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Para responder à questão, teia o texto abaixo.
A tensão entre o universal e o local na implementação
dos Direitos Humanos
A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948 como resposta às atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, constitui um marco na historia dos direitos humanos. O documento estabeleceu um conjunto de direitos e liberdades a serem garantidos a todos os indivíduos, expressando o conceito de universalidade ao enunciar direitos comuns a todas as pessoas em razão de sua condição humana, sem nenhum tipo de discriminação, e ao afirmar que todos os seres humanos integram uma família única - a família humana - merecedora de respeito e dignidade em todos os lugares.
O debate sobre a tensão entre universalidade e relativismo cultural dos direitos humanos tem sido amplamente desenvolvido na literatura acadêmica contemporânea. O universalismo busca garantir que todas as pessoas, independentemente de qualquer condição, possuam direitos humanos; contudo, o caráter universalista sofre severas críticas por ser alegado que se trata de uma tentativa de homogeneizar as culturas. Paralelamente, a construção dos direitos humanos, segundo a proposta relativista, deve levar em consideração as particularidades, pois é preciso que o indivíduo se reconheça e se identifique com os valores defendidos, não sendo possível abstraí-lo de seu contexto cultural.
A literatura acadêmica consolidada tem aprofundado essa discussão a partir de diferentes perspectivas. Analisam-se os impasses entre a universalização dos direitos humanos e as particularidades culturais, propondo uma concepção contra-hegemônica e intercultural que supere os limites do universalismo de matriz ocidental. Também são exploradas as tensões entre igualdade e diferença no campo da Educação em Direitos Humanos, defendendo abordagens pedagógicas interculturais que reconheçam a diversidade sem abdicar de princípios fundamentais de dignidade humana. Tais contribuições evidenciam que o debate não se esgota na oposição binária entre universalismo e relativismo, mas aponta para a necessidade de abordagens dialógicas e contextualizadas.
Apesar da robustez teórica acumulada, ainda não foram identificados estudos que articulem de forma sistemática: (1) a operacionalização prática da Educação em Direitos Humanos como mediadora específica entre tensões universais e locais; (2) indicadores concretos para mensurar a efetividade de abordagens interculturais na implementação de direitos humanos; e (3) metodologias aplicadas que superem o nível teórico-conceitual. Esta lacuna evidencia a necessidade de pesquisas que avancem para proposições metodológicas e aplicações práticas concretas.
A problemática central reside na aparente contradição entre a necessidade de padrões universais de direitos humanos e o imperativo de respeitar as especificidades culturais locais. Como implementar direitos humanos de forma efetiva sem incorrer em imposições culturais? Como a Educação em Direitos Humanos pode atuar como mediadora desta tensão? Tais questionamentos, articulados à lacuna identificada, justificam a relevância e a urgência de investigações que avancem para além do debate conceitual.
Fonte: BOIAGO, C. E. P.; SALVIO, A. C. C. A tensão entre o universal e o local na implementação dos Direitos Humanos: desafios e afirmações. Revista Direitos Humanos e Sociedade, ls.l.l v. 9, n. 2, 2026 (com adaptações).
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A tensão entre o universal e o local na implementação
dos Direitos Humanos
A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948 como resposta às atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, constitui um marco na historia dos direitos humanos. O documento estabeleceu um conjunto de direitos e liberdades a serem garantidos a todos os indivíduos, expressando o conceito de universalidade ao enunciar direitos comuns a todas as pessoas em razão de sua condição humana, sem nenhum tipo de discriminação, e ao afirmar que todos os seres humanos integram uma família única - a família humana - merecedora de respeito e dignidade em todos os lugares.
O debate sobre a tensão entre universalidade e relativismo cultural dos direitos humanos tem sido amplamente desenvolvido na literatura acadêmica contemporânea. O universalismo busca garantir que todas as pessoas, independentemente de qualquer condição, possuam direitos humanos; contudo, o caráter universalista sofre severas críticas por ser alegado que se trata de uma tentativa de homogeneizar as culturas. Paralelamente, a construção dos direitos humanos, segundo a proposta relativista, deve levar em consideração as particularidades, pois é preciso que o indivíduo se reconheça e se identifique com os valores defendidos, não sendo possível abstraí-lo de seu contexto cultural.
A literatura acadêmica consolidada tem aprofundado essa discussão a partir de diferentes perspectivas. Analisam-se os impasses entre a universalização dos direitos humanos e as particularidades culturais, propondo uma concepção contra-hegemônica e intercultural que supere os limites do universalismo de matriz ocidental. Também são exploradas as tensões entre igualdade e diferença no campo da Educação em Direitos Humanos, defendendo abordagens pedagógicas interculturais que reconheçam a diversidade sem abdicar de princípios fundamentais de dignidade humana. Tais contribuições evidenciam que o debate não se esgota na oposição binária entre universalismo e relativismo, mas aponta para a necessidade de abordagens dialógicas e contextualizadas.
Apesar da robustez teórica acumulada, ainda não foram identificados estudos que articulem de forma sistemática: (1) a operacionalização prática da Educação em Direitos Humanos como mediadora específica entre tensões universais e locais; (2) indicadores concretos para mensurar a efetividade de abordagens interculturais na implementação de direitos humanos; e (3) metodologias aplicadas que superem o nível teórico-conceitual. Esta lacuna evidencia a necessidade de pesquisas que avancem para proposições metodológicas e aplicações práticas concretas.
A problemática central reside na aparente contradição entre a necessidade de padrões universais de direitos humanos e o imperativo de respeitar as especificidades culturais locais. Como implementar direitos humanos de forma efetiva sem incorrer em imposições culturais? Como a Educação em Direitos Humanos pode atuar como mediadora desta tensão? Tais questionamentos, articulados à lacuna identificada, justificam a relevância e a urgência de investigações que avancem para além do debate conceitual.
Fonte: BOIAGO, C. E. P.; SALVIO, A. C. C. A tensão entre o universal e o local na implementação dos Direitos Humanos: desafios e afirmações. Revista Direitos Humanos e Sociedade, ls.l.l v. 9, n. 2, 2026 (com adaptações).
O encerramento do texto sintetiza o nó problematizador da pesquisa. Tendo como referência as reflexões finais dos autores, analise as assertivas que seguem, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:
( ) A Educação em Direitos Humanos é apresentada no texto como o elemento gerador da tensão existente entre as exigências globais e as identidades locais.
( ) As indagações formuladas no encerramento do texto possuem caráter autônomo, figurando como proposições desvinculadas da lacuna de pesquisa identificada pelos autores.
( ) O texto caracleriza a contradição entre a exigência de padrões universais de direitos humanos e o respeito às especificidades locais como uma relação real, insuperável e absoluta.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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A tensão entre o universal e o local na implementação
dos Direitos Humanos
A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948 como resposta às atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, constitui um marco na historia dos direitos humanos. O documento estabeleceu um conjunto de direitos e liberdades a serem garantidos a todos os indivíduos, expressando o conceito de universalidade ao enunciar direitos comuns a todas as pessoas em razão de sua condição humana, sem nenhum tipo de discriminação, e ao afirmar que todos os seres humanos integram uma família única - a família humana - merecedora de respeito e dignidade em todos os lugares.
O debate sobre a tensão entre universalidade e relativismo cultural dos direitos humanos tem sido amplamente desenvolvido na literatura acadêmica contemporânea. O universalismo busca garantir que todas as pessoas, independentemente de qualquer condição, possuam direitos humanos; contudo, o caráter universalista sofre severas críticas por ser alegado que se trata de uma tentativa de homogeneizar as culturas. Paralelamente, a construção dos direitos humanos, segundo a proposta relativista, deve levar em consideração as particularidades, pois é preciso que o indivíduo se reconheça e se identifique com os valores defendidos, não sendo possível abstraí-lo de seu contexto cultural.
A literatura acadêmica consolidada tem aprofundado essa discussão a partir de diferentes perspectivas. Analisam-se os impasses entre a universalização dos direitos humanos e as particularidades culturais, propondo uma concepção contra-hegemônica e intercultural que supere os limites do universalismo de matriz ocidental. Também são exploradas as tensões entre igualdade e diferença no campo da Educação em Direitos Humanos, defendendo abordagens pedagógicas interculturais que reconheçam a diversidade sem abdicar de princípios fundamentais de dignidade humana. Tais contribuições evidenciam que o debate não se esgota na oposição binária entre universalismo e relativismo, mas aponta para a necessidade de abordagens dialógicas e contextualizadas.
Apesar da robustez teórica acumulada, ainda não foram identificados estudos que articulem de forma sistemática: (1) a operacionalização prática da Educação em Direitos Humanos como mediadora específica entre tensões universais e locais; (2) indicadores concretos para mensurar a efetividade de abordagens interculturais na implementação de direitos humanos; e (3) metodologias aplicadas que superem o nível teórico-conceitual. Esta lacuna evidencia a necessidade de pesquisas que avancem para proposições metodológicas e aplicações práticas concretas.
A problemática central reside na aparente contradição entre a necessidade de padrões universais de direitos humanos e o imperativo de respeitar as especificidades culturais locais. Como implementar direitos humanos de forma efetiva sem incorrer em imposições culturais? Como a Educação em Direitos Humanos pode atuar como mediadora desta tensão? Tais questionamentos, articulados à lacuna identificada, justificam a relevância e a urgência de investigações que avancem para além do debate conceitual.
Fonte: BOIAGO, C. E. P.; SALVIO, A. C. C. A tensão entre o universal e o local na implementação dos Direitos Humanos: desafios e afirmações. Revista Direitos Humanos e Sociedade, ls.l.l v. 9, n. 2, 2026 (com adaptações).
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A tensão entre o universal e o local na implementação
dos Direitos Humanos
A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948 como resposta às atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, constitui um marco na historia dos direitos humanos. O documento estabeleceu um conjunto de direitos e liberdades a serem garantidos a todos os indivíduos, expressando o conceito de universalidade ao enunciar direitos comuns a todas as pessoas em razão de sua condição humana, sem nenhum tipo de discriminação, e ao afirmar que todos os seres humanos integram uma família única - a família humana - merecedora de respeito e dignidade em todos os lugares.
O debate sobre a tensão entre universalidade e relativismo cultural dos direitos humanos tem sido amplamente desenvolvido na literatura acadêmica contemporânea. O universalismo busca garantir que todas as pessoas, independentemente de qualquer condição, possuam direitos humanos; contudo, o caráter universalista sofre severas críticas por ser alegado que se trata de uma tentativa de homogeneizar as culturas. Paralelamente, a construção dos direitos humanos, segundo a proposta relativista, deve levar em consideração as particularidades, pois é preciso que o indivíduo se reconheça e se identifique com os valores defendidos, não sendo possível abstraí-lo de seu contexto cultural.
A literatura acadêmica consolidada tem aprofundado essa discussão a partir de diferentes perspectivas. Analisam-se os impasses entre a universalização dos direitos humanos e as particularidades culturais, propondo uma concepção contra-hegemônica e intercultural que supere os limites do universalismo de matriz ocidental. Também são exploradas as tensões entre igualdade e diferença no campo da Educação em Direitos Humanos, defendendo abordagens pedagógicas interculturais que reconheçam a diversidade sem abdicar de princípios fundamentais de dignidade humana. Tais contribuições evidenciam que o debate não se esgota na oposição binária entre universalismo e relativismo, mas aponta para a necessidade de abordagens dialógicas e contextualizadas.
Apesar da robustez teórica acumulada, ainda não foram identificados estudos que articulem de forma sistemática: (1) a operacionalização prática da Educação em Direitos Humanos como mediadora específica entre tensões universais e locais; (2) indicadores concretos para mensurar a efetividade de abordagens interculturais na implementação de direitos humanos; e (3) metodologias aplicadas que superem o nível teórico-conceitual. Esta lacuna evidencia a necessidade de pesquisas que avancem para proposições metodológicas e aplicações práticas concretas.
A problemática central reside na aparente contradição entre a necessidade de padrões universais de direitos humanos e o imperativo de respeitar as especificidades culturais locais. Como implementar direitos humanos de forma efetiva sem incorrer em imposições culturais? Como a Educação em Direitos Humanos pode atuar como mediadora desta tensão? Tais questionamentos, articulados à lacuna identificada, justificam a relevância e a urgência de investigações que avancem para além do debate conceitual.
Fonte: BOIAGO, C. E. P.; SALVIO, A. C. C. A tensão entre o universal e o local na implementação dos Direitos Humanos: desafios e afirmações. Revista Direitos Humanos e Sociedade, ls.l.l v. 9, n. 2, 2026 (com adaptações).
Considerando as origens institucionais dos Direitos Humanos e as críticas contemporâneas aos limites do debate entre universalismo e relativismo apontadas no texto, analise as assertivas que seguem:
I. A literatura propõe uma abordagem intercultural e dialógica como alternativa para transcender a oposição binária entre o universalismo rígido e o relativismo cultural, preservando os princípios da dignidade humana.
II. A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 foi criada como um acordo de cooperação econômica para solucionar as controvérsias patrimoniais entre as potências do período pós-guerra.
III. O texto identifica a carência de metodologias aplicadas e de indicadores concretos no campo dos direitos humanos que sejam capazes de superar o patamar meramente teórico-conceitual.
Está CORRETO o que se afirma em
Para responder à questão, teia o texto abaixo.
A tensão entre o universal e o local na implementação
dos Direitos Humanos
A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948 como resposta às atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, constitui um marco na historia dos direitos humanos. O documento estabeleceu um conjunto de direitos e liberdades a serem garantidos a todos os indivíduos, expressando o conceito de universalidade ao enunciar direitos comuns a todas as pessoas em razão de sua condição humana, sem nenhum tipo de discriminação, e ao afirmar que todos os seres humanos integram uma família única - a família humana - merecedora de respeito e dignidade em todos os lugares.
O debate sobre a tensão entre universalidade e relativismo cultural dos direitos humanos tem sido amplamente desenvolvido na literatura acadêmica contemporânea. O universalismo busca garantir que todas as pessoas, independentemente de qualquer condição, possuam direitos humanos; contudo, o caráter universalista sofre severas críticas por ser alegado que se trata de uma tentativa de homogeneizar as culturas. Paralelamente, a construção dos direitos humanos, segundo a proposta relativista, deve levar em consideração as particularidades, pois é preciso que o indivíduo se reconheça e se identifique com os valores defendidos, não sendo possível abstraí-lo de seu contexto cultural.
A literatura acadêmica consolidada tem aprofundado essa discussão a partir de diferentes perspectivas. Analisam-se os impasses entre a universalização dos direitos humanos e as particularidades culturais, propondo uma concepção contra-hegemônica e intercultural que supere os limites do universalismo de matriz ocidental. Também são exploradas as tensões entre igualdade e diferença no campo da Educação em Direitos Humanos, defendendo abordagens pedagógicas interculturais que reconheçam a diversidade sem abdicar de princípios fundamentais de dignidade humana. Tais contribuições evidenciam que o debate não se esgota na oposição binária entre universalismo e relativismo, mas aponta para a necessidade de abordagens dialógicas e contextualizadas.
Apesar da robustez teórica acumulada, ainda não foram identificados estudos que articulem de forma sistemática: (1) a operacionalização prática da Educação em Direitos Humanos como mediadora específica entre tensões universais e locais; (2) indicadores concretos para mensurar a efetividade de abordagens interculturais na implementação de direitos humanos; e (3) metodologias aplicadas que superem o nível teórico-conceitual. Esta lacuna evidencia a necessidade de pesquisas que avancem para proposições metodológicas e aplicações práticas concretas.
A problemática central reside na aparente contradição entre a necessidade de padrões universais de direitos humanos e o imperativo de respeitar as especificidades culturais locais. Como implementar direitos humanos de forma efetiva sem incorrer em imposições culturais? Como a Educação em Direitos Humanos pode atuar como mediadora desta tensão? Tais questionamentos, articulados à lacuna identificada, justificam a relevância e a urgência de investigações que avancem para além do debate conceitual.
Fonte: BOIAGO, C. E. P.; SALVIO, A. C. C. A tensão entre o universal e o local na implementação dos Direitos Humanos: desafios e afirmações. Revista Direitos Humanos e Sociedade, ls.l.l v. 9, n. 2, 2026 (com adaptações).
Com base nas disposições apresentadas acerca da composição e da organização da educação escolar e da educação básica, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F),
( ) A educação escolar é composta pela educação básica, formada pela educação infantil, pelo ensino fundamental, pelo ensino médio e pela educação superior.
( ) A educação básica tem entre suas finalidades assegurar a formação comum indispensável ao exercício da cidadania, sendo a alfabetização plena e a formação de leitores objetivos essenciais ao cumprimento dessas finalidades.
( ) A educação básica pode organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não seriados ou outras formas de organização, quando o interesse do processo de aprendizagem assim recomendar.
( ) A classificação independentemente de escolarização anterior pode ocorrer em qualquer série ou etapa da educação básica, inclusive na primeira série do ensino fundamental, mediante avaliação realizada pela escola.
( ) O controle da frequência compete à escola, sendo exigida, para aprovação, a frequência mínima de setenta e cinco por cento do total de dias de efetivo trabalho escolar.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
A avaliação da aprendizagem constitui uma dimensão essencial da prática socioeducativa, embora ainda seja frequentemente associada à aplicação de provas, exames e testes destinados à mensuração do desempenho e à atribuição de notas. Considerando as diferentes compreensões sobre o ato de avaliar, analise as assertivas abaixo:
I. A identificação da avaliação com provas escritas, exames e testes expressa uma concepção tradicional, na qual os instrumentos avaliativos são utilizados predominantemente para mensurar resultados e atribuir notas.
II. A superação da concepção tradicional pressupõe a eliminação das provas e dos testes, que devem ser substituídos exclusivamente por procedimentos qualitativos de observação da aprendizagem.
III. Em uma perspectiva processual, a avaliação possibilita que docentes e estudantes reconheçam as dificuldades de aprendizagem e estabeleçam ações voltadas à sua superação.
IV. As dúvidas, inseguranças e críticas relacionadas à avaliação podem favorecer a reflexão, a autocrítica e a discussão coletiva sobre as práticas avaliativas adotadas pela escola.
Está CORRETO o que se afirma em:
As concepções educacionais formuladas por Antonio Gramsci, Anísio Spínola Teixeira, Auguste Comte e Célestin Freinet evidenciam diferentes compreensões acerca da função social da escola e da formação dos estudantes. Considerando as ideias apresentadas, analise as seguintes assertivas:
I. Antonio Gramsci criticava a divisão educacional que destinava a formação intelectual aos dirigentes e o ensino profissional aos trabalhadores, defendendo uma escola unitária que articulasse conhecimentos intelectuais e técnicos e possibilitasse a formação de cidadãos capazes de participar da direção da sociedade.
II. Anísio Spínola Teixeira compreendia educação e sociedade como processos que se influenciam mutuamente e defendia a escola pública e gratuita como instrumento de democratização educacional e enfrentamento das desigualdades sociais.
III. Auguste Comte atribuía à escola a responsabilidade de formar sujeitos críticos e autônomos mediante a rejeição da disciplina, da obediência e da hierarquia, aproximando-se, nesse aspecto, da concepção educacional defendida por Antonio Gramsci.
IV. Célestin Freinet defendia uma prática pedagógica vinculada aos interesses dos estudantes e fundamentada na cooperação entre docentes e discentes, contrapondo-se a uma educação orientada exclusivamente pela submissão e pela reprodução de comportamentos passivos.
Está CORRETO o que se afirma em
Durante um seminário sobre as formas de produção do conhecimento, foram apresentadas duas proposições:
Proposição I: Uma sociedade justa deve garantir condições que possibilitem o desenvolvimento da dignidade e da autônoma de todos os indivíduos.
Proposição II: A aplicação de determinada estratégia pedagógica aumenta o desempenho dos estudantes em atividades de resolução de problemas.
Ao analisar as proposições, uma estudante argumentou que a primeira deveria ser examinada por meio da coerência lógica e da articulação racional de seus fundamentos, enquanto a segunda precisaria ser submetida à observação e à experimentação, podendo ser reformulada diante de novas evidências. Considerando as características dos conhecimentos filosófico e científico, a interpretação CORRETA da situação apresentada é:
Uma instituição educativa pretende examinar o cumprimento da função social institucional e, simultaneamente, analisar os objetivos, os conteúdos e os processos previstos na implementação de determinado curso. Para tanto, a equipe responsável reconheceu a necessidade de distinguir as diferentes dimensões da avaliação educacional. Com base nas concepções apresentadas, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. A análise do cumprimento da função social da instituição corresponde à avaliação institucional, enquanto o exame do valor psicossocial dos objetivos e conteúdos de um curso, bem como da efetividade dos processos previstos para a implementação, corresponde à avaliação de currículo.
PORQUE
II. A avaliação de programas e projetos educativos concentra-se nos propósitos e nas estratégias concebidos para aperfeiçoar ou corrigir desvios de um sistema de ensino.
A respeito dessas asserções, pode-se afirmar que:
No contexto educacional, a abordagem da sexualidade pode ultrapassar a concepção de uma realidade subterrânea que deveria apenas ser descoberta. Com base na compreensão apresentada por Michel Foucault, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Uma perspectiva educacional fundamentada na compreensão da sexualidade como dispositivo histórico considera as relações estabelecidas entre a estimulação dos corpos, a intensificação dos prazeres, a incitação aos discursos, a formação dos conhecimentos, os controles e as resistências.
PORQUE
II. Nessa perspectiva, as práticas educativas devem analisar a incitação aos discursos e a formação dos conhecimentos separadamente dos controles e das resistências, uma vez que esses elementos não integram as mesmas estratégias de saber e poder.
A respeito dessas asserções, pode-se afirmar que:
Uma empresa de logística internacional está padronizando seus containers de carga. O modelo padrão utilizado é um paralelepípedo reto-retângulo de dimensões internas a, b e c. Durante o processo de fabricação e pintura, um engenheiro precisa calcular a área de superfície total das seis faces do container para determinar a quantidade de tinta anticorrosiva necessária. O software de projeto forneceu os seguintes dados estruturais:
• A soma das três dimensões (comprimento, largura e altura) é igual a 13 m.
• A soma dos quadrados dessas três dimensões é igual a 61 m2.
Diante disso, a área total de superfície desse container, em metros quadrados, é igual a:
Uma pizzaria realiza um estudo de mercado para ajustar o preço de sua pizza de calabresa principal. Atualmente, o estabelecimento vende 600 unidades por mês ao preço fixo de R$ 45,00 cada. A gerência constatou que o mercado é sensível a promoções: para cada R$ 1,00 de desconto concedido no preço de cada pizza, a quantidade de pizzas vendidas por mês aumenta em 15 unidades. O estudo considerou que a função que modela o faturamento mensal dessa pizzaria em relação ao desconto concedido é uma função quadrática. Diante disso, o valor do desconto por pízza que gera o faturamento máximo para o estabelecimento é de:
Uma empresa de logística automatizada utiliza robôs móveis para o transporte de mercadorias em seu centro de distribuição. A velocidade 4 em metros por segundo, de um desses robôs durante o processo de desaceleração e parada controlada é modelada em função do tempo t em segundos (com 0 < t < 6), pela função polinomial: v(t) = -t3 + 6t2 + 15t. Para garantir a estabilidade das cargas mais sensíveis, o sistema de segurança do robô exige identificar o instante exato f em que a variação da aceleração atinge seu valor máximo absoluto (ponto em que a desaceleração começa a perder intensidade de forma mais acentuada, caracterizando o ponto de inflexão da curva de velocidade). Analisando a função do movimento, o engenheiro responsável utiliza a segunda derivada da função velocidade, v"(t), igualando a a zero para determinar esse instante crítico. Com isso, o instante t em segundos, em que ocorre esse ponto de inflexão na curva de velocidade do robô e:
Uma grande rede de supermercados está comemorando o mês do seu aniversário e lançou uma promoção especial para seus clientes. Durante o mês festivo, cada cliente pode converter o valor gasto em suas compras na aquisição de cupons para concorrer a um prêmio principal. Os cupons são divididos em cinco lotes distintos, e será sorteado exatamente 1 prêmio principal exclusivo para cada um dos cinco lotes (totalizando 5 prêmios na promoção). A tabela a seguir apresenta o valor cobrado por cupom em cada lote e a quantidade total de cupons disponibilizados pelo supermercado naquele lote:

Um cliente acumulou exatamente R$ 2.600,00 em compras no supermercado durante o mês da promoção e deseja utilizar todo esse valor (ou o máximo possível dele) para comprar cupons de um único tipo de lote. Sabendo que o supermercado vende apenas quantidades inteiras de cupons, o cliente deseja escolher o lote que lhe proporcione a maior probabilidade de ganhar o prêmio principal. Para ter a MAIOR probabilidade de ser sorteado, qual lote esse cliente deve escolher?
Uma pessoa deseja adquirir uma passagem aérea para as suas férias que custa R$ 1.452,00 se comprada diretamente em dinheiro. Buscando economizar, ela decide avaliar o custo para emitir esse bilhete por meio do programa de fidelidade da companhia aérea, no qual a passagem custa 67.500 milhas (ou 67,5 milheiros). Para acumular o saldo necessário no programa da companhia aérea, essa pessoa aproveitará uma promoção combinada entre o seu banco e a empresa aérea:
⋅ Compra com desconto: O preço regulamentar do milheiro (1.000 milhas) no programa do banco é de R$ 80,00. Porém, ela possui um cupom de 75% de desconto para a compra de até 100 milheiros.
⋅ Transferência bonificada: Em seguida, ela transferirá os milheiros adquiridos para o programa da companhia aérea, recebendo um bônus de 35% sobre o total de milhas transferidas.
Considere que os milheiros no banco só podem ser comprados em quantidades inteiras e desconsidere eventuais taxas de embarque ou impostos. Ao optar por comprar a quantidade mínima inteira de milheiros necessária para emitir a passagem com milhas, a quantia que essa pessoa economizará em relação ao preço em dinheiro será de: