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Q3998674 Medicina
Paciente, 4 anos, sexo masculino, morador de área urbana. História: Picada no membro inferior direito (pé) por escorpião amarelo (Tityus), trazido ao pronto-socorro 30 minutos após o acidente, com animal identificado pela família. Exame Clínico na Admissão: Dor local intensa (parestesia), sudorese profusa, agitação psicomotora, taquicardia (> 140 bpm) e vômitos. Classificado como moderado/grave. Sobre este assunto analise os itens a seguir e assinale a alternativa CORRETA:

I - Casos graves: manifestações sistêmicas evidentes: vômitos abundantes, sudorese, sialorreia, agitação alternada com sonolência, taquidispneia, broncorreia, arritmias cardíacas, bradicardia ou taquicardia, hiper ou hipotensão arterial, priapismo. O quadro pode evoluir para insuficiência cardíaca, edema pulmonar, choque e óbito.
II - Nos casos moderados e graves podem ser detectados à chegada: hiperglicemia, hiperamila- semia, leucocitose, hipopotassemia e aumento das enzimas cardíacas (fração MB da creatino- fosfoquinase [CK-MB] e troponina I, esta principalmente nos casos mais graves) nas dosagens seriadas.
III - As alterações mais encontradas são taquicardia e bradicardia sinusal, extrassístoles ventricu- lares, inversão da onda T, supra e infradesnivelamento do segmento ST, presença de ondas Q, além de bloqueios da condução atrioventricular. Radiografia de tórax: Pode mostrar aumento da área cardíaca e edema agudo de pulmão (principalmente nas situações de infusão prévia de volume).
Alternativas
Q3998667 Medicina
Paciente, 10 anos, sexo masculino, previamente hígido. Queixa principal: Dor abdominal de início há 24 horas. História da Doença Atual: Dor iniciou em região periumbilical, de intensidade moderada, associada a inapetência e dois episódios de vômitos. Nas últimas 6 horas, a dor migrou e localizou-se intensamente na fossa ilíaca direita, evoluindo com febre aferida de 38,2 graus. Exame físico: Geral: Regular estado geral, álgido, febril. Abdome: Plano, ruídos hidroaéreos diminuídos, dor intensa à palpação profunda em FID, sinal de Blumberg (descompressão dolorosa) positivo, sinal de Rovsing positivo. Sobre o assunto, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA.

I - Em crianças a partir de 2 a 3 anos de idade, a ordem na qual os sintomas aparecem é mais importante do que qualquer sintoma individual. O primeiro sintoma a se desenvolver é dor. A apendicite quase sempre provoca dor. A dor pode começar no meio do abdômen, próximo ao umbigo e, depois, mover-se para a região inferior direita do abdômen. Contudo, é possível que a dor, sobretudo em bebês e crianças, seja sentida por todo o abdômen, em vez de estar localizada no quadrante inferior direito do abdômen. Crianças mais novas podem ser menos capazes de identificar a localização específica da dor e podem ficar apenas muito irritáveis ou letárgicas.

II - O diagnóstico da apendicite em crianças pode ser desafiador por diversos motivos. Muitos distúrbios podem causar sintomas similares, incluindo gastroenterite viral, divertículo de Meckel, intussuscepção e doença de Crohn. Com frequência, as crianças, em especial crianças pequenas, não apresentam sintomas e resultados de exame físico característicos, especialmente quando o apêndice não está na posição habitual no quadrante inferior direito do abdômen. Essa falta de sintomas típicos pode ser enganosa.

