Questões de Concurso Comentadas

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Q4323866 Redes de Computadores
Durante uma capacitação sobre navegação na Internet, foram discutidos os limites técnicos dos mecanismos utilizados pelos navegadores. Um participante associou a presença de HTTPS à legitimidade do conteúdo acessado, enquanto outro afirmou que o modo de navegação privada impediria o provedor de Internet de identificar os serviços consultados. O instrutor esclareceu que DNS, certificados digitais, criptografia de transporte, cache e cookies possuem funções diferentes e não devem ser tratados como mecanismos equivalentes. À luz dessas distinções, analise as afirmativas a seguir.

I. O HTTPS permite autenticar, por meio do certificado apresentado, a identidade associada ao domínio e proteger os dados em trânsito, mas não comprova a confiabilidade de todas as informações publicadas no site.
II. O modo de navegação privada reduz a persistência local de histórico, cookies e dados de sessão após o encerramento, mas não torna a conexão invisível à rede corporativa ou ao provedor de acesso.
III. A resolução DNS converte nomes de domínio em informações necessárias ao endereçamento, enquanto o protocolo HTTP disciplina a comunicação de conteúdo entre cliente e servidor.
IV. A limpeza do cache do navegador revoga os certificados digitais emitidos para os sites visitados e impede que as respectivas autoridades certificadoras os validem posteriormente.

Está correto apenas o que se afirma em:
Alternativas
Q4323865 Sistemas Operacionais
Em uma estação Windows, duas pastas localizadas no mesmo volume NTFS possuem permissões distintas. A pasta Origem concede acesso a determinado grupo, enquanto a pasta Destino utiliza permissões herdadas de outro diretório. Um usuário, com autorizações suficientes para realizar as operações, utiliza o Explorador de Arquivos para mover um documento da primeira pasta para a segunda. Posteriormente, copia outro documento entre essas mesmas pastas e também move um terceiro arquivo para um volume NTFS diferente. Desconsiderando permissões definidas diretamente após as operações e considerando o comportamento ordinário do Windows, é correto afirmar: 
Alternativas
Q4323864 Arquitetura de Computadores
Uma organização pretende substituir os discos rígidos de suas estações por unidades de estado sólido NVMe, mantendo os demais componentes dos computadores. Durante o planejamento, um técnico afirmou que a simples instalação dessas unidades garantiria a inicialização pelo novo dispositivo e elevaria, na mesma proporção, o desempenho de qualquer atividade executada. O responsável pela infraestrutura ponderou que o resultado depende da interface disponível, do firmware, da configuração lógica do disco e da natureza da carga de trabalho. Considerando a arquitetura dos computadores atuais, os padrões de armazenamento e o processo de inicialização, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4323863 Pedagogia
Uma secretaria municipal de educação iniciou o processo de reelaboração do documento curricular da rede após a homologação da Base Nacional Comum Curricular. Durante os estudos, instalou-se divergência entre os técnicos: um grupo sustentava que a BNCC teria a mesma natureza dos Parâmetros Curriculares Nacionais, podendo ser adotada a critério da rede; outro grupo afirmava que a Base substituiria integralmente os currículos locais, esvaziando a autonomia dos sistemas de ensino. Considerando a natureza normativa da BNCC, seu conceito estruturante de competência e sua relação com os currículos, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4323862 Pedagogia
A relação entre desenvolvimento e aprendizagem constitui um dos problemas centrais da psicologia da educação, com repercussões diretas sobre o planejamento do ensino e a formação de conceitos. Enquanto algumas abordagens subordinam a aprendizagem à maturação prévia das estruturas cognitivas, outras atribuem ao ensino papel constitutivo no curso do desenvolvimento, e outras, ainda, explicam a aquisição de repertórios acadêmicos por mecanismos de condicionamento. Considerando as diferentes abordagens teóricas sobre desenvolvimento, aprendizagem e a relação entre pensamento e linguagem, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4323861 Pedagogia
Em uma rede municipal de ensino, avaliação diagnóstica revelou forte correlação entre o desempenho escolar dos estudantes e a escolaridade das famílias, o acesso a bens culturais e a origem socioeconômica. Parte da equipe gestora, contudo, atribuiu os resultados a diferenças naturais de talento e esforço individual, defendendo que a escola trata a todos com os mesmos critérios e que, por isso, os resultados desiguais refletiriam méritos desiguais. À luz das bases sociológicas da educação e das teorias que examinam a relação entre escolarização, controle e transformação social, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4323860 Pedagogia
O pensamento pedagógico moderno constituiu-se como campo de disputas entre projetos formativos distintos: da confiança iluminista na razão e na natureza infantil à cientificização positivista da educação; da crítica socialista à divisão social do trabalho à renovação escolanovista centrada na atividade do educando; das experiências antiautoritárias à denúncia, pelas teorias críticas, dos vínculos entre escola e dominação. Considerando as matrizes filosóficas desses movimentos e seus principais formuladores, é correto afirmar:
Alternativas
Q4323859 Pedagogia
A classificação das tendências pedagógicas proposta por José Carlos Libâneo tornou-se referência para a análise da prática escolar brasileira, ao distinguir tendências de cunho liberal — que, sob distintas roupagens, cumprem a função de preparar os indivíduos para papéis sociais previamente definidos — e tendências de cunho progressista, que partem da análise crítica das realidades sociais e sustentam as finalidades sociopolíticas da educação. Considerando os pressupostos de aprendizagem, o papel do professor e a natureza dos conteúdos em cada uma dessas tendências, julgue as afirmativas a seguir.

I. Na tendência liberal tecnicista, a aprendizagem é concebida com base no desempenho observável e na modelagem do comportamento, cabendo ao professor administrar as condições de transmissão da matéria conforme um sistema instrucional eficiente, de modo que a subjetividade dos sujeitos é secundarizada em favor da objetividade do processo.
II. Na tendência progressista libertadora, os conteúdos de ensino são designados temas geradores, extraídos da problematização da experiência vivida dos educandos, estabelecendo-se relação horizontal entre educador e educando, concebidos como sujeitos do ato de conhecimento mediatizados pelo mundo.
III. Na tendência liberal renovada não diretiva, o processo de ensino prioriza a transmissão sistemática dos conteúdos culturais acumulados pela humanidade, atribuindo ao professor a função central de dirigir a aprendizagem, corrigir os percursos cognitivos e aferir a retenção da matéria pelos estudantes.
IV. Na tendência progressista crítico-social dos conteúdos, defende-se a difusão de conteúdos vivos e concretos, indissociáveis das realidades sociais, cabendo ao professor exercer mediação entre o saber sistematizado e as condições cognitivas e socioculturais dos alunos, com vistas à sua inserção crítica na sociedade.

Estão corretas as afirmativas: 
Alternativas
Q4323856 Português
Os influenciadores digitais que não existem


       A espanhola Aitana Lopez vive em Barcelona e ganha a vida como influenciadora digital fitness, compartilhando sua rotina de treinos e passeios nas redes sociais para mais de 400 mil seguidores. Tem cerca de 26 anos, é do signo de escorpião, mantém as madeixas pintadas de rosa e tem um corpo exatamente de acordo com os padrões estéticos socialmente impostos. Mas Aitana não existe: ela foi criada por meio de ferramentas hiper-realistas de inteligência artificial generativa.

      Em seu perfil no Instagram, a bio diz: "criadora de conteúdo de IA; fitness e estilo de vida virtuais". Há o nome da empresa que a representa —na verdade, a agência que a criou— e a indicação de que é uma embaixadora da OpenArt, uma plataforma de IA. Para grande parte do público, isso pode não ser suficiente para entender que a moça nas fotos na academia e no litoral europeu é simplesmente uma ficção.

     Influencers criados por IA não são exatamente uma novidade, mas vêm tomando as mídias sociais com mais força nos últimos dois anos. Se há uma década víamos figuras como a robô Miquela, considerada uma das primeiras do tipo, exibirem-se para os seus mais de 2 milhões de seguidores nas mídias sociais, hoje o cenário está muito mais complexo.

    Isso porque, além da nossa experiência virtual ter se plataformizado significativamente, o que fomentou a criação de um mercado de influência digital, o avanço expressivo da IA tem alterado a nossa noção de realidade. E, nessa conjuntura, não podemos esquecer da avalanche de desinformação a que somos submetidos diariamente.

      Essa equação pode ser extremamente perigosa se olharmos para os nichos desses influenciadores irreais. Um levantamento recente da organização sem fins lucrativos CTRL+Z encontrou, no YouTube, 29 canais em língua portuguesa de médicos criados por IA. Os dados mostram que os vídeos publicados nesses perfis ultrapassavam 70 milhões de visualizações. Após uma reportagem da BBC Brasil denunciar o problema, alguns perfis foram excluídos pela plataforma por ferir as suas diretrizes.

      Ao ameaçar a integridade das informações que produzimos e consumimos, os influenciadores fotorrealistas escancaram a complexidade do ecossistema digital atual. O combate aos riscos que muitos deles oferecem requer vigilância rigorosa de governos e empresas de tecnologia, aliada a iniciativas urgentes de educação digital e midiática que ultrapassem os muros das escolas. Ainda que algumas dessas figuras pareçam inofensivas, é fundamental compreendermos o que (e quem) está por trás das telas.

      No fim das contas, o perigo não é apenas a existência desses avatares sintéticos, mas a opacidade em torno deles. Sem sinalização clara de IA e sem letramento digital, o público pode ficar cada vez mais vulnerável. Se muitos influencers de carne e osso já divulgam discursos e serviços extremamente questionáveis e até antiéticos, não seria diferente com aqueles que não existem materialmente. Por isso, exigir transparência e educar a população já deixaram, há tempos, de ser uma opção para a saúde dos ambientes informacionais e para a sustentabilidade da democracia.


Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/08/os-influenciadores-digitais-que-naoexistem.shtml , acesso em 01 de setembro de 2026 (adaptado).

No trecho “Por isso, exigir transparência e educar a população já deixaram, há tempos, de ser uma opção para a saúde dos ambientes informacionais e para a sustentabilidade da democracia.”, o recurso expressivo empregado contribui para a construção do argumento. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4323855 Português
Os influenciadores digitais que não existem


       A espanhola Aitana Lopez vive em Barcelona e ganha a vida como influenciadora digital fitness, compartilhando sua rotina de treinos e passeios nas redes sociais para mais de 400 mil seguidores. Tem cerca de 26 anos, é do signo de escorpião, mantém as madeixas pintadas de rosa e tem um corpo exatamente de acordo com os padrões estéticos socialmente impostos. Mas Aitana não existe: ela foi criada por meio de ferramentas hiper-realistas de inteligência artificial generativa.

      Em seu perfil no Instagram, a bio diz: "criadora de conteúdo de IA; fitness e estilo de vida virtuais". Há o nome da empresa que a representa —na verdade, a agência que a criou— e a indicação de que é uma embaixadora da OpenArt, uma plataforma de IA. Para grande parte do público, isso pode não ser suficiente para entender que a moça nas fotos na academia e no litoral europeu é simplesmente uma ficção.

     Influencers criados por IA não são exatamente uma novidade, mas vêm tomando as mídias sociais com mais força nos últimos dois anos. Se há uma década víamos figuras como a robô Miquela, considerada uma das primeiras do tipo, exibirem-se para os seus mais de 2 milhões de seguidores nas mídias sociais, hoje o cenário está muito mais complexo.

    Isso porque, além da nossa experiência virtual ter se plataformizado significativamente, o que fomentou a criação de um mercado de influência digital, o avanço expressivo da IA tem alterado a nossa noção de realidade. E, nessa conjuntura, não podemos esquecer da avalanche de desinformação a que somos submetidos diariamente.

      Essa equação pode ser extremamente perigosa se olharmos para os nichos desses influenciadores irreais. Um levantamento recente da organização sem fins lucrativos CTRL+Z encontrou, no YouTube, 29 canais em língua portuguesa de médicos criados por IA. Os dados mostram que os vídeos publicados nesses perfis ultrapassavam 70 milhões de visualizações. Após uma reportagem da BBC Brasil denunciar o problema, alguns perfis foram excluídos pela plataforma por ferir as suas diretrizes.

      Ao ameaçar a integridade das informações que produzimos e consumimos, os influenciadores fotorrealistas escancaram a complexidade do ecossistema digital atual. O combate aos riscos que muitos deles oferecem requer vigilância rigorosa de governos e empresas de tecnologia, aliada a iniciativas urgentes de educação digital e midiática que ultrapassem os muros das escolas. Ainda que algumas dessas figuras pareçam inofensivas, é fundamental compreendermos o que (e quem) está por trás das telas.

      No fim das contas, o perigo não é apenas a existência desses avatares sintéticos, mas a opacidade em torno deles. Sem sinalização clara de IA e sem letramento digital, o público pode ficar cada vez mais vulnerável. Se muitos influencers de carne e osso já divulgam discursos e serviços extremamente questionáveis e até antiéticos, não seria diferente com aqueles que não existem materialmente. Por isso, exigir transparência e educar a população já deixaram, há tempos, de ser uma opção para a saúde dos ambientes informacionais e para a sustentabilidade da democracia.


Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/08/os-influenciadores-digitais-que-naoexistem.shtml , acesso em 01 de setembro de 2026 (adaptado).

Considerando os recursos referentes à morfologia da língua portuguesa empregados no texto, assinale a alternativa em que a análise do processo de formação da palavra está correta: 
Alternativas
Q4323854 Português
Os influenciadores digitais que não existem


       A espanhola Aitana Lopez vive em Barcelona e ganha a vida como influenciadora digital fitness, compartilhando sua rotina de treinos e passeios nas redes sociais para mais de 400 mil seguidores. Tem cerca de 26 anos, é do signo de escorpião, mantém as madeixas pintadas de rosa e tem um corpo exatamente de acordo com os padrões estéticos socialmente impostos. Mas Aitana não existe: ela foi criada por meio de ferramentas hiper-realistas de inteligência artificial generativa.

      Em seu perfil no Instagram, a bio diz: "criadora de conteúdo de IA; fitness e estilo de vida virtuais". Há o nome da empresa que a representa —na verdade, a agência que a criou— e a indicação de que é uma embaixadora da OpenArt, uma plataforma de IA. Para grande parte do público, isso pode não ser suficiente para entender que a moça nas fotos na academia e no litoral europeu é simplesmente uma ficção.

     Influencers criados por IA não são exatamente uma novidade, mas vêm tomando as mídias sociais com mais força nos últimos dois anos. Se há uma década víamos figuras como a robô Miquela, considerada uma das primeiras do tipo, exibirem-se para os seus mais de 2 milhões de seguidores nas mídias sociais, hoje o cenário está muito mais complexo.

