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Q3700460 Português

Para responder à questão, leia o texto a seguir: 


Variação e mudança


Sírio Possenti


A maioria absoluta dos brasileiros ̶ talvez não só os brasileiros ̶ alfabetizados ou letrados tem uma ideia completamente equivocada do que seja uma língua. Para eles, língua é a que a escola ensina, ou o que está nos manuais do tipo "não erre mais". O resto é erro. Todos consideram que as variantes são erros.


Ocorre que o que a escola ensina também é mais ou menos variado. E depende muito também do desempenho linguístico dos professores. Como eles são membros da sociedade, são afetados pelas mudanças que a língua sofre com o correr do tempo, de forma que seu "português" é, de alguma forma, o português de seu tempo. O que não é necessariamente ruim.


Isto quer dizer que o português que os professores falam e mesmo o que escrevem não é necessariamente o português dos livros adotados nas escolas. O que vale para professores de português vale também para os das outras disciplinas, claro. E vale também para os jornalistas e para as personalidades que eles entrevistam, tenham elas a formação que tiverem (em geral, são especialistas em alguma coisa, sempre especialistas). É só ouvir os debates ou os programas de entrevistas para verificar isso.


Dou dois exemplos banais. Duvido que haja 10% de professores ou falantes letrados que profiram o dito futuro (aplicarei minha poupança em ações da empresa X). Todos dizem "vou aplicar". Outro exemplo? Quase ninguém diz "nós". Diz-se "a gente". Como pouco se diz "tu", exceto em algumas regiões, a conjugação verbal do futuro é


Eu vou aplicar


Você vai aplicar


Ele/ela vai aplicar


A gente vai aplicar


Vocês vão aplicar


Eles/elas vão aplicar.


Ou não é? Quem não fala assim que atire a primeira pedra. Não vou dizer (!!) que todos falam sempre assim porque sei que uma língua sempre apresenta variação. Alguns entrevistados, ou jornalistas, dirão (!!), talvez, de vez em quando, no meio da conversa, "falaremos disso na próxima entrevista", claro, sendo mais formais. Em compensação, alguns também dirão "vamo falá disso na próxima veiz", sendo bem mais informais. E ninguém nota que falou errado durante a entrevista. Por quê? Porque ninguém fala errado mesmo! Isso não é erro. Esse é o português falado culto do Brasil hoje. É um fato. Só isso.


Numa certa ocasião, fui entrevistado por uma emissora de TV (eu no estúdio e um folclorista em outra cidade). Argumentava que a linguagem popular não tinha nada de errado, era só diferente, e era enfrentado pela apresentadora que "defendia nossa língua". Para dobrá-la, só me restou um recurso: ficar atento ao que ela dizia e citar os "erros" que ela ia cometendo, segundo os próprios critérios dela. Ficou meio sem jeito, e eu tive que insistir que ela falava corretamente... o português real (e que aquele que ela defendia não existe mais, pelo menos na fala).


O que muita gente não entende ̶ ou não quer entender, porque significaria perder uma boa teta! ̶ é que a variação tem tudo a ver com a mudança. Todos acham normal que aquila tenha derivado para águia, que asinus tenha derivado para asno (tem muita coisa mudada aí, mas o básico é que a palavra latina proparoxítona se torna paroxítona), mas acham ridículas formas como fosfro (para fósforo), corgo (para córrego), xicra e chacra (para xícara e chácara), embora a regra antiga que explica a mudança e a atual que explica a variação sejam a rigor a mesma (os falantes seguem regras, não erram!!!), sem contar que dizem, numa boa, sem se dar conta do que fazem, xicrinha e chacrinha. Quá!


Variação tem tudo a ver com mudança. Mas, se entendêssemos isso, muita gente perderia uma grana preta!! 


Fonte: http://www.cataphora.com.br/2010/03/variacao-e-mudanca-sirio-possenti_8437.html (Acesso em: 25 set. 2024).

Leia este excerto:



“Denomina-se referenciação as diversas formas de introdução, no texto, de novas entidades ou referentes. Quando tais referentes são retomados mais adiante ou servem de base para introdução de novos referentes, tem-se o que se denomina progressão referencial”.



Fonte: KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2013, p. 123.



Atentando-se para a retomada do referente, assinale o único trecho em que a palavra ou expressão sublinhada NÃO FUNCIONA anaforicamente:

Alternativas
Q3700459 Português

Para responder à questão, leia o texto a seguir: 


Variação e mudança


Sírio Possenti


A maioria absoluta dos brasileiros ̶ talvez não só os brasileiros ̶ alfabetizados ou letrados tem uma ideia completamente equivocada do que seja uma língua. Para eles, língua é a que a escola ensina, ou o que está nos manuais do tipo "não erre mais". O resto é erro. Todos consideram que as variantes são erros.


Ocorre que o que a escola ensina também é mais ou menos variado. E depende muito também do desempenho linguístico dos professores. Como eles são membros da sociedade, são afetados pelas mudanças que a língua sofre com o correr do tempo, de forma que seu "português" é, de alguma forma, o português de seu tempo. O que não é necessariamente ruim.


Isto quer dizer que o português que os professores falam e mesmo o que escrevem não é necessariamente o português dos livros adotados nas escolas. O que vale para professores de português vale também para os das outras disciplinas, claro. E vale também para os jornalistas e para as personalidades que eles entrevistam, tenham elas a formação que tiverem (em geral, são especialistas em alguma coisa, sempre especialistas). É só ouvir os debates ou os programas de entrevistas para verificar isso.


Dou dois exemplos banais. Duvido que haja 10% de professores ou falantes letrados que profiram o dito futuro (aplicarei minha poupança em ações da empresa X). Todos dizem "vou aplicar". Outro exemplo? Quase ninguém diz "nós". Diz-se "a gente". Como pouco se diz "tu", exceto em algumas regiões, a conjugação verbal do futuro é


Eu vou aplicar


Você vai aplicar


Ele/ela vai aplicar


A gente vai aplicar


Vocês vão aplicar


Eles/elas vão aplicar.


Ou não é? Quem não fala assim que atire a primeira pedra. Não vou dizer (!!) que todos falam sempre assim porque sei que uma língua sempre apresenta variação. Alguns entrevistados, ou jornalistas, dirão (!!), talvez, de vez em quando, no meio da conversa, "falaremos disso na próxima entrevista", claro, sendo mais formais. Em compensação, alguns também dirão "vamo falá disso na próxima veiz", sendo bem mais informais. E ninguém nota que falou errado durante a entrevista. Por quê? Porque ninguém fala errado mesmo! Isso não é erro. Esse é o português falado culto do Brasil hoje. É um fato. Só isso.


Numa certa ocasião, fui entrevistado por uma emissora de TV (eu no estúdio e um folclorista em outra cidade). Argumentava que a linguagem popular não tinha nada de errado, era só diferente, e era enfrentado pela apresentadora que "defendia nossa língua". Para dobrá-la, só me restou um recurso: ficar atento ao que ela dizia e citar os "erros" que ela ia cometendo, segundo os próprios critérios dela. Ficou meio sem jeito, e eu tive que insistir que ela falava corretamente... o português real (e que aquele que ela defendia não existe mais, pelo menos na fala).


O que muita gente não entende ̶ ou não quer entender, porque significaria perder uma boa teta! ̶ é que a variação tem tudo a ver com a mudança. Todos acham normal que aquila tenha derivado para águia, que asinus tenha derivado para asno (tem muita coisa mudada aí, mas o básico é que a palavra latina proparoxítona se torna paroxítona), mas acham ridículas formas como fosfro (para fósforo), corgo (para córrego), xicra e chacra (para xícara e chácara), embora a regra antiga que explica a mudança e a atual que explica a variação sejam a rigor a mesma (os falantes seguem regras, não erram!!!), sem contar que dizem, numa boa, sem se dar conta do que fazem, xicrinha e chacrinha. Quá!


Variação tem tudo a ver com mudança. Mas, se entendêssemos isso, muita gente perderia uma grana preta!! 


Fonte: http://www.cataphora.com.br/2010/03/variacao-e-mudanca-sirio-possenti_8437.html (Acesso em: 25 set. 2024).

Assinale a afirmativa CORRETA:

Alternativas
Q3700458 Português

Para responder à questão, leia o texto a seguir: 


Variação e mudança


Sírio Possenti


A maioria absoluta dos brasileiros ̶ talvez não só os brasileiros ̶ alfabetizados ou letrados tem uma ideia completamente equivocada do que seja uma língua. Para eles, língua é a que a escola ensina, ou o que está nos manuais do tipo "não erre mais". O resto é erro. Todos consideram que as variantes são erros.


Ocorre que o que a escola ensina também é mais ou menos variado. E depende muito também do desempenho linguístico dos professores. Como eles são membros da sociedade, são afetados pelas mudanças que a língua sofre com o correr do tempo, de forma que seu "português" é, de alguma forma, o português de seu tempo. O que não é necessariamente ruim.


Isto quer dizer que o português que os professores falam e mesmo o que escrevem não é necessariamente o português dos livros adotados nas escolas. O que vale para professores de português vale também para os das outras disciplinas, claro. E vale também para os jornalistas e para as personalidades que eles entrevistam, tenham elas a formação que tiverem (em geral, são especialistas em alguma coisa, sempre especialistas). É só ouvir os debates ou os programas de entrevistas para verificar isso.


Dou dois exemplos banais. Duvido que haja 10% de professores ou falantes letrados que profiram o dito futuro (aplicarei minha poupança em ações da empresa X). Todos dizem "vou aplicar". Outro exemplo? Quase ninguém diz "nós". Diz-se "a gente". Como pouco se diz "tu", exceto em algumas regiões, a conjugação verbal do futuro é


Eu vou aplicar


Você vai aplicar


Ele/ela vai aplicar


A gente vai aplicar


Vocês vão aplicar


Eles/elas vão aplicar.


Ou não é? Quem não fala assim que atire a primeira pedra. Não vou dizer (!!) que todos falam sempre assim porque sei que uma língua sempre apresenta variação. Alguns entrevistados, ou jornalistas, dirão (!!), talvez, de vez em quando, no meio da conversa, "falaremos disso na próxima entrevista", claro, sendo mais formais. Em compensação, alguns também dirão "vamo falá disso na próxima veiz", sendo bem mais informais. E ninguém nota que falou errado durante a entrevista. Por quê? Porque ninguém fala errado mesmo! Isso não é erro. Esse é o português falado culto do Brasil hoje. É um fato. Só isso.


Numa certa ocasião, fui entrevistado por uma emissora de TV (eu no estúdio e um folclorista em outra cidade). Argumentava que a linguagem popular não tinha nada de errado, era só diferente, e era enfrentado pela apresentadora que "defendia nossa língua". Para dobrá-la, só me restou um recurso: ficar atento ao que ela dizia e citar os "erros" que ela ia cometendo, segundo os próprios critérios dela. Ficou meio sem jeito, e eu tive que insistir que ela falava corretamente... o português real (e que aquele que ela defendia não existe mais, pelo menos na fala).


O que muita gente não entende ̶ ou não quer entender, porque significaria perder uma boa teta! ̶ é que a variação tem tudo a ver com a mudança. Todos acham normal que aquila tenha derivado para águia, que asinus tenha derivado para asno (tem muita coisa mudada aí, mas o básico é que a palavra latina proparoxítona se torna paroxítona), mas acham ridículas formas como fosfro (para fósforo), corgo (para córrego), xicra e chacra (para xícara e chácara), embora a regra antiga que explica a mudança e a atual que explica a variação sejam a rigor a mesma (os falantes seguem regras, não erram!!!), sem contar que dizem, numa boa, sem se dar conta do que fazem, xicrinha e chacrinha. Quá!


Variação tem tudo a ver com mudança. Mas, se entendêssemos isso, muita gente perderia uma grana preta!! 


Fonte: http://www.cataphora.com.br/2010/03/variacao-e-mudanca-sirio-possenti_8437.html (Acesso em: 25 set. 2024).

A partir do texto anterior, analise as assertivas a seguir:



I) O contexto comunicativo pode determinar a escolha do registro linguístico a ser utilizado pelo falante.


II) A língua é um organismo vivo e, dentro de um mesmo sistema, apresenta-se com diferenciações.


III) Os professores de língua portuguesa também apresentam aos alunos o português de seu tempo e devem se ancorar na gramática normativa para não desvirtuar o ensino.


IV) Aceitar que há em toda língua um conjunto de covariantes é admitir que se pode chegar a mudanças ainda que o processo dure relativamente muito tempo.



Estão CORRETAS somente as assertivas:

Alternativas
Q3700457 Inglês

Concerning adverbs of frequency, the correct sentence is  

Alternativas
Q3700456 Inglês

In the following excerpt, “Ms Parrot, (1) _______most famous lady detective of (2) _______ twenty-first century, was born in (3) _______ United Kingdom in (4) _______ 1960s. Since then, she has been to many countries, including (5)_______ Portugal, Singapore and Australia, and has lived in (6)_______ northern hemisphere and (7) _______ southern hemisphere, as well as on (8) the equator”.



The use of articles is CORRECTLY suggested in option

Alternativas
Q3700455 Inglês
Concerning interrogative questions, the correct option is  
Alternativas
Q3700454 Inglês
The stand-up comedy we saw yesterday, ___________ made my day, lasted only 50 minutes. The best word to fill the gap is 
Alternativas
Q3700453 Inglês

Read the passage and answer question.


Palestinians in Gaza Reflect on One Year of Israel’s War With Hamas Oct. 7, 2024


The war has killed tens of thousands and devastated entire cities, leaving many in Gaza without a home and fueling a humanitarian catastrophe.


By Bilal Shbair and Hiba Yazbek Reporting from the Gaza Strip and Jerusalem.


Last October, Fadi Abu Kheir of southern Gaza had big plans. He was going to be engaged to the woman he loved. After they got married, he said, they would move in together, into an apartment that he spent years building.

“Now,” Mr. Abu Kheir, 24, said, “I am clueless about my future. I cannot even think how I can adapt to life postwar.”

It has been a year since the Hamas-led terrorist attacks impelled Israel to launch a retaliatory offensive in Gaza. For Mr. Abu Kheir — and, indeed, for Palestinians across the enclave — every day since, he said, has teemed with “sadness, depression and fury.”

The war has killed over 41,000 people, according to Gazan health officials, and devastated entire neighborhoods and cities, leaving hundreds of thousands without a home and fueling a humanitarian catastrophe.

More than 2 million people lived in the strip before the conflict. No one has been unaffected.

“We were so happy before this war,” said Maisaa al-Naffar, 20, of Khan Younis, breaking into tears as she recalled her first few weeks as a newlywed before the war began. She added: “I am not the person I used to be.”

Nine months pregnant, she is sheltering in a tent in southern Gaza.

“I miss my old life. I miss the days when we used to have fun or laugh at even the smallest things.

I miss my life when we had enough healthy food and snacks,”

Ms. al-Naffar said. “Today, everything has become a hell, full of dust and darkness.” 

Throughout the enclave, similar stories abound. For Mr. Abu Kheir, the image from the war that lingers is that of a naked, lifeless woman lying in the street, blown out of a house that had been bombarded, he said. The conflict has killed two of his best friends, and displaced him and his family, he said. It also destroyed the apartment he was building, in the southern Gaza city of Rafah. The war, he said, has “destroyed my dreams.”


The words underlined in the excerpt “…He was going to be engaged to the woman he loved. After they got married, he said, they would move in together, into an apartment that he spent years building.” can be classified, respectively, as
Alternativas
Q3700452 Inglês

Read the passage and answer question.


Palestinians in Gaza Reflect on One Year of Israel’s War With Hamas Oct. 7, 2024


The war has killed tens of thousands and devastated entire cities, leaving many in Gaza without a home and fueling a humanitarian catastrophe.


By Bilal Shbair and Hiba Yazbek Reporting from the Gaza Strip and Jerusalem.


Last October, Fadi Abu Kheir of southern Gaza had big plans. He was going to be engaged to the woman he loved. After they got married, he said, they would move in together, into an apartment that he spent years building.

“Now,” Mr. Abu Kheir, 24, said, “I am clueless about my future. I cannot even think how I can adapt to life postwar.”

It has been a year since the Hamas-led terrorist attacks impelled Israel to launch a retaliatory offensive in Gaza. For Mr. Abu Kheir — and, indeed, for Palestinians across the enclave — every day since, he said, has teemed with “sadness, depression and fury.”

The war has killed over 41,000 people, according to Gazan health officials, and devastated entire neighborhoods and cities, leaving hundreds of thousands without a home and fueling a humanitarian catastrophe.

More than 2 million people lived in the strip before the conflict. No one has been unaffected.

“We were so happy before this war,” said Maisaa al-Naffar, 20, of Khan Younis, breaking into tears as she recalled her first few weeks as a newlywed before the war began. She added: “I am not the person I used to be.”

Nine months pregnant, she is sheltering in a tent in southern Gaza.

“I miss my old life. I miss the days when we used to have fun or laugh at even the smallest things.

I miss my life when we had enough healthy food and snacks,”

Ms. al-Naffar said. “Today, everything has become a hell, full of dust and darkness.” 

Throughout the enclave, similar stories abound. For Mr. Abu Kheir, the image from the war that lingers is that of a naked, lifeless woman lying in the street, blown out of a house that had been bombarded, he said. The conflict has killed two of his best friends, and displaced him and his family, he said. It also destroyed the apartment he was building, in the southern Gaza city of Rafah. The war, he said, has “destroyed my dreams.”


The excerpt “No one has been unaffected.” could be paraphrased by 
Alternativas
Q3700451 Inglês

Read the passage and answer question.


Palestinians in Gaza Reflect on One Year of Israel’s War With Hamas Oct. 7, 2024


The war has killed tens of thousands and devastated entire cities, leaving many in Gaza without a home and fueling a humanitarian catastrophe.


By Bilal Shbair and Hiba Yazbek Reporting from the Gaza Strip and Jerusalem.


Last October, Fadi Abu Kheir of southern Gaza had big plans. He was going to be engaged to the woman he loved. After they got married, he said, they would move in together, into an apartment that he spent years building.

“Now,” Mr. Abu Kheir, 24, said, “I am clueless about my future. I cannot even think how I can adapt to life postwar.”

It has been a year since the Hamas-led terrorist attacks impelled Israel to launch a retaliatory offensive in Gaza. For Mr. Abu Kheir — and, indeed, for Palestinians across the enclave — every day since, he said, has teemed with “sadness, depression and fury.”

The war has killed over 41,000 people, according to Gazan health officials, and devastated entire neighborhoods and cities, leaving hundreds of thousands without a home and fueling a humanitarian catastrophe.

More than 2 million people lived in the strip before the conflict. No one has been unaffected.

“We were so happy before this war,” said Maisaa al-Naffar, 20, of Khan Younis, breaking into tears as she recalled her first few weeks as a newlywed before the war began. She added: “I am not the person I used to be.”

Nine months pregnant, she is sheltering in a tent in southern Gaza.

“I miss my old life. I miss the days when we used to have fun or laugh at even the smallest things.

I miss my life when we had enough healthy food and snacks,”

Ms. al-Naffar said. “Today, everything has become a hell, full of dust and darkness.” 

Throughout the enclave, similar stories abound. For Mr. Abu Kheir, the image from the war that lingers is that of a naked, lifeless woman lying in the street, blown out of a house that had been bombarded, he said. The conflict has killed two of his best friends, and displaced him and his family, he said. It also destroyed the apartment he was building, in the southern Gaza city of Rafah. The war, he said, has “destroyed my dreams.”


In the excerpt “More than 2 million people lived in the strip before the conflict.”, the underlined expression could be replaced by 
Alternativas
Q3700450 Inglês

Read the passage and answer question.


Palestinians in Gaza Reflect on One Year of Israel’s War With Hamas Oct. 7, 2024


The war has killed tens of thousands and devastated entire cities, leaving many in Gaza without a home and fueling a humanitarian catastrophe.


By Bilal Shbair and Hiba Yazbek Reporting from the Gaza Strip and Jerusalem.


Last October, Fadi Abu Kheir of southern Gaza had big plans. He was going to be engaged to the woman he loved. After they got married, he said, they would move in together, into an apartment that he spent years building.

“Now,” Mr. Abu Kheir, 24, said, “I am clueless about my future. I cannot even think how I can adapt to life postwar.”

It has been a year since the Hamas-led terrorist attacks impelled Israel to launch a retaliatory offensive in Gaza. For Mr. Abu Kheir — and, indeed, for Palestinians across the enclave — every day since, he said, has teemed with “sadness, depression and fury.”

The war has killed over 41,000 people, according to Gazan health officials, and devastated entire neighborhoods and cities, leaving hundreds of thousands without a home and fueling a humanitarian catastrophe.

More than 2 million people lived in the strip before the conflict. No one has been unaffected.

“We were so happy before this war,” said Maisaa al-Naffar, 20, of Khan Younis, breaking into tears as she recalled her first few weeks as a newlywed before the war began. She added: “I am not the person I used to be.”

Nine months pregnant, she is sheltering in a tent in southern Gaza.

“I miss my old life. I miss the days when we used to have fun or laugh at even the smallest things.

I miss my life when we had enough healthy food and snacks,”

Ms. al-Naffar said. “Today, everything has become a hell, full of dust and darkness.” 

Throughout the enclave, similar stories abound. For Mr. Abu Kheir, the image from the war that lingers is that of a naked, lifeless woman lying in the street, blown out of a house that had been bombarded, he said. The conflict has killed two of his best friends, and displaced him and his family, he said. It also destroyed the apartment he was building, in the southern Gaza city of Rafah. The war, he said, has “destroyed my dreams.”


The tense used in the underlined part of the sentence in the excerpt “It has been a year since the Hamas-led terrorist attacks impelled Israel to launch a retaliatory offensive in Gaza.” is 
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Q3700449 Inglês

Read the passage and answer question.


Palestinians in Gaza Reflect on One Year of Israel’s War With Hamas Oct. 7, 2024


The war has killed tens of thousands and devastated entire cities, leaving many in Gaza without a home and fueling a humanitarian catastrophe.


By Bilal Shbair and Hiba Yazbek Reporting from the Gaza Strip and Jerusalem.


Last October, Fadi Abu Kheir of southern Gaza had big plans. He was going to be engaged to the woman he loved. After they got married, he said, they would move in together, into an apartment that he spent years building.

“Now,” Mr. Abu Kheir, 24, said, “I am clueless about my future. I cannot even think how I can adapt to life postwar.”

It has been a year since the Hamas-led terrorist attacks impelled Israel to launch a retaliatory offensive in Gaza. For Mr. Abu Kheir — and, indeed, for Palestinians across the enclave — every day since, he said, has teemed with “sadness, depression and fury.”

The war has killed over 41,000 people, according to Gazan health officials, and devastated entire neighborhoods and cities, leaving hundreds of thousands without a home and fueling a humanitarian catastrophe.

More than 2 million people lived in the strip before the conflict. No one has been unaffected.

“We were so happy before this war,” said Maisaa al-Naffar, 20, of Khan Younis, breaking into tears as she recalled her first few weeks as a newlywed before the war began. She added: “I am not the person I used to be.”

Nine months pregnant, she is sheltering in a tent in southern Gaza.

“I miss my old life. I miss the days when we used to have fun or laugh at even the smallest things.

I miss my life when we had enough healthy food and snacks,”

Ms. al-Naffar said. “Today, everything has become a hell, full of dust and darkness.” 

