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Q3827362 Português
Assinale a alternativa correta quanto à concordância nominal ou verbal.
Alternativas
Q3827361 Português
Assinale a alternativa em que há a seguinte sequência de nomes: feminino, masculino, feminino. 
Alternativas
Q3827360 Português

Leia a crônica de Rubem Braga.

 

MAR

 

A primeira vez que eu vi o mar eu não estava sozinho. Estava no meio de um bando enorme de meninos. Nós tínhamos viajado para ver o mar. No meio de nós havia apenas um menino que já o tinha visto. Ele nos contava que havia três espécies de mar: o mar mesmo, a maré, que é menor que o mar, e a marola, que é menor que a maré. Logo a gente fazia ideia de um lago enorme e duas lagoas. Mas o menino explicava que não. O mar entrava pela maré e a maré entrava pela marola. A marola vinha e voltava. A maré enchia e vazava. O mar às vezes tinha espuma e às vezes não tinha. Isso perturbava ainda mais a imagem. Três lagoas mexendo, esvaziando e enchendo, com uns rios no meio, às vezes uma porção de espumas, tudo isso muito salgado, azul, com ventos.


Fomos ver o mar. Era de manhã, fazia sol. De repente houve um grito: o mar! Era qualquer coisa de largo, de inesperado. Estava bem verde perto da terra, e mais longe estava azul. Nós todos gritamos, numa gritaria infernal, e saímos correndo para o lado do mar. As ondas batiam nas pedras e jogavam espuma que brilhava ao sol. Ondas grandes, cheias, que explodiam com barulho. Ficamos ali parados, com a respiração apressada, vendo o mar…


Depois o mar entrou na minha infância e tomou conta de uma adolescência toda, com seu cheiro bom, os seus ventos, suas chuvas, seus peixes, seu barulho, sua grande e espantosa beleza. Um menino de calças curtas, pernas queimadas pelo sol, cabelos cheios de sal, chapéu de palha. Um menino que pescava e que passava horas e horas dentro da canoa, longe da terra, atrás de uma bobagem qualquer – como aquela caravela de franjas azuis que boiava e afundava e que, afinal, queimou sua mão… Um rapaz de 14 ou 15 anos que nas noites de lua cheia, quando a maré baixa e descobre tudo e a praia é imensa, ia na praia sentar numa canoa, entrar numa roda, amar perdidamente, eternamente, alguém que passava pelo areal branco e dava boa noite… Que andava longas horas pela praia infinita para catar conchas e búzios crespos e conversava com os pescadores que consertavam as redes. Um menino que levava na canoa um pedaço de pão e um livro, e voltava sem estudar nada, com vontade de dizer uma porção de coisas que não sabia dizer – que ainda não sabe dizer.


Mar maior que a terra, mar do primeiro amor, mar dos pobres pescadores maratimbas, mar das cantigas do Catambá, mar das festas, mar terrível daquela morte que nos assustou, mar das tempestades de repente, mar do alto e mar da praia, mar de pedra e mar do mangue… A primeira vez que saí sozinho numa canoa parecia ter montado num cavalo bravo e bom, senti força e perigo, senti orgulho de embicar numa onda um segundo antes da arrebentação. A primeira vez que estive quase morrendo afogado, quando a água batia na minha cara e a corrente do “arrieiro” me puxava para fora, não gritei nem fiz gestos de socorro; lutei sozinho, cresci dentro de mim mesmo. Mar suave e oleoso, lambendo o batelão. Mar dos peixes estranhos, mar virando a canoa, mar das pescarias noturnas de camarão para isca. Mar diário e enorme, ocupando toda a vida, uma vida de bamboleio de canoa, de paciência, de força, de sacrifício sem finalidade, de perigo sem sentido, de lirismo, de energia; grande perigoso mar fabricando um homem…


Este homem esqueceu, grande mar, muita coisa que aprendeu contigo. Este homem tem andado por aí, ora aflito, ora chateado, dispersivo, fraco, sem paciência, mais corajoso que audacioso, incapaz de ficar parado e incapaz de fazer qualquer coisa, gastando-se como se gasta um cigarro. Este homem esqueceu muita coisa, mas há muita coisa que ele aprendeu contigo e que não esqueceu, que ficou, obscura e forte, dentro dele, no seu peito. Mar, este homem pode ser um mau filho, mas ele é teu filho, é um dos teus, e ainda pode comparecer diante de ti gritando, sem glória, mas sem remorso, como naquela manhã em que ficamos parados, respirando depressa, perante às grandes ondas que arrebentavam – um punhado de meninos vendo pela primeira vez o mar…

 

Vocabulário

■ caravela: espécie de água-viva

■ maratimbas: do interior do Espírito Santo

■ catambá: dança popular do Espírito Santo

■ embicar: atravessar com a embarcação

■ batelão: canoa, barcaça

■ arrieiro: correnteza marítima

Observe as frases.
1. Fomos ver o mar. 2. Era de manhã, fazia sol. 3. De repente houve um grito: o mar.
Assinale a alternativa que mostra uma afirmação correta.
Alternativas
Q3827359 Português

Leia a crônica de Rubem Braga.

 

MAR

 

A primeira vez que eu vi o mar eu não estava sozinho. Estava no meio de um bando enorme de meninos. Nós tínhamos viajado para ver o mar. No meio de nós havia apenas um menino que já o tinha visto. Ele nos contava que havia três espécies de mar: o mar mesmo, a maré, que é menor que o mar, e a marola, que é menor que a maré. Logo a gente fazia ideia de um lago enorme e duas lagoas. Mas o menino explicava que não. O mar entrava pela maré e a maré entrava pela marola. A marola vinha e voltava. A maré enchia e vazava. O mar às vezes tinha espuma e às vezes não tinha. Isso perturbava ainda mais a imagem. Três lagoas mexendo, esvaziando e enchendo, com uns rios no meio, às vezes uma porção de espumas, tudo isso muito salgado, azul, com ventos.


Fomos ver o mar. Era de manhã, fazia sol. De repente houve um grito: o mar! Era qualquer coisa de largo, de inesperado. Estava bem verde perto da terra, e mais longe estava azul. Nós todos gritamos, numa gritaria infernal, e saímos correndo para o lado do mar. As ondas batiam nas pedras e jogavam espuma que brilhava ao sol. Ondas grandes, cheias, que explodiam com barulho. Ficamos ali parados, com a respiração apressada, vendo o mar…


Depois o mar entrou na minha infância e tomou conta de uma adolescência toda, com seu cheiro bom, os seus ventos, suas chuvas, seus peixes, seu barulho, sua grande e espantosa beleza. Um menino de calças curtas, pernas queimadas pelo sol, cabelos cheios de sal, chapéu de palha. Um menino que pescava e que passava horas e horas dentro da canoa, longe da terra, atrás de uma bobagem qualquer – como aquela caravela de franjas azuis que boiava e afundava e que, afinal, queimou sua mão… Um rapaz de 14 ou 15 anos que nas noites de lua cheia, quando a maré baixa e descobre tudo e a praia é imensa, ia na praia sentar numa canoa, entrar numa roda, amar perdidamente, eternamente, alguém que passava pelo areal branco e dava boa noite… Que andava longas horas pela praia infinita para catar conchas e búzios crespos e conversava com os pescadores que consertavam as redes. Um menino que levava na canoa um pedaço de pão e um livro, e voltava sem estudar nada, com vontade de dizer uma porção de coisas que não sabia dizer – que ainda não sabe dizer.


Mar maior que a terra, mar do primeiro amor, mar dos pobres pescadores maratimbas, mar das cantigas do Catambá, mar das festas, mar terrível daquela morte que nos assustou, mar das tempestades de repente, mar do alto e mar da praia, mar de pedra e mar do mangue… A primeira vez que saí sozinho numa canoa parecia ter montado num cavalo bravo e bom, senti força e perigo, senti orgulho de embicar numa onda um segundo antes da arrebentação. A primeira vez que estive quase morrendo afogado, quando a água batia na minha cara e a corrente do “arrieiro” me puxava para fora, não gritei nem fiz gestos de socorro; lutei sozinho, cresci dentro de mim mesmo. Mar suave e oleoso, lambendo o batelão. Mar dos peixes estranhos, mar virando a canoa, mar das pescarias noturnas de camarão para isca. Mar diário e enorme, ocupando toda a vida, uma vida de bamboleio de canoa, de paciência, de força, de sacrifício sem finalidade, de perigo sem sentido, de lirismo, de energia; grande perigoso mar fabricando um homem…