    Isso porque, além da nossa experiência virtual ter se plataformizado significativamente, o que fomentou a criação de um mercado de influência digital, o avanço expressivo da IA tem alterado a nossa noção de realidade. E, nessa conjuntura, não podemos esquecer da avalanche de desinformação a que somos submetidos diariamente.

      Essa equação pode ser extremamente perigosa se olharmos para os nichos desses influenciadores irreais. Um levantamento recente da organização sem fins lucrativos CTRL+Z encontrou, no YouTube, 29 canais em língua portuguesa de médicos criados por IA. Os dados mostram que os vídeos publicados nesses perfis ultrapassavam 70 milhões de visualizações. Após uma reportagem da BBC Brasil denunciar o problema, alguns perfis foram excluídos pela plataforma por ferir as suas diretrizes.

      Ao ameaçar a integridade das informações que produzimos e consumimos, os influenciadores fotorrealistas escancaram a complexidade do ecossistema digital atual. O combate aos riscos que muitos deles oferecem requer vigilância rigorosa de governos e empresas de tecnologia, aliada a iniciativas urgentes de educação digital e midiática que ultrapassem os muros das escolas. Ainda que algumas dessas figuras pareçam inofensivas, é fundamental compreendermos o que (e quem) está por trás das telas.

      No fim das contas, o perigo não é apenas a existência desses avatares sintéticos, mas a opacidade em torno deles. Sem sinalização clara de IA e sem letramento digital, o público pode ficar cada vez mais vulnerável. Se muitos influencers de carne e osso já divulgam discursos e serviços extremamente questionáveis e até antiéticos, não seria diferente com aqueles que não existem materialmente. Por isso, exigir transparência e educar a população já deixaram, há tempos, de ser uma opção para a saúde dos ambientes informacionais e para a sustentabilidade da democracia.


Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/08/os-influenciadores-digitais-que-naoexistem.shtml , acesso em 01 de setembro de 2026 (adaptado).

No texto, afirma-se que “o avanço expressivo da IA tem alterado a nossa noção de realidade” e, posteriormente, que “o perigo não é apenas a existência desses avatares sintéticos, mas a opacidade em torno deles.” Considerando o emprego discursivo de “realidade” e “opacidade”, quanto à relação semântica construída, está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4323853 Português
Os influenciadores digitais que não existem


       A espanhola Aitana Lopez vive em Barcelona e ganha a vida como influenciadora digital fitness, compartilhando sua rotina de treinos e passeios nas redes sociais para mais de 400 mil seguidores. Tem cerca de 26 anos, é do signo de escorpião, mantém as madeixas pintadas de rosa e tem um corpo exatamente de acordo com os padrões estéticos socialmente impostos. Mas Aitana não existe: ela foi criada por meio de ferramentas hiper-realistas de inteligência artificial generativa.

      Em seu perfil no Instagram, a bio diz: "criadora de conteúdo de IA; fitness e estilo de vida virtuais". Há o nome da empresa que a representa —na verdade, a agência que a criou— e a indicação de que é uma embaixadora da OpenArt, uma plataforma de IA. Para grande parte do público, isso pode não ser suficiente para entender que a moça nas fotos na academia e no litoral europeu é simplesmente uma ficção.

     Influencers criados por IA não são exatamente uma novidade, mas vêm tomando as mídias sociais com mais força nos últimos dois anos. Se há uma década víamos figuras como a robô Miquela, considerada uma das primeiras do tipo, exibirem-se para os seus mais de 2 milhões de seguidores nas mídias sociais, hoje o cenário está muito mais complexo.

    Isso porque, além da nossa experiência virtual ter se plataformizado significativamente, o que fomentou a criação de um mercado de influência digital, o avanço expressivo da IA tem alterado a nossa noção de realidade. E, nessa conjuntura, não podemos esquecer da avalanche de desinformação a que somos submetidos diariamente.

      Essa equação pode ser extremamente perigosa se olharmos para os nichos desses influenciadores irreais. Um levantamento recente da organização sem fins lucrativos CTRL+Z encontrou, no YouTube, 29 canais em língua portuguesa de médicos criados por IA. Os dados mostram que os vídeos publicados nesses perfis ultrapassavam 70 milhões de visualizações. Após uma reportagem da BBC Brasil denunciar o problema, alguns perfis foram excluídos pela plataforma por ferir as suas diretrizes.

      Ao ameaçar a integridade das informações que produzimos e consumimos, os influenciadores fotorrealistas escancaram a complexidade do ecossistema digital atual. O combate aos riscos que muitos deles oferecem requer vigilância rigorosa de governos e empresas de tecnologia, aliada a iniciativas urgentes de educação digital e midiática que ultrapassem os muros das escolas. Ainda que algumas dessas figuras pareçam inofensivas, é fundamental compreendermos o que (e quem) está por trás das telas.

      No fim das contas, o perigo não é apenas a existência desses avatares sintéticos, mas a opacidade em torno deles. Sem sinalização clara de IA e sem letramento digital, o público pode ficar cada vez mais vulnerável. Se muitos influencers de carne e osso já divulgam discursos e serviços extremamente questionáveis e até antiéticos, não seria diferente com aqueles que não existem materialmente. Por isso, exigir transparência e educar a população já deixaram, há tempos, de ser uma opção para a saúde dos ambientes informacionais e para a sustentabilidade da democracia.


Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/08/os-influenciadores-digitais-que-naoexistem.shtml , acesso em 01 de setembro de 2026 (adaptado).

No texto, encontra-se a construção “exibirem-se para os seus mais de 2 milhões de seguidores”. Considerando a norma-padrão e os fatores sintáticos que condicionam a colocação pronominal, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4323852 Português
Os influenciadores digitais que não existem


       A espanhola Aitana Lopez vive em Barcelona e ganha a vida como influenciadora digital fitness, compartilhando sua rotina de treinos e passeios nas redes sociais para mais de 400 mil seguidores. Tem cerca de 26 anos, é do signo de escorpião, mantém as madeixas pintadas de rosa e tem um corpo exatamente de acordo com os padrões estéticos socialmente impostos. Mas Aitana não existe: ela foi criada por meio de ferramentas hiper-realistas de inteligência artificial generativa.

      Em seu perfil no Instagram, a bio diz: "criadora de conteúdo de IA; fitness e estilo de vida virtuais". Há o nome da empresa que a representa —na verdade, a agência que a criou— e a indicação de que é uma embaixadora da OpenArt, uma plataforma de IA. Para grande parte do público, isso pode não ser suficiente para entender que a moça nas fotos na academia e no litoral europeu é simplesmente uma ficção.

     Influencers criados por IA não são exatamente uma novidade, mas vêm tomando as mídias sociais com mais força nos últimos dois anos. Se há uma década víamos figuras como a robô Miquela, considerada uma das primeiras do tipo, exibirem-se para os seus mais de 2 milhões de seguidores nas mídias sociais, hoje o cenário está muito mais complexo.

    Isso porque, além da nossa experiência virtual ter se plataformizado significativamente, o que fomentou a criação de um mercado de influência digital, o avanço expressivo da IA tem alterado a nossa noção de realidade. E, nessa conjuntura, não podemos esquecer da avalanche de desinformação a que somos submetidos diariamente.

      Essa equação pode ser extremamente perigosa se olharmos para os nichos desses influenciadores irreais. Um levantamento recente da organização sem fins lucrativos CTRL+Z encontrou, no YouTube, 29 canais em língua portuguesa de médicos criados por IA. Os dados mostram que os vídeos publicados nesses perfis ultrapassavam 70 milhões de visualizações. Após uma reportagem da BBC Brasil denunciar o problema, alguns perfis foram excluídos pela plataforma por ferir as suas diretrizes.

      Ao ameaçar a integridade das informações que produzimos e consumimos, os influenciadores fotorrealistas escancaram a complexidade do ecossistema digital atual. O combate aos riscos que muitos deles oferecem requer vigilância rigorosa de governos e empresas de tecnologia, aliada a iniciativas urgentes de educação digital e midiática que ultrapassem os muros das escolas. Ainda que algumas dessas figuras pareçam inofensivas, é fundamental compreendermos o que (e quem) está por trás das telas.

      No fim das contas, o perigo não é apenas a existência desses avatares sintéticos, mas a opacidade em torno deles. Sem sinalização clara de IA e sem letramento digital, o público pode ficar cada vez mais vulnerável. Se muitos influencers de carne e osso já divulgam discursos e serviços extremamente questionáveis e até antiéticos, não seria diferente com aqueles que não existem materialmente. Por isso, exigir transparência e educar a população já deixaram, há tempos, de ser uma opção para a saúde dos ambientes informacionais e para a sustentabilidade da democracia.


Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/08/os-influenciadores-digitais-que-naoexistem.shtml , acesso em 01 de setembro de 2026 (adaptado).

No período “Se muitos influencers de carne e osso já divulgam discursos e serviços extremamente questionáveis e até antiéticos, não seria diferente com aqueles que não existem materialmente.”, a relação estabelecida entre as orações é fundamental para a argumentação desenvolvida. Assinale a alternativa que identifica corretamente a estrutura sintática e o valor semântico da primeira oração:
Alternativas
Q4323851 Português
Os influenciadores digitais que não existem


       A espanhola Aitana Lopez vive em Barcelona e ganha a vida como influenciadora digital fitness, compartilhando sua rotina de treinos e passeios nas redes sociais para mais de 400 mil seguidores. Tem cerca de 26 anos, é do signo de escorpião, mantém as madeixas pintadas de rosa e tem um corpo exatamente de acordo com os padrões estéticos socialmente impostos. Mas Aitana não existe: ela foi criada por meio de ferramentas hiper-realistas de inteligência artificial generativa.

      Em seu perfil no Instagram, a bio diz: "criadora de conteúdo de IA; fitness e estilo de vida virtuais". Há o nome da empresa que a representa —na verdade, a agência que a criou— e a indicação de que é uma embaixadora da OpenArt, uma plataforma de IA. Para grande parte do público, isso pode não ser suficiente para entender que a moça nas fotos na academia e no litoral europeu é simplesmente uma ficção.

     Influencers criados por IA não são exatamente uma novidade, mas vêm tomando as mídias sociais com mais força nos últimos dois anos. Se há uma década víamos figuras como a robô Miquela, considerada uma das primeiras do tipo, exibirem-se para os seus mais de 2 milhões de seguidores nas mídias sociais, hoje o cenário está muito mais complexo.

    Isso porque, além da nossa experiência virtual ter se plataformizado significativamente, o que fomentou a criação de um mercado de influência digital, o avanço expressivo da IA tem alterado a nossa noção de realidade. E, nessa conjuntura, não podemos esquecer da avalanche de desinformação a que somos submetidos diariamente.

      Essa equação pode ser extremamente perigosa se olharmos para os nichos desses influenciadores irreais. Um levantamento recente da organização sem fins lucrativos CTRL+Z encontrou, no YouTube, 29 canais em língua portuguesa de médicos criados por IA. Os dados mostram que os vídeos publicados nesses perfis ultrapassavam 70 milhões de visualizações. Após uma reportagem da BBC Brasil denunciar o problema, alguns perfis foram excluídos pela plataforma por ferir as suas diretrizes.

      Ao ameaçar a integridade das informações que produzimos e consumimos, os influenciadores fotorrealistas escancaram a complexidade do ecossistema digital atual. O combate aos riscos que muitos deles oferecem requer vigilância rigorosa de governos e empresas de tecnologia, aliada a iniciativas urgentes de educação digital e midiática que ultrapassem os muros das escolas. Ainda que algumas dessas figuras pareçam inofensivas, é fundamental compreendermos o que (e quem) está por trás das telas.

      No fim das contas, o perigo não é apenas a existência desses avatares sintéticos, mas a opacidade em torno deles. Sem sinalização clara de IA e sem letramento digital, o público pode ficar cada vez mais vulnerável. Se muitos influencers de carne e osso já divulgam discursos e serviços extremamente questionáveis e até antiéticos, não seria diferente com aqueles que não existem materialmente. Por isso, exigir transparência e educar a população já deixaram, há tempos, de ser uma opção para a saúde dos ambientes informacionais e para a sustentabilidade da democracia.


Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/08/os-influenciadores-digitais-que-naoexistem.shtml , acesso em 01 de setembro de 2026 (adaptado).

Considerando o emprego dos recursos linguísticos no texto sobre influenciadores digitais produzidos por inteligência artificial, analise as afirmativas a seguir.

I. No título “Os influenciadores digitais que não existem”, o pronome relativo “que” introduz uma oração subordinada adjetiva restritiva, delimitando o referente de “influenciadores digitais”.
II. Em “o avanço expressivo da IA tem alterado a nossa noção de realidade”, o termo “da IA” exerce função de complemento nominal e estabelece relação sintática com “avanço”.
III. Em “a que somos submetidos diariamente”, o emprego do vocábulo “a” antes do pronome relativo está relacionado à regência do verbo “submeter”, e o uso da crase, nesse contexto de escrita, é facultativo.
IV. Em “Isso porque, além da nossa experiência virtual ter se plataformizado significativamente”, a locução verbal “ter se plataformizado” apresenta o verbo principal flexionado na forma nominal de particípio para manter concordância nominal com “isso”.
V. No segmento “não seria diferente com aqueles que não existem materialmente”, a oração introduzida por “que” exerce função de adjunto adnominal do termo “aqueles”.

Estão correto apenas os itens: 
Alternativas
Q4323850 Português
Os influenciadores digitais que não existem


       A espanhola Aitana Lopez vive em Barcelona e ganha a vida como influenciadora digital fitness, compartilhando sua rotina de treinos e passeios nas redes sociais para mais de 400 mil seguidores. Tem cerca de 26 anos, é do signo de escorpião, mantém as madeixas pintadas de rosa e tem um corpo exatamente de acordo com os padrões estéticos socialmente impostos. Mas Aitana não existe: ela foi criada por meio de ferramentas hiper-realistas de inteligência artificial generativa.

      Em seu perfil no Instagram, a bio diz: "criadora de conteúdo de IA; fitness e estilo de vida virtuais". Há o nome da empresa que a representa —na verdade, a agência que a criou— e a indicação de que é uma embaixadora da OpenArt, uma plataforma de IA. Para grande parte do público, isso pode não ser suficiente para entender que a moça nas fotos na academia e no litoral europeu é simplesmente uma ficção.

     Influencers criados por IA não são exatamente uma novidade, mas vêm tomando as mídias sociais com mais força nos últimos dois anos. Se há uma década víamos figuras como a robô Miquela, considerada uma das primeiras do tipo, exibirem-se para os seus mais de 2 milhões de seguidores nas mídias sociais, hoje o cenário está muito mais complexo.