Throughout the enclave, similar stories abound. For Mr. Abu Kheir, the image from the war that lingers is that of a naked, lifeless woman lying in the street, blown out of a house that had been bombarded, he said. The conflict has killed two of his best friends, and displaced him and his family, he said. It also destroyed the apartment he was building, in the southern Gaza city of Rafah. The war, he said, has “destroyed my dreams.”


According to the newspaper article, the war started  
Alternativas
Q3700448 Inglês

Read the passage and answer question.


Palestinians in Gaza Reflect on One Year of Israel’s War With Hamas Oct. 7, 2024


The war has killed tens of thousands and devastated entire cities, leaving many in Gaza without a home and fueling a humanitarian catastrophe.


By Bilal Shbair and Hiba Yazbek Reporting from the Gaza Strip and Jerusalem.


Last October, Fadi Abu Kheir of southern Gaza had big plans. He was going to be engaged to the woman he loved. After they got married, he said, they would move in together, into an apartment that he spent years building.

“Now,” Mr. Abu Kheir, 24, said, “I am clueless about my future. I cannot even think how I can adapt to life postwar.”

It has been a year since the Hamas-led terrorist attacks impelled Israel to launch a retaliatory offensive in Gaza. For Mr. Abu Kheir — and, indeed, for Palestinians across the enclave — every day since, he said, has teemed with “sadness, depression and fury.”

The war has killed over 41,000 people, according to Gazan health officials, and devastated entire neighborhoods and cities, leaving hundreds of thousands without a home and fueling a humanitarian catastrophe.

More than 2 million people lived in the strip before the conflict. No one has been unaffected.

“We were so happy before this war,” said Maisaa al-Naffar, 20, of Khan Younis, breaking into tears as she recalled her first few weeks as a newlywed before the war began. She added: “I am not the person I used to be.”

Nine months pregnant, she is sheltering in a tent in southern Gaza.

“I miss my old life. I miss the days when we used to have fun or laugh at even the smallest things.

I miss my life when we had enough healthy food and snacks,”

Ms. al-Naffar said. “Today, everything has become a hell, full of dust and darkness.” 

Throughout the enclave, similar stories abound. For Mr. Abu Kheir, the image from the war that lingers is that of a naked, lifeless woman lying in the street, blown out of a house that had been bombarded, he said. The conflict has killed two of his best friends, and displaced him and his family, he said. It also destroyed the apartment he was building, in the southern Gaza city of Rafah. The war, he said, has “destroyed my dreams.”


In the excerpt “I am clueless about my future.”, the word “clueless” is closest in meaning to 
Alternativas
Q3700417 História

Leia os textos abaixo:


Texto I



A formação da opinião pública começou com a destruição da imprensa livre. Nas semanas e meses que se seguiram a 30 de janeiro de 1933, cerca de 2 mil jornalistas alemães, incluindo escritores judeus, liberais, conservadores, apolíticos, social-democratas e comunistas, sofreram a perda de seus empregos, prisão, exílio forçado ou, às vezes, uma combinação dessas três formas de perseguição. O controle da imprensa implicava tanto a expulsão como a repressão a suspeitos de dissidência, o que abria vagas para membros do Partido Nazista, como a adaptação oportunista de parte de jornalistas que adotaram a causa das elites conservadoras do novo regime. Ao todo, 200 jornais social-democratas e 35 jornais comunistas, de circulação conjunta de, aproximadamente, 2 milhões de unidades, foram fechados. Em 4 de outubro de 1933, a Lei de Controle Editorial formulada pelo diretor de imprensa do Reich, Otto Dietrich, colocou todos os editores de jornais e periódicos sob controle governamental, o que acabou, assim, com qualquer pretensão de liberdade de imprensa. Os diretores precisavam ser "arianos" e não podiam ser casados com alguém não ariano. Dessa forma, a lei bania judeus e todos aqueles casados com judeus da prática jornalística. Todos os editores deviam ser membros da Liga da Imprensa Alemã do Reich, cujo diretor era Dietrich.



(HERF, Jeffrey. Inimigo Judeu: Propaganda nazista durante a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto. Tradução de Walter Solon. São Paulo: EDIPRO, 2014. p. 60. Adaptado)



Texto II



A professora Ana Maria estava trabalhando Segunda Grande Guerra com seus alunos do 9º ano. Após discutir o Estado alemão nazista e suas características e, pensando nos nossos tempos, ela questionou seus alunos sobre o papel da imprensa livre na preservação da democracia. Alguns alunos levantaram a questão das fake news como fenômeno do nosso tempo e a aula seguiu discutindo sobre liberdade de expressão e fake news e o desafio de encontrar formas de equilíbrio e de regulação.