Este homem esqueceu, grande mar, muita coisa que aprendeu contigo. Este homem tem andado por aí, ora aflito, ora chateado, dispersivo, fraco, sem paciência, mais corajoso que audacioso, incapaz de ficar parado e incapaz de fazer qualquer coisa, gastando-se como se gasta um cigarro. Este homem esqueceu muita coisa, mas há muita coisa que ele aprendeu contigo e que não esqueceu, que ficou, obscura e forte, dentro dele, no seu peito. Mar, este homem pode ser um mau filho, mas ele é teu filho, é um dos teus, e ainda pode comparecer diante de ti gritando, sem glória, mas sem remorso, como naquela manhã em que ficamos parados, respirando depressa, perante às grandes ondas que arrebentavam – um punhado de meninos vendo pela primeira vez o mar…

 

Vocabulário

■ caravela: espécie de água-viva

■ maratimbas: do interior do Espírito Santo

■ catambá: dança popular do Espírito Santo

■ embicar: atravessar com a embarcação

■ batelão: canoa, barcaça

■ arrieiro: correnteza marítima

A última frase do terceiro parágrafo “Um menino que levava na canoa um pedaço de pão e um livro, e voltava sem estudar nada, com vontade de dizer uma porção de coisas que não sabia dizer – que ainda não sabe dizer” mostra:
Alternativas
Q3827358 Português

Leia a crônica de Rubem Braga.

 

MAR

 

A primeira vez que eu vi o mar eu não estava sozinho. Estava no meio de um bando enorme de meninos. Nós tínhamos viajado para ver o mar. No meio de nós havia apenas um menino que já o tinha visto. Ele nos contava que havia três espécies de mar: o mar mesmo, a maré, que é menor que o mar, e a marola, que é menor que a maré. Logo a gente fazia ideia de um lago enorme e duas lagoas. Mas o menino explicava que não. O mar entrava pela maré e a maré entrava pela marola. A marola vinha e voltava. A maré enchia e vazava. O mar às vezes tinha espuma e às vezes não tinha. Isso perturbava ainda mais a imagem. Três lagoas mexendo, esvaziando e enchendo, com uns rios no meio, às vezes uma porção de espumas, tudo isso muito salgado, azul, com ventos.


Fomos ver o mar. Era de manhã, fazia sol. De repente houve um grito: o mar! Era qualquer coisa de largo, de inesperado. Estava bem verde perto da terra, e mais longe estava azul. Nós todos gritamos, numa gritaria infernal, e saímos correndo para o lado do mar. As ondas batiam nas pedras e jogavam espuma que brilhava ao sol. Ondas grandes, cheias, que explodiam com barulho. Ficamos ali parados, com a respiração apressada, vendo o mar…


Depois o mar entrou na minha infância e tomou conta de uma adolescência toda, com seu cheiro bom, os seus ventos, suas chuvas, seus peixes, seu barulho, sua grande e espantosa beleza. Um menino de calças curtas, pernas queimadas pelo sol, cabelos cheios de sal, chapéu de palha. Um menino que pescava e que passava horas e horas dentro da canoa, longe da terra, atrás de uma bobagem qualquer – como aquela caravela de franjas azuis que boiava e afundava e que, afinal, queimou sua mão… Um rapaz de 14 ou 15 anos que nas noites de lua cheia, quando a maré baixa e descobre tudo e a praia é imensa, ia na praia sentar numa canoa, entrar numa roda, amar perdidamente, eternamente, alguém que passava pelo areal branco e dava boa noite… Que andava longas horas pela praia infinita para catar conchas e búzios crespos e conversava com os pescadores que consertavam as redes. Um menino que levava na canoa um pedaço de pão e um livro, e voltava sem estudar nada, com vontade de dizer uma porção de coisas que não sabia dizer – que ainda não sabe dizer.