    Isso porque, além da nossa experiência virtual ter se plataformizado significativamente, o que fomentou a criação de um mercado de influência digital, o avanço expressivo da IA tem alterado a nossa noção de realidade. E, nessa conjuntura, não podemos esquecer da avalanche de desinformação a que somos submetidos diariamente.

      Essa equação pode ser extremamente perigosa se olharmos para os nichos desses influenciadores irreais. Um levantamento recente da organização sem fins lucrativos CTRL+Z encontrou, no YouTube, 29 canais em língua portuguesa de médicos criados por IA. Os dados mostram que os vídeos publicados nesses perfis ultrapassavam 70 milhões de visualizações. Após uma reportagem da BBC Brasil denunciar o problema, alguns perfis foram excluídos pela plataforma por ferir as suas diretrizes.

      Ao ameaçar a integridade das informações que produzimos e consumimos, os influenciadores fotorrealistas escancaram a complexidade do ecossistema digital atual. O combate aos riscos que muitos deles oferecem requer vigilância rigorosa de governos e empresas de tecnologia, aliada a iniciativas urgentes de educação digital e midiática que ultrapassem os muros das escolas. Ainda que algumas dessas figuras pareçam inofensivas, é fundamental compreendermos o que (e quem) está por trás das telas.

      No fim das contas, o perigo não é apenas a existência desses avatares sintéticos, mas a opacidade em torno deles. Sem sinalização clara de IA e sem letramento digital, o público pode ficar cada vez mais vulnerável. Se muitos influencers de carne e osso já divulgam discursos e serviços extremamente questionáveis e até antiéticos, não seria diferente com aqueles que não existem materialmente. Por isso, exigir transparência e educar a população já deixaram, há tempos, de ser uma opção para a saúde dos ambientes informacionais e para a sustentabilidade da democracia.


Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/08/os-influenciadores-digitais-que-naoexistem.shtml , acesso em 01 de setembro de 2026 (adaptado).

Analise o excerto: “Isso porque, além da nossa experiência virtual ter se plataformizado significativamente, o que fomentou a criação de um mercado de influência digital, o avanço expressivo da IA tem alterado a nossa noção de realidade.”, os elementos de coesão contribuem para a articulação e para a progressão das ideias apresentadas no texto. Assinale a alternativa correta acerca dos recursos da coesão textual: 
Alternativas
Q4323849 Português
Os influenciadores digitais que não existem


       A espanhola Aitana Lopez vive em Barcelona e ganha a vida como influenciadora digital fitness, compartilhando sua rotina de treinos e passeios nas redes sociais para mais de 400 mil seguidores. Tem cerca de 26 anos, é do signo de escorpião, mantém as madeixas pintadas de rosa e tem um corpo exatamente de acordo com os padrões estéticos socialmente impostos. Mas Aitana não existe: ela foi criada por meio de ferramentas hiper-realistas de inteligência artificial generativa.

      Em seu perfil no Instagram, a bio diz: "criadora de conteúdo de IA; fitness e estilo de vida virtuais". Há o nome da empresa que a representa —na verdade, a agência que a criou— e a indicação de que é uma embaixadora da OpenArt, uma plataforma de IA. Para grande parte do público, isso pode não ser suficiente para entender que a moça nas fotos na academia e no litoral europeu é simplesmente uma ficção.

     Influencers criados por IA não são exatamente uma novidade, mas vêm tomando as mídias sociais com mais força nos últimos dois anos. Se há uma década víamos figuras como a robô Miquela, considerada uma das primeiras do tipo, exibirem-se para os seus mais de 2 milhões de seguidores nas mídias sociais, hoje o cenário está muito mais complexo.

    Isso porque, além da nossa experiência virtual ter se plataformizado significativamente, o que fomentou a criação de um mercado de influência digital, o avanço expressivo da IA tem alterado a nossa noção de realidade. E, nessa conjuntura, não podemos esquecer da avalanche de desinformação a que somos submetidos diariamente.

      Essa equação pode ser extremamente perigosa se olharmos para os nichos desses influenciadores irreais. Um levantamento recente da organização sem fins lucrativos CTRL+Z encontrou, no YouTube, 29 canais em língua portuguesa de médicos criados por IA. Os dados mostram que os vídeos publicados nesses perfis ultrapassavam 70 milhões de visualizações. Após uma reportagem da BBC Brasil denunciar o problema, alguns perfis foram excluídos pela plataforma por ferir as suas diretrizes.

      Ao ameaçar a integridade das informações que produzimos e consumimos, os influenciadores fotorrealistas escancaram a complexidade do ecossistema digital atual. O combate aos riscos que muitos deles oferecem requer vigilância rigorosa de governos e empresas de tecnologia, aliada a iniciativas urgentes de educação digital e midiática que ultrapassem os muros das escolas. Ainda que algumas dessas figuras pareçam inofensivas, é fundamental compreendermos o que (e quem) está por trás das telas.

      No fim das contas, o perigo não é apenas a existência desses avatares sintéticos, mas a opacidade em torno deles. Sem sinalização clara de IA e sem letramento digital, o público pode ficar cada vez mais vulnerável. Se muitos influencers de carne e osso já divulgam discursos e serviços extremamente questionáveis e até antiéticos, não seria diferente com aqueles que não existem materialmente. Por isso, exigir transparência e educar a população já deixaram, há tempos, de ser uma opção para a saúde dos ambientes informacionais e para a sustentabilidade da democracia.


Texto disponível em https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/08/os-influenciadores-digitais-que-naoexistem.shtml , acesso em 01 de setembro de 2026 (adaptado).

Nesse gênero, em análise predomina a argumentação. Nesse sentido, a ideia central focalizada pelo locutor do texto é: 
Alternativas
Q4323808 Pedagogia
A ludicidade vai além do simples ato de brincar; é uma dimensão humana que deve permear as práticas pedagógicas. Ao integrar a ludicidade no processo de ensino e aprendizagem, o professor potencializa o desenvolvimento cognitivo, emocional e social.
Assim, analise as afirmativas a seguir.

I.A ludicidade na Educação Infantil permite que a criança elabore hipóteses, resolva problemas e regule suas emoções através da representação simbólica e do jogo de papéis.
II.As atividades lúdicas devem ser sempre dirigidas e com regras preestabelecidas pelo professor, visto que o brincar livre não possui valor pedagógico mensurável para o processo de ensino.
III.O uso de jogos e brincadeiras no contexto escolar favorece a apropriação de conhecimentos de forma significativa, pois mobiliza o interesse e a motivação intrínseca da criança.
IV.A ludicidade deve ser restrita aos momentos de pátio ou parque, devendo a sala de aula ser um ambiente de seriedade e foco exclusivo em atividades de registro em papel.

Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
Alternativas
Q4323807 Pedagogia
As interações na Educação Infantil envolvem a relação criança-criança, criança-adulto e criança-objeto-ambiente. O papel do adulto nessas interações é crucial. Acerca desse tema, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O professor deve atuar como um observador e mediador nas interações, intervindo para enriquecer a brincadeira ou resolver conflitos, sem, contudo, dirigir excessivamente a ação da criança.
(__)Nas interações entre crianças de diferentes idades, os mais velhos tendem a regredir em seu desenvolvimento, devendo a escola evitar esse tipo de agrupamento para não prejudicar o aprendizado.
(__)A qualidade da interação adulto-criança é determinante para o desenvolvimento da linguagem oral, sendo fundamental que o professor converse com a criança, narre ações e escute suas tentativas de comunicação.
(__)O adulto deve se ausentar das brincadeiras livres no parque, aproveitando o momento para preencher diários de classe, pois sua presença inibe a criatividade infantil.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4323806 Pedagogia
Na Educação Infantil, a dicotomia entre cuidar e educar foi superada pelas diretrizes atuais, que preconizam a indissociabilidade entre essas ações. Considere uma situação de rotina, como o momento da alimentação ou higiene, que deve ser entendido como um ato pedagógico. Acerca da indissociabilidade entre cuidar e educar, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F).

(__)O cuidar e o educar são funções indissociáveis na Educação Infantil, pois ao cuidar da criança, o professor também a educa, promovendo interações que favorecem o desenvolvimento da autonomia e a construção de vínculos.
(__)O cuidar refere-se exclusivamente às necessidades biológicas e físicas da criança, como alimentação e higiene, sendo responsabilidade de auxiliares, enquanto o educar é função exclusiva do professor em momentos de atividade dirigida.
(__)A dimensão do cuidar deve ser secundarizada em relação ao educar nas turmas de pré-escola, visto que crianças maiores de 4 anos já possuem autonomia total e não necessitam de mediação nas atividades de vida diária.
(__)As ações de cuidado na instituição de Educação Infantil devem ser integradas ao projeto político-pedagógico, intencionalmente planejadas para promover o bem-estar, o desenvolvimento e a aprendizagem da criança.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4323805 Pedagogia
O conceito de protagonismo infantil implica reconhecer a criança como um ator social competente, capaz de influenciar e transformar o meio em que vive. Isso exige uma mudança na postura do educador. Acerca das abordagens participativas, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)As abordagens participativas envolvem a consulta às crianças sobre decisões do cotidiano escolar, como a escolha de materiais, a organização do espaço e a definição de regras de convivência.
(__)O protagonismo infantil significa deixar a criança fazer tudo o que quer, sem a intervenção ou mediação do adulto, eliminando a autoridade docente em favor de uma liberdade irrestrita.
(__)Promover o protagonismo requer que o professor pratique a pedagogia da escuta, valorizando as cem linguagens da criança e incorporando suas contribuições no planejamento.
(__)A participação das crianças deve restringir-se apenas às atividades lúdicas, pois elas não possuem capacidade cognitiva para opinar sobre assuntos sérios da gestão da sala ou da escola.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Respostas
10341: C
10342: B
10343: A
10344: C
10345: D
10346: A
10347: E
10348: B
10349: D
10350: D
10351: A
10352: B
10353: B
10354: D
10355: E
10356: C
10357: A
10358: C
10359: C
10360: A