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Q4086308 Português
A missão da crônica


    Tive a felicidade de ler e conviver com grandes cronistas como Rubem Braga, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino, José Carlos Oliveira, Antônio Maria, e esperava ansioso pela publicação de suas crônicas nos jornais. Tudo deles era leve e intimista, inteligente e bem-humorado, comentando o cotidiano, refletindo sobre a vida. A ambição da crônica era entreter os leitores, diverti-los, emocioná-los às vezes. E não aborrecê-los com discussões políticas, que para isso havia os editorialistas e comentaristas.
     O que eu admirava neles era a capacidade de escolher temas banais e tratá-los com uma linguagem coloquial, econômica e divertida, e às vezes até poética, e também como uma forma de contar histórias pessoais entre a realidade e a ficção, de memórias divertidas ou dramáticas.


(MOTTA, Nelson. A missão da crônica. O Globo, Rio de Janeiro. Primeiro Caderno. Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/a-missaoda-cronica-24869113. Acesso em: 05/02/2021. Adaptado.)
Considere o excerto “A ambição da crônica era entreter os leitores, [...]” (1º§). Assinale o verbo que NÃO está flexionado nos mesmos tempo e modo que o do excerto anterior.
Alternativas
Q4086307 Português
A missão da crônica


    Tive a felicidade de ler e conviver com grandes cronistas como Rubem Braga, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino, José Carlos Oliveira, Antônio Maria, e esperava ansioso pela publicação de suas crônicas nos jornais. Tudo deles era leve e intimista, inteligente e bem-humorado, comentando o cotidiano, refletindo sobre a vida. A ambição da crônica era entreter os leitores, diverti-los, emocioná-los às vezes. E não aborrecê-los com discussões políticas, que para isso havia os editorialistas e comentaristas.
     O que eu admirava neles era a capacidade de escolher temas banais e tratá-los com uma linguagem coloquial, econômica e divertida, e às vezes até poética, e também como uma forma de contar histórias pessoais entre a realidade e a ficção, de memórias divertidas ou dramáticas.


(MOTTA, Nelson. A missão da crônica. O Globo, Rio de Janeiro. Primeiro Caderno. Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/a-missaoda-cronica-24869113. Acesso em: 05/02/2021. Adaptado.)
Considerando o trecho “E não aborrecê-los com discussões políticas, [...]” (1º§), nota-se um desvio de: 
Alternativas
Q4086306 Português
A missão da crônica


    Tive a felicidade de ler e conviver com grandes cronistas como Rubem Braga, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino, José Carlos Oliveira, Antônio Maria, e esperava ansioso pela publicação de suas crônicas nos jornais. Tudo deles era leve e intimista, inteligente e bem-humorado, comentando o cotidiano, refletindo sobre a vida. A ambição da crônica era entreter os leitores, diverti-los, emocioná-los às vezes. E não aborrecê-los com discussões políticas, que para isso havia os editorialistas e comentaristas.
     O que eu admirava neles era a capacidade de escolher temas banais e tratá-los com uma linguagem coloquial, econômica e divertida, e às vezes até poética, e também como uma forma de contar histórias pessoais entre a realidade e a ficção, de memórias divertidas ou dramáticas.


(MOTTA, Nelson. A missão da crônica. O Globo, Rio de Janeiro. Primeiro Caderno. Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/a-missaoda-cronica-24869113. Acesso em: 05/02/2021. Adaptado.)
A palavra destacada NÃO retoma o referente entre parênteses em:
Alternativas
Q4086305 Português
A missão da crônica


    Tive a felicidade de ler e conviver com grandes cronistas como Rubem Braga, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino, José Carlos Oliveira, Antônio Maria, e esperava ansioso pela publicação de suas crônicas nos jornais. Tudo deles era leve e intimista, inteligente e bem-humorado, comentando o cotidiano, refletindo sobre a vida. A ambição da crônica era entreter os leitores, diverti-los, emocioná-los às vezes. E não aborrecê-los com discussões políticas, que para isso havia os editorialistas e comentaristas.
     O que eu admirava neles era a capacidade de escolher temas banais e tratá-los com uma linguagem coloquial, econômica e divertida, e às vezes até poética, e também como uma forma de contar histórias pessoais entre a realidade e a ficção, de memórias divertidas ou dramáticas.


(MOTTA, Nelson. A missão da crônica. O Globo, Rio de Janeiro. Primeiro Caderno. Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/a-missaoda-cronica-24869113. Acesso em: 05/02/2021. Adaptado.)
A crônica, de modo geral, visa relatar um fato para entreter o leitor. No texto, o cronista relata:
Alternativas
Q4086304 Português
A missão da crônica


    Tive a felicidade de ler e conviver com grandes cronistas como Rubem Braga, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino, José Carlos Oliveira, Antônio Maria, e esperava ansioso pela publicação de suas crônicas nos jornais. Tudo deles era leve e intimista, inteligente e bem-humorado, comentando o cotidiano, refletindo sobre a vida. A ambição da crônica era entreter os leitores, diverti-los, emocioná-los às vezes. E não aborrecê-los com discussões políticas, que para isso havia os editorialistas e comentaristas.
     O que eu admirava neles era a capacidade de escolher temas banais e tratá-los com uma linguagem coloquial, econômica e divertida, e às vezes até poética, e também como uma forma de contar histórias pessoais entre a realidade e a ficção, de memórias divertidas ou dramáticas.


(MOTTA, Nelson. A missão da crônica. O Globo, Rio de Janeiro. Primeiro Caderno. Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/a-missaoda-cronica-24869113. Acesso em: 05/02/2021. Adaptado.)
É possível afirmar que, no texto, o autor: 
Alternativas
Respostas
286: C
287: D
288: C
289: A
290: C