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Q3799306 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Países da União Europeia aprovam lei histórica para restauração de ecossistemas


Os países da União Europeia aprovaram nesta segunda-feira (17) uma política emblemática para restaurar ecossistemas, após meses de atraso.

A chamada lei de restauração da natureza está entre as maiores medidas ambientais da União Europeia. Ela exige, entre outros pontos, que os Estados-membros introduzam medidas de restauração de um quinto de suas terras e mares até 2030.

Os ministros do Meio Ambiente dos países do bloco apoiaram a política em uma reunião em Luxemburgo, o que significa que agora ela pode ser transformada em lei.

A votação foi realizada depois que a A ministra do Meio Ambiente da Áustria, Leonore Gewessler, dos Verdes, desafiou seus parceiros de coalizão conservadores, comprometendo-se a apoiar a política dando, assim, − apoio suficiente para a medida ser aprovada.

"Sei que enfrentarei oposição na Áustria em relação a isso, mas estou convencida de que este é o momento de adotar essa lei", disse Gewessler à imprensa.

A política tem como objetivo reverter o declínio dos habitats naturais da Europa e inclui metas específicas, por exemplo, para restaurar as terras de turfa para que possam absorver as emissões de CO2.

De acordo com a UE, 81% dos habitats da região são classificados como tendo saúde precária e até 70% dos solos se encontram em mau estado de conservação.

A iniciativa da ministra austríaca irritou o Partido Popular, conservador, do chanceler Karl Nehammer, que se opõe à lei. A ministra do partido para assuntos da UE, Karoline Edtstadler, afirmou que o voto favorável de Gewessler seria inconstitucional.

A Bélgica, que detém a presidência rotativa da União Europeia e preside as reuniões de ministros, disse que a disputa do governo austríaco não afetaria a legalidade do voto dos ministros do bloco.

Os países da UE e o Parlamento Europeu negociaram um acordo sobre a lei no ano passado, mas ela foi alvo de críticas de alguns governos nos últimos meses, em meio a protestos de agricultores contrários às regulamentações europeias.

Finlândia, Hungria, Itália, Holanda, Polônia e Suécia votaram contra a lei na segunda-feira. A Bélgica se absteve.

Os países da UE haviam planejado aprovar a política em março, mas cancelaram a votação depois que a Hungria inesperadamente retirou seu apoio, eliminando a pequena maioria a favor. 

Pelo texto, entre outros pontos, os países serão forçados a manter inalteradas as suas áreas de espaços verdes e arborizados nas cidades em 2030, em relação a como estavam em 2021. Há, contudo, algumas exceções, válidas para lugares em que os espaços verdes já constituem 45% dos ecossistemas urbanos.

A lei aprovada também prevê eliminar obstáculos (por exemplo, algumas pequenas barragens obsoletas) nos rios, para atingir pelo menos 25 mil km de hidrovias até 2030, para uma melhor "conectividade natural".

No mesmo período, os Estados deverão ter adotado medidas que permitam o desenvolvimento de vários indicadores florestais, com o objetivo de plantar pelo menos três bilhões de árvores até 2030.

As nações têm até 2050 para aplicarem medidas de restauração em todas as áreas exigidas na lei. O texto oferece, porém, uma flexibilidade para os países cuja maior parte de seu território é coberta por um único tipo de ecossistema, como os países escandinavos.

Nesses lugares, deverão ser tomadas medidas para alcançar "tendências crescentes", até o final de 2030, para dois dos três indicadores previstos na lei. Além disso, nesses casos, o texto define metas populacionais para aves.

A norma prevê que 30% das zonas úmidas drenadas utilizadas na agricultura devem ser restauradas até 2030, para atingir 40% em 2040 e 50% em 2050, com o objetivo de reativar os sumidouros naturais de carbono.

Peça-chave do Acordo Verde Europeu, esta legislação passou por uma longa e complexa negociação no Parlamento.

Na avaliação inicial, os eurodeputados eliminaram um artigo relativo às terras agrícolas. Esse tópico, posteriormente, foi restabelecido, ainda que de forma simplificada.