III - A apendicectomia é um procedimento bem simples e seguro, e exige uma hospitalização de um ou dois dias no caso de crianças sem complicações, como a ruptura do apêndice. Se o apêndice estiver rompido, o médico o remove e pode lavar o abdômen com líquido, administrar antibióticos por vários dias e observar sinais de possíveis complicações, como infecção e obstrução intestinal. Crianças com um apêndice rompido, geralmente, precisam permanecer mais tempo no hospital.
Alternativas
Q3998525 Medicina
G2PN1, 40 semanas, em trabalho de parto ativo há 3 horas, apresenta contrações regulares a cada 3 minutos, com duração média de 50 segundos. Ao toque vaginal: dilatação de 8 cm, variedade de posição occipito anterior direita (OAD), plano -1 de DeLee.
Considerando o mecanismo do parto e a fisiologia da contratilidade uterina, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3996659 Medicina
J.L.M., 36 anos, sexo feminino, comparece à unidade básica de saúde para rastreamento do câncer do colo do útero. Relata vida sexual ativa, sem sintomas ginecológicos, sem histórico de lesões cervicais e nunca realizou teste molecular para HPV. O serviço adota o modelo de rastreamento organizado, conforme diretriz nacional vigente.
Considerando exclusivamente os critérios normativos brasileiros para início e método de rastreamento, qual é a estratégia recomendada para essa paciente? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3996653 Medicina
L.P.M., 41 anos, sexo feminino, com histórico de menorragia crônica, procura atendimento para escolha de método contraceptivo de longa duração, desejando também controle do sangramento menstrual. Ultrassonografia recente não mostra alterações anatômicas da cavidade uterina, e não há contraindicações clínicas ao uso de dispositivos intrauterinos.
Considerando exclusivamente as recomendações normativas vigentes sobre o uso não contraceptivo de dispositivos intrauterinos, qual opção atende a essa indicação? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3996632 Patologia
A dengue é uma doença febril aguda causada por um arbovírus do gênero Flavivirus, transmitida principalmente por mosquitos do gênero Aedes. No Brasil, os principais vetores são Aedes aegypti e Aedes albopictus. A doença pode apresentar diferentes formas clínicas, variando desde quadros leves até formas graves com manifestações hemorrágicas. O conhecimento dessas características é essencial para orientar ações de vigilância e controle. Associe a Coluna I (conceitos) com a Coluna II (definições) e assinale a alternativa CORRETA.

COLUNA I – CONCEITOS

1 - Arbovírus.
2 - Vetor da dengue.
3 - Dengue clássica.
4 - Febre hemorrágica do dengue.
5 - Sorotipo do vírus da dengue.

COLUNA II – DEFINIÇÕES

( ) Forma mais comum da doença, caracterizada por febre, dores musculares e articulares intensas, geralmente com baixa letalidade.
( ) Vírus transmitido por artrópodes, como mosquitos, pertencente ao gênero Flavivirus.
( ) Mosquito responsável pela transmissão da doença, principalmente Aedes aegypti e Aedes albopictus.
( ) Forma grave da doença, com febre alta, manifestações hemorrágicas, hepatomegalia e possível insuficiência circulatória.
( ) Variante do vírus da dengue, existindo quatro tipos principais: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3996238 Patologia
No processo de trabalho do Agente Comunitário de Saúde (ACS), o diagnóstico da comunidade é construído a partir de diferentes instrumentos como as fichas de cadastro, criação do mapa de risco e etapas que possibilitam conhecer a realidade do território e planejar intervenções adequadas. Considerando esse processo, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3995863 Medicina
O Sr. EPM 55 anos, assintomático, sem diagnóstico prévio de diabetes mellitus ou doença cardiovascular estabelecida. Apresenta IMC de 29 kg/m², circunferência abdominal aumentada e história familiar de infarto agudo do miocárdio em parente de primeiro grau antes dos 55 anos. É não tabagista. Em três consultas diferentes, as medidas de pressão arterial em consultório variaram entre 168–174/102–106 mmHg, realizadas com técnica adequada. A monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA) evidenciou média de 24 horas de 152/96 mmHg, com ausência de descenso noturno.
Exames complementares:
• Creatinina: 0,9 mg/dL
• TFGe: 92 mL/min/1,73 m²
• Potássio: 4 mEq/L
• Glicemia de jejum: 104 mg/dL
• LDL-colesterol: 162 mg/dL
• Urina tipo I: sem proteinúria
• Eletrocardiograma: sem critérios de hipertrofia ventricular esquerda
Não há evidências clínicas ou laboratoriais de lesão de órgão-alvo.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025, a conduta inicial mais adequada para esse paciente é:
Alternativas
Q3995165 Medicina

    R.L.F., menino de 4 anos e 8 meses, previamente hígido, é encaminhado ao neuropediatra por dificuldade progressiva para correr, subir escadas e levantar-se do chão. A mãe refere que ele utiliza as mãos sobre as coxas para se apoiar ao ficar em pé. Ao exame físico, observa-se fraqueza muscular proximal de cinturas, pseudohipertrofia de panturrilhas e marcha com base alargada.

    Não há história familiar conhecida. Os exames laboratoriais mostram creatina quinase (CK) persistentemente >12.000 U/L.

    O pediatra questiona qual deve ser o próximo passo diagnóstico. Qual é a conduta diagnóstica inicial correta nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.

