Questões de Concurso Para prefeitura de jundiaí - sp

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Q4197200 História

Leia o texto a seguir:


    Na URSS, o historiador do Partido Comunista passou a ter uma função similar à dos teólogos do Islã ou da Cristandade: seus ensinamentos têm por objetivo reforçar e engrandecer as instituições existentes. Evidentemente, essa função não é apanágio do regime soviético, mas seus dirigentes, a começar por Stálin, levaram-na a limites extremos, transformando e desfigurando o passado ao sabor dos desejos caprichosos da linha política, encoberta sob o nome de necessidades da história que está por ser feita.


(Marc Ferro, A manipulação da História no

ensino e nos meios de comunicação)



Segundo Ferro, no contexto a que se refere o excerto, a história do Partido Comunista desfigurou o passado ao

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Q4197199 História

Leia o texto a seguir:


    Ao lado da empresa comercial e do regime de grande propriedade, acrescentemos um terceiro elemento: o trabalho compulsório. Também nesse aspecto, a regra será comum a toda a América Latina, ainda que com variações. Diferentes formas de trabalho compulsório predominaram na América espanhola, enquanto uma delas – a escravidão – foi dominante no Brasil.


    Por que se apelou para uma relação de trabalho odiosa a nossos olhos, que parecia semimorta, exatamente na época chamada pomposamente de aurora dos tempos modernos?


(Boris Fausto, História do Brasil)



Fausto responde à própria indagação afirmando que

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Q4197198 História

Leia o texto a seguir:


    Embora seja hoje consenso que o colonialismo foi resultante da concorrência econômica e do expansionismo dos países europeus, vale a pena incorporar como dimensão própria desses processos algumas considerações apresentadas por Hannah Arendt. Em “Imperialismo”, a autora identifica três aspectos fundamentais do “imperialismo colonial” europeu, na sua fase de 1884 a 1914, apresentando-os como prefigurações dos fenômenos totalitários do século 20, quais sejam: o nazismo е o stalinismo.


(Leila Leite Hernandez, A África na sala de aula:

visita à História Contemporânea)



Para Arendt, segundo Hernandez, o “imperialismo colonial” tem os seguintes traços fundamentais:

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Q4197197 História

Leia o texto a seguir:


    Um trabalho sistematizado no ensino de conceitos históricos contribui para que o aluno realize uma leitura mais reflexiva e crítica da realidade social. Contudo, esse trabalho não pode ser realizado de forma fragmentada e isolada (...).


    No ensino da História, o trabalho com conceitos exige alguns cuidados para que os objetivos propostos sejam alcançados (...).


(Maria Auxiliadora Schmidt e Marlene Cainelli, Ensinar História)



Considerando o contexto abordado pela obra em referência, faz parte desses cuidados necessários

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Q4197196 Pedagogia

Leia o texto a seguir:


    Com a difusão de princípios e métodos dessa pedagogia, a forma de usar o documento histórico em sala de aula teve modificações. Essa pedagogia deslocou para o aluno o centro do processo ensino-aprendizagem. No caso do ensino de História, a utilização de documentos tornou-se uma forma de o professor motivar o aluno para o conhecimento histórico e, dessa maneira, tornar o ensino menos livresco. Mas, apesar de mudar o tratamento didático, isto é, o lugar do documento na relação ensino-aprendizagem, este permaneceu com o significado tradicional, qual seja, continuou sendo prova irrefutável do real.


(Maria Auxiliadora Schmidt e Marlene Cainelli,

Ensinar História. Adaptado)



O excerto aborda discussão sobre a pedagogia

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Q4197195 Pedagogia
Leia o texto a seguir:
    A proposta de Arthur Soffiati, desde o fim dos anos 1980, era incluir nos livros didáticos e nas aulas de História tópicos específicos que enfocassem criticamente o relacionamento das sociedades humanas com o meio ambiente, bem como suas representações mentais. Pretendia o autor, como ainda atualmente se pretende, que a história ensinada, ao lado de outras disciplinas escolares, pudesse efetivamente contribuir para a educação ambiental das novas gerações.
    No início do século 21, se, para o professor, existem desafios na introdução de temáticas sobre história ambiental, as dificuldades para viabilizar atividades baseadas nesses conteúdos são variadas.
(Circe Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos. Adaptado)

Bittencourt aponta como dificuldades para viabilizar atividades sobre história ambiental
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Q4197194 História

Leia o texto a seguir:


    Tendo por base que a TV é um espaço público, ainda que eletrônico, muito singular, pois está submetido a interesses comerciais de grande escala, devemos ter claro que sua experiência cotidiana interfere na dinâmica de assimilação social dos eventos históricos, reduzindo-os a um tempo quase imediato.


