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Q3737363 Legislação dos Tribunais do Trabalho (TST e TRTs)
De acordo com o que estabelece o Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região, compete ao Vice-Presidente:

I. antecipar, prorrogar e suspender o expediente dos servidores, ad referendum do Tribunal Pleno.
II. presidir a Seção Especializada I.
III. substituir o Corregedor Regional nos casos de afastamentos, ausências, suspeições ou impedimentos eventuais ou temporários, sem prejuízo das atribuições inerentes à Vice-Presidência.
IV. conceder e autorizar o pagamento de diárias e ajudas de custo para magistrados e servidores.
V. visar às folhas de pagamento dos magistrados e servidores do Tribunal, juntamente com o ordenador de despesa.

Está correto o que consta APENAS de
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Q3737362 Direito Processual do Trabalho
De acordo com o que estabelece o Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região, caberá agravo de instrumento das decisões que
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Q3737361 Legislação dos Tribunais do Trabalho (TST e TRTs)
De acordo com o que estabelece o Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região acerca dos servidores do Tribunal,
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Q3737360 Legislação dos Tribunais do Trabalho (TST e TRTs)
De acordo com o que estabelece o Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 11a Região, compete às Sessões Especializadas processar e julgar
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Q3737359 Legislação dos Tribunais do Trabalho (TST e TRTs)
De acordo com o que estabelece o Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 11a Região, acerca das deliberações do Tribunal Pleno.
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Q3737358 Arquitetura
A Casa das 11 Janelas (ou Palacete das 11 Janelas) é parte de um conjunto arquitetônico colonial importante do Pará,
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Q3737357 Português
Considere o texto a seguir:

A presença da mineradora, associada à importância do volume financeiro mobilizado por ela, cria uma situação de centralidade que acaba por impulsionar as políticas públicas - não divergentes aos interesses do capital -e a formação ou consolidação de fortes movimentos sociais combativos. Esta centralidade propícia aos movimentos sociais nas regiões de mineração outra visibilidade, adquirindo uma nova importância regional, que lhes permite propagar as suas insatisfações, tecer redes de alianças em múltiplas escalas, fortalecer aluta, acessar mais facilmente o Estado e assim alcançar expressivas conquistas (Coelho, 2007).
(WANDERLEY, Luiz Jardim. "Movimentos sociais em área de mineração na Amazonia Brasileira". E-cademos CES [En línea], 17 | 2012. Disponivel em: http://journals.openedition.org)

De acordo com o texto.
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Q3737355 História
Uma amostra do impacto da II Guerra Mundial na região amazônica pode ser verificada
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Q3737354 Geografia
A Constituição brasileira de 1988 reconfigurou o número de estados na Amazônia. Dentre as mudanças legalmente estabelecidas, houve
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Q3737353 História
No período do regime militar ocorreu a Guerrilha do Araguaia, um movimento
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Q3737352 Direito Internacional Público
A definição das fronteiras entre o Amapá e a Guiana Francesa envolveu uma série de embates conhecida como "a questão do Amapá " ou "Contestado franco-brasileiro", cuja resolução
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Q3737351 História
Durante o período colonial, na Amazônia, as ordens religiosas católicas que se instalaram na região 
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Q3737350 História
Fordlândia é o nome de uma cidade construída no Pará, em 1927. Considere as seguintes afirmações acerca da história dessa cidade:

I. O projeto dessa cidade operária em uma área comprada do governo paraense foi executado pelo norte-americano Henry Ford e visava propiciar o fornecimento de látex para a produção de pneus utilizados em suas empresas automobilísticas, nos Estados Unidos.

II. Essa experiência coroou o primeiro ciclo da borracha uma vez que a indústria automobilística estava em plena expansão mundial e o início da I Guerra Mundial prejudicou a concorrência, favorecendo as exportações do produto brasileiro.

III. O estilo de vida norte-americano (american way of life) foi introduzido na Fordlândia de forma inédita e singular, juntamente com um projeto urbano original cujos vestígios históricos, recentemente tombados, são atualmente considerados Patrimônio Mundial.

IV. Diversas razões explicam o seu encerramento em 1945, como a ineficácia do sistema industrial imposto aos trabaIhadores, vinculado ao modelo "fordista" de produção, e os equivocos no plantio e manejo das seringueiras.


É correto APENAS o que se afirma em:
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Q3737349 História
Uma das maiores revoltas sociais ocorridas na Amazônia durante o século XIX foi a Cabanagem, que teve entre seus objetivos principais
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Q3737348 Português
    É difícil encontrar o que se busca quando não se sabe ao certo o que se procura. No que poderia consistir uma solução para o enigma da existência que fizesse sentido em termos humanos? Sabemos o que procuramos quando indagamos do sentido de uma palavra, de uma narrativa ou mesmo de uma vida individual: a semântica do termo; o enredo da trama e a "moral da história"; os valores norteadores e o propósito daquela vida no contexto particular em que ela transcorre. E quando se trata, contudo, da totalidade da vida ou do ser? O nó da questão não é apenas a dificuldade de formular uma conjectura minimamente plausível, mas reside na impossibilidade mesmo de sequer conceber o que possa vir a ser uma resposta adequada: pois, não importa qual seja a conjectura oferecida, ela implicará nova e justificada demanda explicativa, ou seja, um renovado -e possivelmente agravado - senso mistério. de

    Suponha, por exemplo, que gerações futuras cheguem a descobrir de algum modo o que nos aconteceu e o que tudo, afinal, significa: somos um experimento cientifico abandonado pelos deuses nos confins do "multiverso"; ou o sonho que alguém de outro mundo está sonhando; ou uma pantomima farsesca para a gratificação de um espírito maligno; ou a via crucis probatória da salvação ou danação eterna das almas na eternidade - suponha, em suma, o que foro caso. A revelação do Grande Segredo, é de supor, teria um extraordinário efeito e nos forçaria a repensar em profundidade boa parte do que imaginávamos saber sobre nós mesmos. Ao mesmo tempo, porém, a descoberta de que "pertencemos a algo maior" ou, então, de que "o verdadeiro Deus é o Acaso", descortinaria uma dimensão adicional da nossa ignorância e tornar-se-ia ela própria o Grande Mistério a ser decifrado. O hieróglifo da existência ganharia uma nova feição e o nosso "Ah! então era isso!" serviria apenas como preâmbulo de um potencializado "Mas, então, por que tudo isso?!". A ignorância infinita desconcerta o saber finito. Seja com o "a" minúsculo das metafisicas seculares ou o "A" maiúsculo das religiões, sempre haverá um além
O termo sublinhado no primeiro parágrafo do texto refere-se a
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Q3737347 Português
    É difícil encontrar o que se busca quando não se sabe ao certo o que se procura. No que poderia consistir uma solução para o enigma da existência que fizesse sentido em termos humanos? Sabemos o que procuramos quando indagamos do sentido de uma palavra, de uma narrativa ou mesmo de uma vida individual: a semântica do termo; o enredo da trama e a "moral da história"; os valores norteadores e o propósito daquela vida no contexto particular em que ela transcorre. E quando se trata, contudo, da totalidade da vida ou do ser? O nó da questão não é apenas a dificuldade de formular uma conjectura minimamente plausível, mas reside na impossibilidade mesmo de sequer conceber o que possa vir a ser uma resposta adequada: pois, não importa qual seja a conjectura oferecida, ela implicará nova e justificada demanda explicativa, ou seja, um renovado -e possivelmente agravado - senso mistério. de

    Suponha, por exemplo, que gerações futuras cheguem a descobrir de algum modo o que nos aconteceu e o que tudo, afinal, significa: somos um experimento cientifico abandonado pelos deuses nos confins do "multiverso"; ou o sonho que alguém de outro mundo está sonhando; ou uma pantomima farsesca para a gratificação de um espírito maligno; ou a via crucis probatória da salvação ou danação eterna das almas na eternidade - suponha, em suma, o que foro caso. A revelação do Grande Segredo, é de supor, teria um extraordinário efeito e nos forçaria a repensar em profundidade boa parte do que imaginávamos saber sobre nós mesmos. Ao mesmo tempo, porém, a descoberta de que "pertencemos a algo maior" ou, então, de que "o verdadeiro Deus é o Acaso", descortinaria uma dimensão adicional da nossa ignorância e tornar-se-ia ela própria o Grande Mistério a ser decifrado. O hieróglifo da existência ganharia uma nova feição e o nosso "Ah! então era isso!" serviria apenas como preâmbulo de um potencializado "Mas, então, por que tudo isso?!". A ignorância infinita desconcerta o saber finito. Seja com o "a" minúsculo das metafisicas seculares ou o "A" maiúsculo das religiões, sempre haverá um além

E quando se trata, contudo, da totalidade da vida ou do ser? (1° parágrafo)

Considerando o contexto, o termo sublinhado acima pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por:

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Q3737346 Português
    É difícil encontrar o que se busca quando não se sabe ao certo o que se procura. No que poderia consistir uma solução para o enigma da existência que fizesse sentido em termos humanos? Sabemos o que procuramos quando indagamos do sentido de uma palavra, de uma narrativa ou mesmo de uma vida individual: a semântica do termo; o enredo da trama e a "moral da história"; os valores norteadores e o propósito daquela vida no contexto particular em que ela transcorre. E quando se trata, contudo, da totalidade da vida ou do ser? O nó da questão não é apenas a dificuldade de formular uma conjectura minimamente plausível, mas reside na impossibilidade mesmo de sequer conceber o que possa vir a ser uma resposta adequada: pois, não importa qual seja a conjectura oferecida, ela implicará nova e justificada demanda explicativa, ou seja, um renovado -e possivelmente agravado - senso mistério. de

    Suponha, por exemplo, que gerações futuras cheguem a descobrir de algum modo o que nos aconteceu e o que tudo, afinal, significa: somos um experimento cientifico abandonado pelos deuses nos confins do "multiverso"; ou o sonho que alguém de outro mundo está sonhando; ou uma pantomima farsesca para a gratificação de um espírito maligno; ou a via crucis probatória da salvação ou danação eterna das almas na eternidade - suponha, em suma, o que foro caso. A revelação do Grande Segredo, é de supor, teria um extraordinário efeito e nos forçaria a repensar em profundidade boa parte do que imaginávamos saber sobre nós mesmos. Ao mesmo tempo, porém, a descoberta de que "pertencemos a algo maior" ou, então, de que "o verdadeiro Deus é o Acaso", descortinaria uma dimensão adicional da nossa ignorância e tornar-se-ia ela própria o Grande Mistério a ser decifrado. O hieróglifo da existência ganharia uma nova feição e o nosso "Ah! então era isso!" serviria apenas como preâmbulo de um potencializado "Mas, então, por que tudo isso?!". A ignorância infinita desconcerta o saber finito. Seja com o "a" minúsculo das metafisicas seculares ou o "A" maiúsculo das religiões, sempre haverá um além
Está empregado em sentido figurado o termo sublinhado no seguinte trecho:
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Q3737345 Português
    É difícil encontrar o que se busca quando não se sabe ao certo o que se procura. No que poderia consistir uma solução para o enigma da existência que fizesse sentido em termos humanos? Sabemos o que procuramos quando indagamos do sentido de uma palavra, de uma narrativa ou mesmo de uma vida individual: a semântica do termo; o enredo da trama e a "moral da história"; os valores norteadores e o propósito daquela vida no contexto particular em que ela transcorre. E quando se trata, contudo, da totalidade da vida ou do ser? O nó da questão não é apenas a dificuldade de formular uma conjectura minimamente plausível, mas reside na impossibilidade mesmo de sequer conceber o que possa vir a ser uma resposta adequada: pois, não importa qual seja a conjectura oferecida, ela implicará nova e justificada demanda explicativa, ou seja, um renovado -e possivelmente agravado - senso mistério. de

    Suponha, por exemplo, que gerações futuras cheguem a descobrir de algum modo o que nos aconteceu e o que tudo, afinal, significa: somos um experimento cientifico abandonado pelos deuses nos confins do "multiverso"; ou o sonho que alguém de outro mundo está sonhando; ou uma pantomima farsesca para a gratificação de um espírito maligno; ou a via crucis probatória da salvação ou danação eterna das almas na eternidade - suponha, em suma, o que foro caso. A revelação do Grande Segredo, é de supor, teria um extraordinário efeito e nos forçaria a repensar em profundidade boa parte do que imaginávamos saber sobre nós mesmos. Ao mesmo tempo, porém, a descoberta de que "pertencemos a algo maior" ou, então, de que "o verdadeiro Deus é o Acaso", descortinaria uma dimensão adicional da nossa ignorância e tornar-se-ia ela própria o Grande Mistério a ser decifrado. O hieróglifo da existência ganharia uma nova feição e o nosso "Ah! então era isso!" serviria apenas como preâmbulo de um potencializado "Mas, então, por que tudo isso?!". A ignorância infinita desconcerta o saber finito. Seja com o "a" minúsculo das metafisicas seculares ou o "A" maiúsculo das religiões, sempre haverá um além
O autor lança mão da figura de linguagem denominada antítese no seguinte trecho:
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Q3737344 Português
    É difícil encontrar o que se busca quando não se sabe ao certo o que se procura. No que poderia consistir uma solução para o enigma da existência que fizesse sentido em termos humanos? Sabemos o que procuramos quando indagamos do sentido de uma palavra, de uma narrativa ou mesmo de uma vida individual: a semântica do termo; o enredo da trama e a "moral da história"; os valores norteadores e o propósito daquela vida no contexto particular em que ela transcorre. E quando se trata, contudo, da totalidade da vida ou do ser? O nó da questão não é apenas a dificuldade de formular uma conjectura minimamente plausível, mas reside na impossibilidade mesmo de sequer conceber o que possa vir a ser uma resposta adequada: pois, não importa qual seja a conjectura oferecida, ela implicará nova e justificada demanda explicativa, ou seja, um renovado -e possivelmente agravado - senso mistério. de

