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I. A derivação ventrículo-peritoneal promove uma redução das dimensões ventriculares mais evidente que a neuroendoscopia.
II. Infeções do sistema de DVP são, em geral, tardias.
III. Na neuroendoscopia, a fenestração do assoalho do terceiro ventrículo é suficiente, mesmo quando há membrana de Liliquist separada, obliterando a cisterna pré-pontina.
As afirmativas I, II e III são respectivamente:
I. Está ligada à mutação nonsense do gene FGFR2.
II. Um quinto dos pacientes têm quociente intelectual abaixo de 70.
III. Amaioria dos pacientes apresenta aumento das dimensões ventriculares.
As afirmativas I, II e III são, respectivamente:
I. O estágio 3 de Suzuki de progressão angiográfica corresponde ao desenvolvimento de colaterais da artéria carótida externa.
II. A radioterapia craniana é um fator de risco.
III. A revascularização direta é feita habitualmente com anastomose da artéria temporal superficial para a artéria carótida interna.
Das afirmativas acima:
I. Ressecção parcial seguida de radioterapia é uma opção em casos com alta morbidade esperada com ressecção completa.
II. O grau de envolvimento hipotalâmico é usado como parâmetro para a extensão da ressecção planejada.
III. Há evidências de hiper expressão da via WNT.
Das afirmativas acima:
I. No assoalho ventricular, é preciso atenção ao trígono do abducente.
II. A craniotomia suboccipital está associada à menor ocorrência de fístula liquórica do que a craniectomia.
III. O vaso com maior risco de lesão é a artéria cerebelar inferior posterior.
Das afirmativas acima: