Questões de Concurso
Sobre medicina intensiva em medicina
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(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Considerando os dados apresentados, assinale a alternativa que descreve a melhor conduta para a condição atual do paciente.
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Com base nos dados apresentados, assinale a alternativa que contenha a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta mais adequada para o caso.
Mulher, 78 anos, sofreu queda da própria altura há 1 hora enquanto caminhava na rua; sofreu trauma em região lateral da cabeça com presença de ferimento cortocontuso com sangramento controlado com curativo. Trazida pelo resgate com colar cervical e prancha rígida. Na avaliação inicial, está com via aérea pérvia, máscara de oxigênio a 15 L/min, hemodinamicamente estável, recebendo cristaloide endovenoso, sem alteração do exame pulmonar e cardíaco. Apresenta midríase à direita, abertura ocular a estímulo doloroso, balbucia sons incompreensíveis e localiza estímulo doloroso, otorreia e hematoma retroauricular.
Qual é a conduta imediata?
Mulher, 35 anos, sem comorbidades, refere dor lombar direita há 7 dias, hoje com piora da intensidade da dor e calafrios. Ao exame físico: T 37,8 ºC, PA 100 x 60, FC 98 bpm, FR 12 ipm, abdome flácido, dor lombar direita a punho percussão, sem alterações no exame ginecológico. Exames laboratoriais: Hb 13,2 g/dL, leucócitos 15253/uL (15% bastonetes), Cr 1,32 mg/dL, PCR 24,2 mg/dL, lactato 18 mg/dL. Solicitado o exame a seguir.

Além de realizar expansão volêmica com cristaloide e de iniciar antibiótico de amplo espectro, qual é a conduta recomendada para esta paciente?
Homem, 22 anos, foi vítima de colisão moto versus poste em alta velocidade há 15 minutos. Estava de capacete e nega perda de consciência. Trazido ao serviço de emergência pelos bombeiros, em prancha rígida e colar cervical. A avaliação inicial está descrita a seguir:
A: Via aérea pérvia, com colar cervical.
B: Murmúrio vesicular presente bilateralmente, saturação 96% ar ambiente.
C: PA = 70 x 40 mmHg, FC = 130 bpm, FAST +.
D: Glasgow 15, PIFR, sem déficit motor ou sensitivo.
E: Pelve instável, toque retal com fezes em dedo de luva, sem sangue.
Realizada expansão volêmica com 1 litro de cristaloide aquecido e fixação da pelve com lençol, com manutenção dos parâmetros hemodinâmicos de entrada.
A conduta imediata a ser realizada é:
Paciente de 62 anos com histórico de diabetes tipo 2 e doença renal crônica é admitido na unidade de terapia intensiva com diagnóstico de sepse. O paciente apresenta febre alta, taquicardia, e pressão arterial de 85/50 mmHg. O exame físico revela sinais de choque séptico, com evidência de hipotensão persistente apesar da administração de fluidos. O cultivo de sangue revela Pseudomonas aeruginosa, e o teste de sensibilidade mostra resistência a vários antibióticos comuns.
O tratamento empírico inicial inclui a administração de uma combinação de antibióticos. A escolha de terapia antimicrobiana mais adequada para esse paciente, considerando a gravidade da sepse e a resistência antimicrobiana, é:
Homem de 42 anos, com diagnóstico prévio de miastenia gravis generalizada, é admitido ao pronto-socorro com fraqueza muscular progressiva há dois dias. Ao exame físico, ele apresenta ptose palpebral bilateral, voz nasal e dificuldade em elevar os braços acima da cabeça. Nas últimas horas, desenvolveu dispneia grave e dificuldade para engolir. A gasometria arterial revela:
• pH: 7,32.
• pCO2 : 50 mmHg.
• pO2 : 70 mmHg.
• Bicarbonato: 24 mEq/L.
A força vital medida à beira do leito é de 12 mL/kg (valor de referência > 20 mL/kg). O paciente está em uso de prednisona e piridostigmina. A próxima intervenção mais apropriada será
Homem de 58 anos, com história de hipertensão e diabetes mellitus tipo 2, é admitido na UTI com diagnóstico de pneumonia grave por COVID-19. Após 48 horas de internação, ele desenvolve insuficiência respiratória aguda e é intubado. A gasometria arterial mostra PaO2 /FiO2 de 120 mmHg, e a radiografia de tórax revela infiltrados bilaterais difusos. O paciente foi diagnosticado com Síndrome da Angústia Respiratória Aguda (ARDS) moderada.
Considerando o momento atual da doença e o quadro clínico do paciente, a conduta terapêutica mais apropriada em relação ao uso de corticoides é
Paciente masculino de 67 anos é internado em unidade de terapia intensiva por quadro de COVID-19 grave, com evolução em síndrome do desconforto respiratório agudo e necessidade de ventilação mecânica. Ele é de base hipertenso, obeso e tabagista. Os sintomas de COVID-19 começaram há 10 dias e paciente já está em uso de dexametasona 6 mg/dia há 3 dias, no entanto não vem apresentando melhora e hoje foi intubado.
Dentre as alternativas a seguir, assinale a melhor alternativa a ser adicionada ao tratamento atual.
Paciente de 52 anos é admitido no hospital apresentando dor precordial intensa.
Considerando o diagnóstico de choque cardiogênico, assinale a alternativa que apresenta corretamente a situação mais representativa dessa condição.
Mulher, 68 anos, hipertensa e diabética. Procura pronto-socorro devido a sensação de desmaio e dor torácica. Ao exame físico, encontra-se pálida, com pulso filiforme, sudorese e tempo de enchimento capilar de cinco segundos. A pressão arterial é 60 x 40 mmHg. O eletrocardiograma (ECG) foi realizado prontamente na admissão e apresentou o seguinte resultado:

