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Q3546886 Pedagogia
“Identificar se as práticas construídas na escola configuram ou não um projeto pedagógico pode nos levar a problematizar a própria ideia de ‘projeto pedagógico’. Afinal, as práticas escolares – em muitos casos genuínas e criativas – devem ser reformuladas para atender a algum modelo de projeto pedagógico? Onde é fabricado este modelo e por quem?”
MATE, Cecilia H. O coordenador pedagógico e as relações de poder na escola. PLACCO, Vera M.N. Souza, ALMEIDA, Laurinda R. O Coordenador pedagógico e o cotidiano da escola. São Paulo: Edições Loyola, 2003., p. 146

Ao propor tais indagações sobre a construção e desenvolvimento do Projeto Pedagógico, Cecília Hanna Mate chama atenção para as relações de poder na escola e a dicotomia entre a construção de um projeto vinculado a uma dada realidade e os modelos preestabelecidos por uma tradição escolar. Para evitar essa dicotomia e construir um Projeto Pedagógico adequado, deve-se
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Q3546885 Pedagogia
A coordenação do trabalho no ambiente educacional efetivada pelo coordenador pedagógico deve “favorecer a tomada de consciência dos professores sobre suas ações e o conhecimento sobre o meio em que atuam e assim promover o desenvolvimento profissional dos professores”.
PLACCO, Vera M.N. Souza, ALMEIDA, Laurinda R. O Coordenador pedagógico e o cotidiano da escola. São Paulo: Edições Loyola, 2003, p. 25

Embora o coordenador pedagógico seja responsável por múltiplas tarefas no ambiente educacional, há atividades que o desviam de sua função, como as expressas a seguir:
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Q3546884 Pedagogia
“A questão central é a conquista de uma educação escolar de qualidade para todas as crianças e jovens, capaz de garantir sua permanência na escola e apropriação/produção de conhecimento, tendo como alvo possibilitar-lhes participação na sociedade.”
SOUSA, S. Z. L.; PRIETO, R. G. A Educação Especial. In: OLIVEIRA, Romualdo P., ADRIÃO, Theresa. Organização do ensino no Brasil: níveis e modalidades na Constituição Federal e na LDB. São Paulo: Xamã, 2ª ed., 2007, p. 124

Tendo em vista o direito à educação, a educação especial na perspectiva da educação inclusiva é compreendida como 
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Q3546883 Português
“A função da literatura está ligada à complexidade da sua natureza, que explica inclusive o papel contraditório, mas humanizador (talvez humanizador porque contraditório). Analisando-a, podemos distinguir ao menos três faces: 1) ela é uma construção de objetos autônomos como estrutura e significado; 2) ela é uma forma de expressão, isto é, manifesta emoções e a visão do mundo dos indivíduos e dos grupos; 3) ela é uma forma de conhecimento, inclusive como incorporação difusa e inconsciente.”
CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: CARVALHO, José Sergio Fonseca de. Educação, cidadania e direitos humanos. Petrópolis: Vozes, 2004, p. 139-140.

O direito à literatura deve ser assegurado como um direito à educação, no âmbito abrangente dos direitos humanos, porque, segundo Candido, a literatura
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Q3546882 Pedagogia
“A educação pode ser vista em termos de um contrato social: um acordo implícito entre os membros de uma sociedade para cooperar para alcançar um benefício comum. Um contrato social é mais do que uma negociação, pois reflete normas, compromissos e princípios que apresentam um caráter legislativo formal e que estão culturalmente incorporados. O ponto de partida é uma visão compartilhada dos propósitos públicos da educação. Este contrato consiste nos princípios fundamentais e organizacionais que estruturam os sistemas educacionais, bem como no trabalho distribuído que se realiza para construir, manter e refinar esses princípios.” (grifos no original)
Comissão Internacional sobre os futuros da educação. Reimaginar nossos futuros juntos: um novo contrato social para a educação. Brasília: UNESCO e Fundação SM, 2022, p. xii

Qual alternativa expressa adequadamente o princípio que sustenta o novo contrato social para a educação de acordo com o documento publicado pela UNESCO?
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Q3546881 Pedagogia
“Os professores estão por demais preocupados com suas metodologias. Seguidamente solicitam ‘receitas de avaliação’. No entanto, de nada valem as orientações metodológicas se não estiverem fundamentadas em uma concepção libertadora de avaliação. O ‘como fazer’ é decorrente do ‘por que fazer’. Então, a pergunta fundamental é ‘por que avaliamos? ’ ou ‘a serviço de quem avaliamos?’ Se a resposta a essas questões não tiver como enfoque principal o educando como ser social e político, sujeito do seu próprio desenvolvimento, de nada valerão as inovações que vierem a ser introduzidas”.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação: Mito & Desafio. Porto Alegre: Educação e Realidade. 10ª ed. 1993, p. 93

“Entre as metodologias sugeridas para desenvolver o currículo inscrevem-se a necessidade de se propor aos alunos tarefas de aprendizagem mais diversificadas e relacionadas com a vida real, a utilização de materiais manipulativos, o envolvimento em projetos destinados a resolver situações problemáticas ou o recurso ao trabalho de grupo. A concretização dessas recomendações exige novas formas de avaliar. Uma prática de avaliação tradicional, quase exclusivamente baseada em testes de papel e lápis, seria insuficiente e até totalmente desajustada, pois tenderia a ignorar todas as competências que vão além da aquisição de conhecimentos”.
FERNANDES, Domingos. Avaliar para aprender: fundamentos, práticas e políticas. SP: Editora da Unesp, 2009, p. 91

Ambos os excertos convergem para uma concepção de avaliação 
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Q3546876 Pedagogia
“As práticas de aprendizagem social e emocional são heterogêneas e precisam de contextualização adequada. Elas exigem experiências de aprendizagem conscientemente elaboradas, vínculo com os professores, experiências positivas entre pares, compreensão intergeracional e envolvimento da comunidade. A atenção plena (mindfulness), a compaixão e a investigação critica apoiam uma poderosa aprendizagem social e emocional. Deve-se reconhecer, no entanto, que essa aprendizagem impõe exigências extras aos professores e que eles devem ser apoiados para realizar esse trabalho. Ao olharmos para 2050, não podemos nos dar ao luxo de investir pouco na aprendizagem social e emocional – ela é fundamental para a criatividade humana, moralidade, julgamento e ação para enfrentar os desafios futuros.”
Comissão Internacional sobre os futuros da educação. Reimaginar nossos futuros juntos: um novo contrato social para a educação. Brasília: UNESCO e Fundação SM, 2022, p. 66

Como a integração entre conhecimento e sentimento pode promover a diversidade e heterogeneidade do ambiente de aprendizagem?
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Q3546869 Pedagogia
José Mário Pires Azanha, em “Educação: temas polêmicos”, analisa o processo histórico de estigmatização da escola pública e aponta que, diferentemente do que o senso comum aponta, a visão estereotipada da escola pública é resultado
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Q3546867 Pedagogia
As diretrizes e bases da educação nacional promulgadas pela Lei 9394 de 1996 estabelecem no Título VI, sobre os profissionais da Educação, no parágrafo único do item V do art. 61, que: “A formação dos profissionais da educação, de modo a atender às especificidades do exercício de suas atividades, bem como aos objetivos das diferentes etapas e modalidades da educação básica, terá como fundamentos: I – a presença de sólida formação básica, que propicie o conhecimento dos fundamentos científicos e sociais de suas competências de trabalho; II – a associação entre teorias e práticas, mediante estágios supervisionados e capacitação e serviço”. 

As normas para realização dos estágios são dadas pela Lei 11788 de 2008 e, tendo em vista os fundamentos da LDB, estabelecem como obrigações da Instituição de Ensino: 
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Q3546865 Pedagogia
“Considerar a vivência significa imergir e buscar identificar, conhecer e compreender o significado e o sentido dos acontecimentos escolares. Pressupõe conhecer as pessoas envolvidas e também o significado e o sentido que elas dão aos acontecimentos vivenciados. [...] De que forma o reconhecimento do vivido como fonte da compreensão de dada realidade e de um acontecimento pode ajudar o professor?”
PENIN, Sonia, MARTÍNEZ, Miguel. Profissão Docente. (Org. Valéria Amorim Arantes). São Paulo: Summus, 2009, p. 33-34
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Q3546590 Pedagogia
A função social e educativa dos museus hoje inclui objetivos voltados à autonomia, à emancipação das pessoas e à valorização da diversidade cultural. Neste contexto, a acessibilidade é um imperativo dos museus na atualidade. Diante do exposto, assinale a alternativa correta.
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Q3546589 Pedagogia
Existem diferentes entendimentos sobre a acessibilidade em museus e instituições culturais, sendo que, muitas vezes, prevalecem concepções simplistas e errôneas com origem no senso comum. Essas concepções errôneas compreendem que
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Q3546588 Pedagogia
Crianças visitam museus, principalmente com as escolas, mas também com familiares e amigas(os). Tal experiência deve ser considerada importante para a aprendizagem e o acesso à cultura por este público. Sobre o atendimento das crianças, pode-se afirmar: 
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Q3546587 Pedagogia
Os estudos sobre o público de museus abarcam diversos temas relativos a serviços, marketing, educação, pesquisa, difusão, aprendizado, comunicação, entre outros. Mesmo só considerando as pesquisas com objetivos educacionais, são muitos os objetos de estudo, as metodologias utilizadas, assim como os referenciais teóricos adotados. No que se refere a pesquisas educacionais com visitantes, deve-se evitar totalmente:
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Q3546586 Pedagogia
A Pesquisa Educação Museal Brasil (PEMBrasil) foi realizada entre 2022 e 2023 e contou com a participação de 1153 respondentes, provenientes de todos os estados brasileiros. A finalidade desta pesquisa foi: 
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Q3546585 Pedagogia
O Inventário Participativo é uma ferramenta de educação patrimonial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Com ele é possível:
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Q3546584 Pedagogia
Museus são, muitas vezes, espaços excludentes que geram barreiras para o acesso de pessoas e grupos sociais e culturais. Por outro lado, existem experiências museológicas importantes, originadas de iniciativas de grupos e comunidades para a preservação dos registros de suas memórias. Sobre essas experiências, é relevante destacar: 
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Q3546583 Pedagogia
As ações educativas pensadas e implementadas no espaço museal emergiram como atividade de um setor educativo institucionalizado no Brasil em 1927, com o surgimento do então Serviço de Assistência ao Ensino do Museu Nacional (SAE). Sobre a criação da SAE, é correto afirmar: 
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Q3546582 Museologia
A Política Nacional de Educação Museal (PNEM) é produto de um processo iniciado pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) em 2010. Sua construção envolveu:
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Q3546581 Pedagogia
A pesquisa educacional nos museus, especialmente a partir da década de 1980, foi muito influenciada pelas teorias educacionais em vigor. De maneira geral, essas teorias afirmam:
Alternativas
Respostas
2381: C
2382: A
2383: A
2384: E
2385: C
2386: D
2387: C
2388: D
2389: D
2390: D
2391: E
2392: A
2393: E
2394: D
2395: X
2396: B
2397: A
2398: A
2399: C
2400: E