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Q4330222 Português

O último a entrar

 

Só são permitidos seis em pé; como é que já haviam entrado sete naquele ônibus de fim de linha em West Hampstead? É que o trocador não tinha visto.

O chofer viu, no momento de dar partida:

– Tem um sobrando aí atrás.

E não deu partida. O trocador contou os passageiros em pé: é verdade, estava sobrando um. Qual? Naturalmente o que entrara por último.

– Quem é que entrou por último?

O diabo é que haviam entrado todos praticamente ao mesmo tempo.

– Um dos senhores tem que descer. Cada um olhou para os demais, esperando que alguém se voluntariasse. Ninguém se mexeu.

– Como é? Alguém tem de sair.

O chofer veio de lá, em auxílio do colega. Fez uma preleção sobre o cumprimento da lei, ninguém se comoveu.

– Vamos chamar um guarda – sugeriu ao trocador. Saíram do ônibus, cada um para o seu lado, à procura de um guarda.

Um velhinho, alheio ao impasse, entrou muito lépido no ônibus, aumentando para oito o número de passageiros em pé. Em pouco voltava o chofer, acompanhado de um guarda. O guarda foi logo impondo respeito:

– Salte o último a entrar.

O bom velhinho não vacilou: com autoridade não se brinca. Sem querer saber por que, do jeito que entrou, tornou a sair. O chofer, secundando com um olhar vitorioso a decisiva atuação do guarda, foi se aboletar de novo ao volante. Não sem uma última olhada pelo espelhinho sobre os passageiros em pé: um dois, três, quatro, cinco, seis, ué, que história é essa? Continuavam sendo sete?

– Ainda tem um sobrando.

E veio de lá, disposto a conferir. Não tinha dúvida: voltaram a ser sete.

– Um vai ter que sair.

Os passageiros continuaram firmes – cada um plenamente de acordo, desde que fosse outro a sair. Um deles, já irritado, e por estar mais perto da porta, cometeu a imprudência de deixar o ônibus para buscar de novo o guarda, que já ia longe. Os outros sugeriram ao chofer:

– Aproveita agora. Só tem seis, toca o ônibus.

Faltava o trocador, que ainda não havia voltado. O chofer convocou às pressas outro trocador nas imediações, que a companhia costumava deixar de plantão no fim da linha:

– Entra aí e vamos embora, que já estou atrasado.

O novo trocador assumiu o posto, e quando o ônibus já ia arrancando, deu com o velhinho ali firme junto ao poste:

– E o senhor?

– Esperando ônibus.

– Então entre.

O velhinho entrou, o ônibus partiu.

 

(SABINO, Fernando. A inglesa deslumbrada. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora Sabiá, 1969.)

Ao finalizar a crônica anunciando que “O velhinho entrou, o ônibus partiu.” (26º§), depreende-se que o autor tem como intenção: 

Alternativas
Q4330221 Português

O último a entrar

 

Só são permitidos seis em pé; como é que já haviam entrado sete naquele ônibus de fim de linha em West Hampstead? É que o trocador não tinha visto.

O chofer viu, no momento de dar partida:

– Tem um sobrando aí atrás.

E não deu partida. O trocador contou os passageiros em pé: é verdade, estava sobrando um. Qual? Naturalmente o que entrara por último.

– Quem é que entrou por último?

O diabo é que haviam entrado todos praticamente ao mesmo tempo.

– Um dos senhores tem que descer. Cada um olhou para os demais, esperando que alguém se voluntariasse. Ninguém se mexeu.

– Como é? Alguém tem de sair.

O chofer veio de lá, em auxílio do colega. Fez uma preleção sobre o cumprimento da lei, ninguém se comoveu.

– Vamos chamar um guarda – sugeriu ao trocador. Saíram do ônibus, cada um para o seu lado, à procura de um guarda.

Um velhinho, alheio ao impasse, entrou muito lépido no ônibus, aumentando para oito o número de passageiros em pé. Em pouco voltava o chofer, acompanhado de um guarda. O guarda foi logo impondo respeito:

– Salte o último a entrar.

O bom velhinho não vacilou: com autoridade não se brinca. Sem querer saber por que, do jeito que entrou, tornou a sair. O chofer, secundando com um olhar vitorioso a decisiva atuação do guarda, foi se aboletar de novo ao volante. Não sem uma última olhada pelo espelhinho sobre os passageiros em pé: um dois, três, quatro, cinco, seis, ué, que história é essa? Continuavam sendo sete?

– Ainda tem um sobrando.

E veio de lá, disposto a conferir. Não tinha dúvida: voltaram a ser sete.

– Um vai ter que sair.

Os passageiros continuaram firmes – cada um plenamente de acordo, desde que fosse outro a sair. Um deles, já irritado, e por estar mais perto da porta, cometeu a imprudência de deixar o ônibus para buscar de novo o guarda, que já ia longe. Os outros sugeriram ao chofer:

– Aproveita agora. Só tem seis, toca o ônibus.

Faltava o trocador, que ainda não havia voltado. O chofer convocou às pressas outro trocador nas imediações, que a companhia costumava deixar de plantão no fim da linha:

– Entra aí e vamos embora, que já estou atrasado.

O novo trocador assumiu o posto, e quando o ônibus já ia arrancando, deu com o velhinho ali firme junto ao poste:

– E o senhor?

– Esperando ônibus.

– Então entre.

O velhinho entrou, o ônibus partiu.

 

(SABINO, Fernando. A inglesa deslumbrada. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora Sabiá, 1969.)

Analise o trecho “– Um dos senhores tem que descer.” (7º§). Mesmo ouvindo a determinação para descer, nenhum dos sete passageiros em pé se movimentou, pois:
Alternativas
Q4330220 Português

O último a entrar

 

Só são permitidos seis em pé; como é que já haviam entrado sete naquele ônibus de fim de linha em West Hampstead? É que o trocador não tinha visto.

O chofer viu, no momento de dar partida:

– Tem um sobrando aí atrás.

E não deu partida. O trocador contou os passageiros em pé: é verdade, estava sobrando um. Qual? Naturalmente o que entrara por último.

– Quem é que entrou por último?

O diabo é que haviam entrado todos praticamente ao mesmo tempo.

– Um dos senhores tem que descer. Cada um olhou para os demais, esperando que alguém se voluntariasse. Ninguém se mexeu.

– Como é? Alguém tem de sair.

O chofer veio de lá, em auxílio do colega. Fez uma preleção sobre o cumprimento da lei, ninguém se comoveu.

– Vamos chamar um guarda – sugeriu ao trocador. Saíram do ônibus, cada um para o seu lado, à procura de um guarda.

Um velhinho, alheio ao impasse, entrou muito lépido no ônibus, aumentando para oito o número de passageiros em pé. Em pouco voltava o chofer, acompanhado de um guarda. O guarda foi logo impondo respeito:

– Salte o último a entrar.

O bom velhinho não vacilou: com autoridade não se brinca. Sem querer saber por que, do jeito que entrou, tornou a sair. O chofer, secundando com um olhar vitorioso a decisiva atuação do guarda, foi se aboletar de novo ao volante. Não sem uma última olhada pelo espelhinho sobre os passageiros em pé: um dois, três, quatro, cinco, seis, ué, que história é essa? Continuavam sendo sete?

– Ainda tem um sobrando.

E veio de lá, disposto a conferir. Não tinha dúvida: voltaram a ser sete.

– Um vai ter que sair.

Os passageiros continuaram firmes – cada um plenamente de acordo, desde que fosse outro a sair. Um deles, já irritado, e por estar mais perto da porta, cometeu a imprudência de deixar o ônibus para buscar de novo o guarda, que já ia longe. Os outros sugeriram ao chofer:

– Aproveita agora. Só tem seis, toca o ônibus.

Faltava o trocador, que ainda não havia voltado. O chofer convocou às pressas outro trocador nas imediações, que a companhia costumava deixar de plantão no fim da linha:

– Entra aí e vamos embora, que já estou atrasado.

O novo trocador assumiu o posto, e quando o ônibus já ia arrancando, deu com o velhinho ali firme junto ao poste:

– E o senhor?

– Esperando ônibus.

– Então entre.

O velhinho entrou, o ônibus partiu.

 

(SABINO, Fernando. A inglesa deslumbrada. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora Sabiá, 1969.)

De acordo com o conteúdo exposto, é correto afirmar que a finalidade da crônica é: 
Alternativas
Q4330219 Português

O último a entrar

 

Só são permitidos seis em pé; como é que já haviam entrado sete naquele ônibus de fim de linha em West Hampstead? É que o trocador não tinha visto.

O chofer viu, no momento de dar partida:

– Tem um sobrando aí atrás.

E não deu partida. O trocador contou os passageiros em pé: é verdade, estava sobrando um. Qual? Naturalmente o que entrara por último.

– Quem é que entrou por último?