A meta de expandir as zonas de "alta diversidade" para 10% das terras agrícolas do bloco foi rejeitada pela oposição dos eurodeputados de direita, que a viam como uma ameaça à segurança alimentar.

Também foi incluído um mecanismo para suspender a aplicação das disposições do texto em caso de circunstâncias "excepcionais", sobretudo em caso de "consequências graves sobre a disponibilidade de terras necessárias para garantir uma produção suficiente para  o consumo da UE".

Esse "freio emergencial" pode ser ativado pela Comissão Europeia o − braço executivo da EU por um período − máximo de um ano.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 17 jun. 2024. 
"As nações têm até 2050 para aplicarem medidas de restauração em todas as áreas exigidas na lei."

Assinale a alternativa em que a palavra destacada no período acima tenha sido empregada com igual sentido.
Alternativas
Q3799305 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Países da União Europeia aprovam lei histórica para restauração de ecossistemas


Os países da União Europeia aprovaram nesta segunda-feira (17) uma política emblemática para restaurar ecossistemas, após meses de atraso.

A chamada lei de restauração da natureza está entre as maiores medidas ambientais da União Europeia. Ela exige, entre outros pontos, que os Estados-membros introduzam medidas de restauração de um quinto de suas terras e mares até 2030.

Os ministros do Meio Ambiente dos países do bloco apoiaram a política em uma reunião em Luxemburgo, o que significa que agora ela pode ser transformada em lei.

A votação foi realizada depois que a A ministra do Meio Ambiente da Áustria, Leonore Gewessler, dos Verdes, desafiou seus parceiros de coalizão conservadores, comprometendo-se a apoiar a política dando, assim, − apoio suficiente para a medida ser aprovada.

"Sei que enfrentarei oposição na Áustria em relação a isso, mas estou convencida de que este é o momento de adotar essa lei", disse Gewessler à imprensa.

A política tem como objetivo reverter o declínio dos habitats naturais da Europa e inclui metas específicas, por exemplo, para restaurar as terras de turfa para que possam absorver as emissões de CO2.

De acordo com a UE, 81% dos habitats da região são classificados como tendo saúde precária e até 70% dos solos se encontram em mau estado de conservação.

A iniciativa da ministra austríaca irritou o Partido Popular, conservador, do chanceler Karl Nehammer, que se opõe à lei. A ministra do partido para assuntos da UE, Karoline Edtstadler, afirmou que o voto favorável de Gewessler seria inconstitucional.

A Bélgica, que detém a presidência rotativa da União Europeia e preside as reuniões de ministros, disse que a disputa do governo austríaco não afetaria a legalidade do voto dos ministros do bloco.

Os países da UE e o Parlamento Europeu negociaram um acordo sobre a lei no ano passado, mas ela foi alvo de críticas de alguns governos nos últimos meses, em meio a protestos de agricultores contrários às regulamentações europeias.

Finlândia, Hungria, Itália, Holanda, Polônia e Suécia votaram contra a lei na segunda-feira. A Bélgica se absteve.

Os países da UE haviam planejado aprovar a política em março, mas cancelaram a votação depois que a Hungria inesperadamente retirou seu apoio, eliminando a pequena maioria a favor. 

Pelo texto, entre outros pontos, os países serão forçados a manter inalteradas as suas áreas de espaços verdes e arborizados nas cidades em 2030, em relação a como estavam em 2021. Há, contudo, algumas exceções, válidas para lugares em que os espaços verdes já constituem 45% dos ecossistemas urbanos.

A lei aprovada também prevê eliminar obstáculos (por exemplo, algumas pequenas barragens obsoletas) nos rios, para atingir pelo menos 25 mil km de hidrovias até 2030, para uma melhor "conectividade natural".

No mesmo período, os Estados deverão ter adotado medidas que permitam o desenvolvimento de vários indicadores florestais, com o objetivo de plantar pelo menos três bilhões de árvores até 2030.

As nações têm até 2050 para aplicarem medidas de restauração em todas as áreas exigidas na lei. O texto oferece, porém, uma flexibilidade para os países cuja maior parte de seu território é coberta por um único tipo de ecossistema, como os países escandinavos.

