Questões de Concurso Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia

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Q4277387 Pedagogia
Para cumprir prazo estabelecido pela mantenedora, uma escola contrata consultoria externa que redige o projeto político-pedagógico e o entrega pronto, sendo o documento arquivado na secretaria sem apreciação dos segmentos. Sobre a situação descrita e sobre a natureza do documento, analise as sentenças abaixo:

I. O documento assim produzido perde a função de referência da ação coletiva, pois a autoria compartilhada integra a natureza do projeto.
II. A dimensão política do projeto reside no compromisso com a formação do cidadão para determinado projeto de sociedade que se pretende.
III. O projeto político-pedagógico e o regimento escolar cumprem função equivalente, sendo o primeiro a síntese normativa do segundo.
IV. A avaliação institucional periódica sustenta a revisão do documento, que se constitui como processo permanente e não como peça acabada.

É CORRETO o que se afirma em:   
Alternativas
Q4277386 Pedagogia
"A real interdisciplinaridade é antes uma questão de atitude, supõe uma postura única diante dos fatos a serem analisados, mas não significa que pretenda impor-se, desprezando suas particularidades."

FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade ou ideologia. São Paulo: Loyola, 2011. p. 59. apud MOUSINHO, Silvia Helena. A interdisciplinaridade ao alcance de todos. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 18, n. 12, 19 jun. 2018. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/18/12/a-interdisciplinarida de-ao-alcance-de-todos.

Uma equipe escolar apresenta como projeto interdisciplinar um cronograma no qual cada componente curricular trata do mesmo assunto na mesma semana, conservando planejamentos, critérios e instrumentos de avaliação independentes entre si. Considerando a caracterização da interdisciplinaridade como atitude, apresentada no texto, é CORRETO afirmar que a proposta da equipe configura:
Alternativas
Q4277383 Pedagogia
A pedagogia crítica formulada por Paulo Freire estabelece exigências que recaem simultaneamente sobre a concepção de conhecimento e sobre a relação entre educador e educando. Sobre essa concepção, julgue as afirmações abaixo como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

(__) Ensinar exige respeito aos saberes construídos pelo educando em sua prática comunitária, tomados como ponto de partida da problematização.
(__) A dialogicidade constitui exigência da própria natureza do ato educativo, e não recurso metodológico acionado por conveniência do educador.
(__) Na concepção bancária, o educando é reconhecido como sujeito da própria formação, cabendo ao educador acompanhar a construção que ele realiza.
(__) A conscientização corresponde à leitura crítica da realidade articulada à possibilidade de intervenção transformadora sobre as condições vividas.

Assinale a alternativa com a sequência correta, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4277381 Pedagogia
O colegiado de uma escola precisa decidir sobre a reorganização dos horários de uso dos espaços coletivos. Considerando o fluxo deliberativo próprio da gestão democrática, em que cada etapa constitui condição da etapa seguinte, numere os parênteses de 1 a 5, ordenando as fases do processo desde a identificação da questão até o seu encaminhamento final:

(__) Publicização da decisão junto à comunidade escolar.
(__) Identificação e registro da demanda pelo colegiado.
(__) Deliberação por maioria entre as alternativas debatidas.
(__) Estudo das alternativas viáveis pelos segmentos representados.
(__) Debate coletivo das alternativas estudadas em plenária.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q4277358 Pedagogia
"Com base nos arts. 3º e 4º do Decreto nº 12.456, de 19 de maio de 2025, a Educação a Distância caracteriza-se como processo de ensino e aprendizagem, síncrono ou assíncrono, realizado por meio do uso de tecnologias de informação e comunicação". Com base nos fundamentos da educação a distância, analise as assertivas.