O diabo é que haviam entrado todos praticamente ao mesmo tempo.

– Um dos senhores tem que descer. Cada um olhou para os demais, esperando que alguém se voluntariasse. Ninguém se mexeu.

– Como é? Alguém tem de sair.

O chofer veio de lá, em auxílio do colega. Fez uma preleção sobre o cumprimento da lei, ninguém se comoveu.

– Vamos chamar um guarda – sugeriu ao trocador. Saíram do ônibus, cada um para o seu lado, à procura de um guarda.

Um velhinho, alheio ao impasse, entrou muito lépido no ônibus, aumentando para oito o número de passageiros em pé. Em pouco voltava o chofer, acompanhado de um guarda. O guarda foi logo impondo respeito:

– Salte o último a entrar.

O bom velhinho não vacilou: com autoridade não se brinca. Sem querer saber por que, do jeito que entrou, tornou a sair. O chofer, secundando com um olhar vitorioso a decisiva atuação do guarda, foi se aboletar de novo ao volante. Não sem uma última olhada pelo espelhinho sobre os passageiros em pé: um dois, três, quatro, cinco, seis, ué, que história é essa? Continuavam sendo sete?

– Ainda tem um sobrando.

E veio de lá, disposto a conferir. Não tinha dúvida: voltaram a ser sete.

– Um vai ter que sair.

Os passageiros continuaram firmes – cada um plenamente de acordo, desde que fosse outro a sair. Um deles, já irritado, e por estar mais perto da porta, cometeu a imprudência de deixar o ônibus para buscar de novo o guarda, que já ia longe. Os outros sugeriram ao chofer:

– Aproveita agora. Só tem seis, toca o ônibus.

Faltava o trocador, que ainda não havia voltado. O chofer convocou às pressas outro trocador nas imediações, que a companhia costumava deixar de plantão no fim da linha:

– Entra aí e vamos embora, que já estou atrasado.

O novo trocador assumiu o posto, e quando o ônibus já ia arrancando, deu com o velhinho ali firme junto ao poste:

– E o senhor?

– Esperando ônibus.

– Então entre.

O velhinho entrou, o ônibus partiu.

 

(SABINO, Fernando. A inglesa deslumbrada. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora Sabiá, 1969.)

A crônica bem-humorada de Fernando Sabino narra a confusão em um ônibus em que o cobrador permite apenas seis passageiros em pé, mas há sete. De acordo com as informações textuais, é possível afirmar que: 
Alternativas
Q4330051 Enfermagem
O manual de uma unidade pública descreve, para cada procedimento de higiene das mãos e para as luvas utilizadas na limpeza, uma etapa final própria, que é justamente onde ocorre a maior parte das falhas de execução observadas em serviço. Relacione a Coluna I à Coluna II.

Coluna I

1.Lavagem das mãos com água e sabonete líquido
2.Fricção antisséptica das mãos com preparação alcoólica
3.Luvas de látex utilizadas nos serviços de limpeza

Coluna II

(__)Encerra-se com a secagem em papel toalha descartável, iniciando pelos dedos e seguindo para os punhos.
(__)Após o uso, são lavadas, secas e acondicionadas em varal, na sombra, com os punhos voltados para baixo.
(__)Encerra-se com a fricção do produto até a secagem completa, dispensado o papel toalha.

A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4330050 Direito Sanitário
A despensa de gêneros alimentícios de uma unidade pública de acolhimento passou por vistoria da vigilância sanitária, que examinou o acondicionamento dos produtos, a ordem de utilização dos lotes e o controle de temperatura dos itens que exigem conservação especial. Sobre as exigências aplicáveis, analise as afirmativas a seguir.

I.Os gêneros devem ser armazenados sobre paletes, estrados ou prateleiras de material liso, resistente, impermeável e lavável, respeitado o espaçamento que permita ventilação e limpeza do local.
II.Para os alimentos dispensados da obrigatoriedade de indicação do prazo de validade, deve ser observada a ordem de entrada dos produtos no estoque.
III.A temperatura das matérias-primas que exigem condições especiais de conservação deve ser verificada na recepção, etapa que dispensa nova aferição no armazenamento.
IV.Os lotes com prazo de validade vencido devem permanecer no estoque comum até a conferência geral seguinte, quando serão baixados de uma só vez.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q4330049 Direito Sanitário
A coordenação de uma unidade pública de acolhimento afixou, no vestuário, um quadro com as regras de apresentação pessoal dos servidores que atuam na cozinha, extraídas da norma sanitária aplicável aos serviços de alimentação. Sobre essas regras, analise as afirmativas a seguir.