Mar maior que a terra, mar do primeiro amor, mar dos pobres pescadores maratimbas, mar das cantigas do Catambá, mar das festas, mar terrível daquela morte que nos assustou, mar das tempestades de repente, mar do alto e mar da praia, mar de pedra e mar do mangue… A primeira vez que saí sozinho numa canoa parecia ter montado num cavalo bravo e bom, senti força e perigo, senti orgulho de embicar numa onda um segundo antes da arrebentação. A primeira vez que estive quase morrendo afogado, quando a água batia na minha cara e a corrente do “arrieiro” me puxava para fora, não gritei nem fiz gestos de socorro; lutei sozinho, cresci dentro de mim mesmo. Mar suave e oleoso, lambendo o batelão. Mar dos peixes estranhos, mar virando a canoa, mar das pescarias noturnas de camarão para isca. Mar diário e enorme, ocupando toda a vida, uma vida de bamboleio de canoa, de paciência, de força, de sacrifício sem finalidade, de perigo sem sentido, de lirismo, de energia; grande perigoso mar fabricando um homem…


Este homem esqueceu, grande mar, muita coisa que aprendeu contigo. Este homem tem andado por aí, ora aflito, ora chateado, dispersivo, fraco, sem paciência, mais corajoso que audacioso, incapaz de ficar parado e incapaz de fazer qualquer coisa, gastando-se como se gasta um cigarro. Este homem esqueceu muita coisa, mas há muita coisa que ele aprendeu contigo e que não esqueceu, que ficou, obscura e forte, dentro dele, no seu peito. Mar, este homem pode ser um mau filho, mas ele é teu filho, é um dos teus, e ainda pode comparecer diante de ti gritando, sem glória, mas sem remorso, como naquela manhã em que ficamos parados, respirando depressa, perante às grandes ondas que arrebentavam – um punhado de meninos vendo pela primeira vez o mar…

 

Vocabulário

■ caravela: espécie de água-viva

■ maratimbas: do interior do Espírito Santo

■ catambá: dança popular do Espírito Santo

■ embicar: atravessar com a embarcação

■ batelão: canoa, barcaça

■ arrieiro: correnteza marítima

Assinale a alternativa correta, considerando o texto.
Alternativas
Q3827357 Português

Leia a crônica de Rubem Braga.

 

MAR

 

A primeira vez que eu vi o mar eu não estava sozinho. Estava no meio de um bando enorme de meninos. Nós tínhamos viajado para ver o mar. No meio de nós havia apenas um menino que já o tinha visto. Ele nos contava que havia três espécies de mar: o mar mesmo, a maré, que é menor que o mar, e a marola, que é menor que a maré. Logo a gente fazia ideia de um lago enorme e duas lagoas. Mas o menino explicava que não. O mar entrava pela maré e a maré entrava pela marola. A marola vinha e voltava. A maré enchia e vazava. O mar às vezes tinha espuma e às vezes não tinha. Isso perturbava ainda mais a imagem. Três lagoas mexendo, esvaziando e enchendo, com uns rios no meio, às vezes uma porção de espumas, tudo isso muito salgado, azul, com ventos.


Fomos ver o mar. Era de manhã, fazia sol. De repente houve um grito: o mar! Era qualquer coisa de largo, de inesperado. Estava bem verde perto da terra, e mais longe estava azul. Nós todos gritamos, numa gritaria infernal, e saímos correndo para o lado do mar. As ondas batiam nas pedras e jogavam espuma que brilhava ao sol. Ondas grandes, cheias, que explodiam com barulho. Ficamos ali parados, com a respiração apressada, vendo o mar…


Depois o mar entrou na minha infância e tomou conta de uma adolescência toda, com seu cheiro bom, os seus ventos, suas chuvas, seus peixes, seu barulho, sua grande e espantosa beleza. Um menino de calças curtas, pernas queimadas pelo sol, cabelos cheios de sal, chapéu de palha. Um menino que pescava e que passava horas e horas dentro da canoa, longe da terra, atrás de uma bobagem qualquer – como aquela caravela de franjas azuis que boiava e afundava e que, afinal, queimou sua mão… Um rapaz de 14 ou 15 anos que nas noites de lua cheia, quando a maré baixa e descobre tudo e a praia é imensa, ia na praia sentar numa canoa, entrar numa roda, amar perdidamente, eternamente, alguém que passava pelo areal branco e dava boa noite… Que andava longas horas pela praia infinita para catar conchas e búzios crespos e conversava com os pescadores que consertavam as redes. Um menino que levava na canoa um pedaço de pão e um livro, e voltava sem estudar nada, com vontade de dizer uma porção de coisas que não sabia dizer – que ainda não sabe dizer.


Mar maior que a terra, mar do primeiro amor, mar dos pobres pescadores maratimbas, mar das cantigas do Catambá, mar das festas, mar terrível daquela morte que nos assustou, mar das tempestades de repente, mar do alto e mar da praia, mar de pedra e mar do mangue… A primeira vez que saí sozinho numa canoa parecia ter montado num cavalo bravo e bom, senti força e perigo, senti orgulho de embicar numa onda um segundo antes da arrebentação. A primeira vez que estive quase morrendo afogado, quando a água batia na minha cara e a corrente do “arrieiro” me puxava para fora, não gritei nem fiz gestos de socorro; lutei sozinho, cresci dentro de mim mesmo. Mar suave e oleoso, lambendo o batelão. Mar dos peixes estranhos, mar virando a canoa, mar das pescarias noturnas de camarão para isca. Mar diário e enorme, ocupando toda a vida, uma vida de bamboleio de canoa, de paciência, de força, de sacrifício sem finalidade, de perigo sem sentido, de lirismo, de energia; grande perigoso mar fabricando um homem…


Este homem esqueceu, grande mar, muita coisa que aprendeu contigo. Este homem tem andado por aí, ora aflito, ora chateado, dispersivo, fraco, sem paciência, mais corajoso que audacioso, incapaz de ficar parado e incapaz de fazer qualquer coisa, gastando-se como se gasta um cigarro. Este homem esqueceu muita coisa, mas há muita coisa que ele aprendeu contigo e que não esqueceu, que ficou, obscura e forte, dentro dele, no seu peito. Mar, este homem pode ser um mau filho, mas ele é teu filho, é um dos teus, e ainda pode comparecer diante de ti gritando, sem glória, mas sem remorso, como naquela manhã em que ficamos parados, respirando depressa, perante às grandes ondas que arrebentavam – um punhado de meninos vendo pela primeira vez o mar…

 

Vocabulário

■ caravela: espécie de água-viva

■ maratimbas: do interior do Espírito Santo

■ catambá: dança popular do Espírito Santo

■ embicar: atravessar com a embarcação

■ batelão: canoa, barcaça

■ arrieiro: correnteza marítima

Analise as afirmativas abaixo sobre o texto.
1. A crônica mostra a força do mar na vida de um homem.
2. O cronista mostra arrebatamento e resiliência diante do mar.
3. A descrição do mar no primeiro parágrafo encontra abrigo ao longo do texto.
4. A experiência inicial do cronista com o mar permanece forte ao longo de sua vida. 5. A crônica mostra a incapacidade das pessoas de se maravilharem com a grandeza do mar.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q4095520 Pedagogia
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) deve estar articulado a um projeto pedagógico amplo para favorecer a aprendizagem e a inclusão dos estudantes. Leia a seguir a asserção e a razão e, em seguida, julgue se a relação entre elas está correta

Asserção (A): O atendimento educacional especializado contribui para a formação pessoal e social do educando, pois garante recursos e estratégias que ampliam suas possibilidades de aprendizagem.
Razão (R): Isso ocorre porque o AEE, ao ser organizado em estruturas como as Salas de Integração e Recursos, integra-se a um projeto pedagógico mais amplo, comprometido com a inclusão, a gestão democrática e a aprendizagem de todos.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4095519 Pedagogia
De acordo com o Decreto nº 7.611/2011, que dispõe sobre a educação das pessoas público-alvo da educação especial, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4095518 Pedagogia
Sobre a acessibilidade e a construção de práticas pedagógicas inclusivas, analise as afirmações abaixo:

I. A escola inclusiva deve garantir não apenas acessibilidade arquitetônica e comunicacional, mas também flexibilização curricular para atender diferentes ritmos e formas de aprendizagem.
II. A utilização das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) deve ser intencional e planejada, funcionando como recurso de acessibilidade que amplia a participação de todos os estudantes.
III. O modelo de ensino baseado na transmissão massiva e uniforme de informações favorece a inclusão, pois assegura que todos recebam o mesmo conteúdo de maneira padronizada.
IV. Os recursos digitais, como softwares de criação de animações, livros digitais e jogos educacionais, podem ser utilizados como ferramentas de inclusão, desde que articulados a metodologias ativas que envolvam os estudantes.

