Questões de Concurso
Comentadas sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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• Hemoglobina 11,5 g/dL (VR: 12,1-16,0);
• Leucócitos 12.240/mm3 (VR: 3.600-11.000);
• Segmentados: 5.400/mm3 (44,1%) (VR: 45-70%);
• Eosinófilos: 3.840/mm3 (31,4%) (VR: 0-6%);
• Basófilos: 550/mm3 (4,5%) (VR: 0-4%);
• Linfócitos: 1.800mm3 (14,7%) (VR: 20-50%);
• Monócitos 650/mm3 (5,3%) (VR: 2-10%);
• Plaquetas: 200.000/mm3 (VR: 150.000-400.000);
• Creatinina: 3,8 mg/dL (VR: 0,7-1,3 mg/dL);
• Ureia: 94 mg/dL (VR: 14-45 mg/dL);
• CPK: 150 U/L (VR: 26-190 U/L).
Com base no quadro clínico apresentado, qual é o diagnóstico mais provável?
I. Em mergulhadores com antecedente de doença descompressiva, sem histórico de Acidente Vascular Cerebral (AVC) relacionado ao FOP, a diretriz sugere contra o fechamento de rotina do FOP. Força de recomendação: condicional. Certeza da evidência: muito baixa.
II. Em pessoas com síndrome de platipneia-ortodeoxia (POS) e sem histórico de AVC relacionado ao FOP, nas quais outras causas de hipóxia foram excluídas, o painel de diretrizes da SCAI sugere o fechamento do FOP. Força de recomendação: condicional. Certeza da evidência: muito baixa.
III. Em pacientes com histórico de fibrilação atrial que sofreram um AVC isquêmico, o painel de diretrizes da SCAI sugere contra o fechamento rotineiro do FOP. Força de recomendação: condicional. Certeza da evidência: muito baixa.
IV. Em pacientes com trombofilia e que tiveram um AVC prévio associado ao FOP, o painel de diretrizes da SCAI não indica o fechamento do FOP, pois esses pacientes já possuem indicação de anticoagulação crônica. Força de recomendação: condicional.
Certeza da evidência: muito baixa. Quais estão corretas?
• Pressão da Artéria Pulmonar média (PAPm): 29 mmHg.
• Pressão de Oclusão da Artéria Pulmonar (POAP): 16 mmHg.
• Resistência Vascular Pulmonar (RVP): 3,1 WU.
• Índice cardíaco: 2,4 L/min/m2.
Conforme as diretrizes para diagnóstico e tratamento de HP da ESC, assinale a alternativa correta.
( ) O átrio cardíaco esquerdo é sempre anterior.
( ) A banda moderadora é visualizada habitualmente no ventrículo direito.
( ) No isomerismo esquerdo, a veia cava inferior drena no átrio cardíaco esquerdo.
( ) A valva tricúspide sempre acompanha o ventrículo direito.
( ) Dupla via de saída é mais frequente no ventrículo direito.
(__) Define-se hipertensão estágio 1 quando a pressão arterial sistólica está entre 140-159 mmHg e a diastólica entre 90-99 mmHg em medidas de consultório.
_) A presença de microalbuminúria em pacientes hipertensos, mesmo sem diabetes mellitus, é um marcador precoce de dano renal e risco cardiovascular aumentado.
(__) Os Bloqueadores dos Receptores de Angiotensina (BRA) são contraindicados para pacientes hipertensos que apresentam hipertrofia ventricular esquerda documentada.
(__) A meta pressórica para pacientes idosos hígidos acima de 80 anos deve ser mantida abaixo de 120/70 mmHg para evitar eventos isquêmicos cerebrais.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Homem, 68 anos, é atendido pelo SAMU com palpitações súbitas, dispneia leve e mal-estar há cerca de 6 horas. É portador de hipertensão arterial, diabetes Mellitus tipo 2 e com histórico de AVC isquêmico há 3 anos, sem sequelas. Faz uso regular de losartana e metformina. Ao exame: consciente, orientado, FC: 148 bpm, PA: 126 × 78 mmHg, FR: 20 irpm, SpO₂: 96% em ar ambiente, Ausculta cardíaca: ritmo irregular. Ausculta pulmonar: sem estertores. Monitor cardíaco: fibrilação atrial (FA) com resposta ventricular rápida. Durante o transporte, o paciente mantém estabilidade hemodinâmica.
Na emergência hospitalar, após 2 horas, permanece em FA, FC média de 130 bpm, sem sinais de instabilidade. Ecocardiograma transtorácico sem trombo intracavitário nem disfunção ventricular significativa. Após 48 horas, o paciente recebe alta hospitalar.
Considerando o caso descrito, qual alternativa descreve CORRETAMENTE a conduta mais adequada no Atendimento Pré-Hospitalar (APH), hospitalar e após a alta, respectivamente?
Mulher, 60 anos, é atendida pelo SAMU após episódio de mal-estar súbito, associado à dispneia progressiva e desconforto torácico inespecífico, iniciados há cerca de 2 horas. Relata tontura e sensação de desmaio, sem perda da consciência. Antecedentes de hipertensão arterial, varizes de membros inferiores e viagem rodoviária prolongada (10 horas) há 5 dias. Ao exame: consciente, ansiosa. Sinais vitais: FC= 108 bpm; PA: 104 × 66 mmHg; FR: 24 irpm; SpO₂: 90% em ar ambiente. Ausculta pulmonar: sem alterações. Ausculta cardíaca: bulhas normais, B2 discretamente hiperfonética. Extremidades: sem alterações. Monitor cardíaco: taquicardia sinusal. ECG: inversão de onda T em V1–V3. Durante o atendimento, após oxigênio suplementar (4 L/min), a paciente evolui com queda da pressão arterial para 88 × 54 mmHg, mantendo taquicardia.
Considerando o cenário clínico e as possibilidades diagnósticas e terapêuticas no Atendimento Pré-Hospitalar (APH), qual é a melhor interpretação e conduta?