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Lactente de um mês em consulta de puericultura, com sintomas referidos como regurgitações frequentes após as mamadas, sem sinais de desconforto ou irritabilidade acentuada. No exame físico, o bebê está alerta, hidratado, sem alterações à palpação abdominal, com ganho ponderal adequado desde o nascimento.
Com base no caso clínico apresentado, qual é a orientação adequada para o manejo desse bebê?
Escolar de 7 anos com queixas recorrentes de dor abdominal nos últimos 6 meses, caracterizada como difusa e sem localização específica. Ocorre de forma intermitente, muitas vezes relacionada com períodos de estresse emocional na escola e com referido alívio após administração de analgésico (dipirona). Não há histórico de febre, perda de peso, diarreia ou vômitos. Ao exame físico, o paciente está hidratado, sem sinais de distensão abdominal ou sensibilidade à palpação.
Com base no caso clínico apresentado, qual é a abordagem diagnóstica inicial mais apropriada?
Paciente de 4 anos dá entrada no pronto-socorro com história de diarreia líquida há 3 dias. Os pais referem que os episódios de evacuação são frequentes (cerca de 8 vezes por dia) e que hoje começaram a vir com sangue. Além disso, há 2 dias vem apresentando febre (temperatura máxima de 38,9 ºC) e vômitos eventuais. Ao exame físico, a criança está irritada, em regular estado geral, com sinais de desidratação moderada e dor abdominal difusa à palpação profunda.
Com base nas recomendações do Ministério da Saúde para manejo do paciente com diarreia, assinale a alternativa correta.
Menina de 10 anos com queixa de episódios recorrentes de dor de cabeça, geralmente latejante, mais de um lado, associada a náuseas e sensibilidade à luz e ao som. Ela também menciona que esses episódios costumam durar de 4 horas a 3 dias e são acompanhados por irritabilidade e perda de apetite durante os episódios. Não há história prévia de trauma craniano, febre ou sinais neurológicos focais.
Com base nas informações fornecidas, qual é o diagnóstico mais provável para as cefaleias dessa paciente?
Paciente de 5 anos dá entrada no pronto-socorro com história de náuseas, vômitos e dor abdominal difusa intermitente há 4 dias, até então tratada como gastroenterocolite viral. Referia muita sede. Quadro foi piorando, sendo que há 1 dia mãe notou respiração mais ofegante. Ao exame físico, sinais de desidratação grave, rebaixamento de nível de consciência, sem sinais meníngeos. FC = 144 bpm, PA = 97 x 44 (67) mmHg, FR = 48 ipm, SatO2 = 96% em ar ambiente. Glicemia capilar = 432 mg/dL.
Assinale a alternativa que contém, respectivamente, a alteração da gasometria mais compatível para esse paciente e o que se espera que aconteça do ponto de vista laboratorial como comprovação de tratamento adequado.
Um menino de 12 anos comparece ao ambulatório de pediatria com sintomas de atraso no crescimento, baixo ganho de peso, fadiga e intolerância ao frio há 4 meses. O exame físico revela FC = 59 bpm, pele seca e pálida, e um bócio leve. Exames laboratoriais mostram: TSH: 15 mU/L (normal: 0,5 – 4,5 mU/L), T4 livre: 0,6 ng/dL (normal: 0,8 – 2,0 ng/dL), T3 livre: 1,9 pg/mL (normal: 2,3 – 4,2 pg/mL). Anticorpos anti-tireoperoxidase (anti-TPO) estão presentes em altos títulos.
Considerando as informações expostas, assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico provável.
Um menino de 2 anos é levado ao pediatra para consulta de rotina. Os pais relatam que a criança está se alimentando bem, encontra-se aparentemente saudável, mas nas últimas semanas notaram que seu abdome parecia estar mais inchado. Além disso, referem que ele se cansa facilmente e tem estado mais irritado que o normal. Não há histórico prévio de patologias relevantes, episódios febris ou perda de peso. Ao exame físico, a palpação abdominal revelou uma massa firme e não dolorosa no flanco direito, sem outros sinais aparentes de infecção. A criança estava afebril e apresentava um estado geral bom.
Considerando as principais neoplasias abdominais da infância e a importância do exame físico abdominal de rotina, qual das alternativas corresponde adequadamente aos achados clínico-laboratoriais encontrados que poderiam conduzir a investigação diagnóstica?
Menina de 13 anos, com diagnóstico conhecido de anemia falciforme, dá entrada no pronto-socorro trazida pelos pais com relato de fortes dores em membros inferiores. Quando questionada refere dor nota 10 de 10. Já fez uso em casa de paracetamol com codeína, sem melhora. Você opta por prescrever morfina, mas a enfermeira do pronto- -socorro informa que paciente veio há 1 semana com a mesma queixa e suspeita que haja algum tipo de adição ao opioide, sugerindo então uma conduta diferente.
Nesse contexto, assinale a alternativa que descreve a conduta adequada para o caso.
Um menino de 6 anos é levado ao consultório pelo pai devido à presença de urina escurecida há 2 dias. O pai relata que a criança não apresenta dor ao urinar, febre ou outros sintomas associados. Não há histórico familiar de doenças renais. Ao exame físico, paciente está em bom estado geral e ao urinar há presença de hematúria macroscópica.
Realizados exames complementares com urina tipo 1 com > 1 milhão de hemácias e presença de dismorfismo eritrocitário.
Com base no caso clínico descrito, qual é o diagnóstico diferencial provável para explicar a hematúria nesse paciente.
Paciente masculino de 6 meses é levado ao pronto-socorro pelos pais devido a febre alta, há 2 dias (máximo de 39,4 ºC), associada a irritabilidade e recusa alimentar. Já haviam levado o filho em outro serviço há 1 dia, mas optaram por evadir. A mãe relata que o paciente já teve dois episódios prévios de infecção urinária, confirmados com exames complementares, e está em acompanhamento com nefrologista. Não há outros sintomas associados, histórico de doenças crônicas ou uso recente de antibióticos. Ao exame físico paciente encontra-se febril (38,6 ºC), irritado, sem alterações relevantes em região abdominal ou gênito-urinária.
Exame do outro serviço: urina tipo 1 (por saco coletor) com 43 mil leucócitos, 16 mil hemácias e bactérias +/4+.
É solicitado o exame de urina (urina tipo 1 e urocultura) por sonda vesical de alívio. Os pais mostram-se apreensivos, pois as coletas anteriores sempre foram por saco coletor, por isso lhes é explicado que a coleta por sonda vesical de alívio, nesse contexto, é importante pois
Paciente de 6 anos é trazido à emergência pelos pais devido a febre alta persistente e letargia progressiva nas últimas 12 horas. Os pais relatam que ele estava bem até a noite anterior, quando começou a apresentar febre de até 39,8 ºC e recusa alimentar. Hoje pela manhã, a criança não quis sair da cama e apresentou estado sonolento, mal interagindo com os pais. Ao chegar à emergência, o paciente foi deitado na maca, estava sonolento e difícil de acordar, respondendo minimamente aos estímulos verbais. Ao exame físico: FC = 162 bpm, PA = 72 x 31 (44) mmHg, tempo de enchimento capilar de 5 segundos, pulsos periféricos finos e extremidades frias, FR = 34 ipm, SatO2 = 91% em ar ambiente, petéquias e púrpuras espalhadas pelo corpo, sem sinais meníngeos.
Assinale a alternativa que contém o diagnóstico provável para esse paciente, tendo em vista as novas definições de sepse pediátrica (critérios de Phoenix).
Um lactente de 1 ano e 6 meses é trazido ao pronto-socorro após cair do carrinho de bebê em movimento. A mãe relata que a criança bateu com a cabeça no chão, mas permaneceu consciente e chorou imediatamente após o impacto. No exame físico, a criança está alerta, sem sinais de alteração do estado de consciência, sem vômitos e com um pequeno hematoma palpável no couro cabeludo em região temporal.
Com base nas diretrizes da Pediatric Emergency Care Applied Research Network (PECARN), assinale a alternativa que indica a conduta apropriada para esse caso.
Paciente de 4 anos, em tratamento de linfoma de Hodgkin com localização primária em mediastino, dá entrada no pronto-socorro e rapidamente é levado à sala de emergência após avaliação inicial. Mãe refere queda no estado geral, palidez cutânea, inapetência, náuseas, vômitos e diminuição da diurese há 1 dia. Ao exame físico, aparenta em mau estado geral, descorado +++/4+, sudoreico e com rebaixamento do nível de consciência. FC = 188 bpm, PA = 54 x 30 (34) mmHg, tempo de enchimento capilar de 6 segundos, mucosas secas, pulsos periféricos ausentes, pulsos centrais finos, bulhas cardíacas com discreta hipofonese, turgência jugular. FR = 54 ipm, com tiragens de fúrcula e subcostal moderadas.
Considerando o quadro clínico apresentado, assinale a alternativa que descreve corretamente o tipo de choque desse paciente e a conduta inicial específica apropriada.
O profissional do time de resposta rápida do hospital e é acionado via código azul para o atendimento de um paciente de 8 meses na enfermaria de pediatria, supostamente em parada cardiorrespiratória (PCR). Ao chegar no leito e checar responsividade e pulso central, confirma a PCR. No monitor cardíaco nota-se o seguinte ritmo:

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Tendo em vista as melhores práticas segundo o Pediatric Advanced Life Support (PALS) e considerando que você está acompanhado de dois profissionais de enfermagem, assinale a alternativa que descreve a melhor conduta a ser iniciada para esse paciente.
Em face do exposto, assinale a alternativa correta a respeito da STA.
Qual deve ser a terapêutica de escolha para a reversão de urgência em pacientes em uso de dabigatrana?
No que se refere a esse tema, assinale a alternativa correta.
Em qual, dentre as situações a seguir, a infusão de linfócitos do doador (DLI) é considerada uma recomendação?
Em face do exposto, qual é a hipótese diagnóstica mais provável para que se deva seguir com a investigação desse caso?