Questões de Concurso
Comentadas sobre avaliação educacional em pedagogia
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( )A organização flexível do tempo escolar, que permite a adaptação às necessidades individuais dos alunos, pode contribuir para uma avaliação mais formativa e contínua.
( ) O espaço físico da sala de aula não influencia a qualidade da avaliação, pois a avaliação é um processo puramente intelectual e abstrato.
( )A avaliação somativa, realizada ao final de um período de aprendizagem, é suficiente para entender completamente o progresso e as necessidades de aprendizagem de cada aluno.
( )A organização do tempo escolar em períodos mais longos pode favorecer projetos de aprendizagem mais profundos, impactando positivamente a avaliação formativa.
A sequência CORRETA é:
To promote student autonomy in the described context, the teacher can
Para concluir a atividade e estimular a competência de leitura e escrita criativa, a opção mais apropriada seria solicitar aos estudantes que
Partindo do pressuposto de que a atividade de avaliação está inadequada, de acordo com as concepções mais atuais de ensino de Literatura, o professor poderia ter estimulado uma avaliação mais coerente propondo aos alunos que
I. Obter informações sobre o rendimento do aluno. II. Comprovar as hipóteses sobre as quais se baseia o currículo. III. Verificar se o aluno apresenta ou não determinados conhecimentos ou habilidades necessárias para aprender algo novo.
Quais estão corretas?
MELO, S. H. D. A reescrita como prática de uma avaliação formativa. Encontros de Vista, v. 22, n. 2, p. 68-80, jul./dez. 2018 (adaptado).
O relato acima é de um estudante do curso de licenciatura em Letras, participante do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), que realizou, em uma escola pública, atividades de imersão, como ambientação, observação e regência de aulas.
A partir do relato desse futuro professor acerca do ensino e da avalição da produção escrita, pode-se afirmar que
Considerando esse contexto, um professor de Língua Portuguesa, interessado em entender um pouco mais sobre o processamento da leitura em suportes digitais dos seus alunos de 7º ano do Ensino Fundamental, enviou um arquivo de texto para o e-mail da turma e pediu que fosse lido diretamente no smartphone. Enquanto os alunos liam silenciosamente, o professor observou se eles estavam conseguindo focar apenas na leitura do texto ou se também estavam usando outros aplicativos no celular durante a tarefa. Após o tempo estipulado para a leitura, o docente fez uma roda de conversa para debater oralmente o texto e verificar quais informações haviam sido, de fato, retidas pelos estudantes a partir do que fora lido.
Com base nas informações apresentadas, por meio dessa atividade, o professor pretende avaliar
• Motivação/introdução: exposição oral acerca do universo da leitura, bem como apresentação das crônicas a serem utilizadas no círculo de leitura. Desse modo, cada estudante poderá, com base em experiências pessoais, fazer sua escolha e, assim, formar os grupos motivados pelo mesmo repertório de leitura. As crônicas apresentadas aos alunos serão as seguintes: Eu sei, mas não devia, de Marina Colassanti; Notícia de jornal, de Fernando Sabino; O assalto, de Carlos Drummond de Andrade; País rico, de Lima Barreto; e Brincadeira, de Luís Fernando Veríssimo.
• Leitura/interpretação: cada estudante, após escolha do texto e formação dos grupos na semana anterior, deverá levar a crônica impressa para casa, com o intuito de aprofundar sua leitura acerca do tema e contribuir com o seu respectivo grupo para o debate final. Além disso, serão apresentadas aos discentes fichas de resumos, nas quais poderão ser descritos os momentos vivenciados por eles no ato da leitura.
• Debate: o grupo poderá expor suas impressões acerca da crônica lida, fazer articulações com outras obras, outros temas e outros autores, bem como fazer um paralelo com seu cotidiano.
• Avaliação: será criado um mural da história, no qual os discentes deverão compartilhar suas percepções de leitura e responder a um questionário de autoavaliação para aguçar seu senso crítico acerca da sua participação no círculo proposto.
Considerando-se o trabalho que será realizado por essa professora, é possível afirmar que as atividades
Uma atividade condizente com o objetivo de aprendizagem estipulado pela professora é solicitar que os estudantes
When planning a reading test for her 9th grade class, a teacher inserted sentences in the text that did not initially belong there, but discussed the same topic. She then asked students to locate these sentences.
In this case, what reading strategy is this test assessing?
The new High School English teacher has heard her colleagues use the following adjectives to characterize her students: noisy, challenging and disinterested. However, she knows that adolescence is a developmental stage influenced by biological, cognitive and affective factors and that necessary pedagogical adjustments are needed to meet the unique demands of this time. In any case, this reality poses a challenge for her, as she has the task of developing reading and writing skills in English. To meet these requirements, the teacher wishes to seek alternative assessment methods that encourage students to read and produce collaborative, critically reflective texts from which they can construct ideas and develop their argumentative and creative skills. She recognizes that her role should be that of a facilitator in the writing process.
TEXT 2
Due to the qualitative leap in intelligence during the adolescent stage of development, a more mechanical and traditional approach to teaching, learning and assessment that focuses solely on performance by the teacher and learning by the student, without encouraging genuine interaction between them, is more likely to lead to fatigue, discouragement and lack of engagement with the new language being learned. It also becomes clear that teaching based on an exclusionary methodology, ignoring the feelings and needs of these students and increasing their distance from the teacher, does not reach the world of adolescents. However, if they are guided by a meaningful approach to learning, encouraged to actively participate in the classroom and in decision-making processes, and feel that their thoughts and opinions are valued, the process of language learning, teaching and assessment can take a different direction that makes sense to them.
