Questões de Concurso Para psicopedagogo

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Q3694746 Pedagogia
CASO: Na Escola Municipal Esperança, a psicopedagoga organizou um momento de avaliação junto a um grupo de crianças do 3º ano do Ensino Fundamental, em que algumas professoras haviam relatado dificuldades de aprendizagem relacionadas à leitura, escrita e raciocínio lógico-matemático. Com o objetivo de identificar tais dificuldades, a psicopedagoga propõe uma sessão coletiva de jogos pedagógicos. Ela iniciou com um jogo de tabuleiro cooperativo, no qual as crianças precisavam ler cartas com pequenas instruções, avançar casas e resolver desafios envolvendo operações matemáticas simples e enigmas de compreensão textual. No decorrer do jogo, algumas crianças demonstram segurança ao ler e interpretar as cartas, mas tiveram dificuldade em aplicar as operações matemáticas. Outras, ao contrário, apresentaram facilidade nos cálculos, mas encontraram obstáculos na leitura das instruções ou na compreensão do enunciado das tarefas. Ao final da sessão, a psicopedagoga sistematizou suas observações, identificou que o jogo possibilitou revelar não apenas as dificuldades acadêmicas específicas, mas também os aspectos socioemocionais e cognitivos implicados na aprendizagem.

Com base neste contexto, analise as afirmativas a seguir sobre a avaliação e intervenção nas dificuldades de aprendizagem no contexto escolar.

I- O lúdico como ferramenta de avaliação psicopedagógica favorece a manifestação espontânea das estratégias cognitivas dos alunos.
II- Durante a atividade de avaliação psicológica, o jogo de tabuleiro cooperativo possibilitou avaliar o histórico de desenvolvimento de cada criança.
III- Através do jogo, a psicopedagoga conseguiu registrar como cada criança interpreta as regras, organiza estratégias, lida com a leitura das instruções, formula hipóteses e mobiliza o raciocínio lógico para resolver os desafios.
IV- Na avaliação, foi possível perceber que todas as crianças apresentaram o mesmo padrão de desempenho, demonstrando dificuldades semelhantes na leitura e na Matemática.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3694745 Pedagogia
CASO: A psicopedagoga Janaína foi convidada a coordenar um Grupo Operativo (GO) com professoras da Educação Infantil, cujo objetivo era refletir sobre estratégias inclusivas para crianças com dificuldades de aprendizagem. Após superar resistências iniciais, as participantes começaram a compartilhar experiências concretas de sala de aula, expressando sentimento de insegurança e também de criatividade diante dos desafios. Janaína observou que a discussão fluía de forma cooperativa, com rupturas de estereótipos e elaboração coletiva de novos sentidos para a prática pedagógica.

Com base no contexto apresentado, sobre a etapa que o GO coordenado por Janaína está vivenciando, é CORRETO afirmar que se trata do(a): 
Alternativas
Q3694744 Pedagogia
O psicopedagogo institucional João, baseando-se nas contribuições teóricas de Henri Wallon (1995), considera o movimento um dos quatro campos funcionais do desenvolvimento, servindo de apoio aos demais campos.
Fonte: WALLON, Henri. A evolução psicológica da criança. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1995. (Publicado originalmente em 1941).

Diante disso, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694743 Pedagogia
Sobre o desenvolvimento das funções psicológicas superiores, segundo as contribuições de Lev Vygostky, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I- As funções superiores consistem no modo de funcionamento psicológico tipicamente humano.
PORQUE
II- Tais funções referem-se a mecanismos intencionais, conscientemente controlados, passando do plano interpsicológico para o plano intrapsicológico.

Arespeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3694742 Pedagogia
Analise as afirmações a seguir sobre Assessoramento Psicopedagógico (AP) na escola:

I- O psicopedagogo, no desenvolvimento do AP, elabora projetos que suscitem o trabalho colaborativo e atua como agente que capitaliza e centraliza as ações e decisões para promover e dirigir mudanças significativas na escola.
II- No AP, o psicopedagogo é uma figura capaz de canalizar toda a informação que se produz, conhecendo o sistema organizacional, os umbrais de tolerância, as alianças formais, conexões e outros fatores decisivos nos processos de mudança.
III- No AP, o psicopedagogo elabora intervenções psicopedagógicas substitutivas à equipe gestora da escola, uma vez que sua atuação centraliza as decisões organizacionais referentes ao processo de ensino-aprendizagem.
IV- Ao atuar na instituição escolar, o assessor psicopedagógico ordena, estrutura e gerencia o conhecimento e aproveitamento de sua capacidade intelectual. Por este motivo, deve conhecer, aplicar e promover a gestão do conhecimento.
V- O AP é um trabalho complexo, com variabilidade e com uma intensa carga social que corrobora a ideia de imutabilidade dos processos de ensino-aprendizagem.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3694741 Pedagogia
Em uma turma do 4º ano do Ensino Fundamental, um aluno diagnosticado com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) apresenta grande dificuldade de concentração, interrompe frequentemente as aulas com comentários impulsivos e não consegue finalizar as atividades propostas. A professora relata sentir-se despreparada para lidar com essa situação, enquanto a família, por sua vez, acredita que se trata apenas de “falta de disciplina”. O rendimento do aluno tem caído progressivamente, gerando frustração e conflitos no ambiente escolar. A partir desse contexto, sobre a atuação psicopedagógica institucional, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694740 Pedagogia
Considerando a atuação psicopedagógica institucional na escola, analise as afirmativas a seguir:

I- O psicopedagogo desenvolve um enfoque reflexivo e crítico junto ao quadro pedagógico e docente da escola quanto à dimensão organizacional nas aprendizagens.
II- O psicopedagogo executa o diagnóstico clínico de transtornos do desenvolvimento e de aprendizagem na escola, com base em instrumentos psicológicos padronizados e validados cientificamente.
III- O psicopedagogo realiza um trabalho preventivo, promovendo na escola uma intervenção que auxilie e oriente o quadro docente da escola quanto às dificuldades de aprendizagem.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3694739 Pedagogia
A Psicopedagogia, como disciplina constituída, delimita seu objeto de estudo e acena para os fundamentos epistemológicos, definindo socialmente os papéis de professor/aluno e ensinante/aprendente.

A partir deste contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- A relação ensinante/aprendente pauta-se em uma relação transferencial e em um projeto identificatório.
PORQUE
II- A relação professor/aluno encontra-se pautada em lugares objetivos cuja aprendizagem está relacionada a conteúdos formais de uma determinada disciplina.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694738 Pedagogia
Sobre os fundamentos teórico-metodológicos da Psicopedagogia, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694737 Psicologia
Considerando o objeto de estudo da Psicopedagogia, analise as afirmativas a seguir:

I- O não aprender é tido como carregado de significados, e não se opõe ao aprender.
II- A aprendizagem é plataforma de lançamento para construir uma teoria psicopedagógica.
III- Perfilou-se, historicamente, como um conhecimento independente da Medicina.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693567 Raciocínio Lógico
Considerando o abecedário da língua portuguesa, determine a próxima letra da sequência e assinale a alternativa CORRETA cuja palavra inicia com a letra encontrada.

B, D, G, K, P, ___.



Alternativas
Q3693563 Raciocínio Lógico
AFigura 01 é composta por duas escadas independentes que se cruzam, formando um quadrado de letras.


Imagem associada para resolução da questão

 Fonte: CPCON

Analise o padrão de formação das escadas e determine as letras correspondentes aos números 1, 2, 3 e 4, RESPECTIVAMENTE.
Alternativas
Q3693562 Raciocínio Lógico
Os pais de Marília, a mais nova de dois irmãos, casaram-se em 1961, quando tinham uma diferença de idade de 23 anos. Sabe-se, ainda, que as informações a seguir também se referem a Marília: 

(i) nasceu em 1981, ano em que sua mãe completou 38 anos;
(ii) seu pai é mais velho que sua mãe;
(iii) seu irmão é 10 anos mais velho que ela.

É CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693559 Raciocínio Lógico
Considere as seguintes proposições:

R: Todo campeão olímpico é medalhista;
S: a + b = 4, tal que a = 1 e b = 2.

Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693557 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.

Ao colocar na ordem direta os versos 5 e 6 do Texto IV, tem-se o seguinte período composto:



Imagem associada para resolução da questão



É CORRETO afirmar que a oração em destaque se classifica como uma oração:

Alternativas
Q3693556 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
A função da linguagem predominante no Texto IV é:
Alternativas
Q3693555 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693545 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3693408 Pedagogia
A partir dos resultados apresentados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - Educação 2024, analise as assertivas a seguir.

Taxa de escolarização das pessoas de 6 a 14 anos de idade, segundo as Grandes Regiões (%)

Q25.png (473×201)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Pesquisas por Amostra de Domicílios, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2016/2024.

I- Em 2024, a taxa de escolarização das pessoas de 6 a 14 anos no Brasil atingiu 99,5%. Esse nível elevado de escolarização se mantém estável desde 2016 e reflete o avanço do país em direção à universalização do Ensino Fundamental.
II- A Região Norte, apesar de apresentar a menor taxa de escolarização entre crianças de 6 a 14 anos no Brasil, registrou 99,0%, mantendo-se, ainda assim, próxima à universalização do Ensino Fundamental.
III- Em 2024, em comparação a 2023, verificou-se um leve aumento nas taxas de escolarização de crianças de 6 a 14 anos nas Regiões Sudeste e Nordeste. Essas regiões mantiveram, dentro desta faixa etária, os maiores índices de escolarização do país desde 2016.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
1941: A
1942: E
1943: E
1944: D
1945: E
1946: D
1947: A
1948: B
1949: C
1950: C
1951: A
1952: E
1953: B
1954: E
1955: A
1956: D
1957: E
1958: E
1959: B
1960: E