Questões de Concurso Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia

Foram encontradas 57.294 questões

Q4277834 Pedagogia
O trabalho com a Literatura Infantil no ambiente escolar requer do professor uma mediação qualificada, que vai além da simples leitura de textos em voz alta. O professor atua como mediador entre a criança e o objeto literário, selecionando obras adequadas, criando espaços e tempos para a fruição estética e promovendo conversas que ampliem a compreensão e o desejo de ler. A escolha de obras de qualidade literária, com valor estético, originalidade e diversidade de temas, é fundamental para formar leitores críticos e apreciadores da arte literária. Além disso, o acesso a uma biblioteca escolar organizada e a momentos regulares de leitura contribuem para a formação do hábito de ler, transformando a literatura em parte integrante da vida da criança e não apenas em mais uma atividade escolar.
No que se refere à mediação pedagógica no trabalho com Literatura Infantil, identifique a opção que descreva, corretamente, uma prática adequada.
Alternativas
Q4277833 Pedagogia
A distinção entre Alfabetização e Letramento tem sido fundamental para repensar as práticas pedagógicas nos anos iniciais do Ensino Fundamental. A Alfabetização refere-se à apropriação do sistema de escrita alfabético, envolvendo a compreensão das relações entre fonemas e grafemas e o domínio das convenções ortográficas. Já o Letramento diz respeito às práticas sociais de leitura e escrita, ou seja, aos usos que as pessoas fazem da língua escrita em diferentes contextos da vida cotidiana. Conforme destacou Magda Soares, a criança que se alfabetiza precisa também se letrar, pois não basta dominar o código escrito — é necessário saber utilizá-lo de forma significativa nas diversas situações sociais em que a leitura e a escrita estão presentes.
Considerando-se a distinção conceitual entre Alfabetização e Letramento elaborada por Magda Soares, assinale a alternativa que expresse, corretamente, a relação entre esses dois processos.
Alternativas
Q4277826 Pedagogia
O Ensino da Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental tem sido objeto de reflexão e reorientação nas últimas décadas, com destaque para abordagens que valorizam a resolução de problemas, a manipulação de materiais concretos e a conexão entre os conceitos matemáticos e as situações do cotidiano. Nessa perspectiva, a Modelagem Matemática emerge como uma estratégia didática que articula a realidade do estudante com os conhecimentos matemáticos, promovendo a investigação, a análise e a representação de problemas reais por meio de modelos matemáticos. Esse processo envolve etapas como a percepção e a compreensão de uma situação real, a matematização, ou seja, a tradução da situação para a linguagem matemática, a resolução do problema no campo matemático e a interpretação dos resultados à luz da situação original, verificando a validade e a pertinência do modelo construído.
No que se refere à Modelagem Matemática como estratégia didática, assinale a afirmativa que descreva, corretamente, uma das etapas do processo de modelagem.
Alternativas
Q4277825 Pedagogia
O Ensino da Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental tem sido objeto de reflexão e reorientação nas últimas décadas, com destaque para abordagens que valorizam a resolução de problemas, a manipulação de materiais concretos e a conexão entre os conceitos matemáticos e as situações do cotidiano. Nessa perspectiva, a Modelagem Matemática emerge como uma estratégia didática que articula a realidade do estudante com os conhecimentos matemáticos, promovendo a investigação, a análise e a representação de problemas reais por meio de modelos matemáticos. Esse processo envolve etapas como a percepção e a compreensão de uma situação real, a matematização, ou seja, a tradução da situação para a Linguagem Matemática, a resolução do problema no campo matemático e a interpretação dos resultados à luz da situação original, verificando a validade e a pertinência do modelo construído.
De acordo com os documentos curriculares nacionais vigentes, como os Parâmetros Curriculares Nacionais e a Base Nacional Comum Curricular e com as pesquisas em Educação Matemática, assinale a alternativa que apresente, corretamente, uma concepção do Ensino da Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental.
Alternativas
Q4277823 Pedagogia
Os estudos sobre letramento e alfabetização têm destacado a importância de compreender a leitura e a escrita não apenas como habilidades de codificação e decodificação, mas como práticas sociais situadas em contextos culturais diversos. Nessa perspectiva, a diversidade textual e os diferentes gêneros discursivos que circulam socialmente desempenham papel central no trabalho pedagógico, pois é por meio do contato com textos autênticos e significativos que as crianças se apropriam das funções e dos usos da língua escrita. Concomitantemente, a construção da competência leitora e escritora da criança envolve um processo complexo que integra dimensões cognitivas, linguísticas e sociais, conforme demonstraram pesquisas no campo da psicogênese da língua escrita, que evidenciaram que as crianças constroem hipóteses próprias sobre a escrita antes mesmo de dominar as convenções ortográficas.
No tocante ao texto e aos conhecimentos sobre diversidade textual e gêneros discursivos, assinale a alternativa que expresse, corretamente, a relação entre gêneros textuais e práticas sociais.
Alternativas
Q4277800 Pedagogia
Marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4277772 Pedagogia
As teorias críticas do currículo, especialmente as desenvolvidas por Michael Apple, situam o currículo no centro das disputas políticas e ideológicas das sociedades capitalistas. Um conceito central para Apple é o de "Currículo Oculto". Sobre esse conceito e suas implicações pedagógicas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4277770 Pedagogia
A Aprendizagem Significativa, conceito central da teoria de David Ausubel, propõe uma distinção fundamental entre a Aprendizagem Mecânica e a Aprendizagem Significativa. Considerando-se os fundamentos dessa teoria e suas implicações para o planejamento pedagógico, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4275703 Pedagogia

Texto II




Fonte: Viñeta “Los deberes, de Francesco Tonucci (Frato), 1940, publicação original: Roma, 1968. Disponível em: http://macarena-formacinparaeltrabajo.blogspot.com/2011/07/el-error-como-base-de-la-ensenanaza.html. Acceso el: 29 abr. 2026.

Un profesor de español utilizará el texto II como material de referencia para elaborar una secuencia didáctica destinada a una clase de secundaria integrada, compuesta por alumnos con diferentes perfiles socioculturales y cognitivos, entre los que se incluyen dos estudiantes, uno con dislexia y otro sordo. Teniendo en cuenta los aspectos teóricos y pedagógicos, marca la afirmación que describe la secuencia didáctica más adecuada para este contexto.

Fuente: DA SILVA, Caroline Veloso; CAIADO, Katia Regina Moreno. O professor de língua espanhola em contexto de educação inclusiva: desafios e perspectivas no ensino para deficientes visuais. Educação e Fronteiras, Dourados, v. 5, n. 14, p. 109-124, 2016. Disponible en: https://ojs. ufgd.edu.br/index.php/educacao/article/view/3777. Acceso el: 29 abr. 2026.
RETORTA, M.S., & TONELLI, J.R.A. (2023). O ensino de línguas adicionais para alunos com dificuldades específicas de aprendizagem: desafios e possibilidades de engajamento. Raído, 17 (44), 63-82. Disponible en: https://ojs.ufgd.edu.br/Raido/article/view/17042 . Acceso el: 29 abr. 2026.
Alternativas
Q4275701 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
En el contexto pedagógico de enseñanza de español como lengua adicional, un profesor o profesora reflexiona sobre el texto I “España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades”, que pone de relieve que la población de edad avanzada constituye un segmento demográficamente heterogéneo, con características biopsicosociales peculiares que son ignoradas por las políticas públicas de carácter uniformizador. El/La docente comprometido/a con una educación inclusiva y atento/a a los procesos de adquisición de una lengua adicional en la educación básica debe:  

Fuente: PRATA, Andréa Moreno N.; LESSA, Angela B.C.T. Espanhol como língua estrangeira em uma escola inclusiva: A atividade social na educação inclusiva. Novas Edições Acadêmicas, 2015.
Alternativas
Q4275700 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
Para un grupo heterogéneo de secundaria, de nivel intermedio, teniendo como apoyo el texto I, “España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: ....”, el(la) profesor(a) articula lectura y producción oral con el objetivo de desarrollar la competencia discursiva. Analiza las alternativas e indica las decisiones pedagógicas más adecuadas para la propuesta:

I. De manera clara y objetiva, corregir de inmediato los errores morfológicos y sintácticos que cometa el estudiante durante la exposición oral, evitando que estos errores se arraiguen.
II. Como forma de retroalimentación correctiva, reformular y pedir a los estudiantes que aclaren sobre los errores, negociando el significado sin interrumpir el proceso comunicativo, son estrategias que se consideran adecuadas para la adquisición de la L2.
III. Tras la fase de preparación, proponer una producción oral, que tenga en cuenta el vocabulario temático del texto, siempre y cuando en la evaluación priorice la fluidez y la adecuación pragmática.
IV. El enfoque más eficaz es dar prioridad a la homogeneización del grupo, dividiéndolo por nivel de dominio, y evitar proponer actividades que superen el nivel lingüístico de los estudiantes.

Fuente: ALMEIDA FILHO, J. C. P. Dimensões comunicativas no ensino de línguas, 1993. CANALE, M., SWAIN, M. Theoretical bases of communicative approaches to second language teaching and testing, 1980.

Las afirmaciones correctas se encuentran en:
Alternativas
Q4275699 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
Basándose en el Enfoque Comunicativo, un(a) profesor(a) de español de educación básica organiza una secuencia didáctica a partir del texto 1, destacando la expresión de que las personas mayores de España constituyen “un grupo muy heterogéneo”. Marca la alternativa que, en teoría, sea la más indicada para la enseñanza del español como L2.
Alternativas
Q4275698 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
En una práctica de lectura con estudiantes de secundaria de nivel A1, un(a) profesor(a) de español organiza sus clases teniendo en cuenta el texto I, con énfasis a las palabras específicas “edadismo”, “autoinfligido”, “institucional” y “estandarizada”. Elige la alternativa que describa la forma más adecuada de abordar el léxico seleccionado, basándose en las Orientaciones Curriculares para la Educación Secundaria:

Fonte: PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira. Aquisição de Segunda Língua, São Paulo: Parábola, 2020. CONSELHO DA EUROPA. Marco Común Europeo de Referencia para las Lenguas: Aprendizaje, Enseñanza, Evaluación. Tradução: Instituto Cervantes. Madrid: Secretaría General Técnica del MECD, Anaya e Instituto Cervantes, 2002.
Alternativas
Q4273997 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) destacam que a construção da sexualidade ocorre em diferentes contextos sociais, sendo a família, o convívio social e a escola espaços fundamentais nesse processo. Considerando as características desses espaços, relacione as colunas I e II a seguir:

Coluna I

1.Família.
2.Convívio social.
3.Escola.

Coluna II

(__)Constitui o primeiro espaço de formação, no qual a criança recebe, com maior intensidade, valores, atitudes e referências relacionadas à sexualidade.
(__)É um espaço em que a sexualidade se manifesta nas relações cotidianas entre os estudantes, exigindo ações educativas e acolhedoras.
(__)Engloba as relações com outras pessoas e os meios de comunicação, favorecendo a transmissão de conceitos, valores, preconceitos, estereótipos e comportamentos.

Assinale a alternativa com a sequência correta.
Alternativas
Q4273992 Pedagogia
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a área de Ciências da Natureza deve proporcionar aos estudantes do Ensino Fundamental um olhar articulado sobre os diversos campos do saber.
Com base nesse entendimento, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I.A área de Ciências da Natureza deve assegurar aos estudantes o acesso à diversidade de conhecimentos científicos produzidos ao longo da história e a aproximação gradativa aos processos, às práticas e aos procedimentos da investigação científica.

PORQUE

II.Os processos e procedimentos da investigação científica devem permanecer associados à comunidade científica, cabendo aos estudantes apenas assimilar os conhecimentos já consolidados.
Alternativas
Q4273989 Pedagogia
Em uma aula de Ciências, o professor utilizou modelos impressos em 3D para representar estruturas biológicas, como células e sistemas do corpo humano. A partir desses modelos, os estudantes participaram de atividades investigativas, analisaram as estruturas, formularam hipóteses e discutiram suas observações em grupo.

A estratégia pedagógica descrita caracteriza a utilização de:
Alternativas
Q4273970 Pedagogia
Durante um projeto interdisciplinar, estudantes escutam paisagens sonoras do bairro, observam suas próprias respostas corporais, discutem relações entre ruído, trabalho e desigualdade urbana e produzem uma intervenção que combina gravação sonora, movimento e projeção de imagens. Após a apresentação, registram os critérios utilizados e reavaliam as decisões tomadas. A interpretação consistente com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é:
Alternativas
Q4273969 Pedagogia
Em um projeto de leitura de imagens, o professor observa que os estudantes inicialmente descrevem figuras isoladas. Em pequenos grupos, com perguntas mediadoras e comparação de interpretações, passam a estabelecer relações entre composição, contexto e significado. Em seguida, produzem textos curatoriais que conectam a obra a experiências do território onde vivem. Nesse contexto, considere as interpretações:

I.A mediação entre colegas e professor pode favorecer aprendizagens situadas na zona de desenvolvimento proximal.
II.A relação entre obra e território aproxima-se da leitura freireana segundo a qual a compreensão de linguagens se articula à leitura do mundo.
III.A evolução das interpretações deve ser explicada pela sucessão universal de estágios estéticos determinada pela maturação biológica.
IV.A produção coletiva de significados evidencia que o conhecimento pode ser construído por interações sociais e culturais.

Assinale a alternativa adequada. 
Alternativas
Q4273952 Pedagogia
O monitor de creche constrói vínculos de confiança com as crianças e mantém comunicação constante com as famílias sobre a rotina e o bem-estar delas. Considerando as boas práticas de relacionamento interpessoal no ambiente da creche, assinale a alternativa que apresenta a conduta adequada.
Alternativas
Q4273914 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) está estruturada de acordo com as três etapas da Educação Básica: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. Em cada uma delas, as aprendizagens são organizadas considerando suas especificidades.
Considerando as diferentes formas de organização curricular das aprendizagens estabelecidas pela BNCC para cada etapa da Educação Básica, assinale a alternativa que apresenta corretamente as estruturas que desempenham função organizadora correspondente na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e no Ensino Médio.
Alternativas
Respostas
1: D
2: A
3: C
4: C
5: D
6: B
7: A
8: A
9: D
10: B
11: D
12: D
13: A
14: B
15: A
16: A
17: B
18: A
19: B
20: C