Sobre a discussão proposta pela professora Ana Maria, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q3700416 História

O significado fundamental de "nação", e também o mais frequentemente ventilado na literatura, era político. Equalizava "o povo" e o Estado à maneira das revoluções francesa e americana, uma equalização que soa familiar em expressões como "Estado Nação", "Nações Unidas" ou a retórica dos últimos presidentes do século XX. Nos EUA, o discurso anterior preferia falar em "povo", "união", "confederação", "nossa terra comum", "público", "bem-estar público" ou "comunidade", com o fim de evitar as implicações unitárias e centralizantes do termo "nação" em relação aos direitos dos estados federados. Na era das revoluções, fazia parte ou cedo se tornaria parte do conceito de nação que esta deveria ser "una e indivisa", como na frase francesa. Assim considerada, a "nação" era o corpo de cidadãos cuja soberania coletiva os constituía com um Estado concebido como sua expressão política. Pois, fosse o que fosse uma nação, ela sempre incluiria o elemento da cidadania e da escolha ou participação de massa.



(HOBSBAWM, Eric. Nações e Nacionalismo. 4. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2004, p. 31)



A partir do trecho de Hobsbawm sobre o nacionalismo no século XX, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q3700414 História

Leia os textos abaixo:


Texto I



Os professores de História, Língua Portuguesa e Geografia que trabalham no 8º ano do Ensino Fundamental, elaboraram um projeto disciplinar. Escolheram a obra literária Os Sertões, de Euclides da Cunha, publicada em 1902. A obra de estilo pré-modernista é uma narrativa da Guerra de Canudos (Bahia, 1896-1897), sob a ótica do autor que atuou como jornalista para cobertura do conflito. A obra se divide em 3 partes e cada turma do 8º ano ficou responsável pela leitura e pelo estudo de cada uma delas: A Terra, O Homem, A Luta. A obra descreve o Sertão (clima, vegetação, relevo e, principalmente, a seca), o sertanejo (sua origem, suas características e a discussão das raças e o determinismo geográfico), a liderança de Canudos, Antônio Conselheiro, e, por fim, narra, de forma descritiva e realista, a Guerra de Canudos e suas expedições. No desenvolvimento do projeto, cada turma envolvida se responsabilizou pelo estudo de uma das partes, compreendendo a escrita no tempo do autor e trabalhando as teorias que davam sustentação à compreensão das diversas categorias que são abrangidas pela obra. A professora de História orientou a turma do 8º ano C, responsável pela última parte da obra: A Luta. 



Texto II



O jagunço, saqueador de cidades, sucedeu ao garimpeiro, saqueador da terra. O mandão político substituiu o capangueiro decaído. [...] Ora, aqueles homens, depois de esboçarem talvez a única feição útil da nossa atividade naqueles tempos, tiveram desde o começo do século XVIII, quando se desvendaram as lavras do Rio de Contas à Jacobina, perigosos agentes que, se lhes não derrancaram o caráter varonil, o nortearam a lamentáveis destinos. De feito, transmudaram-se em contato com os sertanistas gananciosos. Estes vinham, então, do oriente, espavorindo a ferro e fogo o selvagem e fundando povoados que, ao revés dos já existentes, não tinham o germe de uma fazenda de gado, mas as ruínas das malocas. Bateram rudemente a região, estacionando largo tempo ante a barreira de serras que vão de Caetité para o norte; e quando as minas esgotadas lhes demandaram aparelhos para a exploração intensiva, tiveram, logo adiante, entre as matas que vão de Macaúbas a Açuruá, novas paragens opulentas, atraindo-os para o âmago das terras



(CUNHA, Euclides da. Os Sertões. 1984, p. 127).



A professora de História, responsável pela orientação da 3ª parte: a Luta, discutiu o autor no seu tempo e as representações do contexto histórico na transição para república e nos conflitos brasileiros.



Com relação à proposta da atividade interdisciplinar na disciplina de História e considerando os textos-base para esta questão, é CORRETO afirmar: 

Alternativas
Q3700413 História

Leia os textos abaixo:



Texto I



Segundo Lilia Schwarcz, a lista dos títulos de nobreza no Brasil era longa e abrasileirada: Bujuru, Sirinhaém, Batovi, Coruripe, Ingaí, Juruá, Paranagaba, Piaçabuçu, Saramenha, Sincorá, Uruçuí, Itapororoca, Aratanha, Cascalho, Tacaruna, Aramaré, Icó, Poconé, Quissamã, Saicã, Sinimbu, Toropi, Tracunhaém, Solimões, Jurumirim, Uraraí... para além desses, também havia aqueles que indicavam uma localização geográfica relacionada, de alguma forma, à pessoa agraciada com a mercê (nascimento ou de atividade política, propriedade ou batalha) como Amazonas, Paraná, Mauá.


(SCHWARCZ, Lilia Moritz. As Barbas do Imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 178).



Texto II



Durante o Império brasílico (1822-1889), o Brasil experienciou sua própria Corte, que, nos moldes do mundo europeu, definia a vida pública e dava sustentação à estrutura social e política. Compunha o espaço público e foi formalizada com a transferência de D. João VI, que incorporou no Brasil as tradições vindas da Europa. Quem concedia os títulos de nobreza no Brasil, durante o Império, era o Poder executivo, geralmente como pagamento de favores às pessoas que obtinham status, títulos, honras e distinções, cargos, funções e participação das formalidades e da intimidade do imperador.



Sobre a corte no império brasílico, é CORRETO afirmar: 

Alternativas
Q3700412 Pedagogia

Pensando nas festas religiosas e nas sociabilidades, a professora Cibele exibiu para seus alunos o documentário “50 anos de Reinado em Japaraíba”, realizado pela Prefeitura do município. A festa Reinado de Nossa Senhora do Rosário é uma festa popular religiosa que celebra a cultura negra local e é composta por rituais de dança e música. O documentário traz relatos da manifestação cultural e religiosa no município e, a partir dele, a professora propôs trabalhar as tradições e a religiosidade como forma de sociabilidade e suas permanências. Após o documentário, os alunos e a professora refletiram juntos e ela contou um pouco da origem e dos sentidos da festa, que acontecem em várias partes do Estado de Minas Gerais desde os primórdios do seu povoamento e são mantidas como tradição, remontando os tempos da escravidão. A festa compreende uma preparação e é seguida pelos cortejos, desfiles do rei/rainha, músicas e danças dos grupos que passam o dia a cantar e dançar pelas ruas da cidade. A professora pediu que os alunos registrassem por escrito e por imagens o que o documentário despertava em cada um e buscou construir os sentidos coletivos e da memória. Alguns alunos relataram a presença de parentes na festa e de suas próprias memórias e a atividade mobilizou a turma de forma muito positiva.


Pensando nos conteúdos mobilizados e nas competências trabalhadas pela professora, é CORRETO afirmar que a professora buscou a

Alternativas
Q3700411 História

A chegada dos europeus ao Brasil promoveu também o encontro com os indígenas Tupiniquins, pertencentes à Grande família Tupinambá (tronco Tupi-Guarani) que transmitiram todo o aprendizado sobre si mesmos e sobre os seus inimigos, chamados de tapuias (escravos). Essas impressões sustentaram a distinção entre os grupos indígenas brasileiros entre amigos e hostis, ou entre indígenas do litoral e do sertão. As necessidades econômicas acabaram por promover perseguição e expulsão, assim como o aldeamento e a catequese, sob controle dos jesuítas, para controle da terra e do seu povo originário. Durante o Brasil colonial, Tomé de Souza, padres jesuítas e depois o Marquês de Pombal criaram diretrizes para solucionar a questão indígena e dar segurança à colonização e ao interesse da busca por riquezas no território. Particularmente, as orientações pombalinas expulsaram os jesuítas, criando o Diretório dos índios, regulamentando as funções dos administradores, mantendo a determinação da catequese, e, depois, as Cartas Régias, de 1808, decretaram a “guerra justa” contra os Botocudos de Minas Gerais, autorizaram o cativeiro por 15 anos, a partir do batismo, e concederam terras para os nobres da corte, expulsando ainda mais os indígenas para o interior.



Sobre os indígenas no Brasil colonial, é CORRETO afirmar: 

Alternativas
Q3700409 Pedagogia

O professor Daniel realizou uma atividade cultural com seus alunos. Inicialmente ele propôs a eles que, por meio de uma pesquisa, levantassem e identificassem instrumentos musicais que são originalmente brasileiros. Os alunos identificaram as violas (como a caipira e a de cocho, de Mato Grosso), o violão brasileiro, e o violão de sete cordas, o reco-reco, o berimbau, o repique, o tamborim ou pandeiro, o cavaco, o agogô. Ao mesmo tempo, identificaram também que esses instrumentos tiveram influência ou vieram de outras culturas como a africana e a portuguesa. Para atividade cultural, os alunos escolheram alguns instrumentos que conseguiram ou improvisaram com o apoio da professora de artes e fizeram uma roda de samba durante o intervalo da aula de sexta-feira. Foi uma festa para os alunos da turma do professor Daniel e de várias outras turmas que interagiram e participaram! Mas nem tudo foi festa. A diretora recebeu reclamações de alguns pais com relação às músicas e ao estilo escolhido. O professor Daniel, apesar de chateado, resolveu usar o resultado para aprendizagem e discutiu com seus alunos sobre a desvalorização da cultura de matriz africana por parte da sociedade brasileira e do preconceito que se afirma, principalmente, entre setores mais conservadores e religiosos, que demonizam as práticas do batuque e as suas representações.



A tarefa do professor envolveu CORRETAMENTE a

Alternativas
Respostas
121: B
122: A
123: B
124: B
125: A
126: D
127: C
128: D
129: A
130: A
131: C
132: D
133: D
134: D
135: C
136: A
137: B
138: D
139: B
140: D