Está(ão) correta(s): 
Alternativas
Q4095517 Pedagogia
Na organização do trabalho educativo, busca-se assegurar que os estudantes avancem de forma progressiva em suas aprendizagens, respeitando suas particularidades e ampliando suas formas de compreender e interagir com o mundo. Nesse sentido, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4095516 Pedagogia
A Resolução CNE/CEB nº 04/2009 estabelece diretrizes operacionais para o Atendimento Educacional Especializado (AEE) na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Considerando os dispositivos que tratam da oferta e da organização do AEE, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4095515 Pedagogia
A Sala de Recursos Multifuncional é um espaço criado nas escolas para oferecer atendimento educacional especializado a alunos com necessidades especiais, complementando sua formação por meio de recursos, estratégias e serviços que eliminem barreiras para a aprendizagem e a participação plena na escola. Considerando essa função, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4095514 Pedagogia
Na perspectiva da educação inclusiva, ensinar a turma toda significa considerar que:
Alternativas
Q4095513 Pedagogia
No campo educacional, o planejamento é entendido como uma prática essencial para orientar a ação docente e coletiva da escola. Entre as alternativas abaixo, assinale aquela que corresponde a uma característica do planejamento participativo.
Alternativas
Q4095512 Pedagogia
O desenvolvimento psicomotor de crianças com deficiência visual requer adaptações no ambiente para que elas tenham experiências que favoreçam sua mobilidade e interação. Qual das alternativas abaixo apresenta uma prática pedagógica adequada nesse processo?
Alternativas
Q4095511 Pedagogia
A função social da escola está ligada à sua capacidade de acompanhar as mudanças da sociedade e de preparar os alunos para lidar com novas realidades. Com base nesse entendimento, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4095510 Noções de Primeiros Socorros
O conhecimento de primeiros socorros em casos de fratura é fundamental para evitar o agravamento do quadro da vítima. Com base nos procedimentos indicados, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4095509 Pedagogia
Associe as colunas a seguir, relacionando as características com as descrições do Projeto PolíticoPedagógico (PPP):

Coluna I – Características do PPP
1. Dimensão política
2. Dimensão pedagógica
3. Construção coletiva
4. Autonomia escolar
5. Burocratização

Coluna II – Descrições
( ) Define ações educativas e intencionalidades da escola.
( ) É o risco de reduzir o projeto a mero documento formal arquivado.
( ) Compromisso com a formação do cidadão crítico e participativo.
( ) Representa a capacidade da escola de delinear sua própria identidade.
( ) Envolve a participação de professores, alunos, pais e funcionários.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q4095508 Pedagogia
Sobre o pensamento de Vygotsky, analise as asserções abaixo:

A) A escola tem papel essencial no desenvolvimento, pois possibilita o acesso a conhecimentos que transformam o modo de pensar do indivíduo.
R) Isso ocorre porque, ao aprender conceitos científicos na escola, a criança desenvolve formas mais complexas de pensamento, como a capacidade de abstrair e generalizar.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4095507 Legislação Federal
Com base no Art. 59 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), que trata do atendimento a educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de verdadeiro (V) e falso (F) para as cinco afirmativas a seguir: 

( ) Os sistemas de ensino devem assegurar currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, adequados às necessidades dos educandos com deficiência ou superdotação.
( ) É garantida a terminalidade específica apenas para os superdotados, não se aplicando aos alunos que não alcançarem o nível exigido do ensino fundamental devido a suas deficiências.
( ) Os sistemas de ensino devem contar com professores especializados em nível médio ou superior para atendimento especializado, e também com professores do ensino regular capacitados para integrar esses educandos nas classes comuns.
( ) A educação especial para o trabalho destina-se exclusivamente a alunos com habilidades superiores, não sendo necessária para aqueles que não têm capacidade de inserção no trabalho competitivo.
( ) É assegurado aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação o acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares disponíveis para o respectivo nível do ensino regular.
Alternativas
Respostas
1401: A
1402: B
1403: C
1404: D
1405: B
1406: C
1407: A
1408: B
1409: B
1410: C
1411: C
1412: B
1413: D
1414: B
1415: B
1416: B
1417: E
1418: A
1419: B
1420: A