I.Os uniformes devem ser trocados, no mínimo, diariamente, e usados nas dependências internas do estabelecimento.
II.Durante a manipulação, os objetos de adorno pessoal e a maquiagem devem ser retirados, e as unhas mantidas curtas e sem esmalte ou base.
III.O uso de barba é admitido durante o preparo dos alimentos, desde que aparada e protegida por máscara descartável.
IV.As roupas e os objetos pessoais devem ser guardados em local específico e reservado para esse fim.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4330048 Segurança e Saúde no Trabalho
A escala de limpeza de uma unidade pública de acolhimento é montada a partir da classificação das áreas por risco de transmissão de infecções, critério que define quais dependências recebem apenas limpeza e quais exigem também desinfecção. Sobre essa classificação e seus efeitos práticos, analise as afirmativas a seguir.

I.A cozinha e a lavanderia integram as áreas críticas e recebem limpeza acompanhada de desinfecção.
II.A área administrativa e o almoxarifado integram as áreas não críticas e, tecnicamente, recebem apenas limpeza.
III.No piso da cozinha, após a lavagem com água e detergente e o enxágue, aplica-se solução de água sanitária a 2,5% diluída em água.
IV.Os dormitórios dos acolhidos integram as áreas críticas, em razão da permanência de pessoas durante todo o período noturno.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4330047 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Em uma Casa Lar mantida pelo poder público, uma pessoa apresenta-se na portaria dizendo ser jornalista e solicita fotografar as crianças acolhidas e obter seus nomes completos para uma reportagem sobre o funcionamento da unidade. A auxiliar de serviços gerais está sozinha na recepção naquele momento, pois a coordenação encontra-se em reunião no andar superior, e o livro de controle de visitantes está sobre a mesa.

Com base no caso apresentado, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4330046 Segurança e Saúde no Trabalho
Ao final do turno, a auxiliar de serviços gerais de uma unidade pública de acolhimento vai higienizar um dormitório ocupado por adolescentes. O manual de higienização adotado pelo órgão define tanto a forma de remover a poeira antes da lavagem, para evitar a dispersão de microrganismos pelo ambiente, quanto o sentido dos movimentos a serem executados nas paredes e no piso.

Conforme as orientações do manual, o procedimento adequado consiste em:
Alternativas
Q4330045 Nutrição
Às sete horas da manhã, em uma Casa Lar mantida pelo poder público, a auxiliar de serviços gerais retira do congelador uma peça de carne bovina para o almoço das crianças acolhidas. A nutricionista havia orientado que o descongelamento fosse conduzido de modo a evitar que as áreas superficiais do alimento permanecessem em condições favoráveis à multiplicação microbiana. Ao final do preparo, verifica-se que parte da peça descongelada não será utilizada naquele dia.

Com base no caso apresentado, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4330044 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante a lavagem dos sanitários de uma unidade pública de acolhimento, a auxiliar de serviços gerais percebe um rasgo no punho de uma das luvas de borracha que utiliza. O almoxarifado da unidade dispõe de luvas do mesmo tipo, e a colega de equipe oferece emprestar o seu par, higienizado ao final do turno anterior. A próxima entrega programada de equipamentos de proteção individual ocorrerá apenas no mês seguinte.

Diante da situação apresentada, a auxiliar deve:
Alternativas
Q4330043 Segurança e Saúde no Trabalho
Em uma unidade pública de acolhimento, o refeitório integra as áreas classificadas como críticas. Encerrado o almoço, a auxiliar de serviços gerais remove os restos e lava com detergente neutro as mesas, que têm tampo de aço inoxidável, e as cadeiras. Falta ainda a etapa de desinfecção, e a coordenação exige que as superfícies estejam secas antes do lanche da tarde. No carrinho de limpeza há detergente neutro, álcool a 70%, hipoclorito de sódio a 1% e água sanitária a 2,5%.

Diante da situação apresentada, a auxiliar deve:
Alternativas
Q4330042 Nutrição
Em uma unidade pública de acolhimento, o feijão foi preparado às dez horas e transferido para o balcão térmico do refeitório, onde permaneceu a temperatura superior a 60 °C, aferida periodicamente. À tarde, a coordenação avaliou a possibilidade de servir o mesmo feijão no lanche reforçado das dezesseis horas. Avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I.O feijão mantido no balcão térmico a temperatura superior a 60 °C desde as dez horas pode ser distribuído às crianças até as dezesseis horas do mesmo dia.

PORQUE

II.Na conservação a quente, o alimento preparado admite manutenção a temperatura superior a 60 °C por, no máximo, seis horas, faixa em que a multiplicação microbiana é desfavorecida.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4330041 Saúde Pública
No depósito de material de uma unidade pública, a auxiliar de serviços gerais prepara as soluções que serão usadas na limpeza do dia e precisa decidir sobre concentração, forma de aplicação e prazo de aproveitamento de cada produto. Julgue as afirmativas a seguir em verdadeiras (V) ou falsas (F).

(__)O álcool a 70% deve ser diluído em água antes de sua aplicação nas superfícies dos mobiliários.
(__)O hipoclorito de sódio tem a ação reduzida ou anulada na presença de matéria orgânica e quando associado ao detergente.
(__)Diante de vômito no piso do refeitório, remove-se a matéria orgânica com papel absorvente, sem espalhar, procedendo-se em seguida à desinfecção do local.
(__)A solução desinfetante já diluída conserva a eficiência enquanto permanecer em recipiente tampado e identificado, independentemente do tempo decorrido desde o preparo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4330040 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Durante a limpeza dos dormitórios de uma Casa Lar mantida pelo poder público, uma adolescente acolhida relata à auxiliar de serviços gerais que teria sido agredida por um adulto da família durante a última visita externa. A adolescente não apresenta ferimento que exija atendimento médico imediato, o suposto agressor não se encontra na unidade e não há situação de flagrante em curso. A auxiliar comunica o fato à coordenação, que a informa da existência de canal nacional gratuito para o registro da denúncia.

Diante da situação apresentada, o canal nacional a ser acionado e o número correspondente são:
Alternativas
Q4330039 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante uma capacitação interna oferecida a servidores de unidades públicas de acolhimento, foram revistas as orientações de higiene e aparência pessoal que integram o manual da instituição, com destaque para os cuidados que interferem diretamente na segurança do próprio trabalhador e das pessoas atendidas. Julgue as afirmativas a seguir em verdadeiras (V) ou falsas (F).

(__)A higiene bucal deve ser realizada ao despertar e após cada refeição, alcançando o mínimo de três vezes ao dia.
(__)As cutículas devem ser removidas semanalmente, de modo a evitar o acúmulo de sujidade sob as unhas.
(__)Os calçados devem ser fechados, impermeáveis e com sola antiderrapante, ficando vedado o uso de chinelos.
(__)O esmalte de cor forte é preferível ao incolor, uma vez que facilita a identificação da sujidade acumulada sob a unha.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4330038 Nutrição
Na cozinha de uma unidade pública de acolhimento, sobrou carne moída já preparada no almoço. Depois de resfriada conforme a rotina do serviço, a porção foi acondicionada em recipiente próprio e mantida na geladeira, cuja temperatura é monitorada e registrada em 4 °C. A coordenação pergunta à auxiliar de serviços gerais quais informações precisam constar no invólucro e por quanto tempo o alimento poderá ser servido às crianças.

Diante da situação apresentada, a auxiliar deve:
Alternativas
Q4330037 Administração de Recursos Materiais
Na sexta-feira, ao conferir a despensa de material de limpeza de uma Casa Lar mantida pelo poder público, a auxiliar de serviços gerais verifica que o detergente atingiu a quantidade mínima definida pela coordenação para acionar novo pedido, quantidade calculada para cobrir o prazo de entrega do almoxarifado, que atende às requisições sempre às quartas-feiras. A auxiliar de outra unidade da rede, ao saber do fato, oferece emprestar dois frascos.

Diante da situação apresentada, a auxiliar deve:
Alternativas
Q4330036 Nutrição
Na cozinha de uma unidade pública de acolhimento, sobrou arroz do almoço, e a coordenação autorizou o aproveitamento no jantar do mesmo dia. Para tanto, o alimento preparado precisa passar pelo processo de resfriamento antes de ser levado à refrigeração, observando-se os parâmetros de tempo e temperatura fixados na norma sanitária.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto a seguir.

A temperatura do alimento preparado deve ser reduzida de 60 °C a ___________ em até ___________, sendo o produto, em seguida, conservado sob refrigeração a temperatura inferior a ___________.
Alternativas
Respostas
2461: C
2462: A
2463: A
2464: B
2465: B
2466: B
2467: A
2468: B
2469: C
2470: D
2471: C
2472: E
2473: B
2474: A
2475: D
2476: A
2477: C
2478: D
2479: A
2480: C