

    “O acesso equitativo ao sangue seguro é um direito de todas as pessoas e só pode ser garantido por meio de sistemas de doação de sangue organizados e eficientes, baseados na doação voluntária, regular e não remunerada”, diz Jarbas Barbosa, diretor da OPAS, em um comunicado da instituição. “Somos gratos àqueles que generosamente doam e incentivamos mais pessoas a se juntarem a este ato de solidariedade que salva vidas”, acrescenta. 

    O relatório também aponta avanços na segurança e na qualidade das transfusões. Os países reportam que 100% das unidades de sangue doadas foram rastreadas e 90% foram fracionadas em componentes como glóbulos vermelhos, plasma e plaquetas, otimizando seu uso clínico.

    Apesar das boas notícias, a região ainda enfrenta desafios. A OPAS diz que mais de 1,9 mil centros de coleta e 1,4 mil centros de processamento operam de forma dispersa, o que limita a eficiência. Apenas quatro países processaram uma média de mais de 10 mil unidades de sangue por ano, com o Paraguai liderando (20,7 mil unidades).


Disponível em:

https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/06/doacao-de-

sangue-cresce-na-america-latina-segundo-a-oms.ghtml. Acesso em

30 jun. 2025. 

Assinale a alternativa que analisa corretamente o seguinte excerto: “Quase 80% dos países relataram aumentos significativos, mas a região ainda enfrenta desafios”
Alternativas
Respostas
1261: E
1262: B
1263: D
1264: B
1265: E
1266: E
1267: B
1268: B
1269: C
1270: A
1271: D
1272: D
1273: E
1274: D
1275: A
1276: B
1277: A
1278: B
1279: C
1280: E