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Mulher, de 70 anos, com diagnóstico de osteoporose há quatro anos e em uso de alendronato 70 mg/semanal, carbonato de cálcio 1.200 mg associado à vitamina D3 800 ui. A densitometria óssea de controle não mostrou melhora da osteoporose. Queixou-se de dor lombar e realizou radiografia de coluna vertebral, que identificou fratura de T12.
Nesse caso, a conduta terapêutica é:
Paciente do sexo masculino, de 66 anos, procura o médico preocupado com uma fosfatase alcalina de 350U/L (VR: 36-92U/L). É assintomático e não faz uso de medicamentos. O exame clínico é normal, assim como exames de laboratório, incluindo hemograma, funções renal e hepática, eletrólitos, PSA e 25-hidroxi-vitamina D. Realizada cintilografia óssea, que demonstrou hipercaptação no crânio e tíbia esquerda, locais onde as radiografias mostraram lesões líticas.
Nesse caso, qual é o diagnóstico?
Paciente do sexo masculino, de 68 anos, sem doenças prévias, relata “indigestão” intermitente, desconforto epigástrico e retroesternal, que dura de um a cinco minutos, associado à dispneia e a náuseas. Ele estava bem até dois meses atrás. Inicialmente, os episódios ocorreram enquanto jogava tênis e, ocasionalmente, após as refeições mais copiosas. No último mês, teve sintomas mais frequentes após subir escadas e, recentemente, dor em repouso.
Nesse caso, a conduta indicada é:
Paciente do sexo masculino, de 69 anos, oito anos de escolaridade, foi levado à consulta pela filha, que relatou ser o pai uma pessoa tímida e reservada, porem há oito meses estava evoluindo com muita apatia, alternando períodos de agressividade, alterações do juízo crítico como falar alto, dizer inconveniências, andar nu pela casa e comer em demasia. Obteve 28 pontos no MEEM. Nega doenças previas e uso regular de medicamentos. Exame físico sem achados anormais. Foi solicitada ressonância magnética do crânio.
Nesse caso, o provavel diagnóstico e os achados na ressonância são, respectivamente:
Professora aposentada, de 75 anos, realizou o teste Get Up and Go cronometrado (TGUG ou teste do “levantar e andar”) em um tempo de 28 segundos.
Essa avaliação mostra que a paciente apresenta elevado risco de
Paciente do sexo masculino, de 67 anos, estava com câncer de pulmão metastático. Fez uma promessa para melhorar e se dispunha a nunca mais ir a festas, dançar (que gostava tanto), beber e fumar, além de doar mensalmente 20% de sua aposentadoria a um abrigo de idosos.
Esse senhor, de acordo com as fases do luto de Elizabeth Kübler-Ross, encontra-se na fase de
Homem, de 78 anos, hipertenso, com capacidade cognitiva prévia normal, apresenta comportamento anormal há 15 dias, com apatia, deficiência de memória, desorientação, dificuldade para vestir-se sozinho e desequilíbrio. Relata envolvimento em acidente automobilístico ha três meses. Na ocasião, a tomografia de crânio foi normal.
Nesse caso, qual é o diagnóstico?
Paciente do sexo feminino, de 76 anos, fazia uso de galantamina para a demência; valsartana, associada à hidroclorotiazida em um comprimido e amlodipina para hipertensão; metformina para diabetes; sinvastatina para dislipidemia; sertralina para depressão e clonazepam para insônia.
Essa situação descrita é considerada polifarmácia devido ao uso de
Enfermeira aposentada, de 81 anos, queixa-se de deficiência de memória, dificuldades para fazer compras e manusear dinheiro. Obteve as seguintes pontuaçoes nas escalas de avaliaçao funcional e cognitiva: Questionario de Pfeffer para Atividades Instrumentais da Vida Diária (AIVD): 24 pontos (dependente), Índice de Barthel para as Atividades Básicas da Vida Diária (ABVD): 100 pontos (independente), Mini-exame do Estado Mental (MEEM): 16 pontos.
Baseando-se na história e nos instrumentos de avaliaçao aplicados, estabelece-se o diagnóstico de