Com base no caso hipotético, assinale a alternativa correta sobre a conduta que deve ser tomada.
Lactente de 12 meses com quadro de febre e tosse há 48 horas. Ao exame, encontra-se irritado, hipocorado 1+/4+, acianótico, anictérico, com tiragem subcostal e retração de fúrcula em ar ambiente, saturação 88% em ar ambiente, ausculta respiratória com murmúrio vesicular reduzido em base esquerda e estertores crepitantes nessa topografia. Paciente acoplado em cateter nasal de oxigênio e monitorizado com oxímetro de pulso. Solicitada radiografia de tórax e, nesse ínterim, queda de saturação para 80% e piora dos parâmetros clínicos, com sonolência, palidez cutânea, frequência respiratória de 15 ipm e cardíaca de 80 bpm.
A conduta imediata correta envolve o uso de
Lactente de 2 meses com quadro de tosse produtiva, coriza e desconforto respiratório progressivo há 4 dias. Diagnosticado com bronquiolite, precisou ser acoplado ao cateter nasal de alto fluxo. No entanto, evoluiu com insuficiência respiratória, sendo indicada intubação orotraqueal. Após intubação, realizada radiografia de tórax a seguir:

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Com base na patologia do paciente, na idade e na radiografia de tórax após a intubação, assinale a alternativa que descreve os parâmetros de ventilação mecânica mais adequados para acoplar o paciente ao ventilador (ventilação a pressão controlada, modo assistido-controlado).
Criança de 5 anos em franca insuficiência respiratória, com FR = 8 ipm, SatO2 = 68% em ar ambiente e uso importante de musculatura acessória. Realizada intubação orotraqueal com cânula 5,5 com cuff. Após o término do efeito do bloqueador neuromuscular, paciente voltou a apresentar piora do padrão respiratório e queda de saturação, além da curva de capnografia a seguir:

Com base nos dados apresentados, qual é a hipótese e a conduta adequada para o desconforto do paciente, que persiste mesmo após a intubação?
Paciente de 6 anos com quadro inicial de febre elevada (39,8 ºC), cefaleia, vômitos e rebaixamento de nível de consciência. Há 4 horas passou a apresentar lesões purpúricas na pele. Hemodinamicamente instável, sem melhora neurológica ou hemodinâmica após ressuscitação volêmica e início de droga vasoativa. Considerando a situação crítica, foi indicada intubação orotraqueal.
Assinale a alternativa que contém a melhor opção para a sequência rápida de intubação para esse paciente.
Um menino de 5 anos foi internado na UTI pediátrica com diagnóstico recente de leucemia linfoide aguda, ainda sem tratamento, mas com programação breve de início de corticoide. Exames iniciais mostram hemograma com 340 mil leucócitos (95% de blastos), K = 4,5, Na = 144, P (fósforo) = 11,4 (normal até 6), Ca total = 5,8 (normal entre 8 e 10), Ca iônico = 0,88 (normal de 1,15 a 1,3), AU (ácido úrico) = 15,8 (normal até 8), ureia e creatinina normais.
Em relação ao quadro atual, assinale a alternativa que descreve a conduta inicial mais adequada a ser realizada pelo intensivista.
Adolescente de 15 anos é admitido após ter sofrido choque elétrico ao tocar um fio desencapado. Ao exame físico, apresenta sinais de queimaduras de entrada e saída no corpo, está consciente, alerta, mas com bulhas arrítmicas à ausculta cardíaca. FC = 84 bpm, PA = 114 x 77 (84) mmHg, pulsos cheios, perfusão sem alterações. Ao ser monitorizado apresenta o seguinte ritmo:

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Considerando o quadro apresentado, assinale a alternativa que descreve a conduta mais adequada para o paciente.
Menino de 2 anos é trazido ao pronto-socorro após acidente de carro. Testemunhas relatam que o paciente estava no banco de trás no colo de um passageiro, sem cinto de segurança. À avaliação inicial, apresenta-se levemente sonolento, pálido, com bom padrão respiratório e saturação, com pulsos finos, tempo de enchimento capilar de 6 segundos, PA = 52 x 30 (40) mmHg, FC = 184 bpm e grande hematoma visível em região abdominal, com dor importante à palpação.
Sobre a reposição volêmica para esse paciente, assinale a alternativa correta.
Um menino de 7 anos é trazido às pressas ao pronto-socorro após colapso súbito durante atividade física. O paciente não responde e não foi detectado pulso central. Foram iniciadas compressões torácicas e obtido o ritmo a seguir após monitorização.

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De acordo com as recomendações do Pediatric Advanced Life Support (PALS), qual alternativa descreve a melhor sequência de condutas para esse caso?