ROCHA, C. H.; BASSO, E. A. Ensinar e aprender língua estrangeira nas diferentes idades – reflexões para professores e formadores. São Carlos: Editora Claraluz, 2008 (adapted).
Based on the information presented, an assessment strategy that is consistent with the teacher’s aims and the characteristics of the developmental stage in question involves
SCARAMUCCI, M. V. R. Avaliação: mecanismo propulsor de mudanças no ensino/aprendizagem de língua estrangeira. Revista Contexturas. São Paulo, APLIESP, p. 75- 81, 1999 (adapted).
What type of assessment aligns with the text?
TSAGARI, D., et al. Handbook of Assessment for Language Teachers. 2018 (adapted).
According to the excerpt, reflective assessment tools such as portfolios
WILIAM, D. What is assessment for learning? Studies in Education Evaluation, v. 37, n. 1, 2011. p. 3-14 (adapted).
In a given school, each year, students of the third year of High School take a reading test which includes items taken from past Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) tests. These scores are not considered to their academic records. A group of English teachers meet together to review students’ performance on the test, and in particular, look at the facility (proportion correct) for different kinds of English reading items on the test. Where item facilities are lower than expected, they look at how the instruction on those which required reading skills was planned and delivered and they look at ways in which the instruction can be strengthened in the following year.
Considering the above scenario, the teacher’s decision is correctly described as assessment for learning, since
Entrevistadores — Gostaríamos de começar pedindo a você que fale sobre o conceito de educação do campo e o que a diferencia da educação convencional.
Maria de Jesus — O MST, desde o início, é formado por famílias, então, desde o nosso primeiro grande acampamento na Encruzilhada Natalino, houve a participação das famílias junto à direção do acampamento para organizar a educação. Lá havia mais de 600 crianças, que impulsionaram o início desse trabalho do MST com a educação. O movimento olhou para as experiências da classe trabalhadora. A intenção era visibilizar a nossa luta pelo direito à educação nos assentamentos e acampamentos. Como tivemos o apoio da CNBB, Unicef e Unesco, houve uma problematização de que o MST não deveria limitar esse trabalho aos assentamentos e acampamentos, daí surgiu a articulação por uma educação do campo. É importante dizer que a educação do campo é um projeto com base na formação humana que valoriza a história da luta de classes no território, desde o passado até o presente; que valoriza a cultura; que valoriza o trabalho camponês, a agroecologia; que valoriza a organização coletiva, a luta social. Então, a luta por uma educação do campo é uma luta de resistência, é uma luta pelo direito à educação pública de qualidade e é uma luta também pelo reconhecimento de uma escola referenciada.
BARBOSA, F.; OLIVEIRA, A. Para MST, ‘é importante a luta para ampliar as universidades e os Institutos Federais’. Brasil de Fato, Fortaleza, CE, 11 de fev. de 2024. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2024/02/11/ para-mst-e-importante-a-luta-para-ampliar-as-universidades-e-os-institutos-federais. Acesso em: 22 jun. 2024 (adaptado).
Com base na perspectiva apresentada no texto, assinale a opção que apresenta uma avaliação da aprendizagem coerente com os princípios do projeto educativo da Educação do Campo.
Nessa situação, uma maneira de a docente atender ao objetivo estabelecido, no que diz respeito à avaliação, é
Explorar e analisar fontes e materiais sonoros em práticas de composição/criação, execução e apreciação musical, reconhecendo timbres e características de instrumentos musicais diversos.
No intuito de avaliar a aprendizagem dos estudantes, ela promove um encontro que se caracteriza pelos momentos apresentados a seguir.
Explorando e escolhendo sons.
1. A professora explora com os alunos os sons dos instrumentos e os materiais sonoros em sala de aula.
Criação musical individual.
2. Os estudantes escolhem uma ou duas fontes sonoras e compõem uma frase musical com, no máximo, 8 compassos.
Apresentações.
3. Cada estudante apresenta sua criação, apontando as características e motivos das suas decisões musicais, como escolha das fontes sonoras, e da estrutura das frases musicais;
4. Cada estudante compartilha suas impressões sobre a apresentação de um colega, dizendo o que observou a respeito da música e em relação a como os instrumentos foram utilizados.
Devolutivas.
5. A professora dá devolutivas construtivas acerca das composições do estudante ouvido.
Nesse contexto, assinale a opção que descreve a forma de avaliação utilizada por essa professora.
1. Dispositivo de adaptação instrumental: adaptação de instrumentos musicais ou para instrumentos musicais, a fim de possibilitar a execução por pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.
2. Adaptação pedagógica: adaptação e/ou flexibilização de conteúdo ou do currículo.
3. Adaptação do conteúdo musical: alteração de partituras e arranjos, para que todos possam participar do fazer musical.
4. Alteração técnico musical: alteração das técnicas para executar alguma atividade musical ou tocar um instrumento.
Disponível em : https://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/13520. Acesso em: 23 jun. 2024 (adaptado).
Um professor de Música, ao realizar seu planejamento para uma turma do 4º ano do Ensino Fundamental, decidiu elaborar uma avaliação adaptada às necessidades de um aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Essa avaliação deveria ser formativa e considerar uma das categorias de TA mencionadas acima.
Nessa situação, assinale a opção que apresenta uma avaliação formativa que contempla uma das categorias de TA e que seja apropriada no contexto em foco.
LOURO, V. Ensino musical e autismo: relato de uma experiência a partir de uma pesquisa de doutorado em neurociências. Per Musi, n. 41, p.10, 2021 (adaptado).
Considerando o texto apresentado, assinale a opção que indica uma atividade para a avaliação do conhecimento musical de uma estudante com TEA grau leve/moderado, sem patologia associada, em um contexto inclusivo de educação musical.