Alternativas
Q3995160 Medicina
    Menina de 9 anos, previamente hígida, evolui com quadro subagudo de alteração comportamental, irritabilidade, déficit de memória recente, episódios de discinesias orofaciais e duas crises epilépticas focais nas últimas 48 horas. Há flutuação do nível de consciência. A ressonância magnética de encéfalo é normal. O líquor mostra pleocitose linfocitária discreta, e o EEG evidencia lentificação difusa.     A equipe considera encefalite autoimune provável, mas discute se é necessário aguardar confirmação laboratorial de autoanticorpos para iniciar o tratamento imunomodulador.     Qual é a conduta correta? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995157 Medicina

    Adolescente do sexo masculino, 13 anos, previamente hígido, é encaminhado por declínio progressivo do rendimento escolar, irritabilidade, alterações comportamentais e surgimento recente de tremor de intenção e rigidez discreta de membros superiores. Ao exame físico, não há icterícia, hepatomegalia ou estigmas clínicos de hepatopatia crônica. A oftalmoscopia evidencia anel de Kayser-Fleischer bilateral.

Os exames laboratoriais iniciais mostram:



• Ceruloplasmina sérica reduzida,


• Cobre urinário de 24 horas elevado,


• Transaminases discretamente aumentadas.



A família questiona se esses achados já permitem estabelecer o diagnóstico definitivo ou se seriam necessários exames adicionais.


Qual é a interpretação diagnóstica correta nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.

Alternativas
Q3995156 Medicina
    M.R.S., menino de 6 anos de idade, com diagnóstico prévio de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), nível de suporte moderado, em acompanhamento multiprofissional regular, é trazido à consulta por episódios recentes caracterizados por olhar fixo súbito, interrupção abrupta da atividade, automatismos orais (mastigação) e ausência de resposta a estímulos por cerca de 60 segundos, seguidos de breve período de confusão.     A professora relata ocorrência dos episódios também em sala de aula, sem gatilhos comportamentais evidentes. O exame neurológico interictal é normal. Não há história prévia de epilepsia.     A família questiona se esses eventos podem ser interpretados apenas como manifestações comportamentais do autismo, sem necessidade de investigação neurológica adicional.     Segundo exclusivamente as diretrizes normativas oficiais sobre comorbidades neurológicas no Transtorno do Espectro do Autismo, qual é a conduta correta? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995154 Medicina
    Lactente do sexo masculino, com 6 meses de idade, previamente com desenvolvimento adequado para a idade, passa a apresentar episódios diários caracterizados por flexão súbita do tronco associada à abdução dos membros superiores, ocorrendo em séries de 10 a 20 eventos consecutivos, principalmente ao despertar. Os cuidadores referem que, nas últimas semanas, houve perda do sorriso social e redução da interação visual.     O EEG realizado em vigília e sono mostra padrão desorganizado, com atividade de base lenta e descargas multifocais intermitentes, porém sem padrão clássico de hipsarritmia contínua. A ressonância magnética cerebral não evidencia malformações estruturais.          Segundo os critérios normativos da International League Against Epilepsy (ILAE) para definição de síndromes epilépticas infantis, qual é a classificação sindrômica correta desse quadro? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995152 Medicina
    Criança do sexo masculino, nascida com 28 semanas de idade gestacional, peso ao nascer de 1.050 g, evoluiu sem hemorragia intraventricular grave, sem leucomalácia periventricular diagnosticada na fase neonatal e recebeu alta hospitalar em boas condições clínicas. Atualmente, encontra-se com 18 meses de idade corrigida e comparece para seguimento ambulatorial. Apresenta marcha independente, porém com leve instabilidade, vocabulário restrito a poucas palavras isoladas e dificuldades persistentes de atenção e autorregulação comportamental relatadas pelos cuidadores. Não há déficits sensoriais identificados.     O serviço discute se o seguimento especializado pode ser encerrado e a criança encaminhada apenas para acompanhamento em atenção primária.     De acordo exclusivamente com as diretrizes normativas para seguimento de crianças nascidas prematuras, qual é a conduta correta quanto ao acompanhamento do neurodesenvolvimento desse paciente? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995151 Medicina
    Criança do sexo feminino, com 24 meses de idade, previamente hígida, comparece à consulta de puericultura. A mãe refere que a criança caminha sem dificuldade, manipula brinquedos adequadamente, porém utiliza apenas duas palavras isoladas, não combina palavras, apresenta pouco interesse em compartilhar atenção com adultos e não aponta para solicitar objetos. Não houve regressão de habilidades. O exame neurológico não demonstra déficits motores, sensoriais ou sinais focais.     Na consulta, o pediatra realizou apenas observação clínica informal e tranquilizou a família, orientando retorno em 12 meses. Não foi aplicado instrumento padronizado de triagem do desenvolvimento, nem rastreio específico para transtorno do espectro do autismo.          Considerando exclusivamente as diretrizes normativas de vigilância e triagem do desenvolvimento infantil, qual é a conduta correta em relação à avaliação do desenvolvimento nesta situação? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995150 Medicina

