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( ) A criança de quatro a sete anos não consegue elucidar os conceitos que utiliza e se atém a nomear os objetos correspondentes ou a definir pela utilização sob a dupla influência do finalismo e do problema de justificação.
( ) Ao quinto estágio (percepções e rotinas), assim como no princípio das operações intelectuais abstratas, pertence uma série de sentimentos elementares ou afetos perceptivos atrelados as modalidades da celeridade oportuna: o aprazível e o desagradável, o prazer e a dor, assim como os sentimentos de sucesso e fracasso.
( ) A intuição primária é tão-somente um esquema senso-motor arranjado como ato do pensamento, herdando-lhe, espontaneamente, os predicados. Compondo uma conquista positiva, bastando prolongar esta ação interiorizada, no sentido da mobilidade reversível, para transformá-la em “operação”.
( ) Do ponto de vista das relações interindividuais, a criança, depois dos sete anos, torna-se apta para a cooperação, porque não enleia mais seu próprio ponto de vista com o dos outros, dissociando-os para coordená-los.
( ) Por volta de nove a onze anos efetuase uma mudança essencial no pensamento da criança, fronteiriço com o fim das operações edificadas durante a primeira infância e a transição do pensamento formal para o concreto, de outro modo, para o pensamento hipotético-intuitivo.
( ) O autor escolheu o termo proprium para designar ego ou self, que inclui os aspectos da personalidade que são distintos e, assim sendo, próprios da vida emocional. Antes do proprium surgir as crianças não têm autoconsciência, recebem impressões sensoriais do ambiente externo e reagem a elas automática e reflexivamente, sem o intermédio do ego entre estímulo e resposta.
( ) As primeiras três fases do desenvolvimento do proprium vão do nascer aos quatro anos, quando as crianças tomam ciência do “eu corporal”. Por exemplo, principiam a diferenciação dos próprios dedos do objeto que estão segurando.
( ) A etapa de expansão do eu abarca a consciência, cada vez maior, dos objetos e das pessoas do ambiente e a identificação dessas coisas como pertencentes à criança. As fases de extensão do eu e de autoimagem comumente advêm entre as idades de 4 a 6 anos.
( ) Na fase da autoestima e diligência, a criança é exposta a novas influências sociais. Apresenta uma capacidade cada vez maior de raciocínio dedutivo e a habilidade de seguir regras leva ao refinamento deliberado das habilidades ostentadas na construção de coisas.
( ) A fase de autonomia é expressa como solução racional, que ocorre entre as idades de 6 e 12 anos, quando as crianças apreendem que a razão e a lógica podem ser aproveitadas para resolver os problemas.
( ) É de responsabilidade comum dos três níveis de governo (federal, estadual e municipal). Em setembro de 2000, foi aprovada a Emenda Constitucional 29 (EC-29), que definiu a vinculação de receitas dos três níveis para o sistema.
( ) Os recursos federais que correspondem, a mais de 70% do total, progressivamente vêm sendo repassados a estados e municípios, por transferências diretas do Fundo Nacional de Saúde aos fundos estaduais e municipais, de acordo com mecanismo estabelecido pelo decreto 1.232, de 30 de agosto de 1994.
( ) Além das transferências do Fundo Nacional de Saúde, os fundos estaduais e municipais granjeiam aportes de seus próprios orçamentos. Determinados estados promovem repasses de recursos próprios para os fundos municipais de saúde, conforme regras determinadas no âmbito estadual.
( ) No caso específico das internações hospitalares, apesar do pagamento pelos serviços oferecidos seja descentralizado para o nível de governo responsável por sua gestão, o processamento das informações relativas a todas as internações financiadas pelo sistema público de saúde é efetivado de forma centralizada pelo Departamento de Informática do SUS (DATASUS). Já o sistema público emprega uma tabela de preços fracionada por região e base per capita, definida pelo Conselho de Saúde, para a remuneração aos prestadores de serviços.
( ) Até 1997 não havia subdivisão dos recursos transferidos para estados e municípios o que ocorreu a partir de março de 1998 com a edição da Portaria n° 2.121/GM que implantou o Piso da Atenção Básica (PAB) e apartou os recursos para o financiamento da Atenção Básica e para o financiamento da assistência de média e alta complexidade ambulatorial.
( ) No grupo há um constante jogo de adjudicação e de assunção de papéis, sendo que uma boa referência de que está ocorrendo uma apropriada evolução grupal seria quando os papéis abandonam a característica de estereotipados e determinados e adquirem uma plasticidade intercambiável.
( ) Em cada papel do grupo se concentram as expectativas, carências e crenças racionalizantes de cada um, que compõem a imago grupal idiossincrática.
( ) A medida que os papéis estiverem sendo reconhecidos, admitidos e alterados, os membros do grupo vão alcançando um discernimento de sua própria identidade, assim como uma distinção com a dos outros.
( ) Concerne, geralmente, o papel de radar ao indivíduo mais regressivo do grupo.
( ) O vestal é uma modalidade de papel que incide na ocorrência da totalidade do grupo incumbir a um certo membro a função de cometer aquilo que lhes é impedido.