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Criança de 3 anos, do sexo masculino, com tumor encefálico primário no ventrículo lateral e hidrocefalia não comunicante às custas de excesso de produção de liquor.
Considerando os dados clínicos apresentados, o diagnóstico para este caso é de
Em necropsia de homem de 35 anos, HIV positivo, observa-se lesão nodular bem delimitada em lobo inferior de pulmão direito e edema difuso com opacificação de leptomeninges. Exame histopatológico revela em espaços alveolares e espaço subaracnóideo infiltrado inflamatório linfomononuclear leve com numerosos organismos arredondados com cápsula espessa realçada pela coloração PAS.
O quadro apresentado é compatível com
Paciente do sexo feminino, de 52 anos, apresenta placas marrom-avermelhadas de início recente na face. A biópsia demonstra epiderme sem alterações expressivas; zona grenz acima de infiltrado inflamatório difuso em derme, composto de linfócitos, histiócitos, ocasionais neutrófilos e numerosos eosinófilos; alguns depósitos de hemossiderina.
A descrição histológica, no contexto clínico apresentado, é compatível com
Paciente do sexo masculino, de 62 anos. Tomografia computadorizada de abdome evidenciou lesão expansiva bem delimitada em flanco direito, com captação heterogênea pelo meio de contraste e áreas centrais de necrose, na goteira parietocólica direita. Em laparotomia exploradora, observada lesão retroperitoneal com plano de clivagem bem definido com fígado, rim direito e veia cava. Estudo anatomopatológico mostrou, à macroscopia, massa bem delimitada, parda, pesando 635 g, medindo 11,5x10x9,5 cm e superfície lisa nodular. À microscopia, tumor fibroblástico com celularidade variável caracterizado por células fusiformes a ovoides com citoplasma eosinofílico indistinto permeado por numerosos pequenos vasos ectásicos ramificados de paredes finas com aspecto em “chifre de veado” (padrão hemangiopericitomatoso). Sem pleomorfismo nuclear significativo. Índice mitótico baixo e ausência de necrose.
Diante deste quadro, o perfil imuno-histoquímico provável da neoplasia é:
Paciente do sexo feminino, de 67 anos, com história prévia de câncer, apresenta-se com hemiparesia direita. A RNM evidencia lesão em lobo frontal esquerdo. A biópsia revela carcinoma imunorreativo para CK7, CK20 e GATA3.
O perfil imuno-histoquímico é consistente com o seguinte sítio primário:
Óbito fetal detectado com 34 semanas, apresentação pélvica. Natimorto apresentando as seguintes características: feições achatadas, defeitos posicionais de mãos e pés e hipoplasia pulmonar. Avaliação da placenta revela segmento de aproximadamente 10 cm do cordão umbilical achatado próximo à inserção no disco.
Os dados clínicos associados à descrição macroscópica são indicativos de
Massa pancreática encontrada em necropsia de uma mulher de 75 anos, cuja causa básica do óbito foi infarto agudo do miocárdio. Aos cortes, tumor demonstra aspecto esponjoso com múltiplos pequenos cistos preenchidos com fluido límpido, além de cicatriz central com área endurecida, calcificada. Aos cortes histológicos, múltiplos pequenos cistos revestidos por células cuboidais com citoplasmas claros, alguns cistos demonstram raras micropapilas que se projetam no lúmen.
O presente quadro é compatível com
O diagnóstico das deformidades dentofaciais envolve o conhecimento de sinais característicos de cada tipo de deformidade. Em um grande número de pacientes com oclusão de Classe III de Angle, o excesso de mandíbula é erroneamente apontado pela maioria dos pacientes e algumas vezes pelos cirurgiões-dentistas, quando o problema é, na realidade, uma deficiência maxilar. O recuo de mandíbula, nesses casos, pode criar problemas na estética facial, especialmente em pacientes do gênero masculino, e na capacidade respiratória durante o sono.
Qual a explicação para a intercorrência relatada no texto?
Desde que se tem registros a respeito do tratamento de pacientes com deformidades dentofaciais, a atenção ao problema de má oclusão é mais intensa que a atenção à deformidade do esqueleto facial. Diversas técnicas cirúrgicas, equipamentos e materiais têm sido desenvolvidos para facilitar o planejamento e o procedimento de reposicionamento do esqueleto facial na posição desejada.
No plano de tratamento das deformidades dentofaciais,
As infecções odontogênicas que envolvem os seios maxilares se originam das doenças periapicais agudas e das doenças periodontais. Infecção e sinusite também resultam de trauma ou de cirurgias na maxila posterior, incluindo remoção de dentes, alveolectomia, redução de tuberosidade, enxerto para elevação do seio maxilar e colocação de implante, ou outros procedimentos que possam criar uma área de comunicação entre a cavidade oral e o seio maxilar.
Nas patologias associadas ao seio maxilar e cavidade bucal,
A maioria das infecções da região maxilofacial se resolve sem o uso de antibióticos, pois as defesas do hospedeiro são potentes na cabeça e no pescoço devido à abundante vascularização da região. Quando o organismo não pode combater totalmente uma infecção facial, a intervenção cirúrgica proporciona a necessidade de ajuda ou pela remoção do foco de infecção, ou facilitando a drenagem dos produtos acumulados da inflamação, ou ambas. Assim, os antibióticos cumprem uma função coadjuvante no tratamento da maioria das infecções. Entretanto, eles também ajudam a prevenir infecções depois que a contaminação ocorre ou ajudam a interromper o desenvolvimento da infecção se administrados precocemente. Os antibióticos não devem ser usados como substitutos do tratamento cirúrgico, suporte nutricional ou outros tratamentos básicos.
Nesse contexto, nos tratamentos de infecções odontogênicas,
Quando uma infecção resultante da necrose pulpar se estende para além do ápice do dente, o curso patofisiológico do processo infeccioso pode variar, dependendo do número e da virulência dos organismos envolvidos, da resistência do hospedeiro, e da anatomia da área envolvida.
Nesse contexto, quando