    Lactente do sexo masculino, com 18 meses de idade, nascido a termo, sem intercorrências perinatais, comparece à consulta de vigilância do desenvolvimento. Os pais relatam que a criança anda de forma independente, manipula brinquedos de encaixe, alimenta-se com as mãos e mantém bom contato visual durante interações. Entretanto, observam que o menino não aponta para mostrar interesse, não utiliza palavras isoladas com significado, comunica-se basicamente por vocalizações inespecíficas e não imita ações simples demonstradas pelos cuidadores. Não houve regressão de habilidades previamente adquiridas e o exame neurológico não evidencia déficits motores ou sensoriais.

    Considerando exclusivamente os marcos cognitivos e comportamentais normativos para vigilância do desenvolvimento, qual é a interpretação correta desse quadro? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento. 

Alternativas
Q3995149 Medicina
    Lactente do sexo feminino, com 9 meses de idade cronológica, nascida a termo, sem intercorrências gestacionais, perinatais ou neonatais, comparece à consulta de rotina para vigilância do desenvolvimento. A mãe relata que a criança consegue sentar-se de forma independente e estável, manipula objetos com as duas mãos, realizando transferência bimanual, mantém bom controle postural e não apresentou perda de habilidades previamente adquiridas. No entanto, ainda não realiza deslocamento locomotor independente, não engatinha, não se arrasta e também não consegue assumir a posição de pé mesmo com apoio. O exame neurológico não evidencia assimetrias, alterações de tônus ou sinais neurológicos focais.     Considerando exclusivamente os instrumentos normativos de vigilância do desenvolvimento baseados em evidência, utilizados para definição de marcos motores populacionais, qual é a interpretação correta desse achado? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995145 Medicina
    L.M.R., mulher, 34 anos, previamente hígida, procura a unidade de emergência com cefaleia pulsátil unilateral intensa há aproximadamente 12 horas, associada a náuseas, fotofobia e piora aos esforços. Refere crises semelhantes previamente diagnosticadas como enxaqueca sem aura, com resposta insatisfatória ao uso domiciliar de analgésicos simples. Encontra-se hemodinamicamente estável, afebril, sem rigidez de nuca e sem déficit neurológico focal. Não há contraindicações medicamentosas conhecidas. Qual é a conduta correta para abortar a crise no pronto atendimento? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995144 Medicina
    M.A.L., mulher de 56 anos, relata desconforto intenso em membros inferiores ao se deitar, descrito como necessidade irresistível de movimentar as pernas, pior à noite e parcialmente aliviado com movimento. Os sintomas duram há mais de seis meses, prejudicam o sono e não há sinais de neuropatia. A ferritina sérica é de 42 ng/mL (VR:15 ng/mL a 200 ng/mL. Metodologia CLIA). Qual é a conduta mais apropriada? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.  
Alternativas
Q3995023 Medicina
    Sr. H.T.G., 83 anos, reside com a filha idosa em domicílio com barreiras arquitetônicas. Possui sequela grave de Doença encefálica vascular isquêmica há dois anos (Rankin 5), apresentando-se acamado, com afasia compreensiva e disfagia orofaríngea grave (em uso de Gastrostomia - GTT). Evoluiu nas últimas semanas com declínio funcional progressivo, perda de contato visual e lesão por pressão (LPP) em região sacral grau III. A família demonstra exaustão e questiona sobre a transferência para o hospital devido à piora da ferida e episódios de engasgo com a própria saliva.     Considerando as diretrizes de Atenção Domiciliar (AD), Manejo de Pacientes Acamados e Cuidados Paliativos na APS, assinale a conduta que apresenta a melhor evidência de gestão clínica e ética: (dentro das alternativas abaixo assinalar a que melhor reponde ao questionamento)
Alternativas
Respostas
621: D
622: E
623: D
624: D
625: A
626: A
627: D
628: D
629: B
630: A
631: A
632: B
633: C
634: A
635: A
636: A
637: B
638: A
639: D
640: C