Nesses lugares, deverão ser tomadas medidas para alcançar "tendências crescentes", até o final de 2030, para dois dos três indicadores previstos na lei. Além disso, nesses casos, o texto define metas populacionais para aves.

A norma prevê que 30% das zonas úmidas drenadas utilizadas na agricultura devem ser restauradas até 2030, para atingir 40% em 2040 e 50% em 2050, com o objetivo de reativar os sumidouros naturais de carbono.

Peça-chave do Acordo Verde Europeu, esta legislação passou por uma longa e complexa negociação no Parlamento.

Na avaliação inicial, os eurodeputados eliminaram um artigo relativo às terras agrícolas. Esse tópico, posteriormente, foi restabelecido, ainda que de forma simplificada.

A meta de expandir as zonas de "alta diversidade" para 10% das terras agrícolas do bloco foi rejeitada pela oposição dos eurodeputados de direita, que a viam como uma ameaça à segurança alimentar.

Também foi incluído um mecanismo para suspender a aplicação das disposições do texto em caso de circunstâncias "excepcionais", sobretudo em caso de "consequências graves sobre a disponibilidade de terras necessárias para garantir uma produção suficiente para  o consumo da UE".

Esse "freio emergencial" pode ser ativado pela Comissão Europeia o − braço executivo da EU por um período − máximo de um ano.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 17 jun. 2024. 
"Pelo texto, entre outros pontos, os países serão forçados a manter inalteradas as suas áreas de espaços verdes e arborizados nas cidades em 2030, em relação a como estavam em 2021."

No período acima, há
Alternativas
Q3799304 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Países da União Europeia aprovam lei histórica para restauração de ecossistemas


Os países da União Europeia aprovaram nesta segunda-feira (17) uma política emblemática para restaurar ecossistemas, após meses de atraso.

A chamada lei de restauração da natureza está entre as maiores medidas ambientais da União Europeia. Ela exige, entre outros pontos, que os Estados-membros introduzam medidas de restauração de um quinto de suas terras e mares até 2030.

Os ministros do Meio Ambiente dos países do bloco apoiaram a política em uma reunião em Luxemburgo, o que significa que agora ela pode ser transformada em lei.

A votação foi realizada depois que a A ministra do Meio Ambiente da Áustria, Leonore Gewessler, dos Verdes, desafiou seus parceiros de coalizão conservadores, comprometendo-se a apoiar a política dando, assim, − apoio suficiente para a medida ser aprovada.

"Sei que enfrentarei oposição na Áustria em relação a isso, mas estou convencida de que este é o momento de adotar essa lei", disse Gewessler à imprensa.

A política tem como objetivo reverter o declínio dos habitats naturais da Europa e inclui metas específicas, por exemplo, para restaurar as terras de turfa para que possam absorver as emissões de CO2.

De acordo com a UE, 81% dos habitats da região são classificados como tendo saúde precária e até 70% dos solos se encontram em mau estado de conservação.

A iniciativa da ministra austríaca irritou o Partido Popular, conservador, do chanceler Karl Nehammer, que se opõe à lei. A ministra do partido para assuntos da UE, Karoline Edtstadler, afirmou que o voto favorável de Gewessler seria inconstitucional.

A Bélgica, que detém a presidência rotativa da União Europeia e preside as reuniões de ministros, disse que a disputa do governo austríaco não afetaria a legalidade do voto dos ministros do bloco.

Os países da UE e o Parlamento Europeu negociaram um acordo sobre a lei no ano passado, mas ela foi alvo de críticas de alguns governos nos últimos meses, em meio a protestos de agricultores contrários às regulamentações europeias.

Finlândia, Hungria, Itália, Holanda, Polônia e Suécia votaram contra a lei na segunda-feira. A Bélgica se absteve.

Os países da UE haviam planejado aprovar a política em março, mas cancelaram a votação depois que a Hungria inesperadamente retirou seu apoio, eliminando a pequena maioria a favor. 

Pelo texto, entre outros pontos, os países serão forçados a manter inalteradas as suas áreas de espaços verdes e arborizados nas cidades em 2030, em relação a como estavam em 2021. Há, contudo, algumas exceções, válidas para lugares em que os espaços verdes já constituem 45% dos ecossistemas urbanos.

A lei aprovada também prevê eliminar obstáculos (por exemplo, algumas pequenas barragens obsoletas) nos rios, para atingir pelo menos 25 mil km de hidrovias até 2030, para uma melhor "conectividade natural".

No mesmo período, os Estados deverão ter adotado medidas que permitam o desenvolvimento de vários indicadores florestais, com o objetivo de plantar pelo menos três bilhões de árvores até 2030.

As nações têm até 2050 para aplicarem medidas de restauração em todas as áreas exigidas na lei. O texto oferece, porém, uma flexibilidade para os países cuja maior parte de seu território é coberta por um único tipo de ecossistema, como os países escandinavos.

Nesses lugares, deverão ser tomadas medidas para alcançar "tendências crescentes", até o final de 2030, para dois dos três indicadores previstos na lei. Além disso, nesses casos, o texto define metas populacionais para aves.

A norma prevê que 30% das zonas úmidas drenadas utilizadas na agricultura devem ser restauradas até 2030, para atingir 40% em 2040 e 50% em 2050, com o objetivo de reativar os sumidouros naturais de carbono.

Peça-chave do Acordo Verde Europeu, esta legislação passou por uma longa e complexa negociação no Parlamento.

Na avaliação inicial, os eurodeputados eliminaram um artigo relativo às terras agrícolas. Esse tópico, posteriormente, foi restabelecido, ainda que de forma simplificada.

A meta de expandir as zonas de "alta diversidade" para 10% das terras agrícolas do bloco foi rejeitada pela oposição dos eurodeputados de direita, que a viam como uma ameaça à segurança alimentar.

Também foi incluído um mecanismo para suspender a aplicação das disposições do texto em caso de circunstâncias "excepcionais", sobretudo em caso de "consequências graves sobre a disponibilidade de terras necessárias para garantir uma produção suficiente para  o consumo da UE".

Esse "freio emergencial" pode ser ativado pela Comissão Europeia o − braço executivo da EU por um período − máximo de um ano.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 17 jun. 2024. 
"No mesmo período, os Estados deverão ter adotado medidas que permitam o desenvolvimento de vários indicadores florestais, com o objetivo de plantar pelo menos três bilhões de árvores até 2030."

Assinale a alternativa em que a alteração do segmento destacado no período acima tenha sido feita de acordo com a norma culta, não leve em conta possíveis alterações de sentido.
Alternativas
Q3799303 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Países da União Europeia aprovam lei histórica para restauração de ecossistemas


Os países da União Europeia aprovaram nesta segunda-feira (17) uma política emblemática para restaurar ecossistemas, após meses de atraso.

A chamada lei de restauração da natureza está entre as maiores medidas ambientais da União Europeia. Ela exige, entre outros pontos, que os Estados-membros introduzam medidas de restauração de um quinto de suas terras e mares até 2030.

Os ministros do Meio Ambiente dos países do bloco apoiaram a política em uma reunião em Luxemburgo, o que significa que agora ela pode ser transformada em lei.

A votação foi realizada depois que a A ministra do Meio Ambiente da Áustria, Leonore Gewessler, dos Verdes, desafiou seus parceiros de coalizão conservadores, comprometendo-se a apoiar a política dando, assim, − apoio suficiente para a medida ser aprovada.

"Sei que enfrentarei oposição na Áustria em relação a isso, mas estou convencida de que este é o momento de adotar essa lei", disse Gewessler à imprensa.

A política tem como objetivo reverter o declínio dos habitats naturais da Europa e inclui metas específicas, por exemplo, para restaurar as terras de turfa para que possam absorver as emissões de CO2.

De acordo com a UE, 81% dos habitats da região são classificados como tendo saúde precária e até 70% dos solos se encontram em mau estado de conservação.