I. A Educação a Distância caracteriza-se pela mediação didático-pedagógica desenvolvida por meio das tecnologias da informação e da comunicação, possibilitando atividades educativas em tempos ou espaços distintos.
II. O planejamento pedagógico, os objetivos de aprendizagem e as estratégias de acompanhamento dos estudantes, na Educação a Distância, não precisam estar articulados aos recursos pedagógicos.
III. Ambientes virtuais de aprendizagem, recursos multimídia e diferentes formas de interação podem contribuir para o desenvolvimento das atividades propostas na Educação a Distância.
IV. A Educação a Distância caracteriza-se pela disponibilização de conteúdos digitais aos estudantes, mantendo reduzida a necessidade de acompanhamento pedagógico durante o desenvolvimento das atividades educacionais.
V. A organização da Educação a Distância pode contemplar diferentes metodologias, tecnologias e estratégias de interação, observadas as normas aplicáveis a essa modalidade.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4277357 Pedagogia
Em uma escola de Ensino Fundamental, um grupo de professores decidiu desenvolver um projeto interdisciplinar sobre sustentabilidade utilizando recursos disponíveis na internet. Durante as atividades, os estudantes deveriam pesquisar informações em diferentes sites, analisar dados, produzir materiais digitais colaborativos e apresentar propostas relacionadas à preservação ambiental. Após as primeiras etapas do projeto, a equipe pedagógica observou que parte dos estudantes utilizava informações sem verificar sua confiabilidade, reproduzir conteúdos sem indicar as fontes consultadas e apresentava dificuldades para distinguir informações baseadas em evidências de opiniões divulgadas em redes sociais. Diante dessa situação, a coordenação solicitou aos professores que organizassem o projeto, fortalecendo o desenvolvimento das competências digitais previstas para a Educação Básica.

Considerando o uso pedagógico da internet e o desenvolvimento das competências digitais no contexto escolar, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4277125 Pedagogia

