Questões de Concurso
Sobre avaliação escolar e suas implicações pedagógicas em pedagogia
Foram encontradas 1.110 questões
I- No momento de pensar a avaliação, faz-se necessário levar em consideração por parte do avaliador, os argumentos dos educandos, sem deixar de ter a certeza de que os conteúdos científicos são preponderantes. Avaliação mediadora exige, portanto, a dupla ação de conhecer quem se está avaliando, não abrindo mão do arcabouço teórico proposto para cada ano de ensino.
II- Examinar é diferente de avaliar, sobretudo, segundo uma proposta mediadora. Neste sentido, avaliar é subsidiar o educando de recursos, repertórios argumentativos, múltiplas metodologias e conteúdos para que, de maneiras diferentes de se levar adiante a avaliação, o mesmo tenha condições de se expressar com fluidez e autonomia, oportunizando aprendizagens nas mais diversas áreas do conhecimento.
III- Aprender é memorizar informações. Só assim é possível relacionar de maneira eficaz aquilo que se aprende, fazendo com que o educando se sinta instigado a buscar mais conteúdos para melhor atender suas necessidades no momento de ser avaliado.
IV- A avaliação mediadora nega os aspectos classificatórios da avaliação tradicional, uma vez que esta se prende a padrões preestabelecidos de condutas, respostas e modelos ideais de comportamento. De forma contrária, a avaliação mediadora não apenas nega esses itens, como busca ressignificar o conceito de qualidade, pautando-se em objetivos claramente definidos, buscando o desenvolvimento máximo de cada discente.
Estão CORRETOS:
O conjunto solução S = {x ∈ R|2 < x ≤ 5} é finito porque está entre 2 e 5, mas não é limitado porque é aberto em 2, portanto a aproximação para a soma do menor e maior elementos de S é igual a 5. Considerando essa argumentação, assinale a opção correta.
Para concluir a atividade e estimular a competência de leitura e escrita criativa, a opção mais apropriada seria solicitar aos estudantes que
Partindo do pressuposto de que a atividade de avaliação está inadequada, de acordo com as concepções mais atuais de ensino de Literatura, o professor poderia ter estimulado uma avaliação mais coerente propondo aos alunos que

MELO, S. H. D. A reescrita como prática de uma avaliação formativa. Encontros de Vista, v. 22, n. 2, p. 68-80, jul./dez. 2018 (adaptado).
O relato acima é de um estudante do curso de licenciatura em Letras, participante do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), que realizou, em uma escola pública, atividades de imersão, como ambientação, observação e regência de aulas.
A partir do relato desse futuro professor acerca do ensino e da avalição da produção escrita, pode-se afirmar que
Considerando esse contexto, um professor de Língua Portuguesa, interessado em entender um pouco mais sobre o processamento da leitura em suportes digitais dos seus alunos de 7º ano do Ensino Fundamental, enviou um arquivo de texto para o e-mail da turma e pediu que fosse lido diretamente no smartphone. Enquanto os alunos liam silenciosamente, o professor observou se eles estavam conseguindo focar apenas na leitura do texto ou se também estavam usando outros aplicativos no celular durante a tarefa. Após o tempo estipulado para a leitura, o docente fez uma roda de conversa para debater oralmente o texto e verificar quais informações haviam sido, de fato, retidas pelos estudantes a partir do que fora lido.
Com base nas informações apresentadas, por meio dessa atividade, o professor pretende avaliar
• Motivação/introdução: exposição oral acerca do universo da leitura, bem como apresentação das crônicas a serem utilizadas no círculo de leitura. Desse modo, cada estudante poderá, com base em experiências pessoais, fazer sua escolha e, assim, formar os grupos motivados pelo mesmo repertório de leitura. As crônicas apresentadas aos alunos serão as seguintes: Eu sei, mas não devia, de Marina Colassanti; Notícia de jornal, de Fernando Sabino; O assalto, de Carlos Drummond de Andrade; País rico, de Lima Barreto; e Brincadeira, de Luís Fernando Veríssimo.
• Leitura/interpretação: cada estudante, após escolha do texto e formação dos grupos na semana anterior, deverá levar a crônica impressa para casa, com o intuito de aprofundar sua leitura acerca do tema e contribuir com o seu respectivo grupo para o debate final. Além disso, serão apresentadas aos discentes fichas de resumos, nas quais poderão ser descritos os momentos vivenciados por eles no ato da leitura.
• Debate: o grupo poderá expor suas impressões acerca da crônica lida, fazer articulações com outras obras, outros temas e outros autores, bem como fazer um paralelo com seu cotidiano.
• Avaliação: será criado um mural da história, no qual os discentes deverão compartilhar suas percepções de leitura e responder a um questionário de autoavaliação para aguçar seu senso crítico acerca da sua participação no círculo proposto.
Considerando-se o trabalho que será realizado por essa professora, é possível afirmar que as atividades
Disponível em: https://web.facebook.com/tirinhasinteligentess/posts/. Acesso em: 3 jun. 2024.
Considerando o contexto escolar dessa estudante, assinale a opção correta, a respeito do texto produzido por ela.