A iniciativa da ministra austríaca irritou o Partido Popular, conservador, do chanceler Karl Nehammer, que se opõe à lei. A ministra do partido para assuntos da UE, Karoline Edtstadler, afirmou que o voto favorável de Gewessler seria inconstitucional.

A Bélgica, que detém a presidência rotativa da União Europeia e preside as reuniões de ministros, disse que a disputa do governo austríaco não afetaria a legalidade do voto dos ministros do bloco.

Os países da UE e o Parlamento Europeu negociaram um acordo sobre a lei no ano passado, mas ela foi alvo de críticas de alguns governos nos últimos meses, em meio a protestos de agricultores contrários às regulamentações europeias.

Finlândia, Hungria, Itália, Holanda, Polônia e Suécia votaram contra a lei na segunda-feira. A Bélgica se absteve.

Os países da UE haviam planejado aprovar a política em março, mas cancelaram a votação depois que a Hungria inesperadamente retirou seu apoio, eliminando a pequena maioria a favor. 

Pelo texto, entre outros pontos, os países serão forçados a manter inalteradas as suas áreas de espaços verdes e arborizados nas cidades em 2030, em relação a como estavam em 2021. Há, contudo, algumas exceções, válidas para lugares em que os espaços verdes já constituem 45% dos ecossistemas urbanos.

A lei aprovada também prevê eliminar obstáculos (por exemplo, algumas pequenas barragens obsoletas) nos rios, para atingir pelo menos 25 mil km de hidrovias até 2030, para uma melhor "conectividade natural".

No mesmo período, os Estados deverão ter adotado medidas que permitam o desenvolvimento de vários indicadores florestais, com o objetivo de plantar pelo menos três bilhões de árvores até 2030.

As nações têm até 2050 para aplicarem medidas de restauração em todas as áreas exigidas na lei. O texto oferece, porém, uma flexibilidade para os países cuja maior parte de seu território é coberta por um único tipo de ecossistema, como os países escandinavos.

Nesses lugares, deverão ser tomadas medidas para alcançar "tendências crescentes", até o final de 2030, para dois dos três indicadores previstos na lei. Além disso, nesses casos, o texto define metas populacionais para aves.

A norma prevê que 30% das zonas úmidas drenadas utilizadas na agricultura devem ser restauradas até 2030, para atingir 40% em 2040 e 50% em 2050, com o objetivo de reativar os sumidouros naturais de carbono.

Peça-chave do Acordo Verde Europeu, esta legislação passou por uma longa e complexa negociação no Parlamento.

Na avaliação inicial, os eurodeputados eliminaram um artigo relativo às terras agrícolas. Esse tópico, posteriormente, foi restabelecido, ainda que de forma simplificada.

A meta de expandir as zonas de "alta diversidade" para 10% das terras agrícolas do bloco foi rejeitada pela oposição dos eurodeputados de direita, que a viam como uma ameaça à segurança alimentar.

Também foi incluído um mecanismo para suspender a aplicação das disposições do texto em caso de circunstâncias "excepcionais", sobretudo em caso de "consequências graves sobre a disponibilidade de terras necessárias para garantir uma produção suficiente para  o consumo da UE".

Esse "freio emergencial" pode ser ativado pela Comissão Europeia o − braço executivo da EU por um período − máximo de um ano.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 17 jun. 2024. 
"Os países da União Europeia aprovaram nesta segunda-feira (17) uma política emblemática para restaurar ecossistemas, após meses de atraso."

No período acima, a palavra assume papel semântico de
Alternativas
Q3799302 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Países da União Europeia aprovam lei histórica para restauração de ecossistemas


Os países da União Europeia aprovaram nesta segunda-feira (17) uma política emblemática para restaurar ecossistemas, após meses de atraso.

A chamada lei de restauração da natureza está entre as maiores medidas ambientais da União Europeia. Ela exige, entre outros pontos, que os Estados-membros introduzam medidas de restauração de um quinto de suas terras e mares até 2030.

Os ministros do Meio Ambiente dos países do bloco apoiaram a política em uma reunião em Luxemburgo, o que significa que agora ela pode ser transformada em lei.

A votação foi realizada depois que a A ministra do Meio Ambiente da Áustria, Leonore Gewessler, dos Verdes, desafiou seus parceiros de coalizão conservadores, comprometendo-se a apoiar a política dando, assim, − apoio suficiente para a medida ser aprovada.

"Sei que enfrentarei oposição na Áustria em relação a isso, mas estou convencida de que este é o momento de adotar essa lei", disse Gewessler à imprensa.

A política tem como objetivo reverter o declínio dos habitats naturais da Europa e inclui metas específicas, por exemplo, para restaurar as terras de turfa para que possam absorver as emissões de CO2.

De acordo com a UE, 81% dos habitats da região são classificados como tendo saúde precária e até 70% dos solos se encontram em mau estado de conservação.

A iniciativa da ministra austríaca irritou o Partido Popular, conservador, do chanceler Karl Nehammer, que se opõe à lei. A ministra do partido para assuntos da UE, Karoline Edtstadler, afirmou que o voto favorável de Gewessler seria inconstitucional.

A Bélgica, que detém a presidência rotativa da União Europeia e preside as reuniões de ministros, disse que a disputa do governo austríaco não afetaria a legalidade do voto dos ministros do bloco.

Os países da UE e o Parlamento Europeu negociaram um acordo sobre a lei no ano passado, mas ela foi alvo de críticas de alguns governos nos últimos meses, em meio a protestos de agricultores contrários às regulamentações europeias.

Finlândia, Hungria, Itália, Holanda, Polônia e Suécia votaram contra a lei na segunda-feira. A Bélgica se absteve.

Os países da UE haviam planejado aprovar a política em março, mas cancelaram a votação depois que a Hungria inesperadamente retirou seu apoio, eliminando a pequena maioria a favor. 

Pelo texto, entre outros pontos, os países serão forçados a manter inalteradas as suas áreas de espaços verdes e arborizados nas cidades em 2030, em relação a como estavam em 2021. Há, contudo, algumas exceções, válidas para lugares em que os espaços verdes já constituem 45% dos ecossistemas urbanos.

A lei aprovada também prevê eliminar obstáculos (por exemplo, algumas pequenas barragens obsoletas) nos rios, para atingir pelo menos 25 mil km de hidrovias até 2030, para uma melhor "conectividade natural".

No mesmo período, os Estados deverão ter adotado medidas que permitam o desenvolvimento de vários indicadores florestais, com o objetivo de plantar pelo menos três bilhões de árvores até 2030.

As nações têm até 2050 para aplicarem medidas de restauração em todas as áreas exigidas na lei. O texto oferece, porém, uma flexibilidade para os países cuja maior parte de seu território é coberta por um único tipo de ecossistema, como os países escandinavos.

Nesses lugares, deverão ser tomadas medidas para alcançar "tendências crescentes", até o final de 2030, para dois dos três indicadores previstos na lei. Além disso, nesses casos, o texto define metas populacionais para aves.

A norma prevê que 30% das zonas úmidas drenadas utilizadas na agricultura devem ser restauradas até 2030, para atingir 40% em 2040 e 50% em 2050, com o objetivo de reativar os sumidouros naturais de carbono.

Peça-chave do Acordo Verde Europeu, esta legislação passou por uma longa e complexa negociação no Parlamento.

Na avaliação inicial, os eurodeputados eliminaram um artigo relativo às terras agrícolas. Esse tópico, posteriormente, foi restabelecido, ainda que de forma simplificada.

A meta de expandir as zonas de "alta diversidade" para 10% das terras agrícolas do bloco foi rejeitada pela oposição dos eurodeputados de direita, que a viam como uma ameaça à segurança alimentar.

Também foi incluído um mecanismo para suspender a aplicação das disposições do texto em caso de circunstâncias "excepcionais", sobretudo em caso de "consequências graves sobre a disponibilidade de terras necessárias para garantir uma produção suficiente para  o consumo da UE".

Esse "freio emergencial" pode ser ativado pela Comissão Europeia o − braço executivo da EU por um período − máximo de um ano.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 17 jun. 2024. 
"A meta de expandir as zonas de 'alta diversidade' para 10% das terras agrícolas do bloco foi rejeitada pela oposição dos eurodeputados de direita, que a viam como uma ameaça à segurança alimentar."

O termo destacado no período acima exerce função sintática de
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Q3799301 Nutrição
A profissão de nutricionista é regulamentada pela Lei nº 8.234, de 17 de setembro de 1991, que define as condições para o exercício legal da profissão e estabelece suas atribuições e responsabilidades. Essa legislação busca garantir que apenas profissionais devidamente formados e registrados exerçam atividades relacionadas à alimentação e nutrição, assegurando qualidade técnica e ética na assistência à saúde da população. De acordo com a Lei nº 8.234/1991, o exercício da profissão de nutricionista é privativo de: 
Alternativas
Q3799300 Nutrição
O peso corporal é a soma de todos os componentes do organismo e pode ser aferido diretamente ou estimado por fórmulas específicas. O significado dessa medida depende do contexto em que é avaliada.

Finte: Avaliação nutricional / Organizado por Lílian Ramos Sampaio. − Salvador: EDUFBA, 2012.

Com base nesse contexto, o peso habitual é definido como:
Alternativas
Q3799299 Nutrição
O registro profissional é uma exigência legal para garantir que o nutricionista esteja habilitado a atuar eticamente e dentro dos parâmetros técnicos exigidos pela legislação. A carteira de identidade profissional, segundo o Art. 2º da Lei nº 8.234/1991, é:
Alternativas
Q3799298 Nutrição
A Bulimia Nervosa (BN) é um transtorno alimentar de natureza multifatorial. Essa condição reflete uma profunda distorção da autoimagem corporal, na qual o valor pessoal do indivíduo está indevidamente vinculado à forma e ao peso do corpo, sendo caracterizada por:
Alternativas
Q3799297 Nutrição
Contaminantes são agentes biológicos, físicos ou químicos introduzidos no alimento de forma não intencional, capazes de causar danos à saúde. A correta identificação do tipo de contaminação é essencial para o controle sanitário e a prevenção de surtos alimentares. Durante a inspeção de uma Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN), foram encontrados fragmentos de vidro em uma sobremesa. Esse tipo de contaminação é classificado como: 
Alternativas
Q3799296 Nutrição
A Resolução CFN nº 600, de 25 de fevereiro de 2018 estabelece que as áreas de atuação do nutricionista abrangem tanto o campo assistencial quanto o científico e tecnológico. Nesse sentido, a Nutrição na Cadeia de Produção, na Indústria e no Comércio de Alimentos envolve atividades relacionadas:

I. Ao controle de qualidade e desenvolvimento de produtos alimentícios.
II. À prescrição de dietas e suplementos nutricionais.
III. À supervisão de equipes em academias e centros esportivos.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3799295 Nutrição
O Código de Ética e de Conduta do Nutricionista estabelece princípios que orientam a prática profissional, assegurando que a atuação do nutricionista seja pautada em valores humanos, sociais e científicos. De acordo com o Art. 1º, o nutricionista deve pautar sua atuação: 
Alternativas
Q3799294 Nutrição
O Sistema APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle) é um método sistemático que busca garantir a inocuidade dos alimentos ao identificar, avaliar e controlar perigos que possam comprometer a saúde do consumidor. Ele é considerado um instrumento preventivo e não apenas corretivo. A implantação de APPCC em uma propriedade envolve a aplicação dos sete princípios orientadores do sistema. Dentre eles, estão:

I. Análise de perigos.
II. Identificação do ponto e do controle crítico.
III. Estabelecimento de procedimentos de verificação.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3799293 Nutrição
O fator de correção (FC) é utilizado para estimar a quantidade de alimento bruto necessária, levando em conta as perdas inevitáveis durante o pré-preparo, como cascas, sementes e partes não comestíveis. Em uma Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN), pretende-se obter 9,6 kg de cenoura limpa e pronta para o cozimento. Considerando que o fator de correção da cenoura é 1,23, assinale a alternativa que indica a quantidade de cenoura bruta que deve ser adquirida.
Alternativas
Q3799292 Nutrição
A vitamina B12 (cobalamina) desempenha papel fundamental no metabolismo cerebral, atuando em reações de transmetilação e na síntese e manutenção da mielina, estrutura responsável pela condução eficiente dos impulsos nervosos. Sua forma ativa, a metilcobalamina, participa da regeneração da metionina a partir da homocisteína, processo fundamental para o funcionamento neurológico adequado.

Fonte: Bases bioquímicas e fisiológicas da nutrição: nas diferentes fases da vida, na saúde e na doença / Silvia Maria Franciscato Cozzolino, Cristiane Cominetti. -- Barueri, SP: Manole, 2013.

No que se refere a deficiência da vitamina B12, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__) A deficiência em vitamina B12 implica em aumento das concentrações de homocisteína, que apresenta papel neurotóxico, por promover a excitotoxicidade e aumentar a produção de radicais livres no sistema nervoso central, além de causar danos ao endotélio.
(__) Anormalidades no sistema nervoso central decorrentes da deficiência em B12 também se relacionam com a síntese excessiva de ácido metilmalônico (MMA).
(__) Muitos estudos sugerem que deficiência em vitamina B12, ainda que subclínica, possa estar relacionada com depressão, declínio cognitivo, doença de Alzheimer e outras doenças psiquiátricas.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3799291 Nutrição
Os aminoácidos são compostos fundamentais para a síntese de proteínas e o funcionamento adequado do metabolismo. Eles podem ser classificados de acordo com a capacidade do organismo em produzi-los ou não. Com base nesse contexto, os aminoácidos indispensáveis são aqueles:
Alternativas
Q3799290 Nutrição
A Terapia Nutricional Enteral (TNE) pode gerar complicações que comprometem a segurança e eficácia do tratamento. Essas complicações são classificadas em gastrintestinais, metabólicas, mecânicas, infecciosas, respiratórias e psicológicas, variando conforme o tipo de sonda, a fórmula e o manejo clínico. Dentre as complicações mecânicas, estão, EXCETO:
Alternativas
Q3798873 Nutrição
Considere a imagem a seguir, referente à cortes da carne bovina.

Q25.png (346×256)

Fonte: PHILIPPI, Sonia Tucunduva. Nutrição e técnica dietética. 4. ed. Barueri: Manole, 2019.

Com base na imagem que apresenta os principais cortes de carne bovina, assinale a alternativa que identifica o corte macio, amplamente utilizado em churrascos, correspondente ao número 20 indicado na figura.
Alternativas
Q3798872 Nutrição
A Terapia Nutricional, especialmente em ambientes hospitalares, exige atuação integrada e altamente especializada, sendo regulamentada por diretrizes específicas da ANVISA. A Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional (EMTN) é responsável por planejar, implementar, monitorar e avaliar a terapia nutricional enteral e parenteral, assegurando segurança, eficácia e qualidade em todas as etapas. De acordo com a Resolução da ANVISA (2021), essa equipe deve ser formalmente constituída, contando obrigatoriamente com médico, nutricionista, enfermeiro e farmacêutico, todos com treinamento específico para a prática.

Com base nesse contexto, correspondem às atividades do nutricionista na EMTN, EXCETO: 
Alternativas
Q3798871 Nutrição
A RDC nº 503/2021 trata a respeito dos requisitos mínimos para a Terapia de Nutrição Enteral (TNE) garantindo segurança, qualidade e padronização em todas as etapas do processo. Define ainda, responsabilidades da equipe multiprofissional, orientando a organização e a atuação da Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional (EMTN).

De acordo com a RDC nº 503/2021, assinale a alternativa que contém corretamente uma atribuição do nutricionista na Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional (EMTN): 
Alternativas
Respostas
6861: D
6862: D
6863: A
6864: B
6865: C
6866: B
6867: A
6868: E
6869: A
6870: E
6871: E
6872: C
6873: A
6874: E
6875: E
6876: C
6877: D
6878: B
6879: C
6880: B