The quest to understand the fundamental nature of light has sparked debate for centuries and ultimately played a pivotal role in the development of quantum physics. Even the earliest recorded speculations about light contained the seeds of concepts that would, centuries later, be woven into our quantum understanding of reality. Some of the earliest recorded ideas about the nature of light appeared in the 6th century BCE. In India, for instance, the Vaisheshika school of philosophy described light as consisting of fire-like particles moving at a high speed. In ancient Greece, the Pythagoreans (6th 5th century BCE) and later Euclid (c. 300 BCE) advocated the emission theory of vision, suggesting that rays of light emanate from the eyes toward objects. In contrast, Epicurus (341 270 BCE) proposed an intromission theory, arguing that light consists of material images or "eidola" emitted by objects that travel to the eyes. Further insights into the nature of light emerged in Egypt, where Ptolemy (c. AD 90 168), working in Alexandria, conducted experiments showing that light reflects off smooth surfaces and bends when passing through transparent materials of different optical densities. Building on these concepts, Arab scholars made significant contributions to the understanding of light by establishing foundational principles governing its behavior in lenses, mirrors, and prisms. The most influential among them was the 11th-century scholar Ibn al-Haytham, who lived in present-day Iraq. Ibn al-Haytham corrected the emission theory, stating thatvision results from light entering the eye rather thanemanating from it. By the 17th century, European scientists were dividedbetween two competing theories about the fundamentalnature of light: whether it behaved as a wave or as aparticle. Dutch physicist Christiaan Huygens argued thatlight propagates as waves according to his wave-frontprinciple, which explains how waves evolve when theyencounter obstacles. In contrast, Isaac Newton proposeda corpuscular theory, suggesting that light consists ofparticles traveling in straight paths, capable of reflectingoff surfaces like mirrors. Newton's prism experiments,which showed white light splitting into colors with distinctrefraction angles, supported his corpuscular theory bysuggesting that light consists of particles of differentsizes, each corresponding to a different color, whichbend by different amounts. Both theories, however, were incomplete. Huygens' wavetheory struggled to fully explain why light travels in astraight path, and Newton's particle theory couldn'taccount for diffraction, the spreading of light as it passesaround edges or through narrow openings. Nevertheless,Newton's theory gained significant influence not onlybecause of his clever prism experiments, but alsobecause he was highly revered in the scientificcommunity, making his ideas difficult to challenge foryears. But science doesn't bow to reputation. As RichardFeynman famously pointed out in his 1964 MessengerLectures at Cornell University, "It doesn't matter howbeautiful your theory is, it doesn't matter how smart youare. If it doesn't agree with the experiment, it's wrong."Indeed, nearly a century after Newton's corpusculartheory of 1704, the scientific consensus gradually shiftedtoward the wave theory of light through decades ofexperiments, modeling, and debates. One of the keycontributors to this shift was Thomas Young, an Englishpolymath. In 1801, Young passed sunlight through anarrow slit to produce a coherent light beam. He thenplaced a thin obstacle, such as a hair or a narrow strip,across the beam, splitting it into two waves that spreadout and overlapped. When these waves recombined on ascreen, they produced a pattern of bright and dark bands.This interference pattern provided clear and compellingevidence that light behaves as a wave rather than as aparticle. A familiar example of this phenomenon is when waves onthe surface of water either combine to form larger peaksor cancel each other out. Later, in 1845, another Englishphysicist Michael Faraday showed that magnetic fieldscould alter the polarization plane of light, revealing aconnection between light and electromagnetism. In the1860s, Scottish physicist James Clerk Maxwell built onthis connection by formulating the theory ofelectromagnetism, describing light as an electromagneticwave composed of oscillating electric and magnetic fields at right angles to each other and to the wave's direction of travel. Heinrich Hertz's experimental confirmation of Maxwell's predictions in the 1880s provided further validation of the electromagnetic wave theory of light. By the 1890s, Maxwell's mathematical description of electromagnetic waves was considered so successful, particularly for its predictive power, that many physicists believed the fundamental nature of light was fully understood. But in the early 20th century, experimental discoveries began to challenge this consensus. The electromagnetic wave theory failed to predict how matter emits and absorbs radiation at thermal equilibrium. To address this question, German physicist Max Planck introduced a revolutionary idea known as energy quantization. He proposed that electromagnetic radiation is emitted or absorbed in discrete amounts, now called quanta, with higher frequency light corresponding to larger quanta. His theory accurately matched experimental results and earned him the Nobel Prize in Physics in 1918. Another major blow to the wave theory of light came from the photoelectric effect, first observed by Heinrich Hertz in 1887, when ultraviolet light caused electric charge to be emitted from a metal surface. By 1900, Philipp Lenard conducted detailed experiments to show that the energy of ejected electrons depended on light frequency, not intensity, an observation that classical wave theory struggled to explain. In 1905, Albert Einstein addressed this by proposing that light is made of discrete energy packets, now called photons, each carrying an energy proportional to its frequency according to Planck's quantization rule. This idea successfully explained the photoelectric effect and was later confirmed by Robert Millikan's experiments in 1915, which verified that the energy of the ejected electrons depends on light frequency and that intensity affects only the number of ejected electrons. Einstein's explanation earned him the 1921 Nobel Prize in Physics. The existence of the photon was further reinforced in 1923 by American physicist Arthur Compton, who showed that X-rays scatter off electrons and emerge with smaller frequencies. The photoelectric effect showed that light interacts with matter through discrete, fundamental processes, behaving as if it were made up of particles known as photons. On the other hand, Young's double-slit experiment provided convincing evidence that light also exhibits wave-like behavior through interference. These seemingly contradictory findings reveal the dual nature of light, a concept known as wave-particle duality. Today, this principle is central to quantum physics, which describes light as a quantum electromagnetic field. This field has discrete energy excitations called photons that can produce particle-like effects, while also exhibiting wave-like behavior depending on how light interacts with its environment. https://quantum2025.org/news-link/the-history-of-light-and-the-birth-of-q uantum-physics/ (adapted)

An English teacher selects "The History of Light and the Birth of Quantum Physics" for an advanced class. Before reading, students formulate hypotheses about the expression wave-particle duality. During the reading process, they identify the evidence associated with different theories and organize the main developments in a timeline. In the following stage, pairs discuss which experiment represents the most significant turning point in the text and support their positions with textual information. Finally, each student writes a synthesis comparing two models of light. Considering the development of language skills in the described sequence, the activity is characterized by:
Alternativas
Q4277123 Pedagogia

