Foram encontradas 135.879 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I - Casos graves: manifestações sistêmicas evidentes: vômitos abundantes, sudorese, sialorreia, agitação alternada com sonolência, taquidispneia, broncorreia, arritmias cardíacas, bradicardia ou taquicardia, hiper ou hipotensão arterial, priapismo. O quadro pode evoluir para insuficiência cardíaca, edema pulmonar, choque e óbito.
II - Nos casos moderados e graves podem ser detectados à chegada: hiperglicemia, hiperamila- semia, leucocitose, hipopotassemia e aumento das enzimas cardíacas (fração MB da creatino- fosfoquinase [CK-MB] e troponina I, esta principalmente nos casos mais graves) nas dosagens seriadas.
III - As alterações mais encontradas são taquicardia e bradicardia sinusal, extrassístoles ventricu- lares, inversão da onda T, supra e infradesnivelamento do segmento ST, presença de ondas Q, além de bloqueios da condução atrioventricular. Radiografia de tórax: Pode mostrar aumento da área cardíaca e edema agudo de pulmão (principalmente nas situações de infusão prévia de volume).
I - Em crianças a partir de 2 a 3 anos de idade, a ordem na qual os sintomas aparecem é mais importante do que qualquer sintoma individual. O primeiro sintoma a se desenvolver é dor. A apendicite quase sempre provoca dor. A dor pode começar no meio do abdômen, próximo ao umbigo e, depois, mover-se para a região inferior direita do abdômen. Contudo, é possível que a dor, sobretudo em bebês e crianças, seja sentida por todo o abdômen, em vez de estar localizada no quadrante inferior direito do abdômen. Crianças mais novas podem ser menos capazes de identificar a localização específica da dor e podem ficar apenas muito irritáveis ou letárgicas.
II - O diagnóstico da apendicite em crianças pode ser desafiador por diversos motivos. Muitos distúrbios podem causar sintomas similares, incluindo gastroenterite viral, divertículo de Meckel, intussuscepção e doença de Crohn. Com frequência, as crianças, em especial crianças pequenas, não apresentam sintomas e resultados de exame físico característicos, especialmente quando o apêndice não está na posição habitual no quadrante inferior direito do abdômen. Essa falta de sintomas típicos pode ser enganosa.
III - A apendicectomia é um procedimento bem simples e seguro, e exige uma hospitalização de um ou dois dias no caso de crianças sem complicações, como a ruptura do apêndice. Se o apêndice estiver rompido, o médico o remove e pode lavar o abdômen com líquido, administrar antibióticos por vários dias e observar sinais de possíveis complicações, como infecção e obstrução intestinal. Crianças com um apêndice rompido, geralmente, precisam permanecer mais tempo no hospital.
Considerando o mecanismo do parto e a fisiologia da contratilidade uterina, assinale a alternativa CORRETA:
Considerando exclusivamente os critérios normativos brasileiros para início e método de rastreamento, qual é a estratégia recomendada para essa paciente? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Considerando exclusivamente as recomendações normativas vigentes sobre o uso não contraceptivo de dispositivos intrauterinos, qual opção atende a essa indicação? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
COLUNA I – CONCEITOS
1 - Arbovírus.
2 - Vetor da dengue.
3 - Dengue clássica.
4 - Febre hemorrágica do dengue.
5 - Sorotipo do vírus da dengue.
COLUNA II – DEFINIÇÕES
( ) Forma mais comum da doença, caracterizada por febre, dores musculares e articulares intensas, geralmente com baixa letalidade.
( ) Vírus transmitido por artrópodes, como mosquitos, pertencente ao gênero Flavivirus.
( ) Mosquito responsável pela transmissão da doença, principalmente Aedes aegypti e Aedes albopictus.
( ) Forma grave da doença, com febre alta, manifestações hemorrágicas, hepatomegalia e possível insuficiência circulatória.
( ) Variante do vírus da dengue, existindo quatro tipos principais: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Exames complementares:
• Creatinina: 0,9 mg/dL
• TFGe: 92 mL/min/1,73 m²
• Potássio: 4 mEq/L
• Glicemia de jejum: 104 mg/dL
• LDL-colesterol: 162 mg/dL
• Urina tipo I: sem proteinúria
• Eletrocardiograma: sem critérios de hipertrofia ventricular esquerda
Não há evidências clínicas ou laboratoriais de lesão de órgão-alvo.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025, a conduta inicial mais adequada para esse paciente é:
R.L.F., menino de 4 anos e 8 meses, previamente hígido, é encaminhado ao neuropediatra por dificuldade progressiva para correr, subir escadas e levantar-se do chão. A mãe refere que ele utiliza as mãos sobre as coxas para se apoiar ao ficar em pé. Ao exame físico, observa-se fraqueza muscular proximal de cinturas, pseudohipertrofia de panturrilhas e marcha com base alargada.
Não há história familiar conhecida. Os exames laboratoriais mostram creatina quinase (CK) persistentemente >12.000 U/L.
O pediatra questiona qual deve ser o próximo passo diagnóstico. Qual é a conduta diagnóstica inicial correta nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Adolescente do sexo masculino, 13 anos, previamente hígido, é encaminhado por declínio progressivo do rendimento escolar, irritabilidade, alterações comportamentais e surgimento recente de tremor de intenção e rigidez discreta de membros superiores. Ao exame físico, não há icterícia, hepatomegalia ou estigmas clínicos de hepatopatia crônica. A oftalmoscopia evidencia anel de Kayser-Fleischer bilateral.
Os exames laboratoriais iniciais mostram:
• Ceruloplasmina sérica reduzida,
• Cobre urinário de 24 horas elevado,
• Transaminases discretamente aumentadas.
A família questiona se esses achados já permitem estabelecer o diagnóstico definitivo ou se seriam necessários exames adicionais.
Qual é a interpretação diagnóstica correta nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Lactente do sexo masculino, com 18 meses de idade, nascido a termo, sem intercorrências perinatais, comparece à consulta de vigilância do desenvolvimento. Os pais relatam que a criança anda de forma independente, manipula brinquedos de encaixe, alimenta-se com as mãos e mantém bom contato visual durante interações. Entretanto, observam que o menino não aponta para mostrar interesse, não utiliza palavras isoladas com significado, comunica-se basicamente por vocalizações inespecíficas e não imita ações simples demonstradas pelos cuidadores. Não houve regressão de habilidades previamente adquiridas e o exame neurológico não evidencia déficits motores ou sensoriais.
Considerando exclusivamente os marcos cognitivos e comportamentais normativos para vigilância do desenvolvimento, qual é a interpretação correta desse quadro? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.