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I. O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais, instituição criada nos termos da Lei Nº. 11.892, de 29 de dezembro de 2008, vinculada ao Ministério da Educação, possui natureza jurídica de autarquia, sendo detentor de autonomia administrativa, didático-pedagógica e disciplinar, mas não de autonomia patrimonial e financeira.
II. Nos termos do Estatuto, o Conselho Superior, de caráter consultivo e deliberativo, é o órgão máximo do IFMG, tendo obrigatoriamente o Reitor como presidente.
III. O Colégio de Dirigentes, de caráter consultivo e deliberativo, é o órgão de apoio ao processo decisório da Reitoria, tendo obrigatoriamente o Reitor como presidente.
Marque a opção CORRETA:
FIORIN, José Luiz. Argumentação. São Paulo: Contexto, 2018.
O termo que completa adequadamente a lacuna sinalizada no texto é
“Caraca, moleque! Que dia! Que isso?
Põe um pagodinho só pra relaxar
Sol, praia, biquíni, gandaia Abro uma gelada só pra refrescar.”
TIAGUINHO. Outro dia, outra história. São Paulo. Som Livre, 2014. 1 CD, faixa 1,digital, estéreo.
Para Bechara (2007, p. 440), “já é antiga para a gramática a ideia de a interjeição não ser, a rigor, uma palavra, mas que equivale a um enunciado independente ou a uma oração inteira. Considerando esta citação, é possível afirmar que a formação interjetiva no trecho da canção de Tiaguinho acontece por meio de
Vander Lee
Românticos são poucos
Românticos são loucos desvairados
Que querem ser o outro
Que pensam que o outro é o paraíso
Românticos são lindos
Românticos são limpos e pirados
Que choram com baladas
Que amam sem vergonha e sem juízo
São tipos populares
Que vivem pelos bares
E mesmo certos vão pedir perdão
Que passam a noite em claro
Conhecem o gosto raro
De amar sem medo de outra desilusão
Romântico É uma espécie em extinção
Romântico É uma espécie em extinção [...]
Disponível em:https://www.letras.mus.br/vanderlee/49221/ . Acesso em: 15 jul. 2025.
O tipo textual descritivo marca-se pela apresentação das características de uma pessoa, um objeto ou uma situação, fixos como em uma fotografia. Nesse sentido, o trecho “Românticos são loucos desvairados” da canção de Vander Lee é marcado por
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. [...]
COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Disponível em: https://www.culturagenial.com/eu-sei-mas-nao-deviamarina-colasanti/. Acesso em: 15 de julho de 2025.
Koch e Elias, em Escrever e Argumentar, dissertam sobre algumas estratégias de progressão textual que auxiliam na construção da argumentação. Sabendo disso, ao ler este trecho do texto de Marina Colasanti, identificamos uma dessas estratégias mencionadas, que é
GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em prosa moderna. 27. ed. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2010. p. 301.
Assim como neste trecho, em Comunicação em Prosa Moderna, Garcia defende que a escrita é um processo que envolve:
Da Idade das Pedras à das máquinas inteligentes, a solidão é um sentimento que desafia continuamente o ser humano. Expressa em diferentes culturas e meios artísticos, está no centro da existência da ingênua Amélie Poulain, da rejeitada Macabéa de A Hora da Estrela, do náufrago Chuck Noland, vivido por Tom Hanks, e do bilionário Bruce Wayne, que se transforma em Batman. A sensação de se sentir isolado, mesmo quando rodeado de pessoas, tornou-se, no entanto, um assunto de saúde pública. Como mostram pesquisas recentes, a solidão adoece – literalmente. O alarme acaba de ser soado pela Comissão de Conexão Social da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Em relatório recém-publicado, a entidade revela que quase 20% da população global se considera solitária. Tamanho contingente está mais vulnerável a uma legião de perigos que vão de infarto e derrame a alcoolismo e ideação suicida. Por ano, são mais de 870 000 mortes ligadas ao problema no planeta. Um paradoxo para uma era em que a humanidade nunca esteve tão conectada – ao menos virtualmente.
FELIX, Paula. A doença da solidão. Revista Veja. Editora Abril, São Paulo, v. 2.959, ano 58, n. 28, p. 62, 11 de julho de 2025 (Adaptado).
Com base no texto, o paradoxo mencionado pela autora refere-se
Passar pouco tempo na cama nem sempre é um problema, aponta estudo.
Algumas pessoas conseguem se sentir bem, plenamente descansadas, com apenas 4 a 6 horas de sono por noite (bem abaixo das 8 horas necessárias à maioria dos indivíduos). Trata-se de uma condição relativamente rara, que os médicos chamam de "sono naturalmente curto". Ela é real - e, como um novo estudo apontou, tem base genética. Pesquisadores chineses sequenciaram o DNA de pessoas portadoras dessa característica (que costuma ser transmitida dos pais para os filhos), e constataram que elas têm cinco mutações genéticas relacionadas a dormir menos - sendo que uma delas, a N783 Y, parece ser a mais importante. Os cientistas criaram ratos com essa alteração genética, e eles também passaram a precisar de menos sono. Essa mutação altera a capacidade de uma proteína chamada SIK3, que está ligada ao funcionamento do relógio biológico. Estima-se que as mutações estejam presentes em 1% das pessoas - para as demais, dormir pouco continua fazendo mal à saúde.
GARATONNI, Bruno. Mutação genética faz pessoas dormirem menos. Superinteressante. Editora Abril, São Paulo, v. 476, ano 39, n. 6, p. 15, junho de 2025.
Com base no texto, pode-se apontar que
(MARSCUSCHI, 2010, p.39)
Tabela: Distribuição de quatro gêneros textuais de acordo com o meio de produção e a concepção discursiva.
(MARSCUSCHI, 2010, p.40)
Assinale a opção que completa adequadamente a coluna domínio da tabela retirada da obra Da fala para a escrita: atividades de textualização.



A locução em destaque constrói o sentido de:

Experiência feita com pacientes em coma revelou um mecanismo surpreendente. E isso acontece sem que a pessoa perceba: é uma função autônoma, que atua mesmo se ela estiver inconsciente. Neurologistas da Universidade da Califórnia (Berkeley) tocaram três sequências de bipes para 48 pacientes que estavam em coma, enquanto monitoravam a atividade elétrica do coração e do cérebro deles. A primeira sequência era aleatória. Ela provocou uma resposta neural (provando que o cérebro estava "escutando" aqueles sons), mas não teve qualquer efeito sobre o coração. A segunda sequência era regular, sincronizada em tempo real com os batimentos cardíacos de cada paciente. Ela também foi detectada pelo cérebro, e não influenciou o ritmo do coração. Normal, nada de mais.
A surpresa veio na terceira sequência. Ela também era sincronizada com os batimentos cardíacos do paciente, porém tinha uma diferença - os cientistas começaram a omitir alguns dos bipes. Aí, algo incrível aconteceu: o coração começou a sair do ritmo, desacelerando um pouco, quando o cérebro não ouvia um bipe. Isso ocorreu em 31 dos 48 pacientes, que sobreviveram ao coma (nos demais, que acabaram morrendo, não).
GARATONNI, Bruno. Cérebro usa som para regular o ritmo do coração. Superinteressante. Editora Abril, São Paulo, v. 476, ano 39, n. 6, p. 12, junho de 2025 (Adaptado).
Após análise dos conectores destacados no texto, pode-se afirmar que