(Marcos Napolitano, “A televisão como documento”, em

Circe Bittencourt, O saber histórico na sala de aula)



Para Napolitano, em um telejornal,

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Q4197193 Pedagogia
Leia o texto a seguir:
    As mudanças de métodos e conteúdos precisam ser entendidas à luz da concepção de “tradição escolar”, sendo necessário perceber, por intermédio desse conceito, dois aspectos fundamentais. O primeiro opõe-se à ideia de que, em educação, seja preciso sempre “inventar a roda”, bastando verificar que muito do que se pensa ser novo já foi experimentado muitas outras vezes.
(Circe Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e método)

O segundo aspecto mencionado, segundo Bittencourt, refere-se
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Q4197192 História

Leia o texto a seguir:


A memória não pode ser confundida com a história, como advertem vários historiadores. As memórias precisam ser evocadas e recuperadas e merecem ser confrontadas. As dos velhos e de pessoas que ainda estão no setor produtivo ou as de homens e de mulheres nem sempre coincidem, mesmo quando se referem ao mesmo acontecimento. Mas nenhuma memória, individual ou coletiva, constitui a história.


(Circe Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos)



Ao distinguir memória e história, Bittencourt afirma que a história

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Q4197191 Pedagogia

Circe Bittencourt, na obra Ensino de História: fundamentos e métodos, afirma que, desde o fim da década de 1980, houve a produção de várias propostas curriculares de História para o Ensino Fundamental e Médio.


Para essa autora, tais propostas têm em comum algumas características, como

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Q4197040 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) foram elaborados em 1997 – 1998 pelo governo federal que se instalou em Brasília em 1995 e ficou até 2002. Esse governo procurou centralizar uma série de procedimentos e decisões no sistema escolar. Como exemplos dessa centralização, tem-se os PCNs e o Enem, o Exame Nacional para o Ensino Médio.
(VESENTINI, José Willian (Org.). Ensino de geografia no século XXI. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)

Os PCNs acabaram por se sobrepor a guias ou propostas curriculares estaduais ou municipais, e seu grande mérito foi
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Q4197039 Pedagogia
A geografia crítica escolar não consiste na mera reprodução nas escolas elementar e média daquilo que foi anteriormente elaborado pela produção universitária crítica. Isso até pode ocorrer, mas não é – e nunca foi – o essencial ou mesmo a regra geral.
(VESENTINI, José Willian (Org.). Ensino de geografia no século XXI. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)


De acordo com José Willian Vesentini, existe uma ideia de que a geografia, na educação básica, deve simplificar e reproduzir os conteúdos produzidos nas universidades, o que acaba por gerar currículos que são, muitas vezes, impraticáveis. Para esse autor, o fundamental para a geografia que se ensina nas escolas é
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Q4197038 Geografia

Com a modernização contemporânea, todos os lugares se mundializam. Mas há lugares globais simples e lugares globais complexos. Nos primeiros apenas alguns vetores da modernidade atual se instalam. Nos lugares complexos, há profusão de vetores: desde os que diretamente representam as lógicas hegemônicas, até os que a elas se opõem. São vetores de todas as ordens, buscando finalidades diversas, às vezes externas, mas entrelaçadas pelo espaço comum.


(SANTOS, Milton. A Natureza do espaço: técnica e tempo;

razão e emoção. São Paulo: EDUSP, 2008. Adaptado)



De acordo com Milton Santos, os lugares complexos geralmente coincidem com

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Q4197037 Geografia
Sem dúvida, o espaço é formado de objetos; mas não são os objetos que determinam os objetos.
(SANTOS, Milton. A Natureza do espaço: técnica e tempo; razão e emoção. São Paulo: EDUSP, 2008)

De acordo com Milton Santos, um objeto não é determinado por outro objeto, isto é, não é a mera presença de um objeto que define a presença do outro. O que determina os objetos
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Q4197036 Geologia

A extração de minerais nobres concentra-se principalmente nos Estados de Minas Gerais, Goiás, Pará, Mato Grosso e Rondônia.


(ROSS, Jurandyr L. Sanches (Org.) Geografia do Brasil. 5.ed.

São Paulo: EDUSP, 2005. Adaptado)



A geologia antiga e estável do Brasil está relacionada à distribuição de minerais nobres como ouro, prata, platina e diamante, entre outros, e explica por que essas jazidas se concentram em certos estados e não em outros. A extração de minerais nobres está associada basicamente às áreas de

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Q4197035 Geografia

Os dois terços da superfície da terra submersa nas águas oceânicas eram praticamente desconhecidos até duas décadas atrás. As pesquisas geológicas e de oceanografia física permitiram grande avanço no conhecimento a respeito do relevo, da litologia e da dinâmica geotectônica do fundo oceânico. O entendimento do relevo do fundo oceânico, tal como hoje se apresenta, deve levar em conta dois fatores importantes: a profundidade e as formas predominantes. Desse modo, divide-se o relevo em três grandes unidades.


(ROSS, Jurandyr L. Sanches (Org.) Geografia do Brasil. 5.ed.

São Paulo: EDUSP, 2005. Adaptado)



As três grandes unidades do relevo oceânico referidas por Ross, são:

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Q4197034 Geografia

Conforme o Glossário Francês de Cartografia, um símbolo é a “representação gráfica de um objeto ou de um fato sob uma forma sugestiva, simplificada ou esquemática, sem implantação rigorosa”. De acordo com suas características específicas, os símbolos dividem-se em várias categorias:



Símbolos cartográficos


Imagem associada para resolução da questão


1. sinais convencionais;


2. sinais simbólicos; 


3. pictogramas; 

 

4. ideogramas;


5. símbolos regulares;  


6. símbolos proporcionais.


(JOLY, F. A Cartografia. 10 ed. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)



Pictogramas e ideogramas significam, respectivamente:

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Q4197033 Geografia

Um mapa dá uma imagem incompleta do terreno. Ele nunca é uma reprodução tão fiel como pode sê-lo, por exemplo, uma fotografia aérea. Mesmo o mais detalhado dos mapas é uma simplificação da realidade. Ele é uma construção seletiva e representativa que implica o uso de símbolos e de sinais apropriados. Há muito tempo sabe-se construir globos terrestres e mapas do mundo inteiro. Mas para que sejam cômodos, eles devem ter dimensões reduzidas. Então perdem, em riqueza de detalhes, o que ganham em manuseabilidade. É por isso que, para o uso corrente, preferem-se mapas que tratem apenas de uma parte restrita da superfície terrestre: planos de municípios ou de cidades, cartas topográficas de base ou derivadas, mapas de conjunto de um país ou de um continente.


(JOLY, F. A Cartografia. 10 ed. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)



As considerações presentes no texto acentuam a importância primordial, nos mapas,

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Q4197032 Pedagogia
Cabe ao professor ter parâmetros claros de aprendizagem frente a tarefas e trabalhos, sem cair no risco das tarefas avaliativas desarticuladas de propostas pedagógicas multidimensionais, como testes objetivos, que não lhe permitirão obter indicadores qualitativos necessários para o acompanhamento da evolução de saberes diversos e complexos construídos pelos alunos.

(ESTEBAN, Maria Teresa. HOFFMANN, Jussara. SILVA, Janssen Felipe. (ORGs). Práticas Avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. Capítulo 3, p. 53 a 64. Mediação. 2013. Adaptado)


A respeito do assunto, Hoffmann cita o relato de um professor, o qual diz que ao solicitar aos alunos de 6a série (hoje 7o ano) que narrassem as histórias de suas famílias, percebeu a grande dificuldade que tinham em realizar tal tarefa. Nesse contexto, para evitar as tarefas objetivas, de acordo com Hoffmann, é necessário que as tarefas avaliativas
Alternativas
Q4197031 Pedagogia
O ensino de história e geografia deve ter um cenário avaliativo diferente da prática tradicional, no sentido de que as tarefas avaliativas propostas deverão privilegiar e valorizar, principalmente, expressões singulares de noções de tempo e lugar, construídas pelos estudantes, o aprender a ser e conviver em determinado espaço de pertencimento, a formação de identidades, da própria cidadania.

(ESTEBAN, Maria Teresa. HOFFMANN, Jussara. SILVA, Janssen Felipe. (ORGs). Práticas Avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. Capítulo 3, p. 53 a 64. Mediação. 2013. Adaptado)


Considerando o texto, a melhor forma de acompanhar os(as) estudantes em processos avaliativos deve ocorrer
Alternativas
Respostas
321: A
322: D
323: C
324: E
325: B
326: A
327: D
328: B
329: C
330: E
331: A
332: E
333: D
334: B
335: C
336: C
337: E
338: D
339: A
340: B