The new High School English teacher has heard her colleagues use the following adjectives to characterize her students: noisy, challenging and disinterested. However, she knows that adolescence is a developmental stage influenced by biological, cognitive and affective factors and that necessary pedagogical adjustments are needed to meet the unique demands of this time. In any case, this reality poses a challenge for her, as she has the task of developing reading and writing skills in English. To meet these requirements, the teacher wishes to seek alternative assessment methods that encourage students to read and produce collaborative, critically reflective texts from which they can construct ideas and develop their argumentative and creative skills. She recognizes that her role should be that of a facilitator in the writing process.
TEXT 2
Due to the qualitative leap in intelligence during the adolescent stage of development, a more mechanical and traditional approach to teaching, learning and assessment that focuses solely on performance by the teacher and learning by the student, without encouraging genuine interaction between them, is more likely to lead to fatigue, discouragement and lack of engagement with the new language being learned. It also becomes clear that teaching based on an exclusionary methodology, ignoring the feelings and needs of these students and increasing their distance from the teacher, does not reach the world of adolescents. However, if they are guided by a meaningful approach to learning, encouraged to actively participate in the classroom and in decision-making processes, and feel that their thoughts and opinions are valued, the process of language learning, teaching and assessment can take a different direction that makes sense to them.
ROCHA, C. H.; BASSO, E. A. Ensinar e aprender língua estrangeira nas diferentes idades – reflexões para professores e formadores. São Carlos: Editora Claraluz, 2008 (adapted).
Based on the information presented, an assessment strategy that is consistent with the teacher’s aims and the characteristics of the developmental stage in question involves
Entrevistadores — Gostaríamos de começar pedindo a você que fale sobre o conceito de educação do campo e o que a diferencia da educação convencional.
Maria de Jesus — O MST, desde o início, é formado por famílias, então, desde o nosso primeiro grande acampamento na Encruzilhada Natalino, houve a participação das famílias junto à direção do acampamento para organizar a educação. Lá havia mais de 600 crianças, que impulsionaram o início desse trabalho do MST com a educação. O movimento olhou para as experiências da classe trabalhadora. A intenção era visibilizar a nossa luta pelo direito à educação nos assentamentos e acampamentos. Como tivemos o apoio da CNBB, Unicef e Unesco, houve uma problematização de que o MST não deveria limitar esse trabalho aos assentamentos e acampamentos, daí surgiu a articulação por uma educação do campo. É importante dizer que a educação do campo é um projeto com base na formação humana que valoriza a história da luta de classes no território, desde o passado até o presente; que valoriza a cultura; que valoriza o trabalho camponês, a agroecologia; que valoriza a organização coletiva, a luta social. Então, a luta por uma educação do campo é uma luta de resistência, é uma luta pelo direito à educação pública de qualidade e é uma luta também pelo reconhecimento de uma escola referenciada.
BARBOSA, F.; OLIVEIRA, A. Para MST, ‘é importante a luta para ampliar as universidades e os Institutos Federais’. Brasil de Fato, Fortaleza, CE, 11 de fev. de 2024. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2024/02/11/ para-mst-e-importante-a-luta-para-ampliar-as-universidades-e-os-institutos-federais. Acesso em: 22 jun. 2024 (adaptado).
Com base na perspectiva apresentada no texto, assinale a opção que apresenta uma avaliação da aprendizagem coerente com os princípios do projeto educativo da Educação do Campo.
A docente, então, solicitou aos alunos que desenhassem todos os tipos de estantes retangulares diferentes que pudessem conter exatamente 12 latinhas. Para realizar essa atividade, um estudante desenhou somente duas prateleiras, conforme indica a Figura 2, que contém o desenho entregue pelo aluno à professora.
Quanto à adequação do desenho do aluno à atividade proposta, a professora deve, conforme a perspectiva de avaliação mencionada, considerá-lo como
Nessa situação, uma maneira de a docente atender ao objetivo estabelecido, no que diz respeito à avaliação, é
As fichas do jogo estão representadas a seguir
A partir do jogo apresentado, é correto afirmar que uma postura avaliativa adequada no contexto do planejamento da professora é observar se os
1. Dispositivo de adaptação instrumental: adaptação de instrumentos musicais ou para instrumentos musicais, a fim de possibilitar a execução por pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.
2. Adaptação pedagógica: adaptação e/ou flexibilização de conteúdo ou do currículo.
3. Adaptação do conteúdo musical: alteração de partituras e arranjos, para que todos possam participar do fazer musical.
4. Alteração técnico musical: alteração das técnicas para executar alguma atividade musical ou tocar um instrumento.
Disponível em : https://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/13520. Acesso em: 23 jun. 2024 (adaptado).
Um professor de Música, ao realizar seu planejamento para uma turma do 4º ano do Ensino Fundamental, decidiu elaborar uma avaliação adaptada às necessidades de um aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Essa avaliação deveria ser formativa e considerar uma das categorias de TA mencionadas acima.
Nessa situação, assinale a opção que apresenta uma avaliação formativa que contempla uma das categorias de TA e que seja apropriada no contexto em foco.
Com base nessa situação, assinale a opção que apresenta o objetivo pedagógico da atividade realizada.
Nesse caso, assinale a opção que apresenta o critério a ser utilizado pela professora para avaliar os projetos elaborados pelos estudantes.