The quest to understand the fundamental nature of light has sparked debate for centuries and ultimately played a pivotal role in the development of quantum physics. Even the earliest recorded speculations about light contained the seeds of concepts that would, centuries later, be woven into our quantum understanding of reality. Some of the earliest recorded ideas about the nature of light appeared in the 6th century BCE. In India, for instance, the Vaisheshika school of philosophy described light as consisting of fire-like particles moving at a high speed. In ancient Greece, the Pythagoreans (6th 5th century BCE) and later Euclid (c. 300 BCE) advocated the emission theory of vision, suggesting that rays of light emanate from the eyes toward objects. In contrast, Epicurus (341 270 BCE) proposed an intromission theory, arguing that light consists of material images or "eidola" emitted by objects that travel to the eyes. Further insights into the nature of light emerged in Egypt, where Ptolemy (c. AD 90 168), working in Alexandria, conducted experiments showing that light reflects off smooth surfaces and bends when passing through transparent materials of different optical densities. Building on these concepts, Arab scholars made significant contributions to the understanding of light by establishing foundational principles governing its behavior in lenses, mirrors, and prisms. The most influential among them was the 11th-century scholar Ibn al-Haytham, who lived in present-day Iraq. Ibn al-Haytham corrected the emission theory, stating thatvision results from light entering the eye rather thanemanating from it. By the 17th century, European scientists were dividedbetween two competing theories about the fundamentalnature of light: whether it behaved as a wave or as aparticle. Dutch physicist Christiaan Huygens argued thatlight propagates as waves according to his wave-frontprinciple, which explains how waves evolve when theyencounter obstacles. In contrast, Isaac Newton proposeda corpuscular theory, suggesting that light consists ofparticles traveling in straight paths, capable of reflectingoff surfaces like mirrors. Newton's prism experiments,which showed white light splitting into colors with distinctrefraction angles, supported his corpuscular theory bysuggesting that light consists of particles of differentsizes, each corresponding to a different color, whichbend by different amounts. Both theories, however, were incomplete. Huygens' wavetheory struggled to fully explain why light travels in astraight path, and Newton's particle theory couldn'taccount for diffraction, the spreading of light as it passesaround edges or through narrow openings. Nevertheless,Newton's theory gained significant influence not onlybecause of his clever prism experiments, but alsobecause he was highly revered in the scientificcommunity, making his ideas difficult to challenge foryears. But science doesn't bow to reputation. As RichardFeynman famously pointed out in his 1964 MessengerLectures at Cornell University, "It doesn't matter howbeautiful your theory is, it doesn't matter how smart youare. If it doesn't agree with the experiment, it's wrong."Indeed, nearly a century after Newton's corpusculartheory of 1704, the scientific consensus gradually shiftedtoward the wave theory of light through decades ofexperiments, modeling, and debates. One of the keycontributors to this shift was Thomas Young, an Englishpolymath. In 1801, Young passed sunlight through anarrow slit to produce a coherent light beam. He thenplaced a thin obstacle, such as a hair or a narrow strip,across the beam, splitting it into two waves that spreadout and overlapped. When these waves recombined on ascreen, they produced a pattern of bright and dark bands.This interference pattern provided clear and compellingevidence that light behaves as a wave rather than as aparticle. A familiar example of this phenomenon is when waves onthe surface of water either combine to form larger peaksor cancel each other out. Later, in 1845, another Englishphysicist Michael Faraday showed that magnetic fieldscould alter the polarization plane of light, revealing aconnection between light and electromagnetism. In the1860s, Scottish physicist James Clerk Maxwell built onthis connection by formulating the theory ofelectromagnetism, describing light as an electromagneticwave composed of oscillating electric and magnetic fields at right angles to each other and to the wave's direction of travel. Heinrich Hertz's experimental confirmation of Maxwell's predictions in the 1880s provided further validation of the electromagnetic wave theory of light. By the 1890s, Maxwell's mathematical description of electromagnetic waves was considered so successful, particularly for its predictive power, that many physicists believed the fundamental nature of light was fully understood. But in the early 20th century, experimental discoveries began to challenge this consensus. The electromagnetic wave theory failed to predict how matter emits and absorbs radiation at thermal equilibrium. To address this question, German physicist Max Planck introduced a revolutionary idea known as energy quantization. He proposed that electromagnetic radiation is emitted or absorbed in discrete amounts, now called quanta, with higher frequency light corresponding to larger quanta. His theory accurately matched experimental results and earned him the Nobel Prize in Physics in 1918. Another major blow to the wave theory of light came from the photoelectric effect, first observed by Heinrich Hertz in 1887, when ultraviolet light caused electric charge to be emitted from a metal surface. By 1900, Philipp Lenard conducted detailed experiments to show that the energy of ejected electrons depended on light frequency, not intensity, an observation that classical wave theory struggled to explain. In 1905, Albert Einstein addressed this by proposing that light is made of discrete energy packets, now called photons, each carrying an energy proportional to its frequency according to Planck's quantization rule. This idea successfully explained the photoelectric effect and was later confirmed by Robert Millikan's experiments in 1915, which verified that the energy of the ejected electrons depends on light frequency and that intensity affects only the number of ejected electrons. Einstein's explanation earned him the 1921 Nobel Prize in Physics. The existence of the photon was further reinforced in 1923 by American physicist Arthur Compton, who showed that X-rays scatter off electrons and emerge with smaller frequencies. The photoelectric effect showed that light interacts with matter through discrete, fundamental processes, behaving as if it were made up of particles known as photons. On the other hand, Young's double-slit experiment provided convincing evidence that light also exhibits wave-like behavior through interference. These seemingly contradictory findings reveal the dual nature of light, a concept known as wave-particle duality. Today, this principle is central to quantum physics, which describes light as a quantum electromagnetic field. This field has discrete energy excitations called photons that can produce particle-like effects, while also exhibiting wave-like behavior depending on how light interacts with its environment. https://quantum2025.org/news-link/the-history-of-light-and-the-birth-of-q uantum-physics/ (adapted)

Consider the following situation.


Two English teachers use the same section of the text towork with passive constructions. The first teacher asksstudents to locate forms such as "was first observed" and"was later confirmed", classify their verb structure, andtransform them into active sentences. The secondteacher also examines the grammatical form but asksstudents to compare the passive and active versions,identify changes in information focus, and discuss whypassive constructions occur frequently in descriptions ofexperiments and scientific discoveries.


Considering approaches to grammar teaching in thelanguage-learning process, mark the CORRECTalternative.

Alternativas
Q4276347 Pedagogia
A efetivação da educação inclusiva requer a atuação articulada de diferentes atores envolvidos no processo educacional. Para isso, é fundamental o desenvolvimento de relações interpessoais saudáveis e respeitosas, a construção de estratégias cooperativas, a tomada de decisões compartilhadas e a busca por recursos e serviços que favoreçam a aprendizagem, a participação e a qualidade de vida dos estudantes. Nesse contexto, a orientação e o apoio aos responsáveis constituem aspectos importantes para o fortalecimento do processo educativo. Com base no texto apresentado, assinale a alternativa que identifica corretamente a relação destacada como fundamental para o processo de inclusão.
Alternativas
Q4276346 Pedagogia

Uma professora do Atendimento Educacional Especializado (AEE) relatou um caso em que um aluno com deficiência intelectual levou aproximadamente quatro anos para estabelecer vínculo de confiança com ela. Para favorecer esse processo, a docente desenvolveu uma proposta pedagógica baseada em um tema de interesse do próprio estudante: um caderno com nomes femininos. A atividade envolveu a pesquisa desses nomes em diferentes fontes, sua organização em ordem alfabética, a digitação e, posteriormente, a impressão e encadernação do material.


Fonte: SILUK, Ana Claudia Pavão; PAVÃO, Sílvia Maria de Oliveira (org.). Atendimento educacional especializado: práticas pedagógicas na sala de recursos multifuncional. Santa Maria: UFSM; PRE; Ed. pE.com, 2015. (Adaptado).


Diante desse relato, assinale a alternativa que apresenta corretamente os objetivos pedagógicos dessa estratégia.

Alternativas
Q4276344 Pedagogia
No contexto de uma educação inclusiva, diferentes dimensões se entrecruzam no espaço da sala de aula, contribuindo para a efetivação de práticas pedagógicas que favoreçam a aprendizagem de todos os estudantes.

De acordo com essa perspectiva, assinale a alternativa que corresponde a uma dessas dimensões.
Alternativas
Q4276340 Pedagogia
Otávio é um aluno que apresentava dificuldades no processo de alfabetização, especialmente relacionadas à leitura e à escrita. Para favorecer sua aprendizagem, a professora organizava diferentes formas de trabalho em sala de aula, realizava mediações durante as atividades e valorizava as estratégias desenvolvidas pelo próprio aluno para resolver os desafios propostos. Com base nesse contexto, a atuação da professora evidencia principalmente:
Alternativas
Q4275703 Pedagogia

Texto II




Fonte: Viñeta “Los deberes, de Francesco Tonucci (Frato), 1940, publicação original: Roma, 1968. Disponível em: http://macarena-formacinparaeltrabajo.blogspot.com/2011/07/el-error-como-base-de-la-ensenanaza.html. Acceso el: 29 abr. 2026.

Un profesor de español utilizará el texto II como material de referencia para elaborar una secuencia didáctica destinada a una clase de secundaria integrada, compuesta por alumnos con diferentes perfiles socioculturales y cognitivos, entre los que se incluyen dos estudiantes, uno con dislexia y otro sordo. Teniendo en cuenta los aspectos teóricos y pedagógicos, marca la afirmación que describe la secuencia didáctica más adecuada para este contexto.

Fuente: DA SILVA, Caroline Veloso; CAIADO, Katia Regina Moreno. O professor de língua espanhola em contexto de educação inclusiva: desafios e perspectivas no ensino para deficientes visuais. Educação e Fronteiras, Dourados, v. 5, n. 14, p. 109-124, 2016. Disponible en: https://ojs. ufgd.edu.br/index.php/educacao/article/view/3777. Acceso el: 29 abr. 2026.
RETORTA, M.S., & TONELLI, J.R.A. (2023). O ensino de línguas adicionais para alunos com dificuldades específicas de aprendizagem: desafios e possibilidades de engajamento. Raído, 17 (44), 63-82. Disponible en: https://ojs.ufgd.edu.br/Raido/article/view/17042 . Acceso el: 29 abr. 2026.
Alternativas
Q4275701 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
En el contexto pedagógico de enseñanza de español como lengua adicional, un profesor o profesora reflexiona sobre el texto I “España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades”, que pone de relieve que la población de edad avanzada constituye un segmento demográficamente heterogéneo, con características biopsicosociales peculiares que son ignoradas por las políticas públicas de carácter uniformizador. El/La docente comprometido/a con una educación inclusiva y atento/a a los procesos de adquisición de una lengua adicional en la educación básica debe:  

Fuente: PRATA, Andréa Moreno N.; LESSA, Angela B.C.T. Espanhol como língua estrangeira em uma escola inclusiva: A atividade social na educação inclusiva. Novas Edições Acadêmicas, 2015.
Alternativas
Q4275700 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
Para un grupo heterogéneo de secundaria, de nivel intermedio, teniendo como apoyo el texto I, “España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: ....”, el(la) profesor(a) articula lectura y producción oral con el objetivo de desarrollar la competencia discursiva. Analiza las alternativas e indica las decisiones pedagógicas más adecuadas para la propuesta:

I. De manera clara y objetiva, corregir de inmediato los errores morfológicos y sintácticos que cometa el estudiante durante la exposición oral, evitando que estos errores se arraiguen.
II. Como forma de retroalimentación correctiva, reformular y pedir a los estudiantes que aclaren sobre los errores, negociando el significado sin interrumpir el proceso comunicativo, son estrategias que se consideran adecuadas para la adquisición de la L2.
III. Tras la fase de preparación, proponer una producción oral, que tenga en cuenta el vocabulario temático del texto, siempre y cuando en la evaluación priorice la fluidez y la adecuación pragmática.
IV. El enfoque más eficaz es dar prioridad a la homogeneización del grupo, dividiéndolo por nivel de dominio, y evitar proponer actividades que superen el nivel lingüístico de los estudiantes.

Fuente: ALMEIDA FILHO, J. C. P. Dimensões comunicativas no ensino de línguas, 1993. CANALE, M., SWAIN, M. Theoretical bases of communicative approaches to second language teaching and testing, 1980.

Las afirmaciones correctas se encuentran en:
Alternativas
Q4275699 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
Basándose en el Enfoque Comunicativo, un(a) profesor(a) de español de educación básica organiza una secuencia didáctica a partir del texto 1, destacando la expresión de que las personas mayores de España constituyen “un grupo muy heterogéneo”. Marca la alternativa que, en teoría, sea la más indicada para la enseñanza del español como L2.
Alternativas
Q4275698 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
En una práctica de lectura con estudiantes de secundaria de nivel A1, un(a) profesor(a) de español organiza sus clases teniendo en cuenta el texto I, con énfasis a las palabras específicas “edadismo”, “autoinfligido”, “institucional” y “estandarizada”. Elige la alternativa que describa la forma más adecuada de abordar el léxico seleccionado, basándose en las Orientaciones Curriculares para la Educación Secundaria:

Fonte: PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira. Aquisição de Segunda Língua, São Paulo: Parábola, 2020. CONSELHO DA EUROPA. Marco Común Europeo de Referencia para las Lenguas: Aprendizaje, Enseñanza, Evaluación. Tradução: Instituto Cervantes. Madrid: Secretaría General Técnica del MECD, Anaya e Instituto Cervantes, 2002.
Alternativas
Q4275649 Pedagogia
Consider the following statements about intercultural work in English classes.
Statement I:
Comparing everyday practices from different communities can help students understand that social meanings vary according to historical and cultural contexts.
Statement II:
Intercultural competence involves interpreting perspectives, examining one's own assumptions and interacting respectfully with cultural differences.
Based on these statements, select the appropriate alternative.
Alternativas
Q4274642 Pedagogia
A  Base Nacional Comum Curricular (BNCC) atribui ao ensino de História um papel que ultrapassa a transmissão de informações sobre o passado, articulando a construção do conhecimento histórico ao desenvolvimento de competências relacionadas à interpretação da realidade social, à análise de diferentes fontes e à compreensão das múltiplas experiências humanas ao longo do tempo. Considerando essa concepção, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4274637 Pedagogia

A aprendizagem histórica não se limita à assimilação de informações consolidadas.

Situações investigativas podem mobilizar documentos escritos, relatos orais, imagens, objetos e produções digitais relacionados a determinado problema.

A atuação docente envolve orientar perguntas, contextualizar os registros e promover a comparação entre evidências e interpretações concorrentes.

Considere os fundamentos dessa abordagem:


I.A problematização transforma conteúdos históricos em questões passíveis de investigação.

II.A análise crítica requer considerar autoria, contexto, finalidade e circulação das fontes.

III.A pesquisa escolar deve reproduzir os procedimentos acadêmicos sem adaptações pedagógicas.

IV.A formulação de argumentos exige relacionar evidências documentais e conhecimentos históricos.

V.A diversidade de fontes torna desnecessária a mediação conceitual realizada pelo professor.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
1621: B
1622: C
1623: A
1624: A
1625: C
1626: D
1627: B
1628: E
1629: C
1630: B
1631: C
1632: E
1633: D
1634: B
1635: D
1636: D
1637: A
1638: C
1639: A
1640: C