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(1) Responsivo.
(2) Controlador.
(3) Permissivo ou indulgente.
(4) Não envolvido ou passivo.
( ) Tenta controlar a alimentação da criança. Restringe alimentos da criança. Pressiona a criança para comer. Suborna a criança com recompensas. Ignora os sinais de fome da criança.
( ) Orienta a alimentação da criança. Estabelece limites. Come como modelo e conversa sobre comida de forma positiva. Responde aos sinais de fome da criança.
( ) Não estabelece limites. Alimenta a criança com o quê, onde e quando ela quer. Prepara comidas especiais para a criança. Ignora os sinais de fome da criança.
( ) Desiste das responsabilidades alimentares. Não estabelece limites. Ignora os sinais de fome ou as necessidades físicas e psicológicas da criança.
( ) Ao proceder à higienização dos alimentos, o manipulador deverá utilizar vasilhames e utensílios próprios, bem lavados e esterilizados, podendo utilizar utensílios de madeira.
( ) O local de preparo dos alimentos deve ser arejado, fácil de ser limpo, com piso e paredes impermeáveis, ter água em quantidade suficiente, telas nas janelas e portas para evitar a entrada de insetos, possuir boa iluminação.
( ) Evitar, quando possível, tocar nos alimentos, deve-se usar sempre um utensílio limpo.
( ) Higienizar adequadamente as verduras, legumes e frutas, utilizando solução clorada (1 colher de sopa de água sanitária para 1 litro de água) e deixar de molho por 15 minutos e enxaguar com água corrente.
I. Os produtos devem ser armazenados sobre paletes, estrados e ou prateleiras, respeitando-se o espaçamento mínimo necessário para garantir adequada ventilação, limpeza e, quando for o caso, desinfecção do local. Os paletes, estrados e ou prateleiras devem ser de material liso, resistente, impermeável e lavável.
II. Ao cortar o alimento, recomenda-se separar ou dividir um alimento seguindo diferentes formatos e medidas, mantendo uma uniformidade.
III. Para manter o sabor natural dos alimentos, é necessário que os processos de pré-preparo sejam os mais breves possíveis.
IV. Por meio da higienização, pode-se eliminar parcialmente os microrganismos presentes no alimento, também observar as temperaturas em que o alimento é exposto, local e condições de produção dos alimentos.
O que podem ser observados na escola, em especial na escola pública. De um lado, a criança que não tem o que comer em casa e que faz da merenda escolar sua única refeição diária; de outro, a criança com excesso de peso, cujo hábito alimentar já está comprometido por práticas não saudáveis como o consumo excessivo de alimentos inadequados. Estudos realizados sobre a aceitação e a adesão dos estudantes das escolas públicas à merenda escolar oferecida pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar:
I. Revelam que apesar de a aceitação ser satisfatória, a adesão é baixa, ou seja, poucos estão comendo o lanche preparado pelos(as) merendeiros(as).
II. Dizem que segundo os pesquisadores, vários fatores podem influenciar essa decisão dos estudantes. Por exemplo, quanto maior a idade dos alunos, menor é a frequência com que consomem a alimentação escolar.
III. Mostram que tanto a falta quanto o excesso de alimentos trazem problemas à saúde. O consumo deve ser equilibrado e a escolha dos alimentos é uma etapa essencial!
IV. Que outro fator são os hábitos alimentares dos estudantes, que muitas vezes não comem os alimentos preparados na cozinha da escola, dizendo que não lhes agradam, quando na verdade, nem sequer experimentaram essa comida.
Segundo o texto acima sobre alimentação escolar, estão corretas:
O processo de envelhecimento leva a diversas alterações anatômicas e funcionais que interferem na saúde do idoso, inclusive no intestino. Com base na Diretriz BRASPEN de Terapia Nutricional no Envelhecimento (2019), a recomendação diária de fibra dietética, para indivíduos idosos, com o objetivo de manter um adequado funcionamento intestinal deve ser de:
( ) Durante os primeiros três dias de terapia com nutrição enteral e nutrição parenteral em idosos desnutridos, atenção especial deve ser dada aos níveis sanguíneos de fosfato, magnésio, potássio e tiamina, que devem ser suplementados mesmo em caso de deficiência leve.
( ) Deverá ser oferecida nutrição enteral aos idosos com prognóstico razoável se a ingestão oral for considerada impossível por mais de cinco dias ou abaixo de 60% das necessidades energéticas por mais de uma semana, apesar das intervenções para garantir a ingestão oral adequada, a fim de atender necessidades nutricionais e manter ou melhorar o estado nutricional.
( ) Intervenções nutricionais não devem ser oferecidas a pacientes idosos com risco de úlceras por pressão, a fim de prevenir o desenvolvimento de úlceras por pressão.
( ) Intervenções nutricionais devem ser oferecidas a pacientes idosos desnutridos com úlceras por pressão para melhorar a cicatrização.