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I. Amplitude de movimento articular, ativo e passivo, mensurado pela goniometria, sendo que grande parte das doenças genéticas apresenta ocorrência de redução do arco de movimento ou hipermobilidade articular, havendo necessidade de atenção nas duas condições.
II. Comprimento muscular por meio de testes específicos como: Silverskiöld para avaliar iliopsoas, abdutores e adutores de quadril, ângulo poplíteo para isquiotibiais; Ely-Duncan para diferenciar tensão muscular entre gastrocnêmio e sóleo; e, Thomas para o reto femoral.
III. Perimetria do membro, tomando-se um ponto de referência óssea e medindo abaixo dele para conferir a perimetria e eventual assimetria entre os membros, deve-se considerar o mesmo ponto de referência óssea com distância expressa em centímetros para ambos os membros avaliados.
IV. Medida de comprimento de membros inferiores, tradicionalmente medidos da espinha ilíaca anterossuperior (EIAS) até o maléolo lateral (medida aparente), e, nos casos de discrepância congênita, a medida pode ser realizada da espinha ilíaca póstero superior (EIPS) até a base do calcanhar.
V. Força muscular, quando possível de ser aplicada, tendo como referência a graduação do teste muscular manual, com valores para a força muscular entre zero (ausência de contração) e cinco (força normal preservada).
“É um defeito, unilateral ou bilateral, do pars articularis (istmo) da vértebra, é mais comum na primeira e segunda décadas de vida e ocorre com mais frequência na população atlética, afetando duas vezes mais homens do que mulheres. Esse trauma repetitivo em hiperextensão da coluna ou da combinação de movimentos de extensão e rotação gera uma carga mecânica repetitiva entre as vértebras superior e inferior, o que pode gerar uma fratura por estresse. Na maioria dos casos, é assintomática, porém o paciente pode apresentar sintomas como: dor de início insidioso (ou talvez repentino, após atividade física intensa), sintomas agravados com atividades extenuantes que envolvam extensão e/ou rotação lombar, dor lombar local associada ou não à irradiação para glúteo e região proximal da coxa.”
( ) O músculo peitoral maior têm origem no terço médio da clavícula e na face lateral da 1a à 7a cartilagem costal, borda lateral do esterno e parte superior do reto abdominal, insere-se no lábio lateral do sulco intertubercular do úmero e, sua função é de flexão, adução e rotação medial do braço.
( ) O músculo subclávio têm origem na primeira costela e insere-se na face inferior do terço médio da clavícula, Sua função é de depressão e protrusão da escápula e é um importante estabilizador da clavícula em movimentos do ombro.
( ) O músculo redondo menor têm origem nos processos espinhosos de T2 a T5 e insere-se na borda medial da escápula, sua função é de retração, elevação e adução da escápula.
( ) O músculo grande dorsal têm origem nos últimos 6 processos espinhais vertebrais torácicos, na crista ilíaca e na fáscia toracolombar, e insere-se no lábio intertubercular do úmero, sua função é de extensão, adução e rotação medial do braço.
( ) O músculo infraespinhal têm origem na fossa supraespinhal da escápula e insere-se no tubérculo maior do úmero, sua função é de rotação lateral e abdução do braço (0 a 30°).
1. Monoparesia.
2. Hemiparesia.
3. Hemiparesia dupla.
4. Diparesia.
5. Triparesia.
6. Quadriparesia.
A. Há comprometimento de um lado do corpo, mais o membro superior contralateral.
B. Há comprometimento dos dois membros inferiores mais um membro superior.
C. Apenas um membro é comprometido, muito raro.
D. Há comprometimento global, em que tanto os membros superiores como os inferiores estão alterados com a mesma gravidade, geralmente, existe atraso do desenvolvimento motor importante e, de forma geral, o potencial de independência, nestas crianças, é bastante limitado.
E. É o comprometimento de um lado do corpo, direito ou esquerdo, dependendo do lado (hemisfério) do cérebro que foi lesado.
F. O comprometimento é mais acentuado nos membros inferiores que nos superiores, ou seja, a função das mãos é mais preservada.
( ) Sibilos são considerados sons musicais produzidos pelo fluxo de ar ao longo de vias aéreas estreitadas, podem ser inspiratórios ou expiratórios, monofônicos ou polifônicos. Os sibilos expiratórios provavelmente são mais comuns e representam a obstrução das vias aéreas a partir de broncoespasmo ou secreções.
( ) Estertores, por vezes chamados crepitação, não são sons musicais, podem ser ouvidos durante expiração, são sons que podem representar o fechamento súbito de vias aéreas previamente esvaziadas. Os estertores expiratórios muitas vezes denotam a presença de líquido nas vias aéreas menores.
( ) Atritos pleurais são sons ásperos, semelhantes ao rangido de couro, que costumam indicar o atrito de tecidos inflamatórios entre si.
( ) Triturações audíveis são sons de estertores ouvidos com frequência sobre o mediastino quando há vazamento de ar para dentro dessa área.