    Suponha, por exemplo, que gerações futuras cheguem a descobrir de algum modo o que nos aconteceu e o que tudo, afinal, significa: somos um experimento cientifico abandonado pelos deuses nos confins do "multiverso"; ou o sonho que alguém de outro mundo está sonhando; ou uma pantomima farsesca para a gratificação de um espírito maligno; ou a via crucis probatória da salvação ou danação eterna das almas na eternidade - suponha, em suma, o que foro caso. A revelação do Grande Segredo, é de supor, teria um extraordinário efeito e nos forçaria a repensar em profundidade boa parte do que imaginávamos saber sobre nós mesmos. Ao mesmo tempo, porém, a descoberta de que "pertencemos a algo maior" ou, então, de que "o verdadeiro Deus é o Acaso", descortinaria uma dimensão adicional da nossa ignorância e tornar-se-ia ela própria o Grande Mistério a ser decifrado. O hieróglifo da existência ganharia uma nova feição e o nosso "Ah! então era isso!" serviria apenas como preâmbulo de um potencializado "Mas, então, por que tudo isso?!". A ignorância infinita desconcerta o saber finito. Seja com o "a" minúsculo das metafisicas seculares ou o "A" maiúsculo das religiões, sempre haverá um além
É invariável quanto a gênero e a número o termo sublinhado em:
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Q3737343 Português
    É difícil encontrar o que se busca quando não se sabe ao certo o que se procura. No que poderia consistir uma solução para o enigma da existência que fizesse sentido em termos humanos? Sabemos o que procuramos quando indagamos do sentido de uma palavra, de uma narrativa ou mesmo de uma vida individual: a semântica do termo; o enredo da trama e a "moral da história"; os valores norteadores e o propósito daquela vida no contexto particular em que ela transcorre. E quando se trata, contudo, da totalidade da vida ou do ser? O nó da questão não é apenas a dificuldade de formular uma conjectura minimamente plausível, mas reside na impossibilidade mesmo de sequer conceber o que possa vir a ser uma resposta adequada: pois, não importa qual seja a conjectura oferecida, ela implicará nova e justificada demanda explicativa, ou seja, um renovado -e possivelmente agravado - senso mistério. de

    Suponha, por exemplo, que gerações futuras cheguem a descobrir de algum modo o que nos aconteceu e o que tudo, afinal, significa: somos um experimento cientifico abandonado pelos deuses nos confins do "multiverso"; ou o sonho que alguém de outro mundo está sonhando; ou uma pantomima farsesca para a gratificação de um espírito maligno; ou a via crucis probatória da salvação ou danação eterna das almas na eternidade - suponha, em suma, o que foro caso. A revelação do Grande Segredo, é de supor, teria um extraordinário efeito e nos forçaria a repensar em profundidade boa parte do que imaginávamos saber sobre nós mesmos. Ao mesmo tempo, porém, a descoberta de que "pertencemos a algo maior" ou, então, de que "o verdadeiro Deus é o Acaso", descortinaria uma dimensão adicional da nossa ignorância e tornar-se-ia ela própria o Grande Mistério a ser decifrado. O hieróglifo da existência ganharia uma nova feição e o nosso "Ah! então era isso!" serviria apenas como preâmbulo de um potencializado "Mas, então, por que tudo isso?!". A ignorância infinita desconcerta o saber finito. Seja com o "a" minúsculo das metafisicas seculares ou o "A" maiúsculo das religiões, sempre haverá um além
A expressão sublinhada em "É difícil encontrar o que se busca" exerce a mesma função sintática da expressão sublinhada em:
Alternativas
Respostas
2301: C
2302: B
2303: D
2304: E
2305: D
2306: B
2307: D
2308: C
2309: A
2310: D
2311: E
2312: E
2313: C
2314: B
2315: A
2316: E
2317: C
2318: D
2319: B
2320: D