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Disponível em: https://www.paho.org/pt/noticias/26-11-2020-oms-lanca-novas-diretrizessobre-atividade-fisica-e-comportamento-sedentario - acesso em 12/09/2023.
Sobre os conceito e orientações acerca da saúde e atividade física, analise as assertivas a seguir.
I - Saúde é definida como um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença.
II – Para que a atividade física proporcione benefícios substanciais à saúde, a orientação é que os adultos devem realizar pelo menos 150 a 300 minutos de atividade física aeróbica de moderada intensidade, ou pelo menos 75 a 150 minutos de atividade física aeróbica de vigorosa intensidade, também pode-se optar por uma combinação entre atividade física moderada e vigorosa.
III – Ter saúde é a resultante das condições de alimentação, habitação, educação, renda, meio ambiente, trabalho, transporte, emprego, lazer, liberdade, acesso e posse da terra e acesso aos serviços de saúde.
IV - Atividade física é qualquer movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos e que resulta em aumento de gasto energético, já o exercício físico é toda atividade física planejada, estruturada e repetitiva que tem como objetivo melhorar um ou mais componentes da aptidão física.
Assinale a alternativa CORRETA:
PAIVA, A. C. de, FRANÇA, T.L. de. Trilhas interpretativas: reconhecendo os elos com a educação física. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, Campinas, v. 28, n. 3, p.109-124, maio 2007.
Em relação às AFAN, assinale a opção INCORRETA.
HELAL, Ronaldo. O que é sociologia do esporte. São Paulo: Editora Brasiliense, 1990. SCAGLIA, A. J., REVERDITO, R. S. Pedagogia do Esporte: jogos coletivos de invasão. São Paulo: Phorte, 2009.
Sobre a construção de uma pedagogia que vise ensinar esporte no ambiente escolar com o propósito de proporcionar ao educando o ensino-vivência e a aprendizagem socioesportiva, assinale a opção INCORRETA com base em Helal (1990) e Scaglia e Riverdito (2009).
BETTI, Mauro. Educação física e sociedade: A educação física na escola brasileira. 2. ed. ampl. São Paulo: Hucitec, 2009. CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: A história que não se conta. 19. ed. - Campinas, SP: Papirus, 2013. - (coleção Corpo & Motricidade) DARIDO, Suraya Cristina, RANGEL, Irene C. A. Educação Física na Escola: Implicações Para a Prática Pedagógica. 2. ed. - [Reimpr.]. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
Considerando a história e a evolução da Educação Física, analise quais assertivas são VERDADEIRAS.
I - Embora em 1882 a ginástica tenha sido recomendada para ambos os sexos em reforma realizada por Rui Barbosa, foi apenas em 1920 que a Educação Física, com o nome de Ginástica, foi incluída nas reformas educacionais de vários Estados da Federação.
II - A Educação Física no Brasil foi influenciada por concepções e abordagens pedagógicas bastante marcantes. Da sua implantação até o final da década de 70, podemos citar a higienista, militarista, Escola Nova, e tecnicista ou esportivista. Nos anos seguintes, começa a se fortalecer um movimento de oposição a essas concepções biológicas/tecnicistas, surgindo dentre outras as abordagens da psicomotricidade, desenvolvimentista, construtivista, crítico-superadora, crítico-emancipatória, saúde renovada, PCNs, e, atualmente, a área é orientada pela BNCC.
III - A concepção tecnicista ou esportivista, que ainda hoje tem forte influência na área, tem como principal caraterística o uso do Esporte de Performance (seletivo e hipercompetitivo) em todos os níveis de ensino, com o propósito de formar uma sociedade competitiva. Nesta concepção, a prática esportiva (o jogo pelo jogo) se confunde com o propósito da Educação Física escolar e acaba excluindo ou não atendendo as necessidades de parte dos discentes.
IV - Na atualidade, o trabalho do professor de Educação Física no ensino médio pode ser orientado pelas seguintes concepções ou abordagens pedagógicas: Psicomotricidade; lutas; dança; construtivista interacionista; crítico-superadora; Parâmetros Curriculares Nacionais; treinamento desportivo, atividades circenses, bioquímica e nutrição.
V - Na atualidade, o trabalho do professor de Educação Física no ensino médio pode ser orientado pela BNCC. A abordagem integra a cultura corporal de movimento à área de Linguagens e suas Tecnologias e aprofunda e amplia o trabalho realizado no Ensino Fundamental, criando oportunidades para que os estudantes compreendam as inter-relações entre as representações e os saberes vinculados às práticas corporais, em diálogo constante com o patrimônio cultural e as diferentes esferas/campos de atividade humana.
Assinale a alternativa que contém apenas as assertivas VERDADEIRAS:
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Base Nacional Comum Curricular. Educação é Base – Ensino Médio. MEC: Brasília, 2018. DARIDO, S. C. Educação Física na escola: questões e reflexões. -[Reimpr.] - . Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. HELAL, Ronaldo. O que é sociologia do esporte. São Paulo: Editora Brasiliense, 1990.
Assinale qual alternativa está CORRETA sobre a constituição histórica da Educação Física como prática de intervenção pedagógica no ensino médio:
DINIZ, I. K. D. S.; DARIDO, S. C. Dança no ensino médio: experiência com o uso das TICs. Revista Motrivivência, v. 33, p. 1-22, 2021. Disponível em: < https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/article/view/80116/47220>. Acesso em: 12 out. 2023.
DINIZ, I. K. D. S.; DARIDO, S. C . Dança no ensino médio: experiência com o uso das Tic. Revista Motrivivência, v. 33, p. 1-22, 2021. Disponível em: < https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/article/view/80116/47220>. Acesso em: 12 out. 2023.
I - A roda de conversa inicial mostrou-se como um dos momentos mais intensos de mobilização dos saberes e trocas de experiências, além de permitir maior envolvimento dos estudantes. Já na roda de conversa final, ocorreu a recuperação dos saberes que foram mobilizados em cada uma das fases, a fim de confrontar as expectativas e os desafios encontrados ao longo do processo.
II - Durante a fase da exploração, os alunos entraram em contato direto com a dança, havendo no início certa dificuldade por parte dos alunos, uma vez que eles não estão acostumados a situações menos diretivas.
III - Na fase solução de problemas, os alunos foram desafiados individual e/ou coletivamente por meio de situações problemas em que precisavam apresentar respostas que ampliassem os significados dos saberes.
IV - Na fase do direcionamento, os alunos apresentam maior protagonismo; é o momento no qual eles demonstraram os ensinamentos construídos nas etapas anteriores, compartilhando os saberes com toda a turma.
V - Os alunos e as autoras consideraram o uso das TICs positivo para o processo de aprendizagem. Para as autoras, foi possível evidenciar a partir do trabalho com a dança o potencial educativo para o uso das TICs nas aulas de Educação Física com alunos do Ensino Médio.
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a lacuna.
AYOUB, E.; Ginástica para todas, todes e todos. Revista Conexões, v. 20, p. e022040, 2022. Disponível em: https:// periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8671772. Acesso em: 12 out. 2023.
Sobre este tema, analise as afirmativas a seguir.
MALDONADO, D. T.; SOARES, D. B.; SCHIAVON, L. M. Educação Física no ensino médio: reflexões e desafios sobre a tematização das ginásticas. Revista Motrivivência, v. 31, p. 01-19, 2019. Disponível em: < https://periodicos. ufsc.br/index.php/motrivivencia/article/view/2175-8042.2019e56559>. Acesso em: 10 out. 2023.
I - Para a tematização do conteúdo sobre os diferentes tipos de ginástica, os autores recorreram à apreciação de vídeos, retirados da internet, das coreografias realizadas pelos atletas de alto rendimento.
II - Os aparelhos das ginásticas podem ser adaptados e construídos coletivamente com os alunos, por exemplo, para os aparelhos utilizados nas ginásticas rítmicas.
III - De acordo com a experiência relatada, a ginástica acrobática fez mais sentido para os discentes. O conceito do se-movimentar foi discutido com os alunos, sendo abordado que os movimentos que eles realizam são resultados das experiências anteriores e histórias de vida.
IV - Para auxiliar no processo de elaboração das coreografias da Ginástica Para Todos (GPT), foram compartilhadas com os alunos apresentações realizadas em diferentes contextos.
V - Como produto final, foi solicitado aos alunos que elaborassem uma coreografia de ginástica para todos contendo elementos da ginástica rítmica, ginástica artística, ginástica acrobática e a escolha do tema da apresentação relacionado a saúde e bem-estar.
Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com o que foi discutido por Maldonado, Soares e Schiavon (2019).
ALEXANDRE, M. G.; KAWASHIMA, L. B. A inclusão social de pessoas com deficiência como tema das aulas de Educação Física do IFMT. In: KAWASHIMA, L. B.; GODOI, M.; MARTINS, E. (Org.). Educação Física no Ensino Médio Integrado da Rede Federal: compartilhando experiências. 1ed.Cuiabá: EdUFMT Digital, 2021, v. , p. 91- 108. Disponível em: https://www.edufmt.com.br/product-page/educa%C3%A7%C3%A3o-f%C3%ADsica-noensino-m%C3%A9dio-integrado-da-rede-federal-compartilhando-exp. Acesso em: 03 out. 2023.
1- Deficiência Visual.
2- Deficiência Física.
3- Deficiência Auditiva.
( ) Basquetebol e handebol adaptados: Sugere-se utilizar as próprias cadeiras da sala de aula (sem braço) ou cadeiras de plástico que estiverem à disposição do professor, pois elas têm praticamente a mesma altura de uma cadeira de rodas, e a intenção é que o aluno possa experienciar as dificuldades de arremesso da bola de basquete na tabela (idêntica à do basquete convencional) e do arremesso ao gol de handebol (a quadra é a mesma do esporte convencional). (p.101)
( ) Futebol de cinco: A bola de futsal dispõe de um guizo para que possa emitir som ao se movimentar, sendo possível adaptar a própria bola de futsal dentro de uma sacola plástica, pois, ao rolar no chão, fará barulho que orientará sua localização pelos jogadores. As regras são parecidas com as do futsal, mas a bola não sai no fundo da quadra e nas laterais, que dispõem de paredes que limitam o espaço. São necessários alunos para auxiliar na segurança dos que estão jogando. (p.101)
( ) Futsal de três pernas, em duplas: Os alunos deverão se abraçar e terão uma de suas pernas unidas à do parceiro por meio de fita adesiva ou panos. Dessa forma, os alunos terão dificuldades de se movimentar e, ainda, dependerão da sincronia com o parceiro para se deslocar pela quadra. O jogo é realizado como um jogo de Futsal, sendo que os goleiros também estarão em duplas e unidos pelas pernas. (p.101)
( ) Atividades de sensibilização, que poderão anteceder a prática esportiva: Caminhadas guiadas em duplas, com um dos alunos com os olhos vendados, pela quadra e escola; amarrar barbantes pela quadra, na altura da cintura, utilizando os gols, postes de voleibol e outras estruturas para simular caminhos a serem percorridos pelos alunos vendados; brincadeira de cabra-cega. (p.101)
( ) Os quatro esportes tradicionais (basquetebol, futsal, handebol e voleibol) são passíveis de adaptação: Basta propor a proibição da fala durante a participação, estipulando alguma sanção no caso do descumprimento. Na adaptação no futsal, os alunos sentem dificuldade quando estão livres de marcação e querem pedir o passe, mas não podem falar. (p.105)
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
ALEXANDRE, M. G.; KAWASHIMA, L. B. A inclusão social de pessoas com deficiência como tema das aulas de Educação Física do IFMT. In: KAWASHIMA, L. B.; GODOI, M.; MARTINS, E. (Org.). Educação Física no Ensino Médio Integrado da Rede Federal: compartilhando experiências. 1. ed. Cuiabá: EdUFMT Digital, 2021, v., p. 91- 108. Disponível em: https://www.edufmt.com.br/product-page/educa%C3%A7%C3%A3o-f%C3%ADsica-noensino-m%C3%A9dio-integrado-da-rede-federal-compartilhando-exp. Acesso em: 03 out. 2023.
SOARES, C. L. CASTELLANI FILHO, L.; TAFFAREL, C.; VARJAL, E.; ESCOBAR, M. O.; BRACHT, V. Metodologia do ensino de educação física [livro eletrônico]. 1. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2013.
BAGNARA, I. C. ; BOSCATTO, J. D. A EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO INTEGRADO A PARTIR DOS MARCOS LEGAIS: da negação às possibilidades. EDUCAÇÃO EM REVISTA (ONLINE), v. 38, p. p. e26736,-p. e26736, 2022. Disponível em:< https://www.scielo.br/j/edur/a/hhqPjd5Ky8gzxgzxfg9k9Gg/abstract/?lang=pt>. Acesso em: 31 set. 2023.
( ) Os aspectos referidos possuem enorme potencial para conferir à Educação Física um caráter essencialmente instrumental e prático, vinculando-a às dimensões físico-biológicas do corpo ou técnico-táticas de determinadas modalidades esportivas, perspectiva desconectada das intencionalidades da escola e que tem sido alvo de questionamentos nos últimos anos.
( ) As possibilidades de atuação em forma de “práticas” de Educação Física, apresentadas por esses documentos legais, podem limitar as oportunidades de aprendizagem que este componente curricular oferece aos estudantes, na medida em que a contratação de profissionais com notório saber e experiências restritas a uma atuação prática supostamente substituiria a contratação de profissionais com formação específica em nível superior.
( ) O desenvolvimento da Educação Física próxima da ideia de clube ou oficina, apesar de oportunizar o acesso dos estudantes a determinadas práticas corporais, pode restringir sobremaneira as possibilidades de produção de conhecimentos e saberes multidimensionais inerentes ao universo da cultura corporal de movimento, que está na base conceitual da concepção da Educação Física no Ensino Médio Integrado.
( ) A preparação e organização das equipes esportivas e dos distintos grupos necessita, no entanto, estar articulada com as particularidades da instituição escolar e não ser confundida com o treinamento realizado nos clubes e escolas especializadas. Para isso, é necessário prever, na própria organização dos tempos e espaços institucionais, momentos específicos para o desenvolvimento destas atividades em horários alheios às aulas de Educação Física, e não restringir a atuação pedagógica da Educação Física a essa perspectiva de ensino.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
BAGNARA, I. C.; BOSCATTO, J. D. A EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO INTEGRADO A PARTIR DOS MARCOS LEGAIS: da negação às possibilidades. EDUCAÇÃO EM REVISTA (ONLINE), v. 38, p. p. e26736,-p. e26736, 2022. Disponível em:< https://www.scielo.br/j/edur/a/hhqPjd5Ky8gzxgzxfg9k9Gg/abstract/?lang=pt>. Acesso em: 31 set. 2023.
COFFANI, M. C. R. S.; KAWASHIMA, L. B. ; MOREIRA, E. C . Juventudes e Ensino Médio: desafios da contemporaneidade para a Educação Física Escolar. In: MOREIRA, E. C.; ALBUQUERQUE, D. I. P.; SOUZA JÚNIOR, O. M. (Org.). Educação Física na Educação Básica: diálogos com professores(as) pesquisadores(as). 1ed.Curitiba: Appris, 2023, v. 1, p. 247-264.
I - É fundamental que os/as professores/as assumam o papel de protagonistas na gestão do currículo, pois, sem isso, essa “parte” da reforma pode conduzir a Educação Física ao ostracismo curricular.
II - No caso específico das aulas de Educação Física no ensino médio, há uma carência de experiências pedagógicas que superem as limitadas e excludentes práticas de ensino de esportes.
III - A legitimidade da Educação Física no ensino médio ocorrerá motivada pela sua relevância social, por meio do incentivo ao esporte, à formação de atletas e à ocupação do tempo dos jovens em situação de vulnerabilidade social.
IV - Garantia do direito de participação e aprendizagem de todos/as, com aulas inclusivas, igualitárias, sem exclusão social, de gênero ou deficiência; isto é, aulas em que todos/as possam conhecer e compreender as mais diversas práticas corporais.
V - É necessária a construção de um projeto de Educação Física em que os/as jovens consigam estabelecer relações entre os conhecimentos específicos tematizados nas/sobre as práticas corporais, o seu projeto de vida e o mundo em que vivem.
Assinale a alternativa que contém as assertivas CORRETAS.
Brasil. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos. Brasília, 2005. Disponível em: < https:// www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm>. Acesso em: 04 nov. 2023.
I - Pessoa surda é aquela que utiliza aparelho auditivo e utiliza a Linguagem de Sinais ou a mímica para se comunicar.
II - A Língua Brasileira de Sinais - Libras é disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia.
III - As instituições federais não são obrigadas a ofertar o ensino bilíngue, que tem como proposta a Língua Brasileira de Sinais - Libras como primeira língua e a Língua Portuguesa escrita como segunda.
IV - Os estudantes com deficiência auditiva e apenas os surdos que tenham domínio da Língua Brasileira de Sinais - Libras têm direito ao Atendimento Educacional Especializado.
V - As instituições federais de ensino devem garantir que seus professores reconheçam e respeitem a singularidade linguística do estudante surdo, adotando formas de avaliação coerentes com a sua especificidade.
Assinale a alternativa que contém as afirmações CORRETAS:
BRASIL. Lei nº 9394/1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: Conselho Nacional de Educação, 1996.
FLEITH, D. de S. A Construção de Práticas Educacionais para Alunos com Altas Habilidades / Superdotação. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2007. 80p. Disponível em: < http:// portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/altasha b2.pdf>. Acesso em 06 dez. 2023.
I - O estudante com altas habilidades / superdotação tem recursos intelectuais suficientes para desenvolver sozinho o seu potencial superior.
II - Caso o estudante com altas habilidades / superdotação opte por acelerar os estudos na Educação Básica e Superior, conforme garantido em legislação, ele perde o direito ao Atendimento Educacional Especializado.
III - Para Renzulli, um dos mais importantes estudiosos da área, as pessoas com altas habilidades / superdotação têm três elementos principais característicos: habilidades acima da média, envolvimento com a tarefa e criatividade.
IV - Há diversas formas de aceleração, como: saltar séries escolares; aceleração por disciplina; cursos especiais fora da escola em áreas específicas.
V - São exemplos de atividades de enriquecimento curricular: realizar oficinas de invenções; promover programas que instiguem o pensamento crítico e produtivo; desenvolver projetos em pequenos grupos; organizar atividades embasadas nos interesses dos estudantes.
Assinale a alternativa CORRETA:
BERSCH, R. Introdução à Tecnologia Assistiva. Assistiva – Tecnoogia e Educação, Porto Alegre – RS, 2017. 20p. Disponível em: < https://www.assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf>. Acesso em: 06 dez. 2023.
CALHEIROS, D. dos S.; MENDES, E. G.; LOURENÇO G. F. Considerações Acerca da Tecnologia Assistiva no Cenário Educacional Brasileiro. Revista Educação Especial, v. 31, n. 60, p. 229-244, jan. / mar. 2018. Disponível em: < https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/18825/pdf> Acesso em: 06 dez. 2023
I - A Tecnologia Assistiva é uma área de conhecimento com característica interdisciplinar, permitindo o envolvimento de diferentes profissionais.
II - Toda tecnologia educacional é uma tecnologia assistiva.
III - As órteses e próteses são exemplos de tecnologia assistiva.
IV - A consultoria colaborativa tem sido uma forma de maximizar a utilização da Tecnologia Assistiva nas escolas comuns, devido à falta de formação dos professores na área.
V - O processo de seleção da tecnologia assistiva deve envolver a equipe multiprofissional, a família e o usuário.
VI - A comunicação aumentativa e alternativa não pode ser considerada exemplo de tecnologia assistiva.
Assinale a alternativa que contém as afirmações FALSAS:
MAHL, E.; OLIVEIRA, P. de; ZUTIÃO, P. Estratégias utilizadas por três professoras do Atendimento Educacional Especializado (AEE) do IF Baiano: relatando experiências. Revista Transmutare, Curitiba – PR, v.5, p. 1-19, 2020. Disponível em: < https://periodicos.utfpr.edu.br/rtr/article/view/12981/8211 >. Acesso em: 04 nov. 2023.
Brasil. Resolução nº 4, de 02 de outubro de 2009, institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação Básica. Diário Oficial da União, Brasília, 2009. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf>. Acesso em: 13 nov. 2023.