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Para prefeitura de blumenau - sc
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"Não é tecnicamente um tumor, mas é uma condição em que o tecido do endométrio cresce nas camadas musculares do útero. Pode causar menstruação dolorosa, sangramento intenso e aumento do tamanho uterino".
O trecho apresentado diz respeito à/ao:
Conforme a lei complementar n.º 1234/2019, são unidades administrativas diretamente subordinadas à Secretaria Municipal de Administração:
I.Diretoria Geral.
II.Diretoria de Compras e Licitações, que compreende, em sua estrutura interna, a Gerência de Armazenagem e Distribuição.
III. Diretoria de Patrimônio, com suas unidades subordinadas.
IV. Diretoria dos Serviços de Atendimento ao Público, que compreende em sua estrutura interna a Gerência de Atendimento ao Público.
É correto o que se afirma em:
Variações de temperaturas podem provocar 5 milhões de mortes por ano
As ondas de calor no verão europeu de 2022, de magnitude semelhante às que se repetem agora naquelas latitudes, foram responsáveis pela morte de cerca de 61.600 pessoas entre o final de maio e o início de setembro do ano passado, a maioria idosos e mulheres. Essa foi a principal conclusão de um artigo publicado em julho de 2023 na revista científica Nature Medicine.
A população dos países mediterrâneos foi a mais atingida. Apenas na Itália e na Espanha houve, respectivamente, 18 mil e 11.300 óbitos, segundo o estudo. "O Mediterrâneo é afetado pelo processo de desertificação. As ondas de calor são amplificadas no verão somente por causa dessas condições mais secas", disse à agência de notícias Reuters o climatologista espanhol Joan Ballester, do Instituto de Saúde Global de Barcelona, autor principal do estudo.
Mas na Alemanha, país de clima temperado, o impacto do calor também foi expressivo: 8.100 habitantes sucumbiram a temperaturas que bateram na casa dos 40 graus Celsius (°C).
O número de mortes na Europa, uma das áreas mais ricas do planeta, impressiona por causa de episódios de calor intenso. Não se pode esquecer que a região tem uma população com expressiva proporção de pessoas com mais de 65 anos, mais vulneráveis às variações de temperatura e historicamente preparada e acostumada a lidar com os rigores do frio − não com o ar sufocante e incêndios florestais de verões tórridos. A quantidade de óbitos globais anuais associados a variações extremas de temperatura, tanto para cima como para baixo da zona de maior conforto térmico para o ser humano (de 22 a 26 °C), é da ordem de milhões e coloca os números de vítimas fatais no verão europeu sob outra perspectiva.

Não há consenso sobre o total de óbitos em todo o mundo associados a alterações bruscas ou expressivas de temperatura. Estudos com diferentes metodologias atribuem um número distinto de óbitos à dança dos termômetros. Artigo publicado em 2021 na revista Lancet Planet Health calculou que 5 milhões de pessoas morram anualmente devido a variações térmicas bruscas ou expressivas. O número equivale a 9,5% de todos os óbitos globais. Pouco mais de três quartos das vítimas fatais moram na Ásia ou na África. Cerca de 10% das mortes se dão em razão do calor excessivo e 90% devido ao frio.
Outro estudo epidemiológico, coordenado por um grupo do Instituto de Métrica da Saúde e Avaliação, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, calculou em quase 1,7 milhão as vítimas fatais em todo o mundo de extremos de temperatura em 2019. O trabalho saiu no periódico Lancet em agosto de 2021. O artigo estimou em aproximadamente 17.300 as mortes anuais por variações térmicas no Brasil, dois terços delas associadas ao frio e um terço ao calor.
Um terceiro levantamento ainda mais recente, publicado em maio do ano passado novamente na Lancet Planet Health, calculou que, entre 2000 e 2019, pouco mais de 1,7 milhão de pessoas perderam a vida por ano em razão de variações significativas de temperatura. O estudo foi coordenado por uma equipe australiana da Universidade Monash. Independentemente de qual trabalho esteja mais perto da realidade, um ponto central e comum é que calor ou frio em demasia mata aos milhões.
Para o médico patologista Paulo Saldiva, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP), coautor dos dois estudos publicados na Lancet Planet Health, a área de saúde pública precisa considerar a previsão climática como uma das variáveis que influenciam sua prática. "Há tempos, a agricultura se planeja em função das variações do clima, se vai chover mais ou menos, se vai estar mais quente ou frio", diz Saldiva. "Precisamos fazer isso também."
Ele cita um exemplo do que ocorre na capital paulista. Nas jornadas mais quentes, aquelas que entram na casa dos 2% dos dias mais tórridos de um ano, há um aumento de 50% no número de mortes em São Paulo. Em vez de 200 óbitos diários, ocorrem 300. As pessoas podem ter um mal-estar súbito devido às altas temperaturas, acompanhadas, às vezes, de baixa umidade e quase sempre de altas doses de poluição atmosférica.
As condições térmicas adversas interferem no metabolismo do corpo humano. Alteram as funções cardiovascular, renal e de controle da pressão arterial, além dos níveis de hormônios como o cortisol e o da tiroide. Os vasos periféricos se dilatam, podem ocorrer tonturas, o coração passa a bater mais forte. "Os idosos e as crianças são os mais expostos a essa situação", diz o patologista. Os óbitos são a perda mais extrema diante de um grande desconforto térmico. Há, ainda, impactos mais sutis, que afetam de forma menos acentuada qualidade de vida.
Retirado e adaptado de: PIVETTA, Marcos. Variações de temperaturas podem provocar 5 milhões de mortes por ano. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: voocar-55-mmihhoe-de-mmorres-poraano/ iacoes-de-temperaturas-podem-provocar-5-milhoes-de-mortes-por-ano/ Acesso em: 01 set., 2023.
I.Embora não se tenha dados exatos a respeito do número de óbitos relacionados às variações de temperatura no mundo, há consenso de que as condições térmicas influenciam a taxa de mortalidade.
I.Além de ser causa específica de mortalidade, a alteração de temperatura é uma variável que está relacionada às taxas mais gerais de mortalidade.
III.Na Europa, a população tende a sofrer muito com as alterações de temperatura − acima ou abaixo da zona de maior conforto térmico para o ser humano − pois a população do continente é expressivamente constituída por pessoas com mais de 65 anos.
IV.As condições térmicas adversas podem levar o ser humano à morte porque, restritamente, alteram as funções cardiovasculares.
V.Os dias mais quentes estão associados a aumentos significativos no número de mortes na cidade de São Paulo.
É correto o que se afirma em:
Variações de temperaturas podem provocar 5 milhões de mortes por ano
As ondas de calor no verão europeu de 2022, de magnitude semelhante às que se repetem agora naquelas latitudes, foram responsáveis pela morte de cerca de 61.600 pessoas entre o final de maio e o início de setembro do ano passado, a maioria idosos e mulheres. Essa foi a principal conclusão de um artigo publicado em julho de 2023 na revista científica Nature Medicine.
A população dos países mediterrâneos foi a mais atingida. Apenas na Itália e na Espanha houve, respectivamente, 18 mil e 11.300 óbitos, segundo o estudo. "O Mediterrâneo é afetado pelo processo de desertificação. As ondas de calor são amplificadas no verão somente por causa dessas condições mais secas", disse à agência de notícias Reuters o climatologista espanhol Joan Ballester, do Instituto de Saúde Global de Barcelona, autor principal do estudo.
Mas na Alemanha, país de clima temperado, o impacto do calor também foi expressivo: 8.100 habitantes sucumbiram a temperaturas que bateram na casa dos 40 graus Celsius (°C).
O número de mortes na Europa, uma das áreas mais ricas do planeta, impressiona por causa de episódios de calor intenso. Não se pode esquecer que a região tem uma população com expressiva proporção de pessoas com mais de 65 anos, mais vulneráveis às variações de temperatura e historicamente preparada e acostumada a lidar com os rigores do frio − não com o ar sufocante e incêndios florestais de verões tórridos. A quantidade de óbitos globais anuais associados a variações extremas de temperatura, tanto para cima como para baixo da zona de maior conforto térmico para o ser humano (de 22 a 26 °C), é da ordem de milhões e coloca os números de vítimas fatais no verão europeu sob outra perspectiva.

Não há consenso sobre o total de óbitos em todo o mundo associados a alterações bruscas ou expressivas de temperatura. Estudos com diferentes metodologias atribuem um número distinto de óbitos à dança dos termômetros. Artigo publicado em 2021 na revista Lancet Planet Health calculou que 5 milhões de pessoas morram anualmente devido a variações térmicas bruscas ou expressivas. O número equivale a 9,5% de todos os óbitos globais. Pouco mais de três quartos das vítimas fatais moram na Ásia ou na África. Cerca de 10% das mortes se dão em razão do calor excessivo e 90% devido ao frio.
Outro estudo epidemiológico, coordenado por um grupo do Instituto de Métrica da Saúde e Avaliação, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, calculou em quase 1,7 milhão as vítimas fatais em todo o mundo de extremos de temperatura em 2019. O trabalho saiu no periódico Lancet em agosto de 2021. O artigo estimou em aproximadamente 17.300 as mortes anuais por variações térmicas no Brasil, dois terços delas associadas ao frio e um terço ao calor.
Um terceiro levantamento ainda mais recente, publicado em maio do ano passado novamente na Lancet Planet Health, calculou que, entre 2000 e 2019, pouco mais de 1,7 milhão de pessoas perderam a vida por ano em razão de variações significativas de temperatura. O estudo foi coordenado por uma equipe australiana da Universidade Monash. Independentemente de qual trabalho esteja mais perto da realidade, um ponto central e comum é que calor ou frio em demasia mata aos milhões.
Para o médico patologista Paulo Saldiva, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP), coautor dos dois estudos publicados na Lancet Planet Health, a área de saúde pública precisa considerar a previsão climática como uma das variáveis que influenciam sua prática. "Há tempos, a agricultura se planeja em função das variações do clima, se vai chover mais ou menos, se vai estar mais quente ou frio", diz Saldiva. "Precisamos fazer isso também."
Ele cita um exemplo do que ocorre na capital paulista. Nas jornadas mais quentes, aquelas que entram na casa dos 2% dos dias mais tórridos de um ano, há um aumento de 50% no número de mortes em São Paulo. Em vez de 200 óbitos diários, ocorrem 300. As pessoas podem ter um mal-estar súbito devido às altas temperaturas, acompanhadas, às vezes, de baixa umidade e quase sempre de altas doses de poluição atmosférica.
As condições térmicas adversas interferem no metabolismo do corpo humano. Alteram as funções cardiovascular, renal e de controle da pressão arterial, além dos níveis de hormônios como o cortisol e o da tiroide. Os vasos periféricos se dilatam, podem ocorrer tonturas, o coração passa a bater mais forte. "Os idosos e as crianças são os mais expostos a essa situação", diz o patologista. Os óbitos são a perda mais extrema diante de um grande desconforto térmico. Há, ainda, impactos mais sutis, que afetam de forma menos acentuada qualidade de vida.
Retirado e adaptado de: PIVETTA, Marcos. Variações de temperaturas podem provocar 5 milhões de mortes por ano. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: voocar-55-mmihhoe-de-mmorres-poraano/ iacoes-de-temperaturas-podem-provocar-5-milhoes-de-mortes-por-ano/ Acesso em: 01 set., 2023.
(__)A Oceania é a única região na qual há mais mortes pelo frio do que pelo calor.
(__)No mundo, a taxa de mortalidade por frio é quatro vezes maior que a taxa de mortalidade por calor.
(__)A Ásia é a região que apresenta as maiores taxas de mortalidade por variação de temperatura.
(__)Ainda que se somem as taxas totais de mortalidade por variação de temperatura na Europa, na América e na Oceania, não se atinge a taxa apresentada na África.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
No que se refere à política de recursos humanos na área da saúde, é correto afirmar que:
(__)Há particularidades relacionadas tanto à diminuição da secreção quanto ao aumento da resistência insulínica.
(__)O aumento da resistência insulínica tem como mecanismos principais a diminuição da massa muscular e o aumento da gordura visceral, reduzindo a captação de glicose pelos tecidos periféricos.
(__)Os hormônios contrarreguladores, ou seja, aqueles liberados na vigência de uma hiperglicemia para proteção do indivíduo, também sofrem alterações com o envelhecimento.
(__)Idosos diabéticos apresentam menor liberação do glucagon em resposta a uma hipoglicemia. Quando a hipoglicemia se prolonga, também ocorre maior liberação de hormônio do crescimento (GH).
Assinale a alternativa com a sequência correta.
De acordo com as alterações que favorecem o desenvolvimento de doença arterial coronariana no idoso, analise as alterações relacionadas à idade:
I.Aumento dos níveis séricos de LDL.
II.Alterações na elasticidade da parede vascular com disfunção endotelial.
III.Desequilíbrio na síntese e degradação da matriz intracelular.
É correto o que se afirma em:
De acordo com os fenótipos associados à paralisia supranuclear progressiva, são aspectos centrais da Síndrome de Richardson:
(__)A terceira variante da afasia progressiva primária, a logopênica, é tipicamente associada à doença de Alzheimer, portanto é incluída como síndrome da DFT.
(__)É utilizada para designar uma condição clínica neurodegenerativa com alteração comportamental, de função executiva e linguagem, associada a uma degeneração focal do lobo frontal ou temporal.
(__) A alteração patológica da DFT é caracterizada por perda neuronal, gliose e alterações microvasculares nos lobos frontal, temporal posterior, córtex do cingulado anterior e da ínsula.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que apresenta a classificação de sarcopenia segundo o European Working Group on Sarcopenia in Older People 2:
Primeira coluna
1- Sarcopenia primária
2- Sarcopenia aguda
3- Sarcopenia secundária
4- Sarcopenia crônica
Segunda coluna
(__)Relacionada com inatividade física, ingestão proteica inadequada ou doenças crônicas.
(__)Duração > 6 meses, associada a condições crônicas e progressivas.
(__)Duração < 6 meses, relacionada com alguma doença ou lesão aguda.
(__)Relacionada com a idade, sem outra causa justificável.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Com base nas principais medicações para sintomas psicológicos e comportamentais da demência, é correto afirmar que é um psicoestimulante a(o):
(__)É usada para estimativa da massa muscular esquelética total ou apendicular.
(__)O equipamento da BIA mede a massa muscular diretamente.
(__)O equipamento da BIA é portátil, de fácil aplicação e amplamente disponível.
Assinale